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A PRÓXIMA JOGADA

O mundo se defronta com uma deplorável situação na natureza, na economia, na educação. Em vez de evoluir, a espécie humana está decaindo e poucos enxergam essa realidade, optando por um viver de ilusões e procurando a falsa felicidade. Tudo se baseia no cérebro, o sistema neural, como se ele fosse o núcleo da vida, mas não é; é uma das mais sensacionais criações no mundo material, mas o que vivifica o corpo é o espírito. O cérebro pode criar o sentimentalismo e a fantasia, ser influenciado por alucinógenos, ou por cobiças, mas sem a energia do espírito, se decompõe em pouco tempo.

O Brasil pagou dívida externa emitindo e inflacionando; combateu a inflação com dólar tabelado, fragilizou a indústria, exportou empregos, aumentou a dívida, e agora na pandemia tem de subsidiar a população. Os EUA também, mas têm como diferencial o dólar, mas estão dando subsídios e realizando reformas na infraestrutura porque desistiram de fabricar, e estão buscando os avanços na tecnologia, o que no Brasil parou de evoluir junto com as fábricas fechadas. O que os brasileiros fizeram com o seu país?

O ocidente acobertou a inflação, tabelando o preço do dólar, deixando as indústrias minguar e eliminar empregos. A China deu ênfase na produção visando exportar com preço baixo em dólar, gerando efeito dinâmico na economia. Na crise, o ocidente só tem a opção de subsidiar os consumidores e aumentar a dívida, mas isso representa o aumento de procura que a China precisa para reativar sua grande fábrica e prosseguir capitalizando. O que deveria ser feito para reequilibrar a economia?

A economia real já vinha dando mostras de estresse e desequilíbrio. Em visita a São Paulo, em abril de 2014, o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, fez uma advertência não só ao Brasil, mas também a outros emergentes: “O modelo econômico baseado em produção de bens que a China já produz não é mais sustentável”. Então o que fazer para alcançar sustentabilidade? Produzir o quê para evitar a precarização e desequilíbrio geral?

Não há mais equilíbrio entre os seres humanos, apenas busca de vantagens. O Brasil e o mundo enfrentam um problema super grave e os “caras” ficam procurando pelo em ovo como no tribunal de Pilatos e da inquisição? Em vez de ficarem espalhando venenos, deveriam trabalhar pelo Brasil e pelo aprimoramento da espécie humana.

O Estado foi inchando. Obras superfaturadas. Dívidas aumentando. Reserva em dólares baixando. Não há responsabilidade com o futuro e as novas gerações. Déficits internos e externos. As contas estouram. O crédito foi uma boa invenção para promover o desenvolvimento. O sistema levou séculos para chegar à forma atual. Poder e dinheiro desumanizaram a vida, eliminando os alvos elevados de aprimoramento, gerando decadência geral. Não há boa vontade. Mercado e Estado se afastaram do humanismo, do real objetivo da vida. É necessário combater a criminalidade.

Os cidadãos devem buscar o bom preparo para a vida, fortalecer as novas gerações, participar da condução das atividades humanas. Criou-se o liberalismo, a não intervenção do Estado. Os gananciosos foram ocultamente assumindo o controle, impondo rumos benéficos aos seus interesses visando absorver os fluxos de dinheiro do Estado. Outros diziam que o excesso de individualismo deu oportunidade para o avanço da ganância e concentração do poder, e por isso queriam maior influência do Estado. No extremo, surgiu o capitalismo de Estado que impõe os rumos, controla os fatores essenciais visando o acúmulo de capitais.

No geral, os cidadãos se tornaram indolentes sem bom preparo para a vida, presas fáceis do pão e circo. Agora chegamos ao desequilíbrio geral na economia, dívida pública, população elevada, limitação de recursos naturais, insatisfação social. Qual será a próxima jogada nesse complicado tabuleiro?

