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OITO DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No Brasil, no período chamado de Pré-Cabralino (antes da chegada de Pedro Álvares Cabral), a mulher indígena era tratada de forma diferente dentro da comunidade, apesar de também realizar o trabalho do cuidado nas aldeias. Os costumes variam de acordo com as etnias, mas os povos indígenas que viviam no Brasil não precisavam de um sistema econômico, portanto os trabalhos necessários eram divididos de acordo com a idade, a habilidade e o sexo.(Extraído do site https://safe.space/conteudo/a-mulher-no-mercado-de-trabalho-uma-linha-do-tempo-que-voce-precisa-conhecer)

No passado distante a mulher recebia a consideração por ser a cuidadora do lar e a grande conselheira que, com sua delicada intuição, indicava caminhos para o homem, o grande defensor da feminilidade, que queria viver segundo as leis da Criação. Mas isso era uma vez. Homens e mulheres foram embrutecendo, deixando que o egoísmo, vaidades e cobiças determinassem os seus caminhos. Com as invasões e colonização, homens e mulheres passaram a ser escravizados para trabalhos forçados, ou seja, explorados num regime de força, desvalorizando os elevados valores femininos.

O tradicional sistema de autossubsistência foi cedendo espaço ao sistema econômico tecnológico e financeiro, em que tudo passava a depender do dinheiro, e com isso começou a ser desenvolvido um núcleo comercial que aos poucos abrangeu oficinas de artesãos e fábricas. Assim foi iniciado o sistema econômico vigente na atualidade, bem como a civilização do dinheiro, do “toma lá dá cá”. Aumentaram as necessidades de obter renda, dinheiro. Aumentaram as guerras. As mulheres foram para o mercado de trabalho com a vantagem para as empresas de serem mão de obra mais barata.

As condições de trabalho eram as mais precárias. Marcantes foram grandes incêndios em indústrias, sendo o mais conhecido aquele que ocorreu na fábrica da Triangle Shirtwaist Co., na cidade de Nova York, em 25 de março de 1911, às 5 horas da tarde, vitimando146 pessoas que não puderam fugir porque as portas ficavam fechadas. Em 2012, um trágico incêndio numa fábrica de confecções em Bangladesh vitimou centenas de trabalhadores, na maioria mulheres.

Para enaltecer as conquistas femininas e, ao mesmo tempo, alertar sobre a violência que muitas ainda sofrem nos ambientes de trabalho e doméstico, criou-se o Dia Internacional da Mulher. A data de 8 de março representa um marco de luta das mulheres por um tratamento digno. No entanto, é importante ressaltar que homens e mulheres deveriam ter construído juntos um viver paradisíaco na Terra, mas em vez disso entraram em intermináveis desentendimentos e conflitos que dificultam a vida e acabam se refletindo nos filhos, os quais deveriam ser gerados com toda responsabilidade e cuidados, com carinho e severidade para se tornarem seres humanos fortes, independentes, aptos a conduzir a própria vida na fase adulta.

A INVENÇÃO DO DINHEIRO

Com a invenção do dinheiro, a natureza e suas leis universais ficaram esquecidas. O dinheiro quer comandar, por isso não aprecia poder centralizado que olha para a nação como um todo e que busca sempre a melhora das condições gerais de vida. Conveniente é a balburdia de partidos brigando entre si na disputa por dinheiro e poder, mesmo com a perda do equilíbrio e abandono de metas para humanizar o sistema.

Estamos num momento complicado na economia global agravado por crise financeira, ambiental e superpopulação. Há uma abundante oferta de produtos nem sempre essenciais, enquanto faltam moradias, saneamento, alimentação adequada, educação que prepare as novas gerações para uma forma de viver humana. Houve alguma melhora, porém não se trata só de dinheiro, mas de gestão dos recursos com eficiência e equilíbrio, muitas vezes comprometida por incompetência e falta de seriedade.

No passado, diziam que quanto mais houver interferência dos governos e do poder financeiro em atendimento a interesses particulares de grupos, mais a economia perde a naturalidade, menos funciona, mais a população padece. Há no Brasil muitas regiões de baixa escolaridade, vida difícil, sem liberdade, que se formaram desde 1889 com moradias precárias, dominadas mediante imposições e violência. O ser humano se tornou o causador de danos a outros para satisfazer a própria cobiça. Pouco se pensou em buscar soluções duradouras e o resultado é a dívida financeira e o déficit social.

No mundo governado com pouca responsabilidade quanto ao futuro formou-se uma grande massa de pessoas com pouco preparo para a vida e o trabalho. A questão exige ações competentes, pois se for deixada dessa forma logo chegaremos ao caos social com aumento da criminalidade. Não basta só ficar distribuindo auxílios; é preciso ação recuperadora desses grupos e, principalmente, das crianças para que recebam preparo que as capacite a atividades que propiciem renda para que possam crescer e viver normalmente, constituindo famílias, fortalecendo as nações.

