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A GRANDE FALHA

Para solucionar as questões humanas de forma correta, elas têm de ser orientadas por livre decisão dos indivíduos em conformidade com as leis naturais da Criação, que possibilitam o desenvolvimento e evolução do espírito com responsabilidade e individualidade, pois o oposto a isso provoca a decadência em vez de fortalecer o humano, desvalorizando-o e embrutecendo-o, fazendo com que os indivíduos ajam como feras individualistas destrutivas, produzindo caos e miséria na Terra.

O desenvolvimento e evolução do mundo material segue as leis da natureza em sua lógica e coerência, as quais foram criadas sem a participação dos seres humanos e seu cientificismo. A ciência é um excelente instrumento e deve se fundamentar na natureza, mas tem de ser guiada pelo espírito e respeitar as leis da Criação, como forma de solucionar as questões do mundo material que asseguram a sustentabilidade do planeta.

O ser humano não é um parente do macaco. Herdou o corpo evoluído e o aprimorou com o espírito encarnado em várias existências terrenas para o seu aprimoramento espiritual.

A grande falha da humanidade ocorreu há dois mil anos. Afastada da crença no Altíssimo, não reconheceu aquele que veio para trazer a Luz e esclarecimentos reais sobre a vida e a Criação, e iniciou a construção em bases falsas que convinham aos seus interesses materialistas distantes da essência espiritual.

A humanidade como um todo, já naquela época, tinha um ar de ser a espécie que não estava dando certo, indo contra a Vontade de Deus, explorando e infligindo sofrimentos ao próximo para satisfazer as próprias cobiças. Isso se dava com os romanos, gregos e demais povos. Os judeus tiveram o atendimento do seu anseio de liberdade para se dedicarem ao culto do Criador. A mensagem salvadora destinava-se a todas as criaturas humanas.

O corpo terreno é vivificado pelo espírito através da alma, até que ocorra o afastamento dela. Jesus, o Filho de Deus, teve seu corpo terreno vivificado pelo Criador, sujeito às leis naturais em tudo, desde a geração, e os sofrimentos infligidos tinham de provocar o desenlace, mas Ele deixou a promessa da vinda do Filho do Homem, o Espírito Santo, para dar continuidade e concluir a sua missão.

No entanto, apesar da força divina das palavras de Cristo, a humanidade prosseguia em seus desmandos, querendo impor a sua vontade egocêntrica sobre as leis da Criação. Eis que a grande falha da humanidade está sendo julgada por um poder maior; o prometido Filho do Homem implantará a justiça implacável com a grande colheita de todas as ações praticadas.

A humanidade criou o caos em sua continuada decadência. As novas gerações deveriam avançar mais que as anteriores, mas estão retrocedendo. A manipulação dos sentimentos vem de longa data; trabalha com a vaidade, o medo, a ameaça, a culpa e o ódio. Em sua indolência, sem examinar o significado da vida, o homem se deixa robotizar com pão e circo, entorpecendo o querer próprio e a força de vontade.

O mundo está cheio de perturbadores da paz, que nada fazem para merecê-la. Seja nas atrocidades da Segunda Guerra e tantas outras que perduram até nossos dias, os homens colhem o que semeiam. Paz na Terra e alegria de viver aos homens de boa vontade. Uma crise econômica sem precedentes está avançando pelas nações como consequência da displicência com o futuro e como resultado de séculos de cobiça para obter riqueza e poder a qualquer custo.

Até agora o planeta Terra esteve submetido ao homem e à sua vontade egocêntrica, o que gerou caos e miséria, obstruindo o caminho para a Luz. Aturdida, a humanidade começa a procurar alguma coisa especial. Com severidade e Amor, o Filho do Homem trará um bálsamo que proporciona verdadeira paz e saber, mostrando para a humanidade o caminho da libertação, despertando novamente a condição humana, permitindo um viver sereno e feliz, dando a cada indivíduo a oportunidade de se afastar do caminho errado e prosseguir no rumo da elevação espiritual.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

O DESEQUILÍBRIO ECONÔMICO MUNDIAL

Diante da pesada inflação, o plano real não contornou os efeitos do desequilíbrio causado pela economia mundial, mas os agravou. Foi um choque monetário com base na âncora cambial e juros elevados. Era para ser uma fase curta de ajuste, mas se tornou um truque para iludir a população enquanto tudo o mais ia se desfazendo, indústria, infraestrutura, educação, saúde, pela ausência de investimentos e corrupção.

