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DESEQUILÍBRIO ECONÔMICO MUNDIAL

A ciência econômica se subordina à escassez, isto é, a limitação dos recursos ofertados pela natureza. Visando o equilíbrio deveria acompanhar as oscilações da produção e oferta de empregos; a distribuição e consumo de bens e serviços; os mecanismos financeiros da economia; a acumulação de dinheiro; as relações econômicas com o exterior; as formas de competição entre as empresas e países, e as respectivas regulamentações legais, entre outros assuntos.

Os homens inventaram o dinheiro aplicando a lei da escassez, tornando-o o bem mais cobiçado do mundo, embora o ar, indispensável à conservação da vida, é percebido como abundante. No capitalismo de livre mercado, todo o sistema ficou vinculado ao dinheiro e este deve promover a circulação da riqueza de forma equilibrada entre os indivíduos e os povos. Mas a circulação acabou sendo estagnada travando e precarizando tudo.

Uma parte da sociedade acumula bens; outra, dívidas e escassez. A ciência econômica deveria ocupar-se com o equilíbrio geral, mas na economia mundial está ocorrendo o oposto. Países como o Brasil mantinham o dólar barato com juros elevados, inviabilizando a produção e aumentando a dívida. Sem produção não há futuro. A produção foi se concentrar em regiões de mão de obra de custo mínimo e câmbio favorável para exportar, isso ocorre em países onde o capitalismo de Estado centraliza as decisões.

A globalização não será benéfica sem que haja respeito à natureza e à consideração humana de não empreender ações danosas ao próximo para satisfazer a própria cobiça. Nos moldes atuais, a globalização econômico-financeira provocou desequilíbrios em todas as direções, subverteu a classe política, separou os interesses das corporações das necessidades dos países, e rompeu os limites da individualidade dos povos. Isso acabou despertando reações adversas, pois faltou o equilíbrio sadio nas relações entre os povos para que o progresso de uns não se faça a custo da miséria de outros.

Com a dívida atual, estamos em situação pior do que na crise da dívida externa dos anos 1980, pois as políticas adotadas exportaram os empregos. Com o aumento do déficit fiscal, o Brasil será empurrado para o abismo, correndo o risco de perder a governabilidade e a autonomia.

A segurança do país está no patriotismo das Forças Armadas, na saúde, na capacidade de produzir alimentos, nos minerais, na reserva internacional, no bom preparo das novas gerações. Sem boa administração iremos transferir os ganhos para os especuladores, atravessadores e para aqueles que cobiçam as riquezas. Os países passaram a importar de tudo. Deixaram de fabricar e de exportar manufaturas. Os empregos e renda se reduziram. As dívidas subiram para sustentar o sistema. “O melhor remédio para erradicar a pobreza de um país é a geração de riqueza”, disse Vicent Fox, ex-presidente do México.

Com a baixa dos juros, sem ter onde aplicar o dinheiro foi para as bolsas elevando as cotações, mas surgiram imprevistos como a pandemia do século 21 que, ao paralisar tudo, evidenciou as incoerências provocando baixas e busca por segurança no dólar. Superar a consequente instabilidade a reequilibrar a economia são os novos desafios.

Estamos na era da aceleração dos acontecimentos. O momento exige flexibilidade e constante readaptação às novas situações que se sucedem velozmente. Necessitamos de pessoas que consigam sentir a intuição e se ponham em movimento, ver o que está faltando, o que está emperrando e ir ajustando, senão aumentarão as falhas, o tempo passará, as despesas vão superar as receitas. Sem que haja bom preparo das novas gerações a precarização geral aumenta.

Acredite se quiser, o anticristo, influencia o intelecto dos seres humanos que lhe são dóceis devido a uma certa igualdade de querer maligno, seu plano é a destruição da humanidade, que se acha submersa nas sombras de seus próprios erros, retirando-lhe a possibilidade de ter vontade própria. Por isso as criaturas humanas têm de aplicar toda a força de sua vontade espiritual para buscar a Luz da Verdade e as leis da Criação.

