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CONVERSANDO COM O HOMEM SÁBIO

Conversando com o Homem Sábio, de autoria de Benedicto Ismael Camargo Dutra, é um livro de edição independente produzido com recursos da Lei do Incentivo do Ministério da Cultura. A obra se destina aos jovens de todas as idades, como incentivo para que adquiram atitudes positivas em relação à vida. Ninguém consegue sucesso sem se capacitar para ler adequadamente. Através do hábito da leitura, as novas gerações poderão ampliar o seu vocabulário e readquirir a imaginação criativa para fortalecer a busca do aprendizado contínuo, tão necessário em nossos dias de profundas mudanças. Sonhar com um futuro melhor. Ter inspirações enobrecedoras.

O livro fala de propósitos de vida e significado da vida, ambos extraviados nesta fase de pouca cultura e muitas informações. Estamos no século XXI, a tecnologia já deu passos largos em inovações, mas o ser humano necessita alcançar a verdadeira consciência humana, por ser ela indispensável ao progresso harmônico e pacífico.

Observamos que há uma grande busca de um novo foco na educação. A questão não é tão difícil. Só não podemos esquecer que fazemos parte da natureza, cujas leis ainda não dominamos totalmente. Então a natureza deve ser tomada como base da Educação, e esta, como fonte da ciência e tecnologia. Enfim, deve surgir um novo foco na Educação voltando-se prioritariamente para desenvolver o ser humano que sabe harmonizar intuição e raciocínio que não se deixa abater, autoconfiante, que quer evoluir e alcançar suas metas sem precisar ser dominador ou alvo dos aplausos, sem precisar ferir o próximo com arrogância e truculência, que saberá tratar com serenidade e respeito cada pessoa merecedora disso. Será feliz e atuante, pois saberá como realizar seus sonhos e tudo em sua vida terá sentido.

A história tem como cenário a excitante cidade de São Paulo. Em meio à riqueza e à pobreza, um jovem, em seus conflitos e inquietações, busca pelo sentido da vida, esbarrando em muitos obstáculos para alcançar essa compreensão, percebendo que a sobrevivência e a conquista da felicidade se tornarem cada vez mais difíceis.

Em sua caminhada, percebia muitas lacunas e incoerências que não resistiam à lógica mais elementar. Podia ver claramente as novas gerações ansiosas para dar um novo rumo à nossa trajetória, mas sem o devido preparo, a coragem e perseverança indispensáveis para enfrentar os grandes desafios. Depois de tantas andanças, já desanimado, finalmente o jovem encontra o Homem Sábio, e descobre que a vida é muito valiosa. Ele adquire uma nova forma positiva de enfocar os acontecimentos, passando a ver com clareza o significado e o sentido da existência, e isso o torna capaz de relacionar-se melhor com o mundo que o cerca — sua família, seu trabalho e o convívio em geral —, levando-o a uma evolução e um aprendizado contínuos.

Ele percebe, enfim, que os seres humanos não podem continuar deixando o coração esquecido, e precisam, com otimismo, contribuir para que o mundo se torne progressivamente mais belo para uma vida plena de felicidade.

Conversando com o Homem Sábio traz uma mensagem de esperança num melhor futuro, desenvolvendo uma percepção mais otimista, pois a vida é um presente muito precioso. Cada página traz um novo ensinamento. Plantando as sementes do aprimoramento do eu interior, a cada novo dia, mais forte será a confiança num mundo melhor.

Objetivo é incentivar o hábito da leitura e aprimorar o uso da palavra, indispensável para que tenhamos um raciocínio lúcido. Esta edição inicial foi doada às escolas da rede pública de ensino. Mas vamos prosseguir levando o livro aos estudantes e ao público em geral através de palestras, divulgações e novas edições.

Veja vídeo sobre o livro:
https://www.youtube.com/watch?v=gkbVeHnVgHM

Acesse o livro:
http://www.vidaeaprendizado.com.br/img/file/Conversandoz_livroLEI_ROUANET.pdf

O QUE ESTÁ SE PASSANDO?