A partir dos anos 1990, a indústria foi definhando até chegar ao ponto de não produzir quase nada. O Brasil se tornou importador e dependente até de produtos simples; todavia é uma alegria contemplar nas feiras e mercados a fartura de alimentos produzidos no país. Há que se recuperar a fabricação. Agora, tudo está meio desmoronando, com aumentada dependência financeira e de manufaturados importados, e em consequência da pandemia, que trouxe escassez e inflação.

O uso das moedas nacionais teria sido um caminho de diversificação do dinheiro e de maior equilíbrio nas relações econômicas no comércio bilateral ou nos grupos de países como os do Mercosul, mas a pressão exercida pelo dólar, que superou a crise de credibilidade após o rearranjo de 1971, e a péssima gestão monetária de muitos países, tornaram suas moedas de pouca confiança e imprestáveis como meios de pagamentos internacionais.

Ao ter se tornado um simples papel impresso, o dinheiro precisa da credibilidade para permanecer aceito como reserva. O dólar tem um histórico de consolidação de mais de um século. O FED, formado em 1913 como gestor do dólar, se tornou o poderoso condutor da finança, mas o que acontecerá com os EUA com seus problemas internos e sua interferência nos conflitos beligerantes pelo mundo?

Não é novidade que o mundo adentrou numa nova disputa entre Estados Unidos e China, ora ofuscada pelos combates na Ucrânia. Economistas experientes como Larry Summers preveem recessão nos EUA e veem erros na economia. São muitas variáveis em movimento: economia, emprego, qualidade de vida, dívida pública, pressões sobre o dólar, o principal produto americano. São questões fundamentais sobre o funcionamento do dinheiro. Quais são os objetivos? Poderia o FED controlar a moeda mundial, independentemente dos Estados Unidos? Como um arranjo desse tipo poderia ser implantado?

Kishore Mabubani, autor de “A China Venceu?”, escreveu que “a disputa vai depender da vitalidade espiritual dos Estados Unidos, e de seu êxito em evitar demonstrações de indecisão, desunião e desintegração interna. Em vez de gastar recursos preciosos em uma ameaça chinesa ideológica inexistente, deveria voltá-los para a revitalização espiritual de sua sociedade.”

O relacionamento entre nações deveria seguir um procedimento ético e equilibrado, principalmente no comércio. A cobiça por riqueza e poder afastou os seres humanos da espiritualidade e acabou criando a tendência antinatural de superconcentração das atividades financeira e fabril, gerando desequilíbrio econômico mundial, dependência financeira das nações, queda de empregos e renda.

A concentração do poder vai despertando medo de perda de força econômica e financeira, provocando retaliações e atitudes belicosas inesperadas. A paz mundial fica em suspenso: estabilizará, retrocederá ou o pior ainda está por vir? Ao surgirem dificuldades imprevistas a partir da pandemia, os pontos críticos foram aparecendo, afetando o consumo e o comércio mundial, repercutindo em escassez e inflação. Qual o caminho a seguir?

Em vez de fortalecer o querer próprio, as pessoas vão abrindo suas mentes para influências externas. Quanto mais mergulham nisso, maiores são os riscos; a longo prazo acabarão sendo uma simples extensão das máquinas, incapazes de agir por si e sem condições de ouvir o eu interior que amplia a capacidade de discernir com clareza e expande o bom senso intuitivo.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

A TERRA DO CORAÇÃO

A economia mundial está apresentando a pressão dos desequilíbrios decorrentes do predomínio do “financeirismo”. Tudo poderia ser mais simples e natural, cada nação desenvolvendo boa qualidade de vida de seus cidadãos, e isso sem violar o direito à propriedade e à liberdade. Com responsabilidade, os povos encontrariam formas de atender suas necessidades sem caírem na armadilha do endividamento. UNCTAD prevê que os países em desenvolvimento necessitarão de 310 bilhões de dólares para pagar juros, o que exigirá cortes nos minguados orçamentos.

