REENCARNAÇÃO E AS LEIS DA CRIAÇÃO

É óbvio que a reencarnação existe desde que os primeiros seres humanos se encarnaram na Terra. A semente espiritual inconsciente tinha o impulso para se tornar consciente; para isso era necessário um solo adequado. No “Faça-se a Luz” surgiu a Criação, a Terra a primeira estrela para abrigar os seres humanos.

O espírito humano encontrou pronto um corpo de origem animal que deu, enfim, o ensejo ao nascimento na Terra, da espécie espiritual que precisava de um campo distante de sua origem para o seu pleno desenvolvimento e fortalecimento, para adquirir a consciência e a autoconsciência, para poder reingressar à sua origem, tudo seguindo rigorosamente o funcionamento das leis universais da Criação. Esse saber era amplamente conhecido pelos Sábios da Suméria e perdurou em sua clareza até a época da construção da Grande Pirâmide do Egito. Posteriormente, foi recebendo influências no sentido de encobrir a verdade simples e natural.

Cada vida terrena representa uma fase de desenvolvimento e transformação. Do passado remoto não restaram informações claras e completas, que naquela época eram transmitidas de geração em geração através do boca a boca.

Tradições antigas

Hinduísmo: ciclo do samsara (nascimento, morte e renascimento) regido pelo karma. Derivado da tradição védica, que afirma que a vida terrena é apenas um elo de um longo processo de aprendizado e purificação. O objetivo não é “morrer bem”, mas viver de forma que a próxima existência (ou a libertação final) reflita um amadurecimento da alma. (Surgiu cerca de 1500 a.C., embora a tradição oral seja muito mais antiga).

Budismo: a reencarnação ocorre de forma contínua até a pessoa alcançar a iluminação (Nirvana). Surgiu mais ou menos em torno da metade do 1º milênio a.C., notadamente nas primeiras escolas indianas: Upanishads, Jainismo, Budismo, surgiu a palavra reencarnação expressando a volta do espírito a um novo corpo terreno. ([1] Wikipedia).

Na visão védica, a alma (atman) é eterna e percorre um ciclo de nascimentos e mortes (saṃsara), guiada pela lei de causa e efeito (karma). Cada vida oferece oportunidade de aprendizado e purificação, e o objetivo final é alcançar moksha, a libertação desse ciclo, unindo-se ao princípio supremo (Brahman). Essa jornada não é castigo, mas um processo natural de evolução espiritual, onde cada ação é uma semente que germinará nesta ou em outras existências.

“Viver não é atender, como os animais ou plantas, somente às necessidades naturais. Viver é mover-se, movimentar-se, mostrar que estamos vivos. Viver é aproveitar ao máximo todos os momentos, seja no trabalho, seja na meditação. Esse modo de viver, sim, é que nos tira da rotina e nos prepara para um verdadeiro viver no Além, quando chegar a hora oportuna, a nossa hora de partir daqui.” ([14] Buddha, graal).

Importante ressaltar que o karma é a lei natural da reciprocidade ou de causa e efeito segundo a qual cada ação, palavra ou pensamento gera consequências inevitáveis que se ligam à alma, acompanhando-a para vidas futuras, onde surgirão as oportunidades de corrigir erros, cumprir resgates e amadurecer espiritualmente.

Na Grécia antiga, filósofos como Pitágoras e Platão também propuseram conceitos semelhantes de pré-existência da alma e ciclos de renascimento ([2] E-Pubs), ([3] Wikipedia).

Os povos germânicos e nórdicos, antes da cristianização, tinham memórias de renascimentos; por exemplo, nos versos da Edda e registros sobre os Teutões ([4] Wikipedia).

A adolescência sempre foi marcada pela melancolia dos jovens que percebem a dor do mundo sem compreendê-la, sem encontrar alguém que explique claramente as causas e consequências, o significado e a finalidade da vida. A maioria passava por essa fase que, entre farras e bebedeiras, era logo esquecida. Mas atualmente nem isso. Em sua depressão, os jovens não se conscientizam que a adolescência é a importante fase da passagem da criança para o ser adulto, para que se esforcem para entender a vida e as leis que a regem de forma a se tornarem verdadeiros seres humanos autoconscientes, dotados de discernimento e bom senso, para sempre se esforçarem para compreender o funcionamento das leis universais da Criação e evoluir.

O ser humano é espírito. A semente espiritual encarna na Terra para se fortalecer, desenvolver, evoluir, enfim, se tornar o verdadeiro ser humano. Mas em muitas situações se mostra desumano por não ter promovido a manifestação do espírito.