O Brasil precisa entrar no rumo certo. Chega do imediatismo secular que tem caracterizado a administração pública. O gasto do dinheiro público deve promover o progresso real. Os países têm sido geridos com desvios e desequilíbrio geral, nas contas internas, externas e na balança comercial. Durante décadas temos sido expostos ao pior negativismo, gerando apagão mental e perda do bom senso.

A estagnação econômica avança pelo mundo, deixando mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas sérios e competentes e melhor preparo das novas gerações para conduzir o Brasil ao lugar que lhe cabe. No entanto, o presente é consequência de ações passadas e sem mudança do querer para o bem, a má colheita será irrevogável.

Por que a economia tem de seguir em ciclos de alta e de baixa produção? Não seria mais adequado que houvesse uma linha natural de estabilidade que fosse acompanhando o crescimento da população? Por que tem de ficar sujeita a impulsos abruptos para logo cair na retração?  No momento, há a elevação do preço da energia, escassez de alimentos e falta de disciplina monetária. Faltou responsabilidade para preparar futuro decente, digno da espécie humana.

O que fazer agora com oito bilhões de almas encarnadas na Terra? A população precisa de trabalho e renda. A educação é um ponto que requer atenção, caráter, bom senso, clareza mental e propósitos enobrecedores para impedir que as drogas destruam as novas gerações.

O mundo entrou em fase de restrição monetária, não se sabe quanto isso vai durar. É o estágio da economia lenta, em oposição ao estágio de aceleração. Com economia restrita, há muitas perdas; na acelerada, alguns ganham muito, mas as engrenagens se movimentam de forma febril, até que emperrem. Algum dia o mundo verá uma economia estável cujo crescimento acompanha o aumento da população. Quando as cidades serão ordenadas dispondo de abastecimento de água e saneamento? Quando haverá educação para a vida e o trabalho, e evolução?

Os seres humanos receberam a Terra para um tempo de aprendizado para fortalecer o espírito. Reconheciam a natureza como doadora e os entes da natureza como servos do Criador.  Sufocaram o espírito. Predaram a natureza, fonte da riqueza; inventaram o dinheiro de papel para dominar o planeta, mas a natureza está mostrando a sua força.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

A DESTRUIÇÃO DAS NAÇÕES

Ameaças pairam sobre o futuro da humanidade. A nação reúne um povo num território com o mesmo idioma, tradições e ideais. Aos poucos, estabelece a legislação pela qual todos devem se pautar. Deveria ter também como objetivo alcançar o aprimoramento dos seres humanos rumo à ampla evolução.

De fundamental importância é o bom preparo das novas gerações, pois a destruição de um povo começa por aí. As pessoas devem ser preparadas para alcançarem o sustento e a sobrevivência condigna através do próprio esforço, pois a Terra foi dotada de espaço e recursos para todos que conduzem o seu modo de viver em conformidade com as leis naturais da Criação.

Ao se afastarem do sentido da vida, os seres humanos vão introduzindo dificuldades que não deveriam existir, e que vão tornando o viver áspero, provocando a luta pela sobrevivência decorrente das cobiças por riqueza e poder. Os governantes devem ser dotados de competência, idoneidade e amor à pátria e à população. Aqueles que acima de tudo cobiçam o poder, arquitetando manobras para roubar o dinheiro da nação, deveriam ser excluídos.

Economistas dotados de sabedoria diziam que quanto mais houver interferência dos governos e do poder financeiro em atendimento aos interesses particulares de grupos, mais a economia perde a naturalidade, menos funciona, mais a população padece. A política monetária dos EUA e Europa causa resfriado para eles, mas nas nações que permaneceram estagnadas a penúria é bem maior. O sistema econômico está desarranjado pela produção de dinheiro com zero taxa de juros. Surgem as bolhas e a inflação. Aí chega o dia do ajuste. Os juros vão para cima, o dinheiro desaparece, alteram-se as taxas de câmbio entre as moedas elevando o preço das importações, atormentando os devedores em dólares.

O ser humano se tornou o causador de danos a outros para satisfazer a própria cobiça. Há no Brasil muitas regiões com baixa escolaridade, vida difícil, sem liberdade, que se formaram desde 1889 com moradias precárias, dominadas mediante imposições e violência. Pouco se pensou em buscar soluções duradouras e o resultado é a dívida financeira elevada e o déficit social.

No mundo governado com pouca responsabilidade quanto ao futuro formou-se uma grande massa de pessoas com pouco preparo para a vida e o trabalho. A questão exige ser examinada com seriedade, pois se for deixada dessa forma logo chegaremos ao caos social com aumento da criminalidade. Não basta só ficar distribuindo auxílios; é preciso ação recuperadora desses grupos e, principalmente, das crianças para que recebam preparo que as capacite a atividades que propiciem renda para que possam viver normalmente constituindo famílias, fortalecendo as nações.