Estamos enfrentando uma guerra econômica e cambial. A Rússia diz que cobrará em rublos pela venda de gás. O arranjo de Breton Woods estava fadado ao fracasso, pois o dinheiro se multiplica pela atividade econômica e pelo crédito, enquanto o ouro é mais limitado e depende da extração das minas limitadas; talvez a mudança havida em 1971 tenha sido um tanto descuidada gerando múltiplos problemas futuros que poderiam ter sido evitados com um sistema monetário com mais equidade entre as nações. O Brasil aumenta juros, o dólar baixa. Vale lembrar que em 2014 o dólar manteve alguma estabilidade, mas em 2015 houve uma perda enorme com swaps cambiais.

A cada dia ocorrem mudanças de forma acelerada. Empresas e governos têm de se adaptar velozmente ou sucumbirão, mas se não prevalecer o bom senso intuitivo e a verdade, e forem tomadas decisões oportunistas e imediatistas, a situação poderá ficar cada dia pior, fragilizando o todo.

Os presidentes agem por conta própria ou seguem protocolos? Sempre surgem pelo mundo pseudolíderes fabricados nas engenharias sociais para reformar o mundo e a humanidade, mas os organizadores e mandantes permanecem ocultos, como também as suas reais intenções. Adentramos na era da pós civilidade, nada mais é respeitado pelos seres humanos cheios de cobiças. Perderam o pudor e mostram exatamente como são em sua vileza.

Através da alma, o espírito encarna para evoluir e resgatar carma na terra do coração onde nasceu. No passado, os seres humanos sabiam disso, mas foram se afastando do significado da vida, e atualmente só uma minoria ainda pressente isso. O paraíso na Terra seria a consequência natural se os seres humanos seguissem as leis da Criação, mas devido a essa falta, o paraíso nunca foi alcançado.

O desenvolvimento e evolução do mundo material segue as leis da natureza em sua lógica e coerência, as quais foram criadas sem a participação dos seres humanos e seu cientificismo. A ciência é um excelente instrumento e deve se fundamentar na natureza, mas tem de ser guiada pelo espírito e respeitar as leis naturais da Criação, como forma de solucionar as questões do mundo material que asseguram a sustentabilidade do planeta.

Há muita confusão tumultuando a educação no Brasil. Será que isso está acontecendo por acaso ou de forma proposital para manter o atraso da nação? Fala-se da fragmentação, da enxurrada de informações, o que gera consequências que desorientam as pessoas displicentes, provocando o apagão mental.

O querer da alma, via cerebelo, deveria promover o raciocínio lúcido, mas o intelecto fez o homem se sentir engrandecido, vaidoso, e assim foi assumindo o comando gerando o raciocínio frio e cobiçoso, causador de caos e miséria. Com o declínio espiritual, os seres humanos foram cedendo espaço aos trevosos comandados pelo inimigo da Luz, o anticristo, que seduz os descontentes para ingressarem em suas tropas. A escritora Roselis von Sass fez esse relato histórico na obra O Livro do Juízo Final. O anticristo quer abafar todas as manifestações da consciência espiritual intuitiva procedente da alma, transformar os seres humanos em produto de massa moldável sem vontade própria promovendo o declínio moral e a promiscuidade sexual.

Para bem solucionar as questões do viver na Terra, os seres humanos têm de agir, por livre decisão e com responsabilidade, respeitando as leis da natureza. Paz na Terra para alegria dos homens de boa vontade! Ucrânia, Europa, EUA, China, Rússia e a humanidade em geral têm de se afastar da cobiça geopolítica, se desarmar de toda astúcia diplomática intelectiva e, respeitando a lei maior da Criação, buscarem a paz, a ordem e a justiça com todo seu coração.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

O BRASIL E A GUERRA

Era para o Brasil ter ficado na mão de D. Pedro I, mas ele caiu nas ciladas. Após a independência e com o falecimento da imperatriz Leopoldina, o país ficou nas mãos de aproveitadores que tramaram o banimento do patriota José Bonifácio para satisfazerem suas cobiças, servindo a interesses externos.

Na atualidade, a pandemia deixou uma sensação de vazio no mundo. No setor econômico, os juros se movem para enfrentar a inflação que pode se agravar com o conflito na Ucrânia. Bolsas se ressentem. Empresários se preocupam. Políticos em lutas pelo poder. Escolas não conseguem elevar o nível do saber. Alterações no clima.

