Posts

A ÉPOCA NÃO ESTÁ PARA FESTANÇAS

Em muitos países está ocorrendo o esvaziamento industrial. As grandes empresas se voltam para o mercado mundial e escolhem o lugar menos problemático para produzir, distribuir, vender e administrar. Isso acaba sendo desfavorável para muitos países que perdem empregos, renda, atividades e arrecadação, estagnando o desenvolvimento tecnológico. Uma questão complicada que requer análises sinceras. Na renhida luta pela sobrevivência em que a vida se transformou, os caminhões, nas rodovias do Brasil, andam colados no carro da frente e acelerando, e em qualquer imprevisto podem matar.

Nas vacinas, como em tudo o mais, a competição e desequilíbrio estão presentes. É estranho que o ocidente não esteja sendo capaz de abastecer a si mesmo. A vacina tem um preço. Chega mais para uns do que para outros, mas há apenas uma humanidade e, face ao progressivo contágio, deveria estar sendo produzida de forma coordenada. Mas com informações contraditórias e falta de credibilidade, tudo está gerando sensação de desalento. A distribuição deveria ser equitativa e pacífica, mas há brigas dentro dos países e entre eles.

A precarização geral avança pelo mundo, vai nivelando por baixo, redistribuindo a miséria a quase oito bilhões de bocas. A pandemia desorganizou o sistema e algo deve ser feito para evitar o caos. Foram introduzidas medidas para preservar empregos, tais como a redução de jornadas e salários, e auxílio emergencial, sendo que este último se tornou inviável dado a falta de recursos e o tamanho da dívida pública. Cabe à sociedade buscar meios de adaptação para subsistir de forma digna, compatível com a situação, sem entrar em decadência.

A vulnerabilidade fiscal já existia antes da pandemia. O país foi deixando de produzir, as despesas subiram, o PIB não crescia, a arrecadação exigia aumento dos impostos. Através das ações e dividendos, a bolsa seria a democratização do capital, mas se tornou a essência da especulação com riscos elevados. O Brasil, como outros países, precisa de governantes competentes, sérios, empenhados em criar as condições para que a população progrida com preparo e trabalho e não com ilusões desorientadoras.

Recentemente a imprensa noticiou a realização de uma grande festa, realizada em Brasília, após a eleição de Arthur Lira como o novo presidente da Câmara dos Deputados. O Brasil tem andado para trás na saúde, educação, desenvolvimento. O momento é tão crítico, mas grande parte das pessoas continua vivendo com a usual displicência que arrastou o mundo para a beira do abismo. Esperemos que não seja apenas mudança de moscas; já que os antecessores pouco fizeram pelo país, os atuais têm agora a obrigação de fazer um mínimo pelo Brasil, antes que o manjar acabe.

O mundo vive uma época que não é apropriada para festas e aglomerações, pois há sofrimentos, desalento e miséria se esparramando em toda parte. Os maus hábitos se instalaram no poder impondo sua força corrompedora a seres humanos sem fibra e sem ideais enobrecedores. Deixando de lado a festa e seu custo e de onde vieram os recursos, o que o povo do Brasil deseja é que a Câmara e o Senado ajam com responsabilidade e empenho para a melhora das condições gerais de vida da população.

Outro grave problema é o desencanto das novas gerações com a vida que saiu da naturalidade. As ideias consumistas criaram uma visão artificial e ilusória sobre a vida, captando as atenções gerais, mas pouco se fez no sentido de mostrar aos jovens o real valor da existência. Desinteressados, eles se descuidam e não conseguem a necessária força de vontade para buscar o reconhecimento do real significado da vida e contribuir para a construção de um mundo melhor que impulsione a evolução e o aprimoramento da espécie humana.