Vivemos a era da incerteza porque há falta de boa vontade. Com boa vontade tudo se resolve. Temos de definir propósitos e olhar atentamente para onde pisamos. Que mal há no nacionalismo quando entendido como a salvaguarda dos interesses e exaltação dos valores nacionais, o resguardo das próprias fronteiras contra interesses estranhos? É o sentimento de pertencer a um grupo por vínculos raciais, linguísticos e históricos que reivindica o direito de formar uma nação autônoma. Qual é o problema?

Os governantes têm de se voltar para o interior de suas fronteiras, pois é lá que está a gente que habita o país. Se deixar para que a globalização decida, essa gente não passará de meros números que vão sendo agrupados e uniformizados, permitindo que tudo o que o país representa vá desaparecendo, cedendo lugar a uma padronização que vai “emburrecendo” os cidadãos que vão perdendo a esperança e a iniciativa; seria como construir um país de robôs.

A qualidade de vida depende da boa formação das novas gerações no padrão adaptado à geografia local. De que vale um celular de última geração se não há renda para adquiri-lo? Isso é o que diferencia um povo livre de um povo escravo.

Há vários livros que abordam a flagrante tragédia do aumento da miséria no Planeta Terra. O grande perigo é que eles mostram os efeitos, mas não a causa da decadência da humanidade que quis criar leis próprias sem observar as leis da Criação. Quando os seres humanos buscarem o conhecimento dessas leis e as respeitarem, o viver tenderá ao paradisíaco, sem as ideologias de medo e ódio que encobrem cobiças.

A escola tem por obrigação primeira alfabetizar, complementar o aprendizado para falar, ler e escrever de forma lúcida. Mostrar as belezas da natureza e sua lógica. Importante o ensino da história real da humanidade e sua trajetória ao longo dos milênios. Mas foram introduzidas tantas mentiras, tantos falsos idealismos distantes da Verdade e da finalidade da vida que a escola não tem formado os legítimos seres humanos, cidadãos do bem, zeladores da ética e da moral. Essa é a escola verdadeira que requer leis que a garantam para que a humanidade tenha futuro humano.

Se recebemos as florestas, também somos responsáveis pelo seu manuseio e conservação. Temos de inibir a ignorância, saber usar, progredir e expulsar estrangeiros que só provocam destruição para assegurar os seus ganhos. O Brasil tem de estar preparado. Necessitamos de faculdades que formem cidadãos aptos a aproveitar os recursos das florestas sem agredi-las.

Necessitamos formar gerações aptas a desenvolver o seu potencial criativo. Que tenham capacitação para uma convivência pacífica e qualidades para enfrentar os grandes desafios da vida, sem transformar o planeta num deserto inóspito e desumano. Basta de governos sem cautela, que deixam a dívida capitalizar mais de um trilhão em juros e perdas em cinco anos, mas que depois levam o mercado a agir com reservas. Não há milagres, o buraco é grande, a sangria foi desatada. O que os especialistas recomendariam para redespertar a economia brasileira dopada com câmbio valorizado, juros elevados e descaso com a educação para o século 21?

Há uma nova esperança no ar, mas expectativas podem se esvaziar, pois há muita má vontade e orgulho ferido. Vamos esperar que as mamatas acabem; o fato é que o Brasil tem sido governado por incompetentes oportunistas que nunca pensaram no bem real do país e sua população. Décadas de estragos e mentiras não se consertam em um dia. A equipe de governo tem de estar afinada na conquista da melhora geral, sem personalismos.

Temos de estar atentos à forma como estamos erigindo a nossa forma de viver. Plano de Fuga, filme de Mel Gibson, com boa trama e ação, retrata que o que era ficção, hoje se tornou a realidade cruel. Até onde os humanos podem chegar com a sua decadência? A região mostrada no filme pode ser no México, no Rio de Janeiro, ou em tantas outras localidades onde o humano cedeu lugar à barbárie própria de indivíduos cujo corpo está agindo com o cérebro e as vísceras, separado da alma. Só com muita energia e coragem a ordem e segurança poderão ser restabelecidas.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7