O ocidente descuidou do bom preparo das novas gerações e, consequentemente, da formação de verdadeiros seres humanos, através de uma educação fortalecedora da essência humana, a alma e seu núcleo, o espírito, criados pela Vontade Divina. Outras nações deram foco ao preparo na direção do fortalecimento econômico-militar do país, e estabeleceram planos para fazerem frente ao poder do dólar, enquanto os EUA foram esvaziando as fábricas, ampliando a dívida e a ilusão do ganho financeiro virtual.

Os rumores de guerras se concretizam. Parece coisa arranjada, a OTAN não entra no conflito porque a Ucrânia não está no pacto. O que quer a Rússia? Vai aguentar as pressões financeiras e econômicas? O rublo já caiu 30%. No caso de se sentir enjaulada não poderia sair dando tiros contra outros países? Já é terrível dois países em confronto, mas será que estão sozinhos? E se outros entrarem ostensivamente?

E se a China avançar sobre Taiwan? Ao final, trata-se de um confronto por poder e dominação, que com certeza não vai melhorar a já precária felicidade da humanidade. Os poderosos sempre ganham com as guerras. Nesse jogo pesado, quem move as peças? Quem toma as decisões? Mas a palavra final será dada pela lei da reciprocidade e demais leis da Criação.

O público em geral vai perceber os efeitos do conflito no bolso, no preço dos combustíveis e dos alimentos, na liberdade, mas as consequências menos visíveis, porém mais incisivas, poderão ocorrer no sistema financeiro mundial concentrado no dólar; o significado disso a longo prazo poderia ser a redução da influência americana. A tendência mundial é de centralização do poder, cortar a autonomia individual e de governos; reduzir os níveis de decisão, subordinando tudo ao controle centralizado através da TI. A ideia é eliminar a autonomia dentro das fronteiras nacionais. Liberdade para decidir, só de acordo com os programas e algoritmos.

Mais de quatro milhões de anos foi o tempo necessário para que o planeta adquirisse as condições de vida e sustentabilidade, o mundo perfeito, através do funcionamento das leis da natureza, pouco estudadas pela humanidade. Em seu ciclo a matéria tinha um tempo determinado, a evolução do espírito humano também. Muitas profecias alertaram sobre isso, mas perderam a simplicidade original e acabaram sendo objeto de sarcasmo.

Os Estados Unidos têm vocação para a liberdade. O Brasil, para a paz e a busca do Eterno. Lamentavelmente o que prevalece hoje em dia no mundo é o domínio trevoso do materialismo e do dinheiro, a negação do espírito e das imutáveis leis espirituais, seja no capitalismo democrático ou totalitário, ou mesmo nas diversas correntes religiosas. Romper a lógica materialista e os conflitos gerados por ela e sua pressão avassaladora sobre a consciência, depende de cada indivíduo e de sua vontade de se tornar consciente da realidade espiritual.

Quem ainda tem ponderação para examinar a vida e seu significado? Quem controla os fios do destino? É a lei da reciprocidade que está levando os fios para os remates? Chegamos ao fim do modo de vida atual? O que surgirá? Ocorrerá a aceleração da tendência de eliminar os últimos resquícios da alma, ou algo inesperado com a eliminação dos que já a perderam?

O mundo caminha para o enrijecimento geral. A humanidade descuidou da alma, a voz interior, o elemento essencial do ser humano, não o sentimentalismo. No totalitarismo, a alma deixou de ser levada em consideração há muito tempo, o que poderá levar a humanidade para um mundo mecânico, sem alma, sem coração, enterrando a finalidade primordial da vida, ou seja, a elevação espiritual do ser humano.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

ATIVIDADES BENÉFICAS

A epidemia do covid-19 está mostrando as práticas inúteis e superficiais que fazemos, que absorvem nosso tempo de vida, que poderiam ser abandonadas e não fariam falta nenhuma para o bem da humanidade. Algumas coisas, porém, foram postas de lado sem critério, sendo as principais, o trabalho, o estudo e a atividade física. O trabalho deveria ser mais bem pensado, com menos horas de atividade e mais horas de estudo. O sistema 24 horas por 7 dias das semanas já se revelou antinatural; as noites foram feitas para o repouso.

