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PROBLEMAS BRASILEIROS

Enquanto o drama do mundo é a cobiça de poder, o problema do Brasil é a falta de estadistas sinceros, leais, sábios, patriotas que busquem o melhor para o fortalecimento da população e da qualidade de vida. Os falsos estadistas continuam se digladiando para ver quem manda mais, quem fica com o pedaço mais suculento e, com isso, o futuro vai ficando ameaçado. As novas gerações precisam de bom preparo para a sua responsabilidade para não perder a esperança. Mas, afinal, como foi que o Brasil e o mundo chegaram a esse momento caótico na convivência pacífica e na economia que a tudo constrange?

A sociedade fragmentou-se. Faltam propósitos enobrecedores e coesão na busca da melhora. A divisão do trabalho é importante e necessária para aumentar a produtividade, mas acabou criando tarefas repetitivas que contribuem para inibir a criatividade e o aprendizado das inovações. Tarefas repetitivas deverão ser entregues aos robôs. O ser humano precisa de leitura, flexibilidade, projetos de melhora geral e de aprimoramento pessoal. A educação tem que promover tudo isso.

O amigo leal dos seres humanos é o bom livro. Através dele, cresce a imaginação e a capacidade de refletir intuitivamente, isto é, a conexão com o eu interior, aspectos que diferenciam o homem da máquina. Com o advento da eletrônica e informática, cinema, TV, internet, vídeo, divisão extrema do trabalho e redução de empregos, a monotonia foi tomando conta da vida. Vive-se o dia a dia sem entusiasmo. Para muitas pessoas, conectar-se à rede se tornou meio de fugir do vazio da vida.

A realidade brasileira é brutal, em permanente crise com pequenos intervalos de alguma melhora, com dívida elevada que se formou com desmandos, juros e perdas cambiais. O dinheiro público tem sido mal administrado com enormes desperdícios e desvios. Um país rico em recursos naturais, mas economicamente pobre com poucas oportunidades de empregos e boa educação. Fazem falta bons estadistas e melhor preparo da população.

Precisamos de produção, trabalho, consumo adequado. Na China, foi usado ópio para obter riqueza e promover a fragilização; no Brasil, nem foi possibilitado o fortalecimento da população para construir um país de vida condigna. A droga chegou logo. Precisamos de uma geração forte, bem preparada para a vida, disposta a empregar o melhor de si para alcançar um futuro melhor.

Os jovens precisam aprender a refletir e a liberar a ampla visão intuitiva. Desde cedo as crianças devem ser orientadas para a importância do aprendizado, do trabalho e da busca do significado da vida. Quem somos nós? O que é o planeta onde vivemos? Como ele possibilita a vida? Tudo segue o ritmo das leis da Criação.

Como fruto do desequilíbrio geral está ressurgindo, de forma preocupante, a questão da imigração de refugiados, principalmente porque nenhuma entidade mundial está tomando medidas disciplinadoras, enquanto países que já contam com muitos problemas internos se veem diante de invasão não prevista e sem meios para dar uma solução apropriada.
O desequilibrado sistema internacional de relações entre os povos tem se mantido da mesma forma num mundo em que os mais fracos não tinham como discordar do ganho de uns com perdas de outros, o que veio a ser reforçado pela globalização. Quando as relações entre os povos são feitas sem equilíbrio, o desarranjo é inevitável, mas às vezes isso demora a aparecer. Se o mundo quer paz, está na hora de restabelecer o equilíbrio para obter o progresso geral.

Com a eclosão das transformações econômicas, a hegemonia do dólar passa a ser pressionada. Haverá troca de moeda global ou conviverão duas delas? O que o Brasil precisa fazer diante do agravamento da guerra comercial? Se exportar menos, vai dispor de menos dólares e reduzir importações. O que dizem os governantes sobre essa situação da economia? Haja Luz e Paz sobre o Brasil para que possa progredir de fato.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

UMA GERAÇÃO FORTE

O Brasil enfrenta crise múltipla: falta confiança na elite política, crise econômica e falta de consenso sobre o que é melhor, pois há polarização de interesses. O país está muito aquém da posição em que deveria estar face aos recursos de que dispõe, mas tem sido mal gerido, por políticos mal intencionados que não se esforçam pelo bem do país. Há muitas incertezas. Esperemos que o Brasil possa reencontrar o caminho do progresso com seriedade.