A natureza e suas leis oferecem tudo que o ser humano necessita para seu progresso e evolução, e o aprendizado infantil deve iniciar por aí e prosseguir por toda a vida, pois essas leis abrangem tudo o que foi criado. O ano de 2020 foi de isolamento, recolhimento interior e percepção de quantas ilusões absorvem o tempo das pessoas. Como será 2021? Esperemos que a Câmara Federal e o Senado retomem a sua posição de estarem a serviço do Brasil, trabalhando para o bem geral da nação.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

O MUNDO DE HOJE

A Inglaterra e a França criaram colônias pelo mundo e deixaram um rastro de imaturidade, indolência e corrupção que impediram a formação de uma consciência e força para construir uma nação forte, livre e independente, caso das nações da América Latina, incluindo o Brasil. A América do Norte atraiu muitos europeus que se refugiaram na esperança de criar um novo mundo de liberdade e solidariedade, mas também daqueles que cobiçam riqueza e poder, custe o que custar, contratando matadores para atingir os seus objetivos. A cobiça pelo ouro é a causa de muito sangue derramado.

Os Estados Unidos criaram o dólar. Alemanha e Japão se destacaram no desenvolvimento econômico. Índia e China se mantiveram estagnados por longo período com milhões de pessoas na pobreza. No século 20, houve um despertar na economia, tendo a China conquistado avanço inesperado ao produzir manufaturas para exportar dando trabalho a milhões de pessoas, mas o Brasil ficou para trás contando hoje com mais de 50% dos trabalhadores sem ocupação na economia.

Mais de 60% da população brasileira teve perda de renda nesta fase de parada geral. O dinheiro deixou de circular pelo mundo. As novas gerações estão desorientadas; elas não querem receber ordens e obedecê-las, mas estão inseguras; precisariam ser conscientizadas da necessidade de formarmos pessoas com o objetivo de melhorar as condições de vida no planeta. Muitos filmes nos atraem, utilizando a realidade como pano de fundo, mas derivam para uma forma de viver cruel, sem sentido, sem valor e que deprime. Isso não ajuda os jovens em sua formação. É um ataque à essência humana.

Os brasileiros de bom senso estão apreensivos diante da situação, pois enxergam a falta de boa vontade e a possibilidade de ruína de um país que permitiu o avanço da corrupção em prejuízo do progresso real; há disputas pelo poder sem preocupação com o futuro melhor; e todo o desmazelo com o país se espelha no aumento da precarização geral da vida. Vamos todos cuidar do Brasil com seriedade. Governantes, oposição, cidadãos e empresários devem unir esforços visando o bem do país, não a sua partilha.

Como preparar o ser humano para a vida? Como sair da alienação do significado da existência que se distanciou de propósitos enobrecedores? Einstein, Darwin, Newton e muitos outros reconheciam que havia poderosas leis reguladoras da natureza e da vida. Por isso a importância, até hoje não compreendida, de iniciar o aprendizado infantil através das belezas da natureza e seu encadeamento lógico de causas e efeitos, para inspirar novos cientistas como os acima citados que pesquisavam a natureza para adquirir saber real.

Uma reflexão importante foi feita pelo advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay: “muito além da morte, este vírus inoculou nas pessoas a insegurança, o pânico, a dúvida e uma quase desesperança. Talvez pela inusitada junção de fatores: isolamento, crise econômica mundial, fechamento do comércio, home office, escolas fechadas, desemprego, proibição de viagens, número abissal de mortos, enfim, um caos sem precedente. Mas o abalo psicológico tende a crescer e preocupar ainda mais. E se manifesta das maneiras mais diversas”. Temos de acrescentar que também os meios de comunicação e os filmes estão açulando as mentes já inquietas. Seja lá qual for a procedência do vírus, o fato é que esses acontecimentos são um chamado para a humanidade que tem levado a vida com displicência, sem voltar seu olhar com seriedade sobre a razão de nascermos neste planeta.

A geopolítica do mundo de hoje tem muito a ver com a conhecida Parábola do Bode na Sala que conta a história de um homem que, cansado das insatisfações, reclamações e brigas em casa, por sugestão de um amigo sábio, amarrou no centro da sala um bode. Além da bagunça que causou, o bode tinha um mau cheiro de matar. Uma semana depois, todos odiavam o bode. O homem voltou ao amigo sábio, que o aconselhou a tirar o animal da sala e limpá-la. A ausência do bode e a limpeza do local devolveram a harmonia à família. E não é que parece que foram espalhados muitos bodes pelo planeta? Logo irão aparecer salvadores interessados em oferecer soluções mágicas.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

A NATUREZA E O TRABALHO

A natureza oferece tudo que o ser humano necessita para a sua sobrevivência, mas exige esforço. O trabalho equilibrado faz parte da vida. Na natureza, tudo é movimento. Mas o homem inventou o dinheiro e o viver se tonou a coisificação do comprar e vender sem que haja alvos elevados e enobrecedores da vida e do trabalho. Com certeza isso decorre do enrijecimento espiritual e da perda da compreensão do significado da vida que vai transformando o ser humano em máquina sem alma.

O colapso do mercado de trabalho acabou se concretizando com a globalização e a concentração da produção industrial alcançada pela China, aliando o enorme contingente de mão de obra de baixo custo à automação da produção, visando o acúmulo de dólares, acarretando precarização geral.

Os recursos da natureza são limitados. Mercado e consumidores terão de se adequar, mas para isso se faz necessária a evolução dos indivíduos para encarar a vida com seriedade e solidariedade, estabelecendo metas de continuada melhora das condições gerais e da qualidade humana visando o progresso e a paz.

A economia saiu da naturalidade. A monetização avançou sobre todas as atividades. A economia de subsistência, existente em regiões afastadas, foi sendo eliminada. Tudo depende de dinheiro que se tornou escasso, e falta trabalho remunerado pelo mundo. A população está desorientada pela enxurrada de comunicações, tanto da imprensa normal como das mídias digitais. Vivemos sob o domínio das mentiras e da corrosão dos valores que lança os seres humanos na guerra de todos contra todos.

Como resolver esse dilema? O Presidente Bolsonaro demonstra preocupação com a situação econômica do país que não consegue produzir mais, empregar, gerar renda. Produzir e empregar mais, distribuir renda, manter o consumo e a arrecadação, requer um grande rearranjo global, pois o Brasil vem sendo convertido em abastecedor de comida e matérias-primas, ampliando o atraso. A situação se complica porque, assim como no futebol, os políticos fazem cera, isto é, deixam o tempo passar sem fazer nada para ver como vai ficar, o que é muito perigoso porque eventos imprevistos estão acontecendo de forma acelerada pelo mundo.

Como um circo, o período eleitoral apresenta muitas promessas falsas e barbaridades de marqueteiros bem pagos. Mas quem respeita o Brasil e sua população? Desde o Marechal Deodoro, poucos cuidados têm sido dados ao país pelos presidentes e governadores, sempre no cabresto do poder mundial sem autonomia nem personalidade. Uns incompetentes astuciosos que emperraram tudo e fizeram do grande e promissor Brasil uma nação endividada e despreparada para o real progresso espiritual e material.

Desde a época em que o grupo liderado por José Bonifácio e a Imperatriz Leopoldina lutaram pela independência do Brasil, um grupo hostil procura impedir que o país se torne pátria de Luz. É triste e lamentável observar quantos se deixam envolver pelos inimigos que querem a derrocada e usam como arma a mentira e a falsidade.

Descrentes de tudo muitos cidadãos deixam de votar, embora se trate de direito e dever que não podem ser abandonados; é preciso votar com seriedade sem se deixar influenciar pela propaganda que vende o candidato como se fosse um bem de consumo. É preciso usar a intuição e avaliar quais são as intenções e a experiência dos candidatos nesta era em que os homens materialistas, dominados pelo intelecto, decepcionados com as religiões, não creem mais em Deus. É preciso identificar os candidatos comprometidos com a melhora geral das condições de vida e com o aprimoramento da espécie humana. O Brasil quer renovação e racionalização, quer tirar os inservíveis e os corruptos da gestão pública. Para isso, é necessário votar bem.

Após o término da Segunda Guerra Mundial os seres humanos tinham no íntimo o sentimento de solidariedade na vida em geral e no trabalho. Com o agravamento da luta pela sobrevivência e aspereza, aumentou a ignorância geral e o egoísmo. O século 21 apresenta uma forte regressão ética, moral e ambiental que requer reação saneadora. Depressão e desequilíbrios emocionais são males atuais. No passado, eles ocorriam com menor frequência porque eram tempos menos acelerados, quando as pessoas conversavam amistosamente de forma serena, pois tinham alguma afinidade com o ciclo natural da vida que acabou sendo perdido.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O NOVO LUXO

O luxo mudou. Existe um novo conceito moderno do que é o luxo supremo. Os antenados estão ressignificando não só a palavra, mas as suas atitudes em relação a ela. A mudança de comportamento nos mostra uma nova consciência no mundo. E toda grande transformação começa quando ocorre uma mudança de valores, e é isso que estamos vivendo. Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, já percebem ou irão perceber que o luxo agora é outro.