Enfim, tudo que a humanidade faz ficou impregnado da ânsia pelo dinheiro retirando a naturalidade de suas atividades e o sentido humano, o significado e finalidade da vida. Em vez de a humanidade atuar naturalmente para atender às próprias necessidades de forma condigna, todas as pessoas acabaram sendo apenas meros fatores de atividades econômicas para o acúmulo de dinheiro e poder nas mãos da classe que quer se comportar como se fosse dona do planeta, deixando de lado a amplitude da vida e da Criação, que inclui o aquém e o além, sendo tudo uma só coisa e cuja separação foi feita por seres humanos intelectivos e materialistas para alienar a humanidade da vida real. Com a pressão reforçada da Luz da Verdade do Criador, todas as consequências da forma errada de viver estão surgindo aceleradamente, de forma dramática, para que sejam extirpadas da face da Terra e a humanidade possa beneficiar tudo através de alegres atividades e evoluir em paz.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

PROBLEMAS BRASILEIROS

Enquanto o drama do mundo é a cobiça de poder, o problema do Brasil é a falta de estadistas sinceros, leais, sábios, patriotas que busquem o melhor para o fortalecimento da população e da qualidade de vida. Os falsos estadistas continuam se digladiando para ver quem manda mais, quem fica com o pedaço mais suculento e, com isso, o futuro vai ficando ameaçado. As novas gerações precisam de bom preparo para a sua responsabilidade para não perder a esperança. Mas, afinal, como foi que o Brasil e o mundo chegaram a esse momento caótico na convivência pacífica e na economia que a tudo constrange?

A sociedade fragmentou-se. Faltam propósitos enobrecedores e coesão na busca da melhora. A divisão do trabalho é importante e necessária para aumentar a produtividade, mas acabou criando tarefas repetitivas que contribuem para inibir a criatividade e o aprendizado das inovações. Tarefas repetitivas deverão ser entregues aos robôs. O ser humano precisa de leitura, flexibilidade, projetos de melhora geral e de aprimoramento pessoal. A educação tem que promover tudo isso.

O amigo leal dos seres humanos é o bom livro. Através dele, cresce a imaginação e a capacidade de refletir intuitivamente, isto é, a conexão com o eu interior, aspectos que diferenciam o homem da máquina. Com o advento da eletrônica e informática, cinema, TV, internet, vídeo, divisão extrema do trabalho e redução de empregos, a monotonia foi tomando conta da vida. Vive-se o dia a dia sem entusiasmo. Para muitas pessoas, conectar-se à rede se tornou meio de fugir do vazio da vida.

A realidade brasileira é brutal, em permanente crise com pequenos intervalos de alguma melhora, com dívida elevada que se formou com desmandos, juros e perdas cambiais. O dinheiro público tem sido mal administrado com enormes desperdícios e desvios. Um país rico em recursos naturais, mas economicamente pobre com poucas oportunidades de empregos e boa educação. Fazem falta bons estadistas e melhor preparo da população.

Precisamos de produção, trabalho, consumo adequado. Na China, foi usado ópio para obter riqueza e promover a fragilização; no Brasil, nem foi possibilitado o fortalecimento da população para construir um país de vida condigna. A droga chegou logo. Precisamos de uma geração forte, bem preparada para a vida, disposta a empregar o melhor de si para alcançar um futuro melhor.

Os jovens precisam aprender a refletir e a liberar a ampla visão intuitiva. Desde cedo as crianças devem ser orientadas para a importância do aprendizado, do trabalho e da busca do significado da vida. Quem somos nós? O que é o planeta onde vivemos? Como ele possibilita a vida? Tudo segue o ritmo das leis da Criação.

Como fruto do desequilíbrio geral está ressurgindo, de forma preocupante, a questão da imigração de refugiados, principalmente porque nenhuma entidade mundial está tomando medidas disciplinadoras, enquanto países que já contam com muitos problemas internos se veem diante de invasão não prevista e sem meios para dar uma solução apropriada.
O desequilibrado sistema internacional de relações entre os povos tem se mantido da mesma forma num mundo em que os mais fracos não tinham como discordar do ganho de uns com perdas de outros, o que veio a ser reforçado pela globalização. Quando as relações entre os povos são feitas sem equilíbrio, o desarranjo é inevitável, mas às vezes isso demora a aparecer. Se o mundo quer paz, está na hora de restabelecer o equilíbrio para obter o progresso geral.