A vontade e a intuição são decisivas para o nosso destino. Quando as pessoas se apegam a interesses ligados exclusivamente ao material, se atam irradiando de forma pesada e negativa. Ao contrário, pessoas voltadas para objetivos elevados e nobres irradiam leveza e alegria, pois captam isso de regiões mais luminosas.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

DESEQUILÍBRIO ECONÔMICO E EMOCIONAL

Dentre as criaturas, o ser humano é, sem dúvida, a de maior significação por ser dotada de espírito e livre resolução. Deveria ser o grande zelador do planeta, respeitando a lei universal da preservação e adaptação. Mas ele se afastou das leis da natureza seguindo sua própria lei ditada por seu querer egocêntrico. Um dia vale a aplicação de pena ao condenado em segunda instância; no outro, não vale mais. É o tal do casuísmo, isto é, prevalecem os interesses momentâneos.

A sustentabilidade do planeta requer a boa disposição dos seres humanos para que estes reconheçam e se adaptem às inflexíveis leis cósmicas. O desequilíbrio econômico, financeiro, cambial e social domina o planeta. A economia está parada. As causas não são pesquisadas. Governantes e empresários permitiram que a produção fosse transferida para regiões de menores custos da mão de obra e de produção. Cada indivíduo tem que decidir os rumos da sua vida ouvindo o íntimo atentamente. Mas com a transferência das fábricas para a Ásia, o viver se modificou.

Desigualdade, precarização, destruição da natureza e falta de educação avançam pelo mundo. Surgem insatisfações, descontentamento, reações inesperadas, agravadas por acontecimentos imprevistos que vão surgindo um após outro, levando à precarização da classe média do ocidente rico. Mesmo quando nos sentirmos prejudicados é preciso muita cautela na forma como vamos reagir, o que vamos pensar e falar porque muitas pessoas estão emocionalmente descontroladas. Há muitos pensamentos de insatisfação, medo e ódio. Precisamos de força para não cair nessas armadilhas e agir com serenidade

Fala-se que foram criados dez trilhões de dólares pelo afrouxamento monetário, mas o mundo continua atolado em dívidas e com a produção estagnada. A globalização, iniciada nos anos 1980, permitiu o surgimento de oportunidades para o acúmulo de dólares aproveitando as brechas para avanço de produção massiva de manufaturas de menor custo para colocação no mercado externo, acarretando complicadas consequências econômicas e culturais. A pacata classe média se sente acossada com a perda de empregos, aumento da desigualdade e desarranjo ambiental.

O Brasil tinha o grande futuro de vir a ser o país da sabedoria, da paz e da alegria. Mas, seguindo por caminhos funestos, entrou em decadência; grande parte da população não consegue ler e escrever. A corrupção tomou conta. Muitas manifestações artísticas se tornaram degradantes. As novas gerações não receberam o preparo para a importância do trabalho. As drogas encontraram campo aberto, as adolescentes engravidaram precocemente, enfraquecendo a prole e o país.

Em 1989 houve grandes esperanças com a queda do muro de Berlin e vitória de Collor sobre Lula; mas logo o presidente eleito decepcionou o Brasil, sendo apenas mais um a manter o país nas sombras. A Alemanha está longe do que se esperava em 1989; o Brasil mais ainda. Soluções existem, mas há grande empenho em manter tudo como está para assegurar os privilégios dos que se alojaram no topo. As autoridades têm se mantido voltadas para interesses particulares em vez de pôr em prática o alvo nobre de aprimorar a espécie humana e as condições gerais de vida.

É fundamental para o Brasil o bom preparo para a vida, o que tem sido descuidado por todos os poderes desde a queda do Império. Fundamental é a preservação das áreas de mananciais, rios e mares. Crimes como os de Mariana e Brumadinho são varridos para debaixo do tapete. Por mais de meio século sofremos a sangria dos juros extorsivos e nada se fez. Matamos a indústria e nada foi investigado. Para esperar melhor futuro há que se retornar à disciplina e responsabilidade, à ordem e progresso.

A humanidade se afastou do significado da vida real e vive uma ilusão estruturada por conceitos criados pela mente materialista sem a participação da alma. O corpo necessita de alimentos para a sua sustentação, mas a alma também precisa ser alimentada por nutrientes de natureza espiritual. No emaranhado de desafios do século 21, terá de se manifestar aquilo que a humanidade efetivamente quer. O anseio dos indivíduos deveria partir de seu íntimo, mas há muitas influências externas e ausência de visão clara do significado da vida, isto é, falta o autoconhecimento como espécie humana dotada de livre resolução.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

COMANDO UNIFICADO OU DESGLOBALIZAÇÃO?

Seja na atividade empresarial ou na vida pessoal, o momento exige de cada indivíduo prudência com os gastos para não se endividar, preparando-se para um momento melhor que deve chegar. Mais do que nunca a situação atual exige que as pessoas estejam cada vez mais preparadas para enfrentar os desafios e se ajustar às novas tecnologias e tudo mais. Nesse ambiente, pensar com clareza é o básico. Sem leitura, sem ampliar o vocabulário, como esperar que as novas gerações tenham clareza no pensar, raciocínio lúcido e intuição se não forem orientadas para isso?

A ignorância começou há muito tempo, com o abandono dos livros. A TV não contribuiu como era esperado para o adequado preparo das crianças que se tornaram pais, e assim ficamos. Os bons professores promovem bons resultados para o indivíduo, para o país e para o planeta. Eles são indispensáveis desde a educação na primeira infância, já que os pais não raro também necessitam completar sua educação para a vida. No passado, os professores ensinavam com dedicação e sem viés ideológico. Hoje, se fala muito em inteligência emocional que se reveste na inteligência dos seres humanos com visão ampla do significado da vida, pois através dela os indivíduos possuem automotivação para um viver de progresso construtivo e beneficiador. Professores bons, bem preparados, valorizados, são garantia de melhor futuro.

Desde que o homem passou a criar dinheiro do nada, criou-se também um dos maiores enigmas da humanidade: a dificuldade de entender como o dinheiro surge, como ele se relaciona com o governo e com as outras moedas e entre as pessoas. Vários fatores encobrem a simplicidade do equilíbrio das contas. A imprevidência financeira, o gasto exagerado e o endividamento atraem a funesta ingovernabilidade e miséria.

O crescimento do comércio global não trouxe benefícios ao conjunto da população. No Brasil ocorreu declínio no bem-estar social e ampla destruição nas indústrias de médio porte que perderam espaço, aniquilando empresários e empregos. No ocidente, ocorreram perdas visíveis nos empregos e renda da classe média, gerando ambiente depressivo. O camponês da França que produz vários itens de consumo interno também se sente ameaçado. Terá de se tornar motorista do Uber ou entregador de pizza como tantos profissionais sem emprego?

A triste história econômica do Brasil a partir dos anos 1990 aponta que poderíamos ser o celeiro do mundo e ao mesmo tempo ter uma indústria forte, bons pesquisadores, mão de obra técnica de qualidade e serviços em nível satisfatório. Duas tacadas fatais para as indústrias – abertura comercial e dólar barato. Será que os adeptos dessa teoria previram as consequências? Sem produção, e só com serviços, não surge riqueza nem oportunidades. Endividado, com políticos interesseiros e provocadores de agitação que não buscam a melhora geral, fica difícil encontrar a saída, enquanto as novas gerações vão se perdendo na estagnação.

Com a substituição do ouro pelo dólar, o novo mercantilismo se preparou para entrar em forte concorrência com a indústria ocidental visando o acúmulo de dólares. Como as cadeias de produção e distribuição interligadas em diversas regiões poderiam dar certo com as instáveis variações cambiais? A substituição de homens por máquinas automáticas reduz o custo, mas as máquinas não consomem bens. E tudo põe reduz o rendimento do trabalho. A ânsia de ganho financeiro inundou o mundo de papéis que os BCs tiveram de absorver criando dinheiro do nada. Os governos estão engessados por dívidas. Haverá unificação global de comando ou reversão da globalização.

Estamos com três correntes de filosofia econômica: ordem econômica liberal globalista; economia nacionalista e protecionista de livre mercado; e capitalismo de Estado forte interferindo na atividade econômica. Não está fácil entender as decisões que estão sendo tomadas diante dos atuais eventos econômicos. Dinheiro sobrando. Compra de ativos e baixas taxas de juros. Governos fortemente endividados. Estagnação econômica crônica.

Queiramos ou não, a globalização acabou desequilibrando a economia, interferindo na produção, empregos e consumo, enquanto a globalização financeira ia cavando abismos gerando a crise descomunal. Nas tentativas de adaptação e sobrevivência acabou-se não percebendo para onde tudo estava indo. As decisões financeiras e monetárias são importantes para evitar o pior, mas serão suficientes para ativar as engrenagens da economia de forma equilibrada entre os povos?

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

DEMOCRACIA ESGARÇADA

O século 21 tem se caracterizado pelo sobe-desce, a volatilidade e a tendência de precarização geral. Quem sabe ou pressente, obtém lucro nas Bolsas. No que tudo isso vai dar agora com os prenúncios de uma guerra comercial? Seria um plano de ajuste planetário em andamento? Se os EUA endurecerem, se a China fizer frente e retirar um montante significativo de dólares dos títulos americanos, como os EUA poderiam cobrir o rombo? O que a China faria com um montão de dólares nesta fase de muita liquidez e poucas oportunidades de investimentos fora da especulação? Quais seriam as consequências para a economia global?

A ausência de equilíbrio econômico e financeiro entre as nações sempre tende a provocar confrontações comerciais. Cada país precisa produzir matérias-primas, alimentos, industrializados, empregos, melhora das condições de vida; sem isso não há base nem para serviços. A continuada ampliação de itens importados leva ao declínio geral. Faltam diretrizes para inverter a situação e equilibrar as contas internas e externas.

A pendência não está apenas no déficit comercial. Mais do que uma simples guerra comercial, o mais preponderante parece ser o embate pela hegemonia tecnológica, fator importante que ainda falta para consolidação da posição dominante da China. Importações americanas de itens especiais serão taxadas com 25% de alíquota. Itens para o consumidor americano ficam preservados de reajuste de preços, mantendo a inflação baixa. Todavia, para os países atrasados, com tecnologia fraca e indústria defasada, os problemas continuam.

O Brasil se defronta com o atraso que se impôs na indústria, que hoje funciona mais na base de automação, tecnologia, economia de escala, juros e mão de obra de baixo custo. São fatores que travam as possibilidades de crescimento da economia, e difíceis de serem solucionados, mesmo se a taxa de juros Selic for reduzida, medida indispensável para conter o crescimento da dívida. Esse é o grande desafio para a reação do PIB que se ressente do crescimento de importações. Uma economia com força nas commodities tem de estar atenta para não regredir como vem ocorrendo no Brasil, onde as novas gerações, sem desafios, estão decaindo no apagão mental. A tecnologia é um processo contínuo de desenvolvimento; sem indústrias pujantes, esse processo fica naturalmente travado.

O presidente da China, Xi Jinping, está certo em defender os interesses dos 1,3 bilhões de chineses, assim como Trump desponta como defensor dos americanos. No entanto, somos todos habitantes da Terra, e nesta era industrial-financeira-digital o fortalecimento de uns tem se dado sempre com o enfraquecimento de outros, predominando as recomendações maquiavélicas de como exercer e conservar o domínio. Nesta época difícil, o dinheiro sempre fala mais alto do que o bom senso.

O mundo vive o desequilíbrio global na natureza, na economia e finanças, e na forma como os humanos encaram a vida; uma importante fase da evolução, mas que sem alvos enobrecedores do aprimoramento da espécie humana, passou a ser uma luta pela sobrevivência na disputa das riquezas. O descaso com a natureza permanece gerando consequências negativas, sempre prejudiciais aos seres humanos descuidados com o sentido da vida. Os abusos cometidos para satisfazer cobiçosos interesses particulares, em prejuízo do interesse geral das nações, esgarçaram a democracia e a economia. Foram muitos erros além das quadrilhas instaladas no poder.

Num mundo com mais de sete bilhões de pessoas, a condução da massa tem se caracterizado pela fragmentação que reduz a resistência das reivindicações. O Facebook trouxe para a população em geral uma possibilidade inovadora de comunicação, compartilhamento e aglutinação de mentes e desejos. Sem dúvida é esse o grande potencial das redes sociais, até então existente apenas através da força do fluxo dos pensamentos que agora podem ser articulados em posts, o que tem sido objeto de críticas e investigações.

O problema grave no Facebook é a rápida expansão de notícias falsas que podem ser geradas a partir da análise das informações pessoais dos usuários, de seus anseios e suas insatisfações que ficam à disposição das corporações e dos falsos profetas que, prometendo o que não podem cumprir, carregam os incautos para o abismo. Dá para sanar os inconvenientes e aproveitar a parte boa para o enobrecimento da humanidade e melhora geral?

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7