O PAPEL DOS ROTARIANOS NO SÉCULO XXI

O PAPEL DOS ROTARIANOS NO SÉCULO XXI
(25/01/2012)

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O companheiro PP do Rotary Club de Embu 2010-2011, atualmente associado ao RCSP Jardim América, Benedicto Ismael Camargo Dutra, compareceu a nossa última reunião almoço para proferir palestra cujo tema nos leva a profundas reflexões, dada a abrangência dos aspectos apresentados. A seguir teremos um resumo sucinto de sua apresentação que contou com o auxílio,em power-point, de ilustrações.

Após saudar a todos, falou de seu contentamento de estar no RCSP no início do ano para discorrer sobre a vida e o Rotary.

Inicialmente citou o vídeo nos portais Library e Vida e Aprendizado, por ele criado para incentivar a todos pela busca contínua de aprendizado para uma vida melhor, com intuição, reflexão e raciocínio lúcido recomendando seu acesso. Disse mais: que todos nós devemos ter sonhos e devemos saber que o sonho bom pode se tornar realidade. Só depende de nós, do nosso esforço, do conhecimento de nós mesmos, para que através desse conhecimento possamos unir a humanidade.

Temos que construir no presente nossos sonhos do futuro.

E prosseguiu: “Nosso corpo foi projetado para durar no mínimo 100 anos, mas não é infinito e desta forma, sempre devemos estar prontos para agir e cuidando de nossa saúde. O cenário que estamos enfrentando é preocupante e de extremos. A população mundial está na casa dos sete bilhões, concentrada densamente nas cidades e crescendo. Há uma grande lacuna na educação e preparo das novas gerações.

Em meio a alterações climáticas estamos enfrentando uma crise econômico-financeira e redução de empregos no ocidente desenvolvido.

Ampliam-se os descontentamentos e conflitos, aumentam a violência urbana e um movimento mundial de indignação e insatisfação”, afirmou.

Nós como rotarianos, continuou, devemos nos preocupar que país queremos ser e como podemos nos transformar para melhor. Se mais e mais pessoas passarem a se preocupar com isso estaremos lançando a pedra fundamental dessa mudança tão necessária. A seguir, disse – gostaria de falar um pouco sobre a intuição e o bom senso. A sociedade ocidental tem privilegiado a mente analítica em detrimento da intuição que é pouco estudada. Ambas devem trabalhar juntas. Durante séculos temos confundido sentimento e intuição, que são coisas diferentes.

O estudioso Oscar Bernardt, com o pseudônimo de Abdruschin, faz uma distinção entre sentimento e intuição costumeiramente confundidos como sendo a mesma coisa. Ele diz que o sentimento se forma no cérebro através dos pensamentos e nada tem a ver com o lampejo intuitivo captado de outras esferas e encaminhado para o cérebro para ser transformado em palavras e ações. O lampejo intuitivo é captado pela alma ou coração, como preferirem.

Continuando disse – Os seres humanos que obtiveram sucesso em seus empreendimentos, na sua maioria só o conseguiram porque tinham a capacitação de examinar interiormente o conjunto de conhecimentos adquiridos, intuitivamente confrontados com o bom senso e a partir daí tomaram decisões acertadas que os destacaram por grandes realizações.

Continuando, disse o palestrante – Nós rotarianos devemos prestar atenção ao nosso lampejo intuitivo, pois há muito a fazer. O futuro da humanidade está intimamente ligado ao desenvolvimento das novas gerações. A base para fortalecer as novas gerações está no bom preparo para a vida. Se a boa educação não começar na primeira infância o futuro se torna incerto. Enfatizou a necessidade da formação dos pais e dos professores para esse fim, destacando a importância das creches como início desse programa de educação, tendo em vista um futuro promissor. Falou da integração necessária das gerações – do saber dos mais idosos com a rebeldia e iniciativa dos mais jovens.

Mais adiante falou – No Rotary nós temos realizações criativas com companheirismo, bom humor e a visão compartilhada que formam a base para realizações criativas.

Os rotarianos estão aptos a formar equipes excelentes. Grupos de pessoas que funcionam juntas de forma extraordinária. Confiando umas nas outras, complementando os pontos fracos e os fortes, compensando as limitações com um objetivo comum maior que os objetivos individuais gerando ótimos resultados, em prol da melhoria das condições de vida da comunidade e construindo um mundo melhor. Rotary é dar de si antes de pensar em si.

Meus caros, disse, o ano de 2012 já chegou. Enfrentamos tempos difíceis com descontentamentos e penúrias.

Necessitamos de um novo paradigma que possibilite o desabrochar da essência humana para formar uma nova civilização. Será muito especial para todos os que se esforçarem em conservar firmes as conexões com as alturas luminosas.

Estamos no século XXI, no Distrito 4610 e nós, líderes rotarianos – o palestrante mostra então um mapa do Brasil e continua – reunidos para construir um mundo melhor, com boa educação, conservação do meio ambiente, felicidade, preparo para a vida, emprego, cultura e consciência.