Com a eclosão das transformações econômicas, a hegemonia do dólar passa a ser pressionada. Haverá troca de moeda global ou conviverão duas delas? O que o Brasil precisa fazer diante do agravamento da guerra comercial? Se exportar menos, vai dispor de menos dólares e reduzir importações. O que dizem os governantes sobre essa situação da economia? Haja Luz e Paz sobre o Brasil para que possa progredir de fato.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

ARMAS PARA A PAZ E O PROGRESSO

Como já disse o historiador britânico Eric Hobsbawm (1917-2012), vivemos a era dos extremos e das incertezas. Mas em vez de as mazelas terem sido atacadas e combatidas, passou-se a discutir ideologias num cenário de luta pela riqueza e poder e embrutecimento da espécie humana. Despreparados, muitos pais de hoje não conseguem dar bom preparo a seus filhos. Tudo isso criou a tendência do decadente embrutecimento da humanidade.

Quais armas vamos usar no combate ao descalabro ético e moral que a humanidade está gerando? É preciso que a população e as autoridades queiram formar gerações fortes, com discernimento, aptas a conduzir a própria vida. Viver, aprender e fazer bem feito exige paciência e perseverança, atributos que os seres humanos estão deixando escapar.

Nada resiste à moleza do caráter dos indivíduos. Sem firmeza, as portas ficam abertas para a corrupção e criminalidade que vão adentrando em todos os setores. A moralidade se vai apagando, tudo passa a ser aceito e permitido. A desonestidade e o desinteresse pelo Bem geral passa a ser a norma e, com isso, o país acaba ficando condenado ao declínio e até ao desaparecimento, enquanto as drogas avançam corroendo a base.

Vidas vazias, jovens sem bom preparo para a vida, sem propósitos, acabam buscando o entorpecimento para fugir da realidade, para contornar a doença da alma, o que é aproveitado pelo tráfico de drogas ilegais e agora pelos distribuidores legalizados. Um negócio de bilhões de dólares para entorpecer a humanidade afastada do significado da vida e do saber das leis da Criação.

Como e para que educar? Os pesquisadores norte-americanos Daniel Goleman e Peter Senge estão preocupados com a forma como estamos educando as crianças. Os problemas se avolumam como em nenhuma outra época e as novas gerações têm de ser preparadas para ajudar na superação. Os jovens precisam saber o que são. Como funcionam o cérebro do raciocínio, as emoções e sentimentos, e as boas relações interpessoais. Ou seja, temos de estudar o significado da nossa vida, de nosso corpo perecível cultivando o foco interior e exterior. Temos de formar seres humanos de fato, nas atitudes e não só nas aparências. A evolução integral depende da humanização dos indivíduos e da sociedade como um todo.

No Brasil, tão generoso em produção de alimentos, há muito desperdício, desleixo com o meio ambiente e ingratidão. Mas com o agravamento da crise climática, os alimentos poderão ser cotados em ouro em futuro não muito distante, por isso os esforços na preservação têm de ser redobrados. Cada grupamento tem construído suas concepções sobre a vida segundo seus interesses; é natural que haja diversidade, mas os antagonismos têm razões ocultas e, por vezes, são irreconciliáveis. Os fortes vão puxando a brasa e a sardinha, isso tem provocado aumento de insatisfação, gerando choques que estão a se adensar podendo, no aumento da pressão, gerar danos.

Muitos advogam a governança global centralizada enterrando a diversidade dos povos. Só com o reconhecimento das imutáveis leis da Criação é que poderá surgir um diálogo sincero e proveitoso, livre da cobiça de poder. O que realmente é importante para a sociedade humana e qual alvo deve ser perseguido? O Brasil precisa de boa governança voltada para o Bem para sair da estagnação.

Há décadas o país enfrenta lamentável situação de falta de governança séria. União, estados e municípios têm de entender que é sua obrigação cuidar do dinheiro dos cidadãos para o bem geral. O juiz Sergio Moro nem bem aceitou a missão outorgada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro e já começam as especulações e as fofocas.

Caso Moro se torne candidato à presidência no futuro, terá um bom período de aprendizado para governar o Brasil tão aviltado pela classe política que pouco se esforçou para fortalecer o nível da qualidade da população. Às vezes muitos estudiosos estrangeiros falam grandes disparates sobre o Brasil, ou porque não entenderam a origem do caos que se instalou no país, ou falam com viés ideológico que os impede de ver os fatos como eles são. Mas a população nota seriedade, justiça e a forte vontade para o Bem como armas para tirar o Brasil da lama. Que assim seja.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

PAZ ENTRE OS POVOS

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

Quando grupos instalados no poder passam a agir em benefício próprio, destroem o equilíbrio da democracia, contaminando o governo que perde a eficiência e credibilidade. Consertar a atuação do governo é essencial para a sobrevivência da democracia. O Brasil perdeu a conexão com os seus ideais; falta uma linha de ação conjunta de longo prazo pelo bem e progresso; faltam líderes de qualidade que possibilitem o preparo e educação decente para humanizar a população que não pode continuar caminhando pela vida às cegas.

A ex-presidente Dilma, que puerilmente aumentou o fardo da dívida e tendia para o fortalecimento do autoritarismo governamental, acabou sendo deposta. Agora o presidente Temer, que vem atendendo aos reclamos do mercado, também está sendo desalojado; amanhã o mesmo poderá acontecer com seu substituto legal, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Tudo igual. Onde está o bom senso dessa gente que só quer tumultuar? A displicência e a cobiça pelo poder criaram esse cenário que vai piorando. O país precisa de um mínimo de serenidade, se é que deseja sair da situação vil em que se encontra.

O Estado foi se agigantando e se intrometendo na atividade econômica, passando a ser usual entre os governantes estabelecer orçamentos com gastos superiores às receitas, gerando déficits financiados no mercado financeiro. Mas com as alterações decorrentes da globalização econômica desequilibrada, as receitas tendem a decrescer, enquanto as despesas continuam crescendo, agravando a instabilidade. Enquanto políticos brigam pelo poder, 13, 8 milhões de pessoas precisam de emprego para aumentar o PIB e a arrecadação, antes que o país derreta.

Recentemente, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, declarou: “Estamos conduzindo um amplo projeto de investimento em infraestrutura em todos os setores. Mas para isso temos de priorizar. Há dificuldade por falta de recursos públicos, por isso é importante evitar que alguns grandes projetos, que capturam a imaginação, sejam monopolizadores de todo ou grande parte do investimento público. Por isso a priorização é fundamental”. Basta lembrar a montanha de dinheiro enterrada em estádios de futebol de insignificante utilização e tantos outros investimentos infrutíferos.

Que fatores poderiam contribuir para inibir a recessão brasileira? Aí estão apontadas a reforma trabalhista e a tendência crítica das contas da previdência. Mas o governo precisa sair da letargia nefasta de olhar para a próxima eleição como a prioridade máxima da classe política. O governo precisa pensar em eficiência e abandonar as práticas autoritárias que prejudicam o país. Há ainda a dívida crescente a juros fora do padrão mundial. E quanto à política cambial? Os erros cometidos na valorização do real repercutem até hoje, tendo criado uma situação embaraçosa que só tem travado a economia. E a educação? Como o Brasil estará daqui a dez anos?

Enquanto o Brasil permanece estagnado em suas crises políticas e financeiras, os demais componentes dos BRICS estão avançando. O que significará o previsto avanço da economia da China em 2027? Para o gestor financeiro global, Jim O’Neill, a economia chinesa poderá se tornar maior que a dos Estados Unidos. As outras economias vão regredir, ou o avanço chinês terá por base o próprio mercado interno? E se o dólar sofrer grande desvalorização? E o Brasil, como estará em 2027? As novas gerações estarão dominando o idioma e a aritmética? E a economia? O que estaremos produzindo? A balança comercial e as contas internas e externas estarão em equilíbrio? Como estará o nível dos empregos, a dívida, a taxa de juros? A China poderá estar no topo, mas não deveremos cair no abismo.

A busca pelo poder e por vantagens aniquilou a ideia de que o progresso real requer o cultivo da paz e a consideração entre os povos. Mais do que confronto de civilizações, estão se desenrolando amplos embates nos subterrâneos entre as religiões místicas ou dogmáticas, a economia de livre mercado em democracias corruptas, o governo autoritário no capitalismo de Estado. A natureza e suas leis do desenvolvimento, lógicas e coerentes, deveriam formar a base para a atuação dos povos pacíficos, cada um com sua cultura e sem a pretensão de dominar com o propósito de obter vantagens.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O APRIMORAMENTO HUMANO COMO META

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

Com o aumento da incerteza econômica e social, crescem os movimentos de massa. Quem entende o que está se passando? Falta uma parada para refletir sobre a situação com objetividade e sinceridade na busca de soluções viáveis. Com a teimosia geral, a vida de oito bilhões tende a se precarizar. O foco deveria ser a busca de melhores condições gerais de vida que possibilitem a evolução das pessoas que se dispõem a aprender e a trabalhar com eficiência para, dessa forma, embasar a atividade econômica.

A desequilibrada situação das finanças públicas tende a piorar. O mundo atravessa uma fase de mudanças profundas. Massas desorientadas e acomodadas espiritualmente vão sobrevivendo. Para onde a humanidade está caminhando? Houve um período de busca de melhora no padrão de vida, mas faltaram maiores cuidados com a educação e preparo para a vida. Com a integração do bloco asiático, as deficiências vieram à tona; não está dando para segurar. Está certo dizer que se trata de Capitalismo de Estado ao se organizar a produção e o comércio quando na verdade se trata de governo forte? Que nome poderia ser dado a esse novo sistema econômico de produção?

Há confusão, insegurança e incerteza sobre os objetivos da sociedade. As empresas são formadas para gerar lucros e, para isso, o capital é indispensável, mas requer a colaboração dos que trabalham produzindo e tocando o empreendimento. As mexidas nas leis que regulam o trabalho deveriam incluir algum dispositivo de participação nos resultados, pois se trata de manter o equilíbrio entre as partes.

Nas análises do economista Thomas Piketty sobre a tardia abolição do trabalho escravo no Brasil, faltou observar que isso faz parte do passado colonialista, que criou uma economia caudatária que se habituou a produzir commodities para exportar, assim como o dinheiro também. Assim como no Brasil, em outros países também os ganhos obtidos em sua maior parte não foram reaplicados na origem que permanece no atraso geral, criando a matriz básica da desigualdade global entre os povos.

Muitos abusos foram cometidos quando o acúmulo de dinheiro e poder se tornou um fim em si, gerando a estruturação da economia imediatista, sem bases sólidas com responsabilidade pelo futuro. O foco deveria estar na busca de melhores condições gerais de vida. O mundo está sob controle do ponto de vista dos interesses econômicos das grandes potências que ensaiam um acordo entre si, tendo os mais fracos que se sujeitarem. Isso quer dizer que não haverá uma grande guerra no curto prazo, mas também não haverá paz devido a conflitos localizados e a atos de terrorismo, a menos que algum dirigente perca o equilíbrio e tome atitudes agressivas isoladamente.

A economia poderá seguir com baixo crescimento e com avanço da precarização em algumas áreas tidas como abastecedoras de commodities: Estados Unidos, como centro de atração da liquidez mundial; Ásia, como polo manufatureiro. No restante do planeta, aumento da insatisfação e movimentos de massa, eliminando-se cada vez mais a possibilidade de caudilhos assumirem o poder, ficando os Bancos Centrais na coordenação e o dinheiro e o poder como fins.

Enfrentamos a crise da humanidade que perdeu o rumo por ter esquecido que o futuro surge como consequência do que é feito no presente. Não há esforço para entender a vida e seus marcos fundamentais: nascimento e morte. Falta a consciência da responsabilidade da geração, seguida da encarnação e nascimento. O aprimoramento da espécie humana e a melhora das condições de vida ficam mais uma vez para o futuro do futuro.

A ausência de objetivos nobres e as necessidades do dia a dia envolvem tenazmente os pensamentos que vão se direcionando para as coisas fúteis, conduzindo tudo para baixo. Todas as noções, imperceptivelmente, vão se modificando para pior. No passado, isso não ocorria tão frequentemente como hoje, com bilhões de pensamentos direcionados para baixezas de todos os tipos, tornando a cada dia o viver mais difícil e vazio. Ao conservar puro o foco dos pensamentos, direcionando-os para o bem, as pessoas estarão contribuindo para a própria felicidade e para a melhora geral.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel e é associado ao Rotary Club de São Paulo. É articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, “O segredo de Darwin”; “2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens” e “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”. E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7