O crescimento populacional vem chamando a atenção das autoridades há décadas. Faltou responsabilidade para preparar futuro decente, digno da espécie humana. O que fazer agora com os propalados oito bilhões de almas encarnadas na Terra? A população precisa de trabalho e renda. A educação é um ponto que requer atenção, caráter, bom senso, clareza mental, propósitos enobrecedores, impedindo que as drogas destruam as novas gerações. O essencial são os alimentos, a água, moradias adequadas, mas quanto custa tudo isso? Certamente bem menos do que se tem gastado com armamentos e guerras. Mas o que estão fazendo os governantes além de ficarem correndo atrás de financiamentos e aumento das dívidas?

Todas as pessoas dotadas de bom senso deveriam estar atentas e dispostas a encarar de frente a sobrevivência condigna, sempre posta de lado, e buscar o progresso que merecemos como seres humanos. A corrupção adquiriu grande amplitude, contaminando tudo, mas junto a ela há também um envenenamento que entorpece e embrutece a sociedade e as novas gerações. A mentira é usada como arma para desencaminhar a busca de soluções dignas da espécie humana.

O grande risco que enfrentamos é de decadência e precarização geral em níveis de miséria jamais vista, colocando a Terra como se fosse uma nave sem rumo à disposição da pirataria generalizada. Por que os seres humanos não se unem no bem, seguindo as leis naturais da Criação, visando a paz para todos, o progresso para as novas gerações e a alegria, afastando a mentira que visa obstruir a passagem da luz da verdade?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

BREVE HISTÓRIA DO BRASIL

O acolhedor Brasil, ou no dizer de Pedro Álvares Cabral, a Terra de Vera Cruz, logo se tornou cobiçado. Na época da colonização, Dom João VI trouxe a interferência da Inglaterra que se estendeu pelo Império, até que Pedro II, que amava o Brasil, foi posto de lado, e o país do futuro entrou em dormência até que, tempos depois, um gaúcho corajoso tentou romper as barreiras que mantinham o gigante paralisado.

Getúlio Vargas se defrontou com forte resistência, não foi feliz em sua tentativa de resgatar o Brasil, pois a contaminação nociva e corrupta já havia tomado conta da nação. Vieram os militares que, em ação conjunta com os Estados Unidos, desarmaram o avanço comunista que se aproveitava da insatisfação das novas gerações contra a exploração e miséria.

Em 1985, Tancredo Neves foi eleito, mas não assumiu o poder. Então José Sarney, vice-presidente, passou a governar uma nação endividada e acossada pelos credores, deixando que o ministro da Fazenda, Dilson Funaro, fosse prensado por eles. E veio Fernando Collor de Mello, bem-intencionado, mas cujo plano econômico mirabolante e inconsequente para debelar a inflação congelou a liquidez, ou seja, a montanha de dinheiro criada para comprar os dólares exigidos pelos detentores da dívida externa, deixando a população prostrada.

Após o impeachment de Collor, o vice-presidente Itamar Franco assumiu o governo. Estabeleceu-se a dobradinha Fernando Henrique Cardoso e Lula na presidência do país e vários acordos substituíram as rivalidades, mas veio Dilma que furou a fila. Oito anos de FHC, mais oito de Lula, mais oito de Dilma-Temer, um total de 24 anos, somados aos quatro de Itamar. Uma fase de conchavos na qual o poder contava com o apoio da imprensa, mantendo a população no ostracismo, no pão e circo. Não era mais dormência; o gigante entorpecido caiu no sonambulismo. Então veio um estranho no ninho, Jair Bolsonaro, para despertar a sonolência geral. Surgiram as mais estapafúrdias reações contra aquele que se insurgia contra a estagnação do gigante com arrecadação de impostos federais acima de dois trilhões de reais, que mais servia aos interesses externos do que aos próprios.

Atenção todos e todas: o segundo turno, em 30 de outubro de 2022, será o momento decisivo para a jovem nação brasileira. Seu povo tem, de fato, o destino da nação em suas mãos. Acorda Brasil!

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O CLIMA E O SOL

No passado recente, o sol ainda não se apresentava tão abrasador como na atualidade. Havia no ar um vislumbre de esperança de solução para as aflições que atingem os seres humanos, e superadas as dificuldades e as dores, tudo voltava à rotina sonolenta sem maiores preocupações. Após o trágico evento de 11 de setembro de 2001 a situação foi apertando. Em 2008, a crise financeira desencadeou dificuldades em todas as nações. Em vez de esperança, veio a sensação semiconsciente de que a humanidade andou construindo um sistema de vida desumano, sem finalidades elevadas. Agora, os alicerces estão oscilando e a construção tende a desmoronar.