No ano de 1889 tinha início a República, num país rico em recursos ofertados pela natureza, mas pobre face aos maus governos que teve. Passaram-se 129 anos. Neste ano de 2018 ocorre eleição para presidente. Há miséria, destruição e precarização para onde quer que se olhe. Qual candidato será o escolhido? Qual deles tem a vontade e as qualidades necessárias para reverter a situação, tornando o Brasil um país humano e próspero que possibilite a evolução condigna?

Em 1889 ocorreu a vingança contra a Princesa Isabel. A república criada não integrou a população escrava que havia sido liberada das fazendas. Hoje ainda não temos saneamento elementar para grande parte dos habitantes. Rios e riachos vão empurrando esgoto para as praias próximas. Quanto descuido e irresponsabilidade da humanidade com relação à preservação da qualidade das águas. Isso provocará muitas confusões no planeta. Quando, afinal, os munícipes terão 100% da sua água e esgoto tratados?

Em meio à forte turbulência, há também inúmeras narrativas sobre a atual situação do Brasil e não se sabe mais em quem acreditar. A realidade é brutal, em permanente crise, havendo pequenos intervalos com alguma melhora. Temos um país pobre, embora rico em recursos naturais. Dívida elevada que se formou com desmandos, juros e perdas cambiais. Baixa educação. Menos oportunidades de empregos. O dinheiro foi mal administrado com enormes desperdícios e desvios. Riscos enormes de continuar como estamos, decaindo; ou estabelecer um perigoso governo forte, ou um governo esquerdizante? O que será?

Falta o principal: estadistas sinceros, leais, sábios que busquem o melhor para o fortalecimento da nação, da população e da qualidade de vida. Os falsos estadistas continuam se digladiando para ver quem manda mais, quem fica com o pedaço mais suculento e, com isso, o futuro vai ficando ameaçado. As novas gerações, com pouco preparo para a sua responsabilidade, estão perdendo a esperança. Mas afinal como foi que o Brasil e o mundo chegaram a esse momento caótico na economia que a tudo constrange? Haja Luz e Paz para que possamos progredir de fato.

O capital humano é desprezado no Brasil e, nos países desenvolvidos, um pouco menos. Precisamos de produção, trabalho, preparo das novas gerações, consumo adequado. Na China foi usado ópio para obter riqueza e promover a fragilização; no Brasil a alienação da vida real e as drogas chegaram logo bloqueando o surgimento de propósitos enobrecedores para uma construção sadia.

Como conscientizar os jovens de que o estudo é para eles mesmos, para se aprimorarem e buscarem melhores condições de vida? Com famílias desestruturadas e sem terem frequentado creches com cuidadores aptos a dar bom preparo para a vida, ficam facilmente influenciáveis para regredir como seres humanos. Teriam de dedicar alguns minutos diários para a leitura, pois é por meio dela que surge espaço para as reflexões próprias.

Precisamos de uma geração forte, bem preparada para a vida, que desde cedo reconheça a necessidade de equilíbrio em tudo, disposta a empregar o melhor de si para alcançar um futuro melhor e humano. Os jovens precisam aprender a refletir e a liberar a ampla visão intuitiva e ter a consciência de que é preciso aprender sempre, pois a vida real requer o aprendizado do espiritual e do material.

Sem equilíbrio na conduta chega-se ao ponto de saturação. Para receber é preciso retribuir. O cérebro não poderia agir desvinculado da ancestralidade e do saber inato de como funcionam as leis da vida. Mas tanto forçou que passou a agir por si como máquina que não tem compromissos com a vida e vai levando tudo na ignorância do perdido saber que retira do homem o seu aspecto humano, tornando-o imediatista e inconsequente por não enxergar o amanhã da existência. O país declina e todos sofrem as consequências dos desatinos.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O ADMIRÁVEL MUNDO DA FANTASIA

A humanidade tem se afastado do concreto, embarcando nas fantasias, mas no Brasil essa condição fantasiosa levou à decadência bem acelerada. O declínio geral não tem sido levado a sério pelas autoridades que se tivessem olhado seriamente para isso há mais tempo muitas coisas poderiam ter sido evitadas. Quantas gerações serão necessárias para que se observe a volta ao progresso real?

