EXÉRCITO BRASILEIRO, BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA

O Rotary Club de São Paulo recebeu em 04 de setembro de 2019, o General de Exército Marcos Antonio Amaro dos Santos, orador do dia, que proferiu palestra sobre o Exército Brasileiro.

“Braço Forte – Mão Amiga” é o slogan do Exército Brasileiro, criado há algum tempo e sempre atual. As Forças Armadas são instituições permanentes assim definidas na Constituição Federal. A presença do Exército Brasileiro não é apenas de combate, mas de formação do cidadão.

O Portifólio “Braço Forte – Mão Amiga” que é o Portifólio Estratégico do Exército, tem alguns projetos como:

O Projeto Guarani que tem o objetivo de dotar o Exército Brasileiro de uma nova família de blindados sobre rodas. Os principais benefícios deste projeto são: fortalecimento das ações do Estado na segurança e defesa do território nacional; elevação da capacidade tecnológica da indústria nacional; diversificação da pauta de exportações; ampliação da capacidade de dissuasão do Estado brasileiro e emprego no apoio à Defesa Civil.

O Projeto Proteger amplia a capacidade do Exército Brasileiro de resguardar as estruturas estratégicas terrestres do país, tais como ferrovias, aeroportos, usinas hidrelétricas, portos etc. Ele também servirá como complemento aos sistemas de segurança pública do país.

O Projeto Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) fortalece a capacidade de ação do Exército Brasileiro na faixa de fronteira do país. Trata-se de um conjunto integrado de recursos tecnológicos, tais como sistemas de vigilância e monitoramento, tecnologia da informação, guerra eletrônica e inteligência que, aliados a obras de infraestrutura, vão reduzir vulnerabilidades na região fronteiriça. Fonte: Boletim 4235 RCSP

Aproveitando a oportunidade, o rotariano Adolfo Milani pediu esclarecimentos sobre a questão das queimadas na floresta amazônica. O general Amaro então explicou que não houve nada de extraordinário em relação aos anos anteriores, apenas ocorreu neste ano um maior ruído da mídia e de alguns políticos que se serviram da situação para se promoverem e lançarem inquietação desnecessária, e assegurou que o governo e as forças armadas estão atentos, em que pese a enorme dimensão da floresta e sempre há irresponsáveis e inescrupulosos querendo tirar vantagens.

A LONGEVIDADE AMPLIADA E SEUS RISCOS

O Rotary Club de São Paulo recebeu, em 28 de agosto de 2019, o economista Roberto Macedo, orador do dia, que proferiu palestra sobre a “A longevidade ampliada e seus riscos”. Confira abaixo o resumo da palestra:

“A longevidade que quer dizer vida longa é uma benção, mas envolve muitos riscos e esses riscos podem ser: a própria longevidade, que pode durar mais que os recursos disponíveis; dificuldades em obter emprego adicional para superar carências de renda; necessidades e custos imprevistos de assistência médica; ausência de acomodações confortáveis e de cuidadores; perda da capacidade de viver independentemente; mudanças nas necessidades habitacionais; morte do cônjuge; outras mudanças na situação conjugal; necessidades inesperadas de membros da família; filhos que não cuidam dos pais nem lhes dão apoio financeiro; maus conselhos, fraudes e roubos afetando aposentados.

Sabe-se que as mulheres vivem mais que os homens. A porcentagem de idosos na população vem crescendo e a expectativa de vida por idade vem aumentando. O que fazer nos anos de vida adicionais? Os anos podem ser vividos em boas condições de saúde, se esta foi e for bem cuidada, e a herança genética ajudar.

O livro Unretirement (Não à aposentadoria) do jornalista econômico americano Chris Farrell, propõe três opções que reduzem riscos da longevidade: a primeira é não parar de trabalhar, na mesma carreira ou em outra; a segunda é usar a experiência adquirida para iniciar uma atividade empresarial ou se associar a uma já em andamento e a terceira é o trabalho voluntário”.

Aprendemos nesta palestra que na Longevidade há fatores positivos e fatores preocupantes. É importante ter atividades, movimentar-se, e por que não, aproveitar o tempo para buscar a compreensão do real significado da vida?

Fonte: Boletim 4234 do RCSP