O capitalismo nada mais é do que o sistema do dinheiro que se tornou tudo. No jogo das moedas, os juros se tornaram importante variável para dar estabilidade ao valor do dinheiro. O FED aumenta juros, dólar valoriza. A Europa mantém juros baixos, o euro perde valor. O real é mais sensível ainda, sem a taxa de juros poderia estar na casa dos R$ 6,10 por dólar. Por que isso acontece? Provavelmente porque as moedas, em sua flutuação cambial, se tornaram o objeto especulativo diário do atacado financeiro mundial. Os especialistas que o digam. Como uma nação pode se proteger dessa feira monetária-cambial?

Os países asiáticos entraram no jogo, produzindo com baixo custo e exportando. A economia de produção de manufaturas para exportar velejou no vento favorável da valorização de moedas como o real do Brasil; os juros baixos internacionais também favoreceram. O baixo custo das importações provocou anemia na indústria de muitas nações. Com a pandemia e a inversão do câmbio, o crescimento asiático teve uma leve freada, reduzindo a marcha, enquanto o consumo interno se mantém nos níveis tradicionalmente baixos.

O poderio econômico do norte está enfrentando dificuldades climáticas como a estiagem prolongada. Há inúmeros fatores negativos como a destruição das florestas, poluição dos mares e rios, poluição do solo e do ar com toneladas de gás carbônico decorrente da queima de combustíveis. David Meade, pesquisador norte-americano, tem examinado fenômenos astrológicos como a aproximação de um grande cometa que poderia provocar diversos transtornos imprevistos na sustentabilidade do planeta. É preciso incluir nas pesquisas sobre as mudanças climáticas a intensificação da atividade do sol na produção de calor, que ao chegar à Terra, em contato com a camada de ar engrossada pelo carbono, provocaria efeito avassalador na temperatura e no lençol freático.

Os governos que preponderam no mundo são os dos Estados Unidos, Inglaterra, Europa, China, Rússia e Índia, e também o Brasil. A história avança em sua trajetória, os destinos estão traçados como consequência natural. As posições serão preenchidas por indivíduos que provocarão os merecidos desfechos, bons ou maus, em conformidade com as respectivas atuações.

A história da humanidade é simples, coerente e natural. Desconhecendo as leis da Criação, os homens introduzem fantasia e misticismo no saber da Criação. Os ensinamentos de Jesus eram simples, claros e naturais por conterem a Verdade sobre a Criação e a vida, mas foram sendo desfigurados pela memória fraca daqueles que não acolheram as palavras no espírito. Nos anos 300 d.C., Constantino, imperador romano, criou a ordem mundial fazendo os remendos compatíveis com seus objetivos, disseminando a cultura romana pelo mundo. Aos poucos a naturalidade foi sendo perdida e tudo passou a ser pecado que poderia ser remido sem muito esforço. Agora com frequência se fala na nova ordem mundial. Serão os princípios semelhantes aos de Constantino?

Ao lado do desenvolvimento progressivo do intelecto, os seres humanos pouco se esforçaram para também desenvolver a autoconsciência espiritual; assim se ataram ao mundo material, derrubando a antena apontada para o Alto, e tudo foi se tornando desumano, afastado da essência face ao atraso no desenvolvimento progressivo da autoconsciência do espírito,

Cerca de oito bilhões de seres humanos estão encarnados na Terra. Aproxima-se o desfecho dos destinos, a grande colheita. Quem viver verá! Para edificar de forma benéfica e alcançar a paz e o progresso real, em conformidade com as leis da Criação, o que em primeira linha tem de ser renovado é o ser humano, para que, em vez da cultura imperialista de tirar proveito de outros povos, seja implantado na Terra um viver paradisíaco.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

OS JOVENS E O DINHEIRO

O dinheiro deve ser gerido em sua criação e distribuição com toda seriedade. Embora não tenha valor intrínseco, o dinheiro é um fator muito cobiçado e propiciador de riqueza, poder e manobras especulativas pelo mundo O Brasil nem sempre fez isso, enganando o povo, favorecendo a especulação. A inflação é o assunto do momento diante da perda do valor de compra do dinheiro – algo criado pelo homem em meio a uma realidade que ele não controla e por isso mesmo pode se tornar um complicador em vez de auxiliador, e até agora não se conhece a fórmula para dar a ele feições humanas de paz e progresso. Em vez disso, muitas vezes provoca guerra.