Há uma forte efervescência no mundo. No Brasil, ela é particularmente mais grave devido à displicência, indisciplina, falta de esforço em trabalho dedicado. Em grande parte da história, os governantes não cuidaram do desenvolvimento e fortalecimento da população, ensejando melhor preparo e melhores condições de vida. Todos tiveram oportunidades de agir e contribuir, muitos falharam levados pelas cobiças. Sabotadores, falsos líderes e corruptos atrasaram a nação e o povo em seu desenvolvimento consentâneo com as leis naturais da Criação.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

A INDOLÊNCIA DA CLASSE MÉDIA

Em 25 de janeiro de 1554, um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalou a Serra do Mar e chegou ao planalto de Piratininga onde encontrou “ares frios e temperados como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”. Foi construído um colégio, o Pateo do Collegio, onde o povoado começou a se desenvolver e se transformou na cidade dinâmica e acolhedora que atraiu pessoas de todas as raças e povos. Apesar do brasão: “Não sou conduzido, conduzo”, São Paulo ainda não alcançou a posição que lhe cabe no caminho do progresso e continuada melhora das condições gerais de vida.

De longa data, as riquezas da América do Sul têm sido alvo de cobiças. Hugo Chávez (1954/2013), ex-presidente da Venezuela, quis controlar a riqueza, mas embriagou-se com o poder e o povo continuou sufocado sem oportunidade para evoluir. Agora a geopolítica é outra, mas o povo venezuelano permanece no abandono.

A Constituição Venezuela, a lei máxima para defender os interesses do povo e da nação, atende aos princípios democráticos? Como sair do impasse gerado pelo direito da força? Quem deveria assumir interinamente o governo para realizar eleições livres, de forma imparcial, honesta e democrática num prazo bem curto? A imprensa livre deveria acompanhar tudo atentamente e informar ao mundo o que estiver se passando. Poderão concorrer candidatos com ficha limpa, entregando-se a decisão ao voto consciente do povo, sem coação e sem temores.

No Brasil, estamos passando por dificuldades desde a crise da dívida externa nos anos 1980, mas a situação se foi agravando com a ausência de estadistas e com a classe política agindo sempre em função da próxima eleição, adotando medidas paliativas para favorecer a poucos, deixando passivos enormes aos sucessores. A população precisa ser advertida sobre as dificuldades, embora não tenha criado todos esses problemas de déficits nas contas e o colossal aumento da dívida com a capitalização de juros sobre juros.

A situação geral do mundo tende para o amadurecimento, para a colheita de tudo que tem sido semeado. Já temos muitos problemas para resolver. A prioridade deve ser corrigir os estragos no país que vem decaindo há décadas e resgatar seu povo, o qual precisa se mover na direção do aprimoramento humano. O Brasil não cobiça as riquezas da Venezuela, não tem porque se envolver nessa briga, sede de riqueza e poder da nova geopolítica.

Muito apropriado que se definam os rumos da previdência nesta fase de revolução industrial 4.0 e grandes transformações. No caso de países endividados como o Brasil, também é importante traçar o perfil da dívida que deve ser contida para que a economia de um setor não venha a ser absorvida por outro sem que haja uma real melhora geral.

O otimismo de cidadãos esclarecidos resulta da ruptura do sistema que desserviu o Brasil desde 1985 com a posse do vice-presidente José Sarney pelo PMDB, que assumiu o governo devido ao falecimento de Tancredo Neves, ambos eleitos indiretamente por um Colégio Eleitoral. Seguiram-se PSDB e PT que pouco fizeram, e após um breve período de euforia com o Real valorizado e juros elevados o país foi perdendo várias indústrias, não educou a população e se endividou. Revoltados, os eleitores escolheram Jair Bolsonaro, do PSL.

Os perdedores estão esperneando, criando dificuldades para o progresso e para a melhora das condições gerais de vida. A situação é difícil, agravada com a desordem global. O sonho do homem de classe média de obter sucesso profissional para que possa atender às necessidades básicas de sua família, com padrão de vida que lhe permita conforto, lazer e educar os filhos vai se tornando difícil, mas, como criatura de essência espiritual, também deveria desejar conhecer o significado da vida, assim como essa também deveria ser a aspiração da classe rica e daqueles com menor renda.

O que faz a massa ser influenciável é a indolência. O apagão mental e a indolência estão avançando no Brasil e no mundo, o oposto do que o ser humano deve ter: clareza, simplicidade e naturalidade no pensar, falar e agir. Agilidade para perceber os problemas e buscar soluções sem o comodismo paralisante.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

CIDADÃOS GLOBAIS OU DO COSMOS?