Então, o que significa luxo nessa era moderna contemporânea? O novo luxo é ter saúde. Liberdade. Tempo. Ter espaço nesse planeta atulhado, ter hortas orgânicas, abelhas, animais livres, água limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais.

E quem pode se dar esse luxo? Quem puder cuidar de sua saúde física, mental, emocional, psíquica e espiritual. Quem puder ter a liberdade de ser o que é, sem se preocupar com a opinião de ninguém. Quem puder ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz. Quem puder ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo. Quem puder ter tempo de dançar sozinho, olhar demoradamente um pôr de sol. Quem tem tempo e puder cuidar dos animais abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus. Quem tiver tempo de cuidar do jardim e plantar árvores. Tomar um café no fim de tarde e ler um bom livro. Quem tem tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas. De poder fazer amor com todo o tempo do mundo. De acordar de bom humor e acreditar que é possível, e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres.

O novo luxo é ter paz de espírito, consciência tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de você, não importa o que aconteça fora. O novo luxo é saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes também. Não carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo céu.

O novo luxo é saber ser gentil com pessoas que você não conhece, com empregados, funcionários, subalternos, ou quem está de algum modo lhe prestando algum serviço. Respeitar o outro independentemente de sua posição social, raça, cor ou credo. Respeitar o ser humano como ele é. O novo luxo é tentar entender quem pensa diferente, quem nos é estranho e saber que violência sempre gera violência e esse beco não tem saída.

O novo luxo é admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto é essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem. Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que não queríamos ter dito e saber pedir perdão é sempre libertador. Uma das conquistas do novo luxo é essa plenitude.

O novo luxo é experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo é conhecimento. Uma visão abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul. O novo luxo faz de você um novo ser humano, sua busca é evoluir e ser melhor. Sua busca é ser mais feliz.
O novo luxo não é ter: é SER! Viver numa casa arborizada com flores e pássaros, com pessoas serenas e generosas dotadas de simplicidade, clareza, naturalidade e alvo espiritual elevado. Com bons pensamentos e atitudes respeitando as Leis da Natureza, com oração bem intuída, brevemente será o grandioso e Novo Luxo da vida. É esse luxo que desejamos para todos nós nesta nova fase da vida que está surgindo no horizonte.

NINA E A MONTANHA GIGANTE

Sempre que tiver uma oportunidade, mostre para uma criança o amor que tem pelas coisas que importam e propicie o contato com a natureza: a de fora e a de dentro. Acho que isso serve para todos nós, no exercício de uma maternidade planetária, que cuida de si mesmo, do outro e da natureza gigante.  

Essa é a mensagem do livro Nina e a montanha gigante, de autoria de Sibélia Zanon, com as belas ilustrações de Paloma Portela e Tátia Tainá.  Confira a entrevista com a autora realizada pelo Canal Infantil em:

EM SE PLANTANDO… SE RECEBE

Novo livro de Duque Filho, voltado para o público infanto-juvenil

O reconhecimento do trabalho desenvolvido pela natureza, aqui na Terra, bem como em todos os planetas, sóis, estrelas, cometas, galáxias e buracos negros, é um processo que requer esforço para a compreensão de que tudo está interconectado para que as Leis perfeitas, porém bem simples, que regem a atividade da natureza e dos seres humanos, se cumpram incondicionalmente.

Nesta obra “Em se plantando… se recebe” (44 páginas), José Guimarães Duque Filho mostra, com belas imagens, a aplicação da lei natural: tudo o que fazemos são como sementes plantadas que trarão a colheita. Um pequeno livro no qual o autor busca a reparação do muito que fizemos em oposição a essas leis naturais que visam o bem da humanidade. Entender essas leis, pô-las na nossa vida cotidiana em todas as situações, é dever do ser humano. Um livro indispensável na educação infanto-juvenil para a vida, e para os seres humanos em geral.