A decisão do governo Nixon, em 1971, de acabar com a paridade ouro-dólar estabelecida em Breton Woods causou um espanto nas finanças mundiais, deixando a moeda norte-americana em baixa. Mas o acordo firmado em 1973 com a Arábia Saudita, de só exportar petróleo para pagamento em dólares, criou forte procura por essa moeda para pagamento das importações, o que foi ampliado com a alta do preço do petróleo, provocando aumento na criação de dólares pelo FED, ou seja, a liquidez foi engrossando até se manifestar num processo inflacionário que, a partir dos EUA, atingiu o mundo.

Para debelar o surto inflacionário, Paul Volcker assumiu o comando do FED e lascou taxa de juros a 21%, restabelecendo a valorização do dólar, repercutindo gravemente nos países devedores, inclusive o Brasil, cuja espiral inflacionária foi às nuvens, a ainda hoje o país arca com as consequências econômicas e sociais como o atraso e a precarização.

Trabalho é muito importante na vida. O Brasil reage dentro das possibilidades. Os empregos perderam qualidade; falta preparo para a mão de obra e as condições gerais do presente são resultados do futuro mal orientado no passado. O salário mais usual varia entre o equivalente a 250 e 550 dólares, como ocorre nos países atrasados. O Brasil vem decaindo há mais de 30 anos. O plano real dissimulou a crise que estava sendo gerada, adotando a política de valorizar o real para que os importados tivessem preço baixo, o que se constituiu numa grande ilusão que cegou a população.

E novamente o FED se vê diante da necessidade de elevar os juros para combater a inflação e fortalecer o dólar; no entanto, os devedores vão penar. Também não será fácil para países que atraem dólares via taxa de juros, pois a tendência será de fuga. Jerome Powell, diretor do FED, mantém o ritmo de alta dos juros aprovando mais 0,75% de aumento. O dólar forte é um lance desfavorável para a China pelo aumento do preço dos importados.

Os brasileiros da “pátria amada” são resilientes. Os shoppings mais populares estão recebendo bom público; o almoço passou a ser por quilo em vez de a la carte e o atacarejo, com produtos de preços menores, se transformou na opção para abastecer o lar, mas há outras importantes questões para serem solucionadas.

O bom preparo das novas gerações é essencial para o aprimoramento da humanidade. Foram cometidas muitas impropriedades. Os jovens eram motivados para formarem suas famílias, trabalhar e evoluir, buscando a compreensão do significado da vida, e conseguiam refletir de forma intuitiva em propósitos enobrecedores. Isso era uma vez; hoje estão desiludidos com a civilização do dinheiro, descrentes, desesperançados, desmotivados, sem saber o que fazer da vida. Ao longo das décadas, perderam o contato com a alma, que se tornou indolente enfraquecendo a força intuitiva, passando o comando ao intelecto altamente sujeito a influências externas. E isso é um fenômeno mundial.

Em vez de ficar se lamentando, cada indivíduo tem o sagrado dever de contribuir para a construção um mundo melhor. Para isso, tem de se esforçar para compreender as leis divinas da Criação. “Até agora, entretanto, o ser humano ainda não se empenhou direito em compreender a vontade de Deus, em encontrá-la; pelo contrário, tem anteposto sempre a vontade humana, exclusivamente! Vontade essa que se originou dele próprio, como corporificação dos desejos humanos e do instinto de autoconservação, o que está em desacordo com as automáticas vibrações ascendentes de todas as leis primordiais da Criação!” (Mensagem do Graal, Abdruschin, Uma Nova Lei).

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

NÃO ENTRE NO CAOS

Quando as pessoas agem com amor no coração, podemos perceber os efeitos da generosidade beneficiadora e isso é muito bom. O mundo precisa de pessoas assim para melhorar sempre. Quando as pessoas agem com astúcia, inveja e desconfiança poderemos ver a pequenez e maldade dessas almas, e se elas se conscientizam que sabemos disso, podem ficar perigosas, agredir, causar danos, mostrando a sua face real.
Desde o nascimento, os seres humanos têm um tempo limitado em sua encarnação. Relaxando os cuidados com o próprio corpo e modo de vida, esse tempo pode encurtar, mas não dá para alongar. O que é da terra, à terra será devolvido, mas a alma segue os caminhos que ela mesma traçou em vida.

As novas gerações estão sendo induzidas a olhar só para a sobrevivência e os prazeres. Como poderão ter uma visão para refletir sobre o significado da vida? Em meio ao cipoal dos acontecimentos torna-se imprescindível o movimento certo que nos possibilite enxergar o sentido na vida, para alimentar os pensamentos com a visão correta, pois tudo conspira contra, enfraquecendo a vontade que quer futuro melhor, mais humano.

A semente espiritual inconsciente tinha o impulso para se tornar consciente; para isso, teria de se afastar até o limite onde poderia atuar exercendo o seu querer, tomar contato com o ambiente, se fortalecer e retornar à casa como espírito forte e autoconsciente. Para isso, recebeu um corpo material e a possibilidade de várias encarnações, para através desse corpo emitir sua vontade, fazendo a ponte entre o mundo espiritual e o material através de seu livre arbítrio. Mas no mundo material se deixou atrair por vibrações baixas e com passar do tempo foi esquecendo e se afastando de sua origem, permitindo que a vontade mental prevalecesse sobre o querer do espírito, destruindo o canal por onde a energia espiritual flui para a matéria, enobrecendo-a.

O resto da história se revela nos caóticos dias atuais, nos quais há a sensação de que um impenetrável paredão de luz avança celeremente sobre a estruturação forjada pela vontade e sintonização erradas dos seres humanos, que agrilhoaram o espírito ao mundo material, exigindo prestação de contas sobre o que fizeram no tempo que lhes foi concedido para o seu aprimoramento.

Os seres humanos foram dotados de capacitações que permitiriam alcançar a consciência plena e o autoaprimoramento, construindo na Terra um paraíso de paz e felicidade. Em vez disso regrediram, sufocaram a essência espiritual, construíram e continuam construindo péssimo futuro, tendo como modelos, degenerados, corruptos, sádicos, traficantes e drogados. Forjaram o caos e a miséria. Não se preocupam mais com a possibilidade da morte espiritual.

Há séculos nos chegam informações que filósofos, religiosos e outros eruditos intelectivos, que sufocaram a intuição, buscaram a chave da evolução humana. Em geral, suas teorias são complicadas misturando fatos naturais com suas teorias empoladas sem naturalidade e clareza. Fuja do caos. A Mensagem do Graal põe um ponto final nessas questões, dando o esclarecimento certo que a intuição acolhe naturalmente. O futuro depende do bom preparo das novas gerações.

Com amor, o Criador concedeu aos seres humanos o planeta Terra como hospedagem temporária para o seu desenvolvimento. O orientador designado para auxiliar os seres humanos rebelou-se com arrogância contra o Amor Divino, e em oposição passou a influenciar os seres humanos de forma errada através do cérebro, visando manter inativo o espírito encarnado.

Os povos deveriam viver de forma autônoma, tendo como denominador as leis da Criação, mas em sua vaidade os homens quiseram impor a própria lei criada na oficina do cérebro sem a participação do espírito, e tudo tendeu à ruína, no confucionismo, no hinduísmo, no cristianismo, no islamismo, no comunismo. Agora, em meio ao caos, as elites dominantes querem uma nova ordem na qual as máquinas inteligentes controlariam tudo, impondo rígidas normas de vida aos seres humanos que não fortaleceram o próprio espírito, perdendo o discernimento e o bom senso intuitivo. Mas a reação das leis divinas da Criação, em sua automática atuação, trará a cada ser humano os frutos de suas ações voltadas para o bem, ou mal.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MENTORIA

Aprender com os acertos e vivências de outras pessoas.

Significado de Mentoria: substantivo feminino, ofício, trabalho ou cargo do mentor, daquele que aconselha; aconselhamento. Prática de ajudar ou de aconselhar uma pessoa menos experiente, durante um período. Sistema em que alguém mais experiente ou mais velho dá orientações e direcionamentos a alguém mais jovem e inexperiente.

Mentoria humana

Dentro do conceito de mentoria, percebe-se que os primeiros mentores das crianças são os próprios pais; no entanto é fundamental que busquemos o entendimento do porquê nascemos na Terra. O ser humano é a mais importante criatura, mas o alvo prioritário deve ser o de se tornar verdadeiro ser humano por sua capacitação de livre resolução, da qual assume plena responsabilidade tendo, obrigatoriamente, pela lei da reciprocidade de colher as consequências de suas ações.

Há pessoas que podem dar esclarecimentos, auxiliando aos que querem alcançar esse alvo. Não se trata de gurus, pois estes geralmente são procurados por pessoas com pouca força de vontade, baixo discernimento e pouca lucidez no raciocínio. O mentor pode prestar ajuda, porém sempre deve deixar claro que a resolução deve ser tomada pela própria pessoa, em função do querer próprio e em conformidade com a sua capacidade de julgar, pois cada indivíduo é um e cada situação tem os seus aspectos peculiares.

Mentoria pessoal e empresarial

Uma pessoa, ao se sentir insegura para desenvolver alguma atividade que queira, poderia consultar uma pessoa experiente nas questões que terá de enfrentar, mas é indispensável ouvir o eu interior e ter nítida percepção de seu querer e aplicar a sua poderosa força de vontade

Nas empresas de qualquer porte, de qualquer ramo, inclusive na administração pública, um procedimento que daria mais eficiência seria uma mentoria aplicada aos elementos-chave na definição de metas e gestão. Parte do trabalho deveria ser individual, realizado com cada profissional, e todos deveriam compartilhar com sua equipe o conhecimento adquirido, reunindo conjuntamente esses elementos para a criação de uma coesão em torno dos objetivos estabelecidos, com flexibilidade para introduzir mudanças sempre que a realidade o exigir. Na conclusão do processo é importante fazer uma reunião esclarecedora com todas as equipes visando alcançar os melhores resultados possíveis. A experiência é super válida, tanto para fortalecer os indivíduos, como para dar direção unificada às atividades, muitas vezes fragmentadas e dispersas por interesses particulares.

Conclusão

A mentoria, como todas as criações humanas, deveria estar alinhada num único propósito: o do aprimoramento da qualidade humana e da melhora das condições gerais de vida, não apenas com vontade mental, mas com a força do querer interior dos seres humanos.

TERRA, PLANETA MARAVILHOSO

O maravilhoso Planeta Terra, um raro planeta criado com ar, água e florestas, para acolher os seres humanos para que pudessem evoluir e dar a sua contribuição espiritual para beneficiá-lo, dando-lhe beleza de maneira continuada. Tudo é natureza enteálica; é dela que provém os materiais que formam o corpo humano. Mas os hóspedes sufocaram a naturalidade e estão destruindo a hospedeira Terra que os acolheu carinhosamente. Pouco se esforçaram para reconhecer e respeitar as leis naturais da Criação. O ar está empesteado de medo, ódio, inveja e cobiça, em vez de amor, consideração.

A energia renovadora do Criador desce para os seres humanos que estão combalidos com as lutas terrenas e pensamentos confusos, se estiverem sintonizados com sinceridade e humildade. Reconhecer a si mesmo. Parar de achar que o outro é o culpado. Bom momento para se desfazer dos erros. “Fazei a paz entre vós”. Conservai puro o foco dos pensamentos para alcançar a paz e a felicidade.

O destino é o resultado da atuação da Lei da Reciprocidade, que atua em consequência de nossos sentimentos intuitivos, pensamentos e ações. A força que perflui e vivifica tudo poderá acarretar o bem ou o mal conforme o querer, a livre resolução do ser humano, que pode ser beneficiadora ou destrutiva. O que o ser humano semeia, isso ele colherá!

O homem descobriu o intelecto e sufocou a intuição, a voz da consciência, única apta a contribuir para a visão correta. O cérebro entrou em desequilíbrio com a ênfase dada no desenvolvimento da parte frontal, mas a parte posterior, o cerebelo, não acompanhou. Ouvindo apenas o intelecto, o ser humano fica sujeito às manipulações externas, o que não aconteceria se contasse com a possibilidade natural de refletir intuitivamente. É preciso irradiar a alegria intuída para que o cérebro não irradie descontentamento.

A educação deveria dar segurança, mas as novas gerações estão se tornando inseguras e precoces. Falta-lhes o conceito de que tudo na vida requer equilíbrio, seja nas galáxias ou na economia, assim como no dar e receber. Tudo no universo depende do equilíbrio. O descontentamento torna-se revolta sempre que faltar o equilíbrio certo. O ser humano tem de ser grato e retribuir tudo que recebe. Compreender isso faz parte do bom preparo para a vida.

As complexas operações financeiras fogem da economia real. Não é à toa que esteja previsto aumento da pobreza no mundo. Inflação, juros, commodities, tudo vai apertando na direção de custar mais. Até parece conspiração. Atualmente há um desequilíbrio geral. Eclodiu a guerra comercial, recomendando a compra de produtos nacionais, proteger, tributar e retaliar.

Há no ocidente uma tendência para o aumento da presença do Estado, mas no capitalismo de Estado, com decisões centralizadas, não ocorre pressão do legislativo ou judiciário. A China tem superávit comercial, os outros têm de emitir, se endividar, ou vender ativos. Mais à frente haverá disputa pelo controle da moeda padrão mundial. Isso tudo vai interferir na liberdade democrática e na qualidade humana dos terráqueos.

A Luz da Verdade veio para a Terra, mas foi recebida com escárnio. Instalou-se a Segunda Grande Guerra Mundial, com milhões de mortes e miséria. Passada a guerra, houve para a humanidade um período de graça para que se buscasse sinceramente o significado da vida e viver de acordo com as leis do Criador. Na proximidade dos anos 1980 fechou-se essa abertura sem que a massa tivesse ousado despertar da indolência do pão e circo. No palco do juízo final, a humanidade permanece vivendo na indolência, alheia à agenda regida pelas leis da Criação que estão cobrando cada ação dos seres humanos com rigor incorruptível.

As leis universais da Criação são eternas e de ampla abrangência, na Terra e fora dela, e podem ser observadas na física, na química, na biologia. Todos os inventos e descobertas refletem a uniformidade dessas leis de suma importância para pesquisadores e inventores. O ser humano desrespeitou as leis naturais da Criação, caminhou pelas trevas, mas agora tem de achar o caminho de volta para a Luz e a Verdade, pondo em prática o reconhecimento e a estreita cooperação com as leis da Criação, construindo e beneficiando tudo para alcançar o bem geral e evoluir em paz e alegria.

O fundamental é que os indivíduos sejam fortes e bem-preparados para a vida, querendo praticar somente o bem, mediante o uso das faculdades que o Criador lhes concedeu; dessa forma, tudo caminhará no bom sentido. Sabedoria e Alegria! Vídeos especiais, deem uma olhada. https://www.youtube.com/channel/UCLwq5LwUg96KJ5rxVnt_Cdw/videos

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br

LEIS DA NATUREZA E PROGRESSO

Enquanto Reagan e Thatcher se aborreciam com as gestões corruptas dos Estados-nação impondo o neoliberalismo e fortalecendo as finanças, Deng Xiaoping caminhava na direção de formar uma economia empresarial forte gerida pelo Estado, apta a obter superávit na balança comercial. E deu no que deu: os Estados-nação se endividaram, reduziram a produção fabril, descuidaram da educação, perderam terreno na tecnologia. Como encarar essa luta competitiva sem que haja declínio? E se o FED comprasse as ações das empresas significativas para administrá-las de forma centralizada como faz a China?

O que acontece quando um país geoeconomicamente bem-dotado sofre um processo interno de luta pelo poder? É o caso da Síria. O conflito interno atraiu a atenção e interesses de outros países, mas a situação só tem piorado, pois a população está à mercê dos combates e de toda situação traumática provocada pela guerra que já dura dez anos, sem que haja um vislumbre de solução. Os de fora que têm interesses, insuflam a guerra, visando atender aos seus objetivos, e o país vai se desintegrando.

Outra questão relevante refere-se à vacina. É algo que atua segundo as leis da natureza e que o ser humano descobriu de forma meio precária porque desconhece a amplitude dessas leis e a sua intuição está semimorta. São produtos capazes de estimular nosso sistema imunológico e garantir a imunização contra alguma doença. São produzidas com base no agente causador da doença, que estará inativado, atenuado ou presente apenas em fragmentos. Deveria ser algo para ser utilizado a bem da humanidade e com certeza deveria premiar os esforços pela descoberta, remunerar os custos de fabricação e oferecer ganhos. Mas o que fazem os seres humanos com algo que não lhes pertence, que não inventaram, apenas acharam o caminho primeiro e tiram a patente, e não permitem que outros possam produzir, mas estipulam que não serão responsáveis por efeitos colaterais?

Enfim, uma questão complexa que envolve a vida e a crise sanitária, que exige a busca de soluções especiais. A natureza faz parte da obra do grande Criador, por isso ela contém a perfeição em seu funcionamento que a tudo abrange, a qual cabe ao ser humano reconhecer e se adaptar para obter o melhor proveito e progresso em paz e alegria.

A humanidade tem vivido de forma egoísta e desprezando as leis da natureza, fazendo tudo errado por ignorância e por cobiça, provocando consequências desastrosas. O que seria da humanidade se a natureza dissesse: eu criei a água e o ar para o bem geral, não para ser poluída, e todos terão de pagar para beber água pura da fonte e respirar o ar que necessitam para viver. Sem se orientar para o bem, a humanidade está atrasada, só conseguiu usar a energia atômica para a destruição, assim como consegue produzir armas químicas ou biológicas, mas não consegue escapar do dia em que sua alma tem de abandonar o corpo.

Muitas pessoas querem mandar, mas quem pode mandar no Brasil? Quem deveria mandar? Na China manda o PC e seu presidente. Nos EUA, Trump mandava pouco, mas não sabia. A humanidade se encontra diante da grande colheita de todas as suas ações determinada pelas leis naturais da Criação. Quem é responsável pelo vírus que num piscar de olhos se espalhou pela Terra? Quem é responsável pelo mal que atinge o Brasil? Quem percebeu o drama da corrupção na Saúde da qual pouco se fala?

A humanidade continua desatenta ao mundo real. No século 16, Galileu Galilei, astrônomo, foi indiciado pela inquisição e teve de renegar verdades naturais pelas quais se orientava. Giordano Bruno, astrônomo e padre dominicano, não renegou fatos naturais, pois as leis naturais da Criação são universais, e para os corpos terrenos a lei é uma só, a qual também Jesus, o Filho de Deus, teve de se submeter.

O ser humano desrespeitou as leis naturais da Criação e não está achando o caminho de volta. Se quisermos um mundo melhor, em continuado progresso, se faz necessário acabar com essa luta por riqueza, poder e dominação travada pelos poderosos sobre a grande massa, e pôr em prática a estreita cooperação com as leis naturais para alcançar o bem geral.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br