Educar tem início na responsabilidade com a procriação. Pais e mães têm o dever de dar bom preparo para os filhos gerados. A mídia também tem sua parcela de responsabilidade nesse alvo. A escola mais ainda, pois ela existe para formar gerações aptas para responder pelo futuro, para não cairmos na vala comum da renhida luta pela sobrevivência da vida vazia de sentido sem consideração pelos outros, sem o mútuo apoio para a evolução humana e melhora das condições gerais de vida.

O mercado livreiro deveria se expandir com as novas gerações. Aumenta a população, mas diminuem os leitores; é o afastamento da leitura pelo comportamento passível de manipulação on-line através de informações, sentimentos e atitudes padronizadas que podem levar à depressão. Lendo livros inspiradores, os jovens se tornarão fortes para dar sua contribuição para a melhora geral, sentindo-se úteis, escapando das garras da frustração com a vida tão comum na fase adolescente de transição para a fase adulta. A vida é regida pelas leis da Criação. Conhecendo-as e as respeitando, tudo dará certo.

O que temos de avanços no mundo de hoje é quase nada, comparado com o progresso real que a espécie humana deveria produzir no planeta se tivesse reconhecido e se orientado pelas leis naturais da Criação. Com a supercapacidade de raciocinar e decidir com o que foi dotada, a humanidade deveria ter ouvido a voz interior do espírito ou do coração, como muitos preferem. Esqueceu que pode decidir como quer viver, mas tem de arcar com as consequências, embelezando o mundo, construindo a paz, ou emporcalhando tudo, decaindo.

Falta trabalho num mundo com grande capacidade ociosa que quer colocar seus produtos, mas esquece que sem equilíbrio nada tem estabilidade. O consumo não se consolida apenas com crédito, requer que a população produza através do trabalho e obtenha renda compatível. Manter o dólar barato pode ser bom por um tempo para importar de tudo, mas como vão ficar as contas externas? De onde virão os dólares? Sem se preocupar com isso, o país depositou suas esperanças na exportação de primários e deixou a indústria estagnar.

A Argentina está enfrentando uma ameaça cambial. O desarranjo está nas contas públicas, internas e externas; na liberdade que os agentes têm de interferir na moeda, e na falta de mecanismos que possibilitem a volta à normalidade. Juros de 40% para um país é uma calamidade que não deve ser praticada nem em tempo de guerra. O desarranjo cambial acarreta um desgaste enorme. As consequências também refletem os efeitos da guerra comercial que no fundo se trata de luta pelo poder.

A pressa em elevar os juros básicos nos EUA talvez seja uma medida de precaução quanto à guerra comercial, promovendo a atração de dólares do mundo como alternativa para eventual retirada pela China. Há um desarranjo na estrutura monetária e cambial que provoca periódicas instabilidades que, no geral, nada ajudam a economia, mas se prestam ao ganho especulativo.

Qual é a doença da economia? A economia deveria funcionar equilibrando produção, comércio, trabalho e consumo. Falta a naturalidade para levar a economia a funcionar com estabilidade e não por impulsos instáveis. Há desemprego que reduz o consumo, mas faltam profissionais com bom preparo. O fundamental é que haja liberdade e responsabilidade. A partir do século 19, o aspecto financeiro foi se impondo, ditando as prioridades.

Seja no livre mercado ou no capitalismo de Estado é preciso sair do mundo da fantasia forjado com a possibilidade de emitir dinheiro do nada. No clássico conceito de economia o importante é o ordenamento dos recursos para o atendimento das necessidades dos seres humanos, os quais passarão a construir o futuro de forma natural e benéfica, com solidez e equidade, ensejando oportunidades para a evolução da humanidade e o fortalecimento da alma.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

QUAL SERÁ O FUTURO DO PLANETA?

Terra, planeta maravilhoso que enseja ao ser humano a possibilidade de evoluir em concordância com as leis naturais da Criação. Desprezando essas leis, ocupando 10 milhões de quilômetros cúbicos, conseguimos causar danos ao todo de um trilhão de quilômetros cúbicos, mas agora enfrentamos desastrosas consequências.

É preciso dar prioridade ao que é prioritário. Os políticos e gestores, eleitos ou designados, têm agido de forma egoística pensando apenas em si, esquecendo que foram colocados em seus postos para pensar nos problemas e dar soluções para a melhora geral. A escassez de água já ameaça; é preciso investigar a causa da redução no volume de chuvas o que exige sabedoria e bom senso que desapareceram com a arrogância e sede de poder e ganhos. No interior havia muitas nascentes; hoje, a menos de cem metros o córrego já está poluído por esgoto.

O Estadão publicou artigo do jornalista Fernando Reinach sobre as alterações que estamos provocando no planeta: “O desenvolvimento tecnológico, o uso dos estoques de riquezas naturais e o aumento brutal do número de humanos estão modificando rapidamente esse 10 milhões de quilômetros cúbicos. E essa alteração está se espalhando pelo restante do planeta. Lá embaixo os aquíferos estão sendo poluídos e lá em cima a camada de ozônio foi reduzida. Esse minúsculo e único volume de toda a galáxia em que vivemos está se modificando. Se as condições desses 10 milhões de quilômetros cúbicos mudarem significativamente, nós desapareceremos, e nada vai mudar no universo. Afinal, são só 10 milhões de quilômetros cúbicos.”

O ser humano é o espírito que dispõe do intelecto para auxiliar na vida material, no entanto o intelecto tem se sobreposto ao espírito levando ao enrijecimento do pensar e sentir que tende a reduzir a condição humana ao estado de máquina sem conteúdo, afastada da Luz, cujo comportamento vai sendo catalogado e acumulado pelos supercomputadores para criar rígidas normas de conduta da massa sem individualidade, para serem seguidas conscientemente ou mais provavelmente não.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o sistema de segurança do Brasil “está falido” e que a criminalidade se transnacionalizou. Pode-se dizer que não se trata só do sistema da segurança. Muitas coisas não estão funcionando bem, como se pode observar na falta do bom preparo das novas gerações às quais são dadas múltiplas oportunidades de receber mensagens negativas e imagens de modelos inadequados de atitudes e comportamento. Soma-se a isso a falta de propósitos e de coesão na esperança de melhora. Atribui-se o caos ao déficit financeiro, que se agravou com a adoção de medidas inadequadas no combate da crise econômica global, as quais retardaram a recuperação. Além disso, enfrentamos a corrupção infiltrada na gestão pública que aumenta a ineficiência do Estado.

Diante da paradeira econômica mundial sempre ressurge como explicação o tema da estagnação secular que soa um tanto dogmática, pois não explica a causa da não recuperação da economia que pode estar associada à existência de excesso de poupança e liquidez, e de poucas opções de investimentos, mormente no ocidente que perdeu a competitividade nos custos de produção e reduziu a capacidade de gerar empregos e consumo, até mesmo de bens essenciais.

A situação poderá piorar muito se houver novo choque de elevação dos juros externos. Então, o que está meio estagnado tenderá a decair mais, gerando uma nova crise global. Mas só manter os juros baixos e continuar financiando contas públicas não restabelecerá o equilíbrio econômico entre os países ricos e os demais.

O Estado democrático assumiu posição destacada, mas tendeu para populismo e institucionalização da corrupção. Com o advento do capitalismo de Estado, com poder e controle centralizados na política, criaram-se duas visões diferentes de lidar com a economia e com a liberdade. Os avanços tecnológicos da quarta revolução industrial estão ensejando tentativas para reinventar o Estado, mas a grande transformação para o bem exige a reinvenção do homem, devendo o ser humano cumprir efetivamente a sua tarefa de construir, beneficiar e evoluir. Mas para isso tem de reconhecer e respeitar as leis naturais da Criação que expressam a Vontade do Criador.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7