Leia o livro: http://vidaeaprendizado.com.br/livros/Em-se-plantando-se-Recebe.pdf

A MENTE DO SER HUMANO

A mente é o estado da consciência que possibilita a expressão do ser humano. Mente é um conceito utilizado para descrever as funções superiores do cérebro humano relacionadas à cognição e comportamento. Cada pessoa tem a sua individualidade, suas ideias e convicções que formam sua visão geral sobre a vida. Tais ideias e convicções são o fundamento de uma mentalidade. Pode-se dizer que a mentalidade é a forma como a pessoa pensa e entende a existência. A forma de pensar, tanto a individual como a coletiva, depende da tradição cultural, da educação recebida da família e das circunstâncias sociais e históricas de cada época.

Qual é o enigma da mente? Como se formam os pensamentos? A vida interior do ser humano compreende os sentimentos intuitivos e pensamentos. Atualmente, a televisão e internet têm forte poder de influenciar a mente. A leitura e a música são básicas. A herança genética também pesa na formação do cérebro, a ferramenta torcida. Descontentamento, insatisfação, inveja, são venenos. Gratidão, contentamento, alegria forjam uma base mental sadia, forte, benéfica.

A presunção abre espaço para a pessoa cair em armadilhas invisíveis. Quem tem uma opinião arrogante sobre si mesmo ou se julga melhor que os demais, que acha que sabe tudo, que tudo que é seu é melhor do que o dos outros, inclusive as ideias, é uma pessoa presunçosa. Aquele que se acha perspicaz, com maior inteligência, a pessoa vaidosa e pretensiosa não consegue estabelecer diálogo natural, nem bem ouve o que o outro está dizendo e logo acha que o que tem é bem melhor, que não precisa prestar atenção no que o outro fala; falta-lhe a humildade espiritual.

Ao chegar ao Brasil, Pedro Álvares Cabral encontrou uma população sábia, feliz em contato com a natureza, com corpos sadios, sem deformações. Em sua tradição secular, o índio respeita a natureza e suas leis cujo saber intuitivo foi sendo substituído por misticismo. A índia Ysani Kalapalo tem razão: os povos indígenas deveriam buscar a integração, mantendo sua estreita ligação com a natureza. Como outros povos antigos, eles reconhecem a existência dos enteais chamados de deuses, mas são os servos do Grande Criador que cuidam da natureza. Albert Einstein previu, no século passado, que se as abelhas desaparecessem da superfície da Terra, o homem teria apenas mais quatro anos de vida. A ocorrência de morte em grande escala das abelhas está sendo interpretada como um sinal e um alerta real sobre a atividade do homem sobre a natureza.

O mundo se assusta com a falta de trabalho que assegure uma existência condigna. A droga se torna a fuga dos seres humanos. A humanidade vive um momento que rompeu com o passado, quando tudo girava em torno da livre iniciativa, com a velada interferência dos trustes e monopólios na chamada invasão cultural. É preciso entender o grande desarranjo econômico do século 21. Empresas de livre mercado, habituadas a produzir gerar empregos e obter lucros, se encontram desorientadas com a nova forma de produzir encabeçada pelo capitalismo de Estado.

A imprensa, como fonte de informação, tem de se engajar na obra de esclarecimento para que os seres humanos não sejam transformados em robôs sem vontade própria voltada para o progresso da espécie humana. Para onde vão as cidades do Brasil? Segundo a FAO-ONU, a população mundial atingiu em 2012 cerca de 7,5 bilhões de habitantes e em 2050 a previsão é de que seremos 9,0 bilhões, exigindo mais água potável, mais alimentos e tudo o mais. O desafio é como conseguir manter uma existência condigna sem sacrificar ainda mais as florestas e os rios e mares.

O Brasil é, ao mesmo tempo, rico em recursos naturais, e miserável em estadistas éticos de valor. Os principais problemas ambientais do Brasil são educação e saneamento. Recentemente registrou-se o aumento da extensão da área de poluição do rio Tietê. O rio São Francisco está perdendo vazão. A maioria das cidades não trata o lixo, o esgoto e os rios. As pessoas jogam lixo em qualquer lugar. Qual é o propósito da escola em relação ao futuro da humanidade? Deveria ser dar às novas gerações bom preparo para a vida e contribuir para a formação de mentes sadias.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O QUE É IMPORTANTE NA VIDA E NA EDUCAÇÃO?

Importante é que as novas gerações tenham bom preparo e compreendam a vida, que tenham meios de trabalhar, dar sua contribuição para a melhora geral, e tenham uma existência condigna, podendo constituir família, gerando filhos que receberão o adequado preparo para a vida. Todos nós estamos aqui para alcançar evolução; assim sendo, o relacionamento humano deveria ser harmonioso, mas falta autoconsciência sobre o que somos, como nos sentimos e porquê. Falta empatia e clareza no querer, e no raciocinar para que as decisões sejam adequadas. É tudo muito importante, mas o querer egoístico e o apego ao dinheiro mexeu com a consciência e tudo está desmoronando, sem espaço para sonhar com um mundo melhor.

Os jovens têm de se esforçar para desviar pensamentos inúteis e para não perder tempo com bobagens. Faltam professores com boa compreensão desta fase da sociedade humana para que possam instruir bem seus alunos. Faltam atenção e foco nos estudantes, geralmente submetidos à modelagem superficial de seu caráter por modelos que não se preocupam com um futuro responsável.

Já faz tempo que as crianças têm sido submetidas a imagens e histórias negativas com desrespeito à vida e agressividade. Momo Bicho feio, monstro desprezível está superando tudo. Em 2019, surgiram relatos de que a imagem da tal Momo começou a aparecer em vídeos infantis no YouTube. Em vez de crianças brincando em floridos jardins, os vídeos mostram a Momo assustando e ensinando coisas erradíssimas como o desprezo à vida e ao próprio corpo.

As crianças precisam aprender a lei do equilíbrio e reconhecer que devem retribuir por tudo que recebem, como meio de brindar a vida e aproveitá-la para o bem. Quem protege as crianças além da mãe e do pai? No mundo invisível que cerca cada criança, existem segredos que vão além da imaginação!

Atualmente, em meio a tantas dificuldades temos de ser fortes. A resiliência é baixa no aprendizado e será frágil para alcançar os objetivos pessoais apesar dos reveses. É preciso que as crianças sintam amor e consideração, que percebam que as pessoas se importam com elas, o que fortalecerá a sua motivação para se esforçar e agir com todo o seu potencial em vez de ficar sem interesse pela vida. Muitas crianças desde cedo só veem miséria e pancadaria. Cultivar o amor ao próximo na sala de aula será o meio para humanizar a escola e o ensino.

Movimento é lei da vida e os jovens não podem perder a motivação; deveriam estar aproveitando o conhecimento adquirido para dar sua contribuição para a melhora das condições gerais de vida no Planeta, do contrário acabarão sendo tão inúteis como aqueles que se drogam e participam de orgias degradantes.

A miséria e os núcleos de moradias precárias produzem triste imagem do despreparo no Brasil. Há muitas pessoas que nada sabem, nada querem saber, vão destruindo e contaminando a sustentabilidade da vida. Enquanto isso os mais graúdos ficam se atritando para levar vantagens e ampliar a faixa de poder e os miúdos fazendo o coro da insensatez destrutiva.

Necessitamos de força para resistir e coragem para prosseguir. No século 20, o materialismo recebeu forte impulso, tornando-se dominante para a maioria dos seres humanos. A vida ficou reduzida a uma rotina diária e renhida luta pela sobrevivência. O sentido da vida e questões como: Quem somos, de onde viemos, para onde vamos, foram postas de lado. Muitas pessoas sentem o cansaço geral, vazio interior, falta de sentido, uma leve depressão, são pessoas com problemas para lidar com a vida, e que tendem para uma crise emocional. Ainda há muita resistência, mas logo virá a era do despertar espiritual para o auxílio da humanidade que busca a Luz da Verdade.