Os seres humanos se encarnaram na Terra para fortalecer e desenvolver a autoconsciência do espírito, mas se desconectaram da própria alma.

A essência do ser humano é espírito que se manifesta pela voz interior ou eu interior e a intuição. O intelecto está embutido na massa cerebral capacitada a raciocinar logicamente, mas sempre restrito ao tempo-espaço. Ao longo do tempo, o eu interior foi sendo calado, enquanto o intelecto ia crescendo, se tornando dominador, ou seja, o ser humano foi se afastando de sua essência, de sua alma, e isso o restringe ao corpo terreno temporário e perecível. Ao se afastar da Luz, a consequência é que o espírito deixa de contribuir, ficando o ser humano restrito ao materialismo, em nível inferior ao qual deveria estar e evoluir sempre. Em meio a aridez reinante é muito bom ver pessoas falando da necessidade da reconexão com o próprio espírito.

Milênios foram perdidos sem proveito para a real finalidade da encarnação. As pessoas não se esforçaram para reconhecer e respeitar as leis da Criação, a vontade do Criador. Se não ansiarem pela Luz da Verdade, esforçando-se para encontrá-la, serão arrastados para a destruição de sua identidade, junto com tudo que se afastou da Luz.

“A vida atual, com todos os sucessos e derrotas, ligações de amor e de ódio, anseios e frustrações, nada mais é do que o reflexo de vidas passadas, pois tudo tem efeito recíproco, refluindo, inevitavelmente, ao ponto de partida. Aprofundando-se no tema, o ser humano descobrirá que, com a atuação presente, pode corrigir eventuais falhas do passado, forjando um futuro melhor.” (Roselis von Sass, livro Fios do Destino determinam a vida humana).

Primeiros desafios e rejeição no cristianismo

Na época de Jesus, a ideia da reencarnação sobrevivia vagamente entre os discípulos e nas pequenas aldeias afastadas. Jesus encontrou a humanidade extremamente enrijecida e não pôde falar tudo que queria:

(João 16:12) “Eu ainda tenho muitas verdades que desejo vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. 13: Mas quando vier aquele, o Espírito da Verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos revelará tudo o que há de vir.”

Muitos fundadores da Igreja dos séculos II a IV rejeitaram explicitamente a reencarnação, como, por exemplo, Justin Martyr, Irenaeus, Tertullian e Jerome, alegando incompatibilidade com a ressurreição corporal e a redenção única em Cristo ([5] comparativereligion.com). O conceito de ressureição era então confundido com o renascimento em outro corpo.

Embora Orígenes, do século III, tenha especulado sobre pré-existência da alma, ele não ensinava reencarnação como se entende hoje, e sua posição acabou sendo condenada mais tarde ([6] reddit.com).

Teorias das Religiões

No cristianismo primitivo, alguns grupos gnósticos e correntes místicas aceitavam ideias próximas à reencarnação. Mas, a partir dos séculos IV e V, com a consolidação da Igreja como instituição de amplitude global, essa doutrina foi sendo rejeitada. O II Concílio de Constantinopla (553 d.C.) teria condenado certas ideias associadas à “pré-existência da alma” (relacionadas a Orígenes), cortando o vínculo com qualquer noção de reencarnação.

A decisão dogmática, o impulso decisivo em 553 d.C.

No Segundo Concílio de Constantinopla (553 d.C.), a reencarnação foi abolida, condenando formalmente quem defendesse a preexistência da alma, como Orígenes e suas ideias, tornando essa posição herética ([7] reddit.com).

O imperador Justiniano I, e possivelmente a imperatriz Theodora, tiveram papel decisivo no encerramento do debate e na supressão dessas ideias na teologia oficial da Igreja ([8] platonicsurrealism.com), ([9] reincarnationresearch.com).

A salvação passou a ser vista como algo que ocorre numa só única vida, reforçando a urgência de aderir à fé correta.

No judaísmo, ideias de reencarnação (como a gilgul cabalística) ficaram restritas a tradições místicas e esotéricas, não sendo aceitas no judaísmo rabínico oficial.

No islã, o Alcorão não apoia a reencarnação; a doutrina majoritária defende um único julgamento após a morte. Movimentos sufis (místicos) preservaram conceitos semelhantes, mas discretamente.

Algumas correntes místicas ou heréticas sobreviveram secretamente, como os gnósticos, carpocracianos, valentinians, e grupos da Cabala judaica como o gilgul ([3] e [11] Wikipedia), ([10] interfaith.org).

No mundo islâmico, a reencarnação não é aceita na doutrina oficial, mas persistiu entre os sufis e os druze, que ainda hoje a defendem ativamente ([11] e [12] Wikipedia).

Influência política

Unificar doutrina ajudava a manter coesão social e controle. Uma crença na reencarnação dá tempo e espaço para a evolução moral, enquanto que a crença em juízo único, após a morte, cria mais urgência e obediência imediata às normas religiosas e às leis dos homens.

Em impérios e reinos cristianizados, era mais fácil governar quando a teologia reforçava que a salvação dependia da Igreja nesta vida.

Influência cultural

Povos ocidentais passaram a associar progresso e sucesso à vida presente, deixando de lado visões cíclicas. A filosofia greco-romana dominante acabou se inclinando mais ao racionalismo materialista ou a formas de espiritualidade que não incluíam a reencarnação.

O ser humano é espírito; por natureza isso deveria colocá-lo na senda do bem, subordinando o cérebro a isso; mas ele tem em si a liberdade de escolha, sempre está escolhendo algo, de forma consciente ou não. O pensar cerebral pode ser manipulado de fora; a intuição espiritual, não. Como o cérebro tem sobrepujado o espírito, pode em sua liberdade de escolha, optar pelo mal, mas será responsabilizado e colherá as consequências nesta ou em outra vida.

Diante da cobiça dos homens por riqueza e poder, a espiritualidade foi marginalizada, tratada como superstição ou escapismo, em vez de ser o centro da existência. Temos que cuidar da saúde, que impõe várias necessidades, como alimentação, moradia, prazeres, etc., mas o ser humano não nasceu só para isso. A questão dos propósitos requer amplitude. O modernismo tem afastado a humanidade de sua finalidade principal.

A falta de metas adequadas à espécie humana gerou a civilização áspera na qual estamos, o labirinto. A Saída do Labirinto dos erros e falsos conceitos requer humildade e reconexão com as Leis da Criação. Uma nova civilização depende dos propósitos e metas que forem definidos. Sem as metas condizentes com a natureza espiritual da espécie humana, a civilização se tornou áspera, desequilibrada e alienada de seu propósito maior.

Se os seres humanos tivessem rechaçado de forma veemente o princípio errado lançado pelo inimigo da Luz, o anticristo, para destruir o espírito humano, tudo teria sido diferente e teriam cumprido a sua tarefa na Terra.

Supressão e esquecimento

Textos antigos favoráveis à reencarnação foram abandonados ou reinterpretados. Estudos de natureza espiritual, ligados ao reconhecimento de que o ser humano reencarna várias vezes, foram marginalizadas ou associadas à superstição. Na Idade Média europeia, qualquer ensino não alinhado ao dogma oficial era perseguido como heresia. À medida que novas reencarnações iam surgindo, mais o ser humano ia se afastando da realidade espiritual.

Persistência subterrânea

Apesar disso, a ideia nunca desapareceu totalmente. Nas Américas, povos indígenas preservaram crenças em renascimentos e espíritos que retornam à tribo. No misticismo europeu, alquimistas e ocultistas mantiveram ensinamentos reencarnacionistas. No Oriente, o conceito se manteve vivo nas religiões indianas e no budismo, influenciando o Ocidente novamente a partir do século XIX. A vida continua após o desenlace da alma. A reencarnação do ser humano é coisa séria; são coisas com as quais não se deve brincar nem fazer disso circo para diversão.

Memória de vidas passadas

De forma coerente, em várias tradições espirituais, há o conceito de que os espíritos reencarnados na matéria grosseira não devem se lembrar conscientemente de quem foram em vidas passadas para, dessa forma, poderem tomar decisões livres de influências do passado.

A lembrança seria revelada apenas se e quando fosse útil ao desenvolvimento atual. Isso evita distrações e o apego a papéis passados, o viver inerte nas lembranças do que já passou. Assim como um estudante não precisa rever todas as anotações do ano anterior para aprender no ano seguinte, o espírito prossegue a lição no ponto em que parou.

Viver e vivenciar o presente com propósito. Ter foco no momento presente. Aproveitar a encarnação para o progresso espiritual e moral. Como esclarece a Mensagem do Graal, de Abdruschin, buscar a Verdade e ajustar-se às leis da Criação é dever do ser humano. ([14] graal.org.br).

A finalidade da vida é reconhecer e ajustar-se às leis espirituais que regem a Criação — como causa e efeito, semeadura e colheita, afinidade, aproveitando o tempo precioso de forma construtiva para evoluir e adquirir a autoconsciência, cultivar clareza interior, agir com retidão e contribuir para o embelezamento e melhores condições gerais de vida, unindo o Céu e a Terra, o Aquém, onde estamos, e o Além, a matéria fina da Criação.

Se as pessoas em geral tivessem esse saber natural, muita angústia e medo se dissipariam, e com certeza viveriam de forma mais tranquila e proveitosa. Falta um esforço nesse sentido, ou seja, encarar a vida com mais serenidade, sabendo que a morte não é o fim, mas uma etapa de continuidade. Valorizar mais o presente, porque compreenderiam que cada experiência é oportunidade única no processo evolutivo. Assumir mais responsabilidade moral, entendendo que tudo o que semeiam retorna inevitavelmente pela lei de causa e efeito.

Cada ser humano renasce no ambiente que preparou para si em vidas passadas. O desafio é que vivemos num tempo em que o imediatismo, o materialismo e a distração constante abafam a intuição e o interesse por reflexões profundas. É preciso um esforço consciente, tanto individual, cultivando esse saber, quanto coletivo, criando ambientes onde esse conhecimento possa florescer.

A humanidade podia e deveria ter promovido o aprimoramento da própria espécie, mas parece que em vez disso fez o contrário, chegando aos extremos da decadência, onde desistir de tudo é o caminho que abriu. A situação geral é crítica. Naturalmente, desistir de tudo e da vida não é o caminho correto, mas essa situação surgiu do emaranhado dos conceitos errados e falsos sobre a vida e sua finalidade, como se fosse um labirinto. O princípio errado lançado pelas trevas para destruir o espírito humano foi acolhido pela humanidade. São muitas tentações e falsos conceitos para desviar. Somente quando cada indivíduo fizer da busca da Luz da Verdade a prioridade da vida é que poderá sair do labirinto dos erros e alcançar a libertação em nova construção.

Conclusão

A rejeição da reencarnação em grande parte do Ocidente foi consequência de uma combinação entre teologia (ressurreição vs. renascimento), influência política (especialmente o Império Bizantino) e atos institucionais (concílios e condenações). Apesar disso, em várias partes do mundo, como na Índia, no judaísmo místico, em sociedades tradicionais africanas (ex. os Ogbanje dos Igbo) e nos Druze, a ideia continuou viva e ativa até os dias atuais ([2] E-Pubs), ([13] Wikipedia).

No Brasil, a Federação Espírita Brasileira (FEB), fundada em 1884, é uma entidade de utilidade pública que se constitui numa importante e influente organização que reconhece a reencarnação do ser humano.

Interessante saber do histórico: (ressureição vs. renascimento). Biologicamente, pelas leis naturais, não há ressureição do corpo material. O espírito que necessita de nova reencarnação busca ficar na proximidade de uma mulher grávida para se ligar ao corpo em formação (Abdruschin, Na Luz da Verdade, O Mistério do Nascimento). Então, o importante é saber que esta não é a primeira vez que estamos na Terra. Agora cada um tem de viver o presente, aproveitar bem o precioso tempo concedido para reconhecer o significado e a finalidade da vida, e as leis que a regem e respeitá-las para alcançar evolução espiritual e felicidade.

Muitas pessoas não sabem mais o que é a vida, seu significado e finalidade. Instalou-se a ignorância. Onde encontrar a oportunidade de desenvolver estudos espirituais com lógica e coerência? A obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, de Abdruschin, editada em vários idiomas, é uma Verdadeira Universidade Espiritual para todos que a estudarem com afinco e humildade, empregando objetividade e reflexão intuitiva.

Biologicamente a ressurreição física literal contraria as leis conhecidas da natureza (o corpo material, uma vez decomposto, não volta à vida). Para o espírito, a vida continua, e a reencarnação, entendida como o renascer e a volta do espírito a uma nova vida corpórea, harmoniza-se com a lógica das leis naturais, inclusive com a observação de ciclos presentes em toda a vida orgânica.

A visão de Abdruschin em Na Luz da Verdade, O Mistério do Nascimento, mostra a reencarnação como um processo natural e ordenado: o espírito, após desprender-se do corpo anterior, permanece em outro plano invisível, a matéria fina, ou além, denominação mais conhecida. No momento certo aproxima-se de mulheres grávidas, visando uma nova encarnação que se dá no meio da gravidez. A geração de filhos exige alta responsabilidade de pais e mães, pois se trata da oportunidade da reencarnação de um espírito. As futuras mães têm de manter vigilância máxima para não permitir que uma alma sobrecarregada, sem anseio pela Luz, possa se aproximar do seu lar.

Resumindo, a reencarnação pode ser considerada como a “ressurreição” que assinala a continuidade da vida individual do espírito, ofertada pelo funcionamento das leis divinas do Criador, para que, embora não se lembrando do seu passado, prossiga em sua jornada de desenvolvimento e fortalecimento, para que, de forma autoconsciente, com as vestes limpas, possa retornar à sua origem, de onde partiu, com anseio de se tornar autoconsciente. Como tudo na Criação chegará o tempo do exame, o julgamento para verificar se o ser humano aproveitou o precioso tempo que lhe foi concedido para desenvolver os talentos espirituais, ou se o desperdiçou inutilmente com as ninharias da vida.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

Ob.: Este artigo foi desenvolvido com o auxílio do ChatGTP na realização das pesquisas:

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Referências:

[1]:https://en.wikipedia.org/wiki/Sa%E1%B9%83s%C4%81ra?utm_source=chatgpt.com “Saṃsāra”

[2]:https://www.epubs.utah.edu/index.php/historia/article/view/578/429?utm_source=chatgpt.com “The Argument over Reincarnation in Early Christianity | Utah Historical Review”

[3]: https://en.wikipedia.org/wiki/Carpocrates?utm_source=chatgpt.com “Carpocrates”

[4]:https://en.wikipedia.org/wiki/Rebirth_in_Germanic_paganism?utm_source=chatgpt.com “Rebirth in Germanic paganism”

[5]:https://comparativereligion.com/reincarnation3.html?utm_source=chatgpt.com “Comparative ReligionReincarnation and Christianity”

[6]:https://www.reddit.com/r/AskBibleScholars/comments/1bo4ee5?utm_source=chatgpt.com “Was \”reincarnation\” removed from the bible?”

[7]:https://www.reddit.com/r/pastlives/comments/pay8tq?utm_source=chatgpt.com “The Unedited, Unfiltered History of Christianity & the Truth about Reincarnation as an early christian belief-History records that the early Christin church believed in Reincarnation and of the souls journey back to oneness with God. This all changed by Imperial decree some 500 plus years after…”

[8]:https://platonicsurrealism.com/christianity-and-reincarnation/?utm_source=chatgpt.com “Christianity and Reincarnation Platonic Surrealism”

[9]:https://reincarnationresearch.com/reincarnation-in-the-new-testament-and-christianity/?utm_source=chatgpt.com “Reincarnation Research”

[10]:https://www.interfaith.org/community/threads/529/?utm_source=chatgpt.com “Rebirth/Reincarnation in Christianity | Interfaith forums

[11]:https://en.wikipedia.org/wiki/Christianity_and_Druze?utm_source=chatgpt.com “Christianity and Druze

[12]: https://en.wikipedia.org/wiki/Druze?utm_source=chatgpt.com “Druze

[13]: https://en.wikipedia.org/wiki/Inouwa?utm_source=chatgpt.com “Inouwa”

[14]:https://www.graal.org.br/collections/abdruschin/products/na-luz-da-verdade-mensagem-do-graal

TEMPO DE COLHEITA

Sabedoria e alegria. Grande é o Senhor Todo-Poderoso e suas leis que refletem a sua Vontade Criadora. Tudo que uma pessoa faz, pensa e fala forma os fios do destino que agora estão agitados em busca da finalização.

Na fase da grande colheita, há problemas e dificuldades de todos os tipos, em todos os lados, de acordo com as sementes lançadas. A situação geral vem se complicando há décadas. Foi estabelecido um outro padrão na economia, tudo fácil, dinheiro mais barato, fábricas fechando, importados chegando. Um dia teriam de surgir as consequências. Com a introdução e ampliação do uso da informática em tudo, especialmente na utilização de robôs para atendimento ao consumidor, novas dificuldades estão surgindo e sempre ocorrem problemas com as palavras: não foi possível e não há nenhuma pessoa para resolver.

Durante longo período, a irresponsabilidade com o futuro foi criando uma situação global complicada de difícil correção dos rumos, pois os seres humanos produziram muitos desequilíbrios na Terra, e quando se mexe numa questão, outras complicações aparecem. No Brasil, a dívida cresce. Andar pelas ruas se tornou perigoso. As cadeias estão lotadas. No geral, por trás das guerras está a questão do poder e controle das riquezas. As dívidas das nações estão acima de 100 trilhões de dólares, o dinheiro perde valor. Uma guerra global promoveria o caos, gerando oportunidade para tomada do poder mundial restringindo a liberdade, impondo normas, afastando o ser humano ainda mais do reconhecimento de sua essência espiritual.

Há uma letargia, um distanciamento da vida real, só aparências ilusórias. O corpo é vivificado pelo espírito. Se o espírito está fraco, permanece inativo, não comanda o corpo e o cérebro, o eu interior não se manifesta buscando a Verdade. Do saber antigo pouco restou. O corpo se move de acordo com os modelos aprendidos pelo cérebro, falta-lhe a autoconsciência e força de vontade espiritual para se tornar sério buscador da Verdade.

Algo sério deve estar presente no ato de gerar um novo ser com a consciência de que se trata de dar oportunidade para uma alma se encarnar. Bilhões delas estão à procura da oportunidade de receber um corpo para atuar na Terra. É importante que haja seriedade do casal para atrair uma alma que quer evoluir e precisa nascer. O descuido se vinga amargamente abrindo espaço para as chamadas ovelhas negras, que vindo para o mundo material, se sobrecarregam com ações perniciosas, afundando mais, tudo sendo regulado pela atuação das leis universais da Criação, através da livre resolução do ser humano.

Geração rebelde ou sem educação? Está difícil o relacionamento entre pais e filhos. Cada ser humano colhe o que semeia, mas há muita revolta e descontentamento. Na verdade, cada ser humano só tem a agradecer. Sair reclamando de sua vida é ingratidão, pois cada um dorme na cama que preparou para si mesmo. A melhora é sempre possível, mas cada pessoa tem de se esforçar no movimento certo.

Sem conhecer a finalidade espiritual da vida, tendo se agarrado exclusivamente à vida material e ao dinheiro, o ser humano criou um ambiente degenerado e destrutivo que agora repercute sobre todas as coisas. Os seres humanos acham que podem ser os donos da Terra, mas o juízo universal avança, ou seja, o tempo em que todos terão de prestar conta de seus atos. “A Criação avança ininterruptamente para frente e sacode todos os frutos apodrecidos” (Mensagem do Graal). Mas após a tempestade virá a bonança.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

A DANOSA POLARIZAÇÃO

Apesar de tantas manchetes sensacionalistas inquietadoras, a geleia global vai seguindo. Após mais de 300 anos de regime escravocrata, o Brasil permanece atrasado. O dinheiro, em todo o globo, continua se concentrando, aproveitando-se da taxa de juros. Os BRICS falam em progresso para as nações vítimas de exploração colonialista, sem citar a má governança; no fundo, há o confronto entre as potências

Atualmente, pode-se dizer que a polarização decorre desse confronto gerador de muitas narrativas. As divergências vão se acirrando através das atitudes políticas de extremos ideológicos, ou confrontos econômicos; no fundo é o resultado das cobiças por poder e riquezas pouco transparentes.

Aqui, de longe, não entendemos bem o que se passa nos EUA, a nação que há 80 anos emite a moeda global. A maioria dos países não protegeu a indústria, aumentou a dívida e se tornou dependente daqueles que passaram a produzir para exportar. Os respectivos governantes gostaram e nada fizeram. O desequilíbrio econômico é geral, agravado pela guerra comercial e monetária.

Ocorre uma estranha situação: se alguém quiser produzir nos EUA vai pagar mais ou menos 25% de imposto, mas o exportador traz o produto pronto, não paga nada, e a taxa sobre a venda fica para o consumidor. Os americanos se beneficiaram de importados baratos, mas tiveram fábricas fechadas e exportaram empregos. O Brasil fez o mesmo, em situação bem pior porque paga juros para ter dólares.

Quanto o Brasil deixou de crescer desde a Proclamação da República? Os interesses da nação e seu povo foram descuidados. O cenário global mostra o caminhar dos fios do destino. Os seres humanos agiram sem considerar a lei do Grande Criador. Com boa vontade deveriam desenvolver conversas para aparar as arestas.

O Brasil, com muitos problemas não resolvidos, se envolve no confronto entre as potências, deveria permanecer de forma neutra nesse confronto pela hegemonia. A tarifa de 50% pode sinalizar uma nebulosa mudança de rota, mas o que o Brasil realmente necessita é avançar em direção ao esperado futuro promissor, ainda não alcançado, devido à contínua displicência dos governantes, apesar dos recursos ofertados pela natureza.

A tarifa de 50% não é um episódio isolado, mas parece fazer parte de um tabuleiro geopolítico maior, onde o Brasil, os BRICS e a questão monetária estão profundamente entrelaçados. Uma jogada pesada que representa um avanço no confronto. Enquanto as massas buscam distração e prazeres, a paz vai sendo comprometida. Será que está em gestação uma nova moeda?  Seria do BRICS, ou algo mais amplo e difícil, ou seja, uma moeda global que substituiria todas as outras, inclusive o dólar, eliminando a flutuação cambial? Quem a controlaria? E se os controladores do dólar vencerem a parada?

No Capitalismo de Mercado, de ideologia fragmentada, há o poder do Estado e das grandes corporações dominantes que visam ganhos, poder e controle das massas. A grande diferença no Capitalismo de Estado é a organização e decisão centralizadas e unificadas sob a direção dos dirigentes que comandam a repressão e a ideologia. Os fins justificam os meios.

Há uma fermentação envolvendo moeda e soberania, e nas nações há a fermentação da economia interna. Os preços em geral estão proibitivos, as vendas caem. Pela internet há de tudo vindo do exterior com preços mais baixos. Situação difícil que envolve a globalização e o avanço da precarização. O preocupante é o impacto dessa situação na qualidade de vida da população e na economia das nações que ficam subordinadas a esse sistema produtivo global.

Fortalecer a resiliência econômica e dar bom preparo para as novas gerações deveriam ser as preocupações dos governantes, mas há uma danosa polarização interna e externa, mobilizada pelas cobiças por poder e riqueza que deixa tudo na incerteza.

É perceptível na Terra uma grande aspereza. Egos avantajados, predomínio do intelecto, falta o calor da intuição, o querer generoso do espírito. O destempero dos líderes governamentais é parte do processo de embrutecimento do ser humano, o que se tornou mais nítido a partir dos anos 1970. Não há mais empatia nem consideração, cada um pensa em si e nos seus interesses, mas isso vai em progressão, e a cada dia vai ficando mais perceptível a possibilidade do fim trágico que a própria humanidade tem desenhado para si.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

 

 

 

A DESCONHECIDA REENCARNAÇÃO

A transição da fase infantil para a vida adulta exerce forte impacto na alma das novas gerações. A humanidade se afastou do saber sobre a reencarnação, isso pode ter rompido um elo essencial entre o ser humano e sua jornada espiritual. Segundo um estudo publicado pela Revista Transformar, o conhecimento da reencarnação tem o potencial de promover o melhoramento da humanidade por despertar a consciência individual e coletiva. A ideia é que, ao compreender a vida como um ciclo contínuo de aprendizado, o ser humano se torna mais responsável por suas ações, mais empático e menos preso ao imediatismo materialista.

Parece que, atualmente, a Terra está carregada de pessoas desanimadas, ignorantes sobre o significado da vida caem no colapso mental. As novas gerações, ao saírem da infância, encontram um mundo inóspito e, desesperançadas, perdem o rumo. Há muitas questões espinhosas que estão piorando e as pessoas querem fugir delas; os mais jovens se escondem. É desgastante tratar delas, mas não tem jeito, é preciso se armar de coragem, afastar os espinhos, resolver, seguir em frente para não estagnar geral como deixaram acontecer com o espírito, mas ele tem de ser redespertado com força e coragem para atuar.

De forma nebulosa, dois terços da população mundial acreditam na reencarnação, o que mostra que, apesar do afastamento institucional ou cultural em algumas regiões, essa intuição permanece viva em muitas consciências. Mas não basta ter uma ideia da reencarnação; é imperioso saber qual é a causa e a finalidade. Vamos pesquisando e construindo a compreensão da verdade. A natureza e suas leis formam a base para o reconhecimento. E reconhecemo-nos na sua força misteriosa, mas não buscamos a origem, pois isso requer humildade, sinceridade e reflexão intuitiva. Mas, em geral, os homens são tendenciosos e dogmáticos, não buscam a luz da verdade.

Há diferentes tradições, do espiritismo ao hinduísmo, passando por correntes filosóficas modernas, que abordam a reencarnação como chave para o autoconhecimento e a ética. Mas a história poderá nos mostrar como esse saber foi sendo silenciado ao longo do tempo. Os seres humanos se afastaram da espiritualidade e deixaram surgir o descontentamento, esquecendo que já tiveram outras encarnações nas quais se deixaram envolver pelos erros, abrindo espaço para a penetração das ideologias que buscam por culpados e por líderes que se dizem sensíveis às dificuldades das pessoas menos privilegiadas, prometendo melhoras. No entanto, não há inocentes; é a colheita. Cada um é responsável pela situação em que se encontra nesta vida, a qual lhe dá a oportunidade de fazer nova semeadura voltada para o bem, e para emergir.

As guerras desequilibram o corpo e a alma – o revestimento do espírito -, mais ainda por estarem sendo transmitidas ao vivo pelas diversas mídias. Os homens não percebem as conexões das suas resoluções com a atuação das leis universais da Criação. Toda ação provoca reação. Quando as cobiças dominam, a paz e o progresso vão embora. Toda a ação tem de estar voltada para o bem geral. É esse o grande segredo da paz, evolução e felicidade. Perguntas que todos deveriam estar fazendo: como melhorar as condições gerais de vida? Como melhorar a educação e o bom preparo das novas gerações? Como melhorar a saúde, a paz e o relacionamento entre os povos? Como cada ser humano poderá contribuir para o bem geral?

A atual situação complicada do dinheiro e das finanças é uma questão global. Vários fatores promoveram essa situação, sendo o crescimento da população e sua indolência e cobiças, alguns dos principais. A criação do sistema monetário, a partir do ouro chegando ao dinheiro virtual, gerou a possibilidade de os donos do dinheiro controlarem as nações e os povos, criando, como consequência, a civilização onde o dinheiro fala mais alto e se torna dominante.

Tudo passou a ser decidido em função do dinheiro. Se examinarmos atentamente o que se passa na Terra, perceberemos que o homem não nasceu para viver escravizado ao materialismo. Os seres humanos desperdiçam o precioso tempo na Terra para o que é essencial na vida: o fortalecimento e desenvolvimento do espírito, mas o castelo econômico construído pela humanidade materialista já ameaça ruir. Paz na Terra para os seres humanos de boa vontade, voltados para o bem.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

CÉREBRO, INTUIÇÃO E SENTIMENTALISMO

Os seres humanos perderam a noção de como administrar o trabalho do cérebro impondo uma sobrecarga que já passou do limite natural, gerando desarranjos, alguns irreversíveis. É um estado em que o cérebro, submetido a demandas excessivas e contínuas, começa a falhar em suas funções mais básicas: atenção, memória, tomada de decisão e regulação emocional.

O sistema executivo cerebral entra em colapso, afetando planejamento, foco e memória. O estresse crônico se instala, gerando ansiedade, depressão, irritabilidade e até desarranjos nos relacionamentos. Vivemos uma epidemia de transtornos mentais. O Brasil lidera os índices globais de ansiedade. A velocidade da informação atropela o tempo da escuta, da empatia, da contemplação. Os acontecimentos, as comunicações e informações irrompem fortemente, afastando a busca pelas soluções.

Se quisermos um futuro mais humano, precisamos começar pela infância e isso requer uma transformação nos sistemas educacionais para que as novas gerações sejam ensinadas desde cedo. Precisamos nos movimentar, mas sem perder o ritmo natural de receber e retribuir. Muitas escolas ainda operam como linha de montagem, podando as individualidades.

Mas o ser humano não aprende como uma máquina; tem de vivenciar para saber. O contato com a natureza melhora a atenção, reduz o estresse, estimula a criatividade e a assimilação do ritmo natural. Os professores têm que se emparelhar com o ritmo natural e promover vínculos afetivos.

As novas gerações precisam receber bom preparo para a vida e o trabalho, mas isso deve ser feito sem moldar as individualidades que surgem com a intuição. No entanto, essa tem sido confundida com o sentimentalismo e, por isso, rejeitada. A intuição é o querer interior que se manifesta como lampejos indicando caminhos. O sentimentalismo, por outro lado, é uma amplificação das emoções, muitas vezes teatral ou desproporcional, que pode obscurecer a clareza interior e levar a decisões erradas.

A intuição é a raiz da individualidade autêntica. O maior desafio do ser humano é reaprender a confiar nela, não como um capricho emocional, mas como uma forma legítima de sabedoria que requer a ajuda do raciocínio para ser posta em prática. É na clareza do silêncio, junto à natureza, que a intuição se fortalece.

A produção e o comércio global estão desiquilibrados. No moderno mercