Posts

A DECADÊNCIA DA CIVILIZAÇÃO DEMOCRÁTICA

O que mais afeta as democracias é que elas não estão proporcionando os frutos esperados pela população. Mesmo países que tinham conquistado altos níveis na educação e saúde, com setor privado diversificado, estão sendo submetidos à tendência de precarização geral e consequente aumento de insatisfação, abrindo espaço ao autoritarismo como alternativa de populações desesperançadas e jovens sem ocupação. As democracias permitiram a displicência da classe política e a liberdade está ameaçada.

No Brasil, prefeitos e governantes precisam saber que há auditoria séria sobre os gastos do dinheiro público. E lá foram os prefeitos ceder as praças para orgias desenfreadas no carnaval de rua, sem oferecer estrutura nem quantidade suficiente de sanitários. As garotas iam nas praças e se abaixavam para esvaziar a bexiga, depois voltavam para a festa das ruas.

Com tantas coisas por fazer, falta imaginação a esses prefeitos e governadores para encontrar atividades remuneradas para esses jovens temerosos do futuro, os quais têm de alcançar melhor aproveitamento das instalações das escolas e de professores colocados à sua disposição.

Nas repúblicas tudo ficou tão contaminado pelas articulações que os globalistas querem mudanças no jeito de administrar os estados. Diz-se que o anormal é quando não há corrupção nos gastos e investimentos públicos. Há muitos interesses. Quando a situação aperta, as elites no poder tentam uma união para algum propósito, mas falta uma união sincera visando a melhora das condições gerais de vida no Planeta Terra.

Incêndio na Catedral de Notre-Dame, seria mais um golpe do destino? Ou o quê? Conseguiremos conhecer as causas desse acontecimento dramático no coração da Europa? O ano de 2019 tem sido denso na ocorrência de eventos fora da rotina. Os problemas se avolumam pelo mundo. Governantes, empresários e população devem acalmar os ânimos e buscar soluções com serenidade.

O poder caminha ao lado do dinheiro e este se aninha nas entranhas dos BCs e junto a quem os comandam. Há atividade de produção, emprego e consumo, mas também há as operações especulativas, jogos de apostas e oportunidades de ganhos sem que se produza um alfinete. Mesmo que os governantes parassem de gastar o que não tem, criando dinheiro ou tomando empréstimos, o dinheiro vai crescendo separadamente da economia real ao ser criado pelos BCs ou por bancos privados através do crédito que muitas vezes não é destinado à produção de bens, e fatalmente se depreciará. Já se fala na necessidade de reformas do sistema capitalista.

O comportamento se mecaniza. As pessoas têm de se movimentar para não perder a individualidade e o raciocínio lúcido. A humanidade se acomodou afastando-se do significado da vida e vai perdendo o sentido. As teorias economias continuam as mesmas, os tempos mudaram. Em muitos países a desindustrialização está acarretando redução de produção e mudanças na estrutura de empregos e salários. Há total descoordenação das atividades humanas. A natureza ofereceu os recursos, mas os controladores do dinheiro se sobrepuseram.

O mundo tem de encontrar uma forma de equilibrar a crescente desigualdade na distribuição da renda. De que vale ao país ser rico em recursos naturais, mas ostentar grande miséria geral? A desigualdade e precarização global tem a ver com a partilha das riquezas naturais, que exploradas de forma imediatista deixam um rastro de destruição, mas face à conivência governamental a maior parte geralmente fica lá fora beneficiando outros.

O Brasil ficou cheio de dívidas, do poder público, de empresas e pessoas. Os números de fevereiro confirmaram que a paradeira na economia está forte, a agravada com a crise global. Com a herança da dívida, o governo está amarrado, e não se sabe como aumentar a produção e empregos. No governo Dilma, ocorreu elevado carregamento de juros e perdas em swap cambial. É preciso encontrar os meios adequados para reverter essa recessão.

Há algo sinistro na civilização humana. Todas as criaturas são vivificadas pela energia do Criador, mas os homens agem egoisticamente como se não fossem seres humanos. Muitas coisas no relacionamento humano poderiam ser bem diferentes. A época é difícil porque de todos os lados surgem informações negativas, alarmistas. Falta transparência; névoas escuras de interesses se antepõem à verdade. Há muitas coisas confusas sem explicação. Faltam propósitos enobrecedores, a generosidade e a bondade espiritual.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

CHARLATÕES E O ATRASO

Ao entrarmos no ano de 2019 ressurge a pergunta: o que quererem os seres humanos que receberam a Criação para se desenvolverem? As aspirações estão rasteiras. Tudo está muito abaixo do nível que se poderia esperar de nosso potencial. As pessoas se deixaram rebaixar, as novas gerações foram mantidas nesse patamar baixo. E agora? Deveriam estar sendo despertadas para construir um futuro melhor, em equilíbrio entre dar e receber.

Charlatões é o que não falta no mundo, mais ainda no Brasil. A charla é a fala que agrada aos ouvidos dos incautos. O charlatanismo é a exploração da credulidade pública. Se as atividades em geral não estivessem contaminadas pelo charlatanismo, o mundo seria outro; as grandes crises dos anos 1930 e 2008 não teriam ocorrido, nem as guerras mundiais. Há vários estudos sobre as terapias econômicas empregadas para debelar a crise dos anos 1930; no entanto, pouco se ouve falar sobre a busca das causas que provocaram o declínio que rompeu tradições seculares, incluindo o comportamento ético e moral que passou a ser avaliado pela utilização do tempo e resultado financeiro.

No Brasil, as commodities são importantes, mas ficar eternamente pendurado a elas não deu bom resultado para o todo. Precisamos de solução para a estagnação econômica que avançou pelas demais atividades fora as commodities sempre sujeitas à instabilidade, apesar de que a produção de alimentos poderá sofrer comprometimentos climáticos e se tornar estratégica. Fala-se que para debelar a crise econômica a solução é produzir bens para exportar.

A China criou a via do Estado Capitalista, com governo forte, que suprime a liberdade e a individualidade, onde o ser humano é tratado como robô; substituiu a ideologia pelo acúmulo de reserva em dólares, subverteu a teoria econômica estabelecendo preços abaixo do possível nas estruturas de produção do capitalismo de livre mercado; isso está promovendo precarização geral com alguma melhora para a população espremida pelo regime comunista. No que isso vai dar não se sabe, mas já há guerra comercial. Além disso, há um conjunto de fatores que incluem a displicência de muitos governos cujo objetivo prioritário era vencer a próxima eleição.

A reserva cambial do Brasil cresceu em reais, mas a dívida pública também. O aumento do passivo pela capitalização de juros superou o ganho contábil com a depreciação do real. O lamentável foi ter permitido que a dívida tivesse crescido tanto a ponto de travar tudo ao lado do processo de desindustrialização que se instalou com a valorização do real desde o final dos anos 1990, inviabilizando as exportações de bens manufaturados.

Com o declínio nas oportunidades de trabalho e na renda o consumo cai. O açambarcamento dos recursos da natureza e o aumento da capacidade produtiva instalada têm acarretado problemas pelo mundo, desequilibrando a economia. O capitalismo de livre mercado vem sendo absorvido pelo capitalismo de estado. Há muita capacidade ociosa e desemprego pelo mundo. Cada povo tem de se voltar para a melhoria interna, criando oportunidades de trabalho, recebendo a adequada compensação e aproveitando as horas de lazer de forma construtiva.

No Brasil, o regime escravocrata permaneceu por longo tempo. Após a abolição em 1888 não houve uma pronta mudança de mentalidade. Getúlio Vargas, sensibilizado, introduziu a legislação paternalista da CLT que ao longo do tempo provocou várias distorções. Com a globalização, a produção de bens migrou para outras regiões mais flexíveis, desarranjando tudo, gerando conflitos comerciais, desindustrialização e perda de empregos. Mas o necessário ajuste da CLT não será suficiente para a reativação da economia. O capitalismo de livre mercado não está conseguindo diversificar a produção além das commodities.

O que vai ser possível arrumar na economia desarranjada? Os gastos estúpidos e a roubalheira? Em cinco anos foram capitalizados dois trilhões de reais na dívida, e nada melhorou no país: educação, estradas, saúde. Certamente, com seriedade, vamos parar de piorar e com o tempo teremos melhoras, mas é preciso equilibrar as contas internas e externas e dar trabalho para a população obter renda e consumir. Para alcançar o futuro promissor, o Brasil tem de banir as mazelas da falta de caráter e patriotismo, dar bom preparo aos jovens motivando-os para a sadia construção do país.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O QUE SERÁ 2019?

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

A desordem econômica é mundial. Bolsas valorizam, consumo cai. O Brasil exporta minério de ferro e importa aço. Como vão ficar os países que perderam o rumo no desenvolvimento pleno pela falta de estadistas sábios? A indústria no Brasil não logrou alcançar economia de escala essencial para o aumento da produtividade e redução de custo; afora isso, após os anos 1980 não resistiu à concorrência com os importados e já dá sinais de esgotamento.

Os responsáveis pela gestão econômica e monetária não quiseram aprender a lição sofrida da crise da dívida e continuaram gerindo o país como piratas. Com a entrada da oposição em 2002 no comando do governo, as engrenagens emperraram cada vez mais. Atualmente a dívida continua aumentando, a gasolina também e a nota do país foi rebaixada. O que será de 2019?

A regra de ouro das contas públicas estabelece que a União não pode se endividar para pagar gastos correntes, mas apenas fazer despesas com investimento e refinanciamento da dívida. É preciso entender que a atual situação caótica do país foi causada pela indolência de todos que se deixaram engodar pelos palradores e se acomodaram às benesses. Pintaram e bordaram enquanto puderam com carnaval, televisão, futebol e ganhos. Quem ainda se lembra quanto custaram os estádios da copa? Só com bom preparo para a vida e anseio de construir um Brasil melhor poderá haver algum progresso.

Uma tarefa prioritária de nosso existir é a busca por esclarecimentos sobre a finalidade da existência, e se isso não for feito desde cedo, a fase da velhice deve ser aproveitada para esse propósito com toda a energia. Uma explicação da Vontade Divina é a interpretação do funcionamento da sua Criação e suas leis, sem isso falta a base para o real saber.

Os sistemas criados pelos homens deveriam atender as necessidades humanas com liberdade e seriedade, gerando ganhos. Mas acabaram se voltando para gerar lucros e poder, deixando as necessidades humanas a cargo dos incompetentes Estados e seus perdulários estadistas, e assim as crises se tornaram inevitáveis. Neste país abandonado, de escassez de homens de bem, a maior parte da classe política só quer levar vantagens. Estamos no ponto de viragem enfrentando as consequências de todos os erros.

Os franceses também reclamam da falta de empregos. A economia global ficou desequilibrada. De um lado consolidou-se o “financeirismo” e de outro surgiu um processo que foi concentrando a indústria na Ásia. Quem precisa de dólares tem de pagar juros, que elevados, valorizam o câmbio. Pode-se perceber nisso a interferência do princípio do moderno mercantilismo que visa o acúmulo de dinheiro forte. Como restabelecer a simetria, pergunta o presidente da França Emmanuel Macron. Qual a tendência futura? Sem um consenso geral, os esforços para fortalecer o nacionalismo econômico tenderão ao acirramento das relações comerciais. O sistema atual tem provocado desemprego e queda no PIB e na arrecadação, desorganizando ainda mais a precária situação, acarretando aumento da dívida para que os Estados possam atender seus encargos.

No século passado, ainda havia um grupo de especialistas que examinavam os problemas do mundo e propunham soluções visando melhor futuro. Com a expansão do apagão mental e declínio da cultura, coube aos políticos tomar decisões ao sabor do imediatismo e dos interesses dominantes, criando-se um aglomerado de ações inadequadas ao progresso real.

Clóvis Rossi, jornalista e colunista do jornal Folha de São Paulo, classificou Oprah Winfrey e Luciano Huck como os novos profetas da autoajuda que se insinuam como prováveis campeões de votos. Vale lembrar o texto da Bíblia que diz: “naqueles tempos surgirão muitos profetas. Cuidado com os falsos profetas, bons de conversa. Vocês os reconhecerão por seus frutos.”

O mundo adentra na grande crise da transformação que se apresenta sob múltiplas faces, mas na verdade se trata da grande crise da humanidade que, em sua extensão, mostra o grande atraso gerando um mundo hostil onde deveria existir apenas paz, progresso e alegria. O ano de 2019 dará continuidade à ebulição em andamento, influenciada pelas decisões do presente ano. Se forem movidas pela cobiça de poder, o que poderemos esperar senão o agravamento geral? Esperemos que haja um mínimo de sabedoria e desprendimento.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O FUTURO DA DÍVIDA E DO PAÍS

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

Nos países superpovoados, o que é humano vai perdendo valor. Não é certo que se pague salário quando não se produz nada, mas a produção de riqueza deveria ser distribuída com equilíbrio. Tudo se agrava com os encargos criados pelos governos para sustentar gastança e juros. Os seres humanos são desiguais entre si, mas todos têm a capacitação de se autoaprimorar ou se degradar, pois a livre resolução é inerente. O mundo necessita de pessoas capacitadas para encontrar soluções inovadoras para problemas complexos, isto é, pessoas que tenham a capacidade intuitiva em funcionamento, pois só ela possibilita a visão ampla, como se fosse em terceira dimensão.

A Internet e as redes sociais, como o Facebook, estão oferecendo novas e especiais oportunidades a todos os povos que podem ser bem aproveitadas. O que todos necessitam é ter a chance de se preparar para trabalhar de forma eficiente, e ter uma vida condigna, para que, com isso, se possa assegurar equidade na distribuição da riqueza ofertada pela natureza que acabou ficando concentrada em poucas mãos.

O Brasil precisa encontrar o seu rumo e dar oportunidades para a sua população; enquanto isso não for feito, as portas vão se abrindo para o populismo que se utiliza de todos os meios, quer galgar o poder e suas benesses, desfrutar da gorda arrecadação, dos empréstimos, das estatais, canalizando tudo para as contas pessoais para fazer frente às grandes corporações que ganham o que querem. No meio permanece a população sempre levando a pior.

A irresponsabilidade no trato do dinheiro público vai desequilibrando tudo. Quanto estão devendo Estados e prefeituras? Vendem o imposto adiantado, como vão pagar as contas? Assumir dívida com juros de R$ 540 bilhões no ano de 2016, somando com o previsto para 2017 chegaremos a R$ 1 trilhão em dois anos, não é uma coisa que vai além da imaginação? Enquanto a colossal dívida dos Estados Unidos de US$ 18 trilhões, a juros de 1% acarretaria um acréscimo de US$ 180 bilhões, o Brasil com dívida equivalente a US$ 1 trilhão (dólar a R$3,50) gerou encargo da ordem de U$ 155 bilhões. É fato que o Brasil não emite dólares, mas isso não justifica essa enorme disparidade.

No Brasil, a cotação do dólar é muito volátil: em janeiro de 2015 foi de R$2,50; em setembro de 2016, R$ 4,10; e em fevereiro de 2017 ficou em R$3,06. Qual é o efeito sobre a indústria, exportações e inflação? Além dos juros, a flutuação do real também é fator de entrada dos especulativos: entra na cotação alta para sair na valorização, levando muito mais dólares? Enfim, o que se observa é a grande desordem monetária e cambial global.

O jogo do dinheiro ainda poderá criar um pânico mundial com a dança das moedas que se desvalorizam correndo para as que se valorizam. Trata-se de um volume monumental que nada tem a ver com a produção e comércio de bens; é mero jogo financeiro de fuga de um lugar para outro, um dinheiro que vai e vem como enxame nesse mundo que abriu as portas para a livre circulação monetária, seja para investimento e produção ou pura especulação. Se houver perda de estabilidade das moedas, a qualquer momento poderemos ter a nova corrida do ouro causando pânico geral nos mercados.

Mais juros diminui a inflação, ou o contrário? Num país como o Brasil que gasta mais do que arrecada, que tem um ralo de dimensões gigantescas na corrupção, que não consegue equilibrar as contas internas nem as externas, que vai aumentando a dívida, os juros são uma parte ofensiva, e o grande nó é o crescimento da dívida, que com juros compostos elevados logo vai além do PIB. O problema, como já se tem dito, é o gasto descontrolado, a falta de atender ao que é prioritário. Então o que fazer para fortalecer o país para gerar empregos, estabilidade, crescimento compatível com as necessidades humanas, além do controle das contas? Soluções precisam ser encontradas. Que debatam os entendidos.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7