Como educar os seres humanos? Estudar a natureza e suas leis terá de ser a base do estudo da ciência, pois é na natureza que se encontram as verdades fundamentais para os inventos que mostram como tudo funciona com causas e efeitos bem determinados em amplitude cósmica. Por fim, será também o elo de união do homem com a espiritualidade, pois no funcionamento da natureza repousa a perfeição do Criador, mas o ser humano tem o livre-arbítrio para respeitar e evoluir, ou se opor para dominar e provocar o caos e tragédias. A natureza está chamando a atenção da população da Terra mostrando as consequências da forma de viver afastada das leis naturais da Criação.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

AS TRANSFORMAÇÕES GERAIS E OS JOVENS

O século 20 foi muito pesado para os seres humanos devido à Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918 que trouxe penúria. A crise econômica de 1929 causou desemprego e fome. A Segunda Grande Guerra Mundial de 1939 a 1945 ocasionou muita destruição de vidas e cidades. Sobreveio um período ameno de graças para que a humanidade despertasse para o real significado da vida. Lá pelos anos 1980, a situação começou a ficar difícil novamente. Em 2008, nova crise financeira. O período mais ameno passou, a boa vontade foi encolhendo, poucos se conscientizaram sobre as leis da Criação e seus efeitos para o bem da humanidade. Em 2012 teve início um processo de transformações, e tudo vai acontecendo de forma mais acelerada, impulsionando a humanidade para o sim ou não e a ansiedade do século 21 vai avançando pela mente dos seres humanos.

Infelizmente nada mudou no ser humano que exerce posição de mando na esfera pública ou privada. Há pouca diferença entre o tempo dos mandarins chineses e dos políticos modernos. Escandalosamente, não escondem seus interesses particulares e não hesitam em praticar o poder para alcançar seus fins.

O uso e abuso das imagens acarreta consequências no cérebro estressado. De tanto ver imagens aceleradas, o cérebro passa a trabalhar sob esse impulso de ir acelerando tudo, e ao se defrontar com problemas, vai projetando as dificuldades em vez de, com a intuição no comando, planejar a ação necessária para solucionar tudo de forma adequada sem medo do futuro. É preciso conservar puro o foco dos pensamentos para manter a serenidade. Com o crescimento da indolência e comodismo, o ser humano deixa de ouvir o eu interior e se torna facilmente manipulável.

Tornam-se evidentes, a cada dia que passa, as grandes transformações no modo de viver das novas gerações, que no geral não absorveram os usos e costumes de seus pais e avós. Hoje, lamentavelmente, as pessoas estão perdendo a sua individualidade, não vão mais ao shopping center olhar as novidades nas vitrines, preferindo a Internet.

As pessoas estão pensando em blocos, ou seja, estão se agrupando por espécies; daí o surgimento da nova estratégia de reunir hábitos e gostos por blocos através das mídias sociais e outros mecanismos de controle do comportamento, para então passar a interferir nos desejos e preferências das multidões como meio de faturar e obter ganhos. O gravíssimo é quando se formam blocos de pessoas descontentes com a vida, pois não a entendem, nem há esforço para compreendê-la, e facilmente se deixam levar pela insatisfação e revolta.

O processo vai se desenvolvendo primeiro no imaginário das pessoas que vão sendo incentivadas a nutrir determinado tipo de pensamentos, nobres ou decadentes. Com o adensamento, o que era imaginário velado vai se consolidando em formas virtuais através de conversas, escritos, e sendo absorvido pela arte. Na fase posterior, o imaginário se transforma em realidade pelas ações das pessoas, resultando em enobrecimento ou decadência.

O declínio no preparo das novas gerações e o desconhecimento das leis da natureza comprometem o futuro da humanidade e do planeta. Como preparar as novas gerações para a vida? Desde cedo as crianças devem ser orientadas para a importância do aprendizado, do trabalho e da busca do significado da vida. Quem somos nós? O que é o planeta onde vivemos? Como ele possibilita a vida? Tudo segue o ritmo das leis da Criação.

A natureza reage diante da tentativa dos homens de dominá-la quando deveriam compreender e respeitar as suas leis. Sem sustentabilidade no trato da natureza não há futuro. Sem cuidar da sustentabilidade financeira, os governantes enchem o país de dívidas e condenam o futuro à escravidão. Estamos diante das consequências que estão tumultuando a vida. A insolvência nos ameaça e a natureza mostra a sua força. Um momento crítico que requer reflexão, oração e vigilância.

A grande transformação da humanidade ocorrerá quando as novas gerações perceberem enfim que nada acontece por acaso, que a vida tem o seu propósito e segue rigorosamente as prescrições das Leis Naturais da Criação que visam sempre o bem e o progresso real, mas também trazem o retorno de tudo que for contrário ao bem geral. A abrangência das leis da natureza é ampla e total.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

TUDO TEM UMA CAUSA

A economia globalizada se encontra em desarranjo, embora ainda haja oportunidades de ganhos. No geral, a tendência é de estreitamento de alternativas diante da concentração da riqueza, produção e da tecnologia, pois tudo se contrapôs às leis da natureza promotoras do progresso real. O ser humano recebeu a maravilhosa Criação para evoluir. Contentamento e alegria deveriam ser o seu agradecimento silencioso, mas em vez disso deixa crescer a insatisfação e o descontentamento com tudo, sem saber que está movimentando as leis da Criação em sentido contrário, prejudicando a si mesmo e lançando inquietação à sua volta.

Palmas para quem defende o Brasil e a individualidade de seu povo, pois se tantos existem na face da Terra era para que a diversidade promovesse evolução e progresso. O racionalismo construtivista usa o raciocínio subordinado ao mundo material, ao tempo e espaço, para nivelar os povos por baixo, em oposição à lógica evolucionista que se revela nas leis da natureza. O grande perigo é que já existem movimentos no sentido de que sejamos todos transformados em robôs, em vez de seres humanos de qualidade, e para isso temos de compreender a vida e seu amplo significado. O uso de tablets e os novos telefones móveis não estariam criando barreiras cognitivas no cérebro das crianças?

Toda confusão reinante decorre do afastamento do fato essencial: o ser humano é espírito que optou pela atividade positiva ou negativa como tudo o mais em conformidade com as leis naturais da Criação. A mulher, por sua delicadeza, tem uma ligação mais estreita com a Luz Celestial, mas para não perder essa ligação, tem de permanecer firme nisso como esclarece o escritor alemão Abdruschin em sua obra Na Luz da Verdade. Tudo na vida tem uma causa; a triste balburdia na confusão entre os sexos também tem um sentido, e a causa disso há que ser pesquisada de forma séria e sincera. O livro gera conceitos que se lidos e analisados são absorvidos pela alma dos seres humanos.

Tudo na vida mostra a lógica existente na natureza para que o mundo material pudesse dar ao espírito a oportunidade de desenvolver a autoconsciência. A evolução das espécies, teoria desenvolvida por Darwin, apresenta todo o tecer das transformações e mutações em bilhões de anos, mas faltou o elo principal. O ser humano tem corpo animal, mas a sua essência é espírito, que precisa evoluir para se tornar ser humano e retornar à sua origem, o filho pródigo que a casa torna. Mas estas palavras de Jesus, de sentido estritamente espiritual, foram incompreendidas e transferidas para o mundo terreno gerando a confusão milenar que só o Filho do Homem pode desfazer e orientar.

Nos ciclos da natureza nada se perde, tudo se transforma. O corpo físico é o meio. O homem intui, sente, pensa, que não são consideradas coisas físicas, mas por certo se constituem de matéria diferente, pois somos influenciados por bons ou maus pensamentos invisíveis. Esqueça as mágoas, as traições dos falsos amigos, a pressão dos invejosos; jogue tudo no fundo do mar para que perca a consistência e vire pó inofensivo. Liberte-se e renove-se com nova coragem e novo alento animador para ingressar firme e forte no novo ano, em busca de progresso e desenvolvimento.

Uma nova força está impulsionando os fios dos destinos dos seres humanos, esticando-os e trazendo as colheitas, boas ou más, de tudo o que foi semeado, gerando inquietação, mas também confiança e esperança. Há uma crise de credibilidade no ar porque o que as aparências indicam não é o que as pessoas querem e sentem, pois falta a autenticidade. Mas os fios do destino não se deixam enganar e trazem de volta o que foi realmente desejado, e não as aparências.

Diante do descasamento entre a aparência e o querer real, a lei da atração da igual espécie não se deixa manipular. O mal querer como a inveja e cobiça aniquilam as possibilidades de amizade desinteressada. Com a força da boa vontade dirigida para o bem geral, um manto protetor vai sendo tecido em torno das pessoas, amenizando os efeitos negativos. Para que surjam a Paz e o Progresso, as palavras proferidas devem refletir sentimentos intuitivos e pensamentos elevados, perpassados pela bondade.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7