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

Vivemos na época do abuso do poder por homens que se julgam acima de tudo e de todos, impondo sua vontade de forma tirânica. O que eles pensam que seja a vida? Não querem assumir a responsabilidade, inerente a todos os seres humanos, de construir e beneficiar o mundo em que vivemos para viabilizar a paz, o progresso e a evolução. Configuram um arremedo de seres humanos e estadistas, pois com suas ações e paixão pelo poder, conduzem tudo para o abismo das cobiças e vaidades.

Em todo esse período pós-guerra, com a supremacia do dólar, o que se observou foi a falta de mecanismos para equilibrar a balança comercial e as contas externas, situação que permanece desafiando o equilíbrio do progresso. Globalização e abertura são processos que avançam, mas não deveriam destruir a autossuficiência, arrasando os países deficientes e com baixo preparo da população, e que fazem o papel de fornecedores de matérias-primas e mercado consumidor.

Os países como o Brasil precisam de dólares não apenas para as importações, como também para o turismo para cobrir serviços, juros, royalties, remessas de lucros e dividendos, e devido às exportações de primários serem insuficientes, são atraídos dólares especulativos com taxa abusiva de juros. São mecanismos que o FMI deveria ter examinado e provido uma forma equilibrada para impedir a continuada sangria enfraquecedora, mas principalmente os governantes deveriam evitar a criação continuada de passivos.

Durante décadas o dólar permaneceu totalmente nas mãos dos Estados Unidos. Atualmente vários países dispõem de reservas em dólares, sendo a da China estimada em US$ 3 trilhões, enquanto os Estados Unidos ostentam uma dívida de US$ 19 trilhões. Qual será o futuro monetário internacional?

O presidente Donald Trump quer a reciprocidade do “toma lá, da cá”. Para que haja paz e progresso no mundo tem de haver equilíbrio na balança comercial e nas contas correntes, aspecto descuidado pela maioria dos governantes. O tabelamento de preços é condenado por grande parte dos economistas que, no entanto, não se alarma quando o preço do dólar, mercadoria rara nos países deficitários, fica cotado com preço fixo.

A cobiça pelo poder e dominação gera desconfiança mútua. Para que a democracia possa ser firme é necessário que os povos se pautem pela mesma plataforma de fatos. Porém, para esta ter êxito, deve ser baseada nos fatos concretos das leis naturais da Criação, e não em teorias fugazes criadas pela mente dos homens. Sem alvos comuns de aprimoramento das condições de vida e da espécie humana tudo passa a se basear em opiniões individualistas e tirânicas.

A escola tem uma grave lacuna ao não estimular os estudantes a refletir sobre o mundo em que vivem – o planeta Terra, que foi especialmente dotado para permitir a vida e o desenvolvimento do ser humano. Ela deveria focar a natureza e suas leis, e a nossa responsabilidade em preservá-la, para evitar ou diminuir a destruição ambiental, econômica e social.

Claudia Costin, colunista do jornal Folha de São Paulo, focalizou num artigo os “cidadãos globais”, pois nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, recentemente aprovados pela ONU, inclui-se a ideia de formar jovens para a cidadania global, de forma que a próxima geração possa construir um mundo melhor. Eu particularmente prefiro “cidadãos do cosmos” como uma vez disse Tom Hanks em documentário sobre o Big Bang.

Afinal, de que é feito o corpo dos homens? Diariamente nos abastecemos e sobrevivemos com recursos da natureza. Não é um absurdo lembrarmos e comemorarmos o meio ambiente apenas numa data específica a cada ano? Isso será modificado quando os homens se tornarem seres humanos de qualidade. Os estudantes têm de saber que o planeta Terra foi estruturado para ter as necessárias condições para a vida num colossal processo da natureza, possibilitando o desabrochar do elemento espiritual. Ao longo dos séculos, o homem, com o seu livre arbítrio, passou a fazer escolhas e a tomar decisões que acabaram transformando o mundo num lugar perigoso para se viver, em vez de construir e beneficiar como era esperado. Urge eliminar a ignorância que tem levado os humanos a falhar como nenhuma outra espécie.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel e é associado ao Rotary Club de São Paulo. É articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, “O segredo de Darwin”; “2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens” e “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”. E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

CAPITALISMO DE ESTADO MAFIOSO

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

Neste mundo tumultuado por interesses conflitantes, o poder financeiro no livre mercado confronta-se com o poder financeiro do capitalismo de Estado. Nesse meio muitas coisas estão mudando, mas se no livre mercado a liberdade é restrita, no capitalismo de Estado só há deveres, não há liberdade nem direitos com o Estado comandado pelos donos do poder que podem tudo. Pairam incertezas quanto ao futuro.

No Brasil, a tendência é para o capitalismo de Estado mafioso, dominado pela corrupção e acordos espúrios com o dinheiro público. Governo e atividade econômica não deveriam se imiscuir, pois só promovem a corrupção para benefício de poucos e miséria para o restante da população. Os estadistas brasileiros não se dedicaram seriamente ao bem do país. O Brasil estaria em outra situação, mais desenvolvido e com humanidade se tivesse sido administrado por governantes sérios e competentes empenhados na conquista do progresso real. Mas isso se deve, também e infelizmente, pelo despreparo dos cidadãos brasileiros.

Estamos atravessando uma lamentável situação. Qual a saída? Os Congressistas aprovarão eleição direta e irão perder a oportunidade de escolher o presidente ao seu feitio? Mas se for aprovada, quem seriam os candidatos? Os pais da Pátria no Congresso deveriam pensar no bem do Brasil carcomido pela corrupção e bloquear de vez a possibilidade de o país cair no Capitalismo de Estado Mafioso, sem liberdade nem direitos, em que só há negociatas para os membros da quadrilha enquanto a desigualdade social vai levando o país para a ingovernabilidade, acabando de vez com as aspirações das famílias que lutam por um Brasil melhor.

O partido dos cidadãos deve ser o do Brasil. Raramente os gestores públicos se preocuparam com o equilíbrio das contas internas e externas, boa educação das novas gerações e preservação da natureza. As transas corruptas vão de juros, swaps cambiais, benefícios especiais, obras superfaturadas, privatizações pouco idôneas que se de um lado devem ser feitas, de outro requerem um rígido controle da lisura na transferência dos patrimônios públicos.

O Brasil não pode continuar como uma nave sem rumo. Enquanto permanecer a bandalheira, continuará decaindo. Precisamos de reações coerentes e inspiradoras, que removam o lixo e interrompa a decadência, de nada adianta a destruição provocada por bandos de mascarados.

A jornalista Sarah Chayes faz em seu livro Ladrões do Estado um levantamento dos estragos causados pela corrupção, que segundo ela se agravaram muito com o fortalecimento do individualismo, que coloca o ganho como a prioridade da vida, e devido às oportunidades criadas com a abertura da globalização que acabou expatriando o dinheiro que antes ficava mais circunscrito aos limites dos territórios dos Estados. A displicência financeira foi tal que acabou contribuindo para as crises de 2007 e 2008. Lideranças corruptas assumem o poder e vão cavando um abismo nas finanças, abocanhando toda a riqueza.

A humanidade perdeu o rumo. São considerados bons os países que acumularam reservas em dólares e, errados, os endividados, com exceção dos EUA que produzem dólares. Trata-se de uma medida do progresso distante da verdadeira evolução, da paz, com o aprimoramento da qualidade humana. A degradação do Rio de Janeiro é outro reflexo da decadência geral da humanidade que tem agido com displicência a respeito do significado da própria vida, pois sua tarefa é buscar a compreensão da lógica que reside na Criação e suas leis e, amparada nelas, agir de forma construtiva.

Está faltando o olhar com profundidade para o desenvolvimento cerebral e moral dos jovens cada vez mais direcionados para a aceleração do pensamento, sem reflexão, sem metas, sem uma visão da dimensão humana nesta fase de acelerados avanços tecnológicos. O homem não é máquina e suas capacitações humanas precisam ser despertadas desde cedo, tem de aprender que é responsável pela qualidade do futuro. Que o Brasil possa se tornar de fato uma pátria iluminada de paz, progresso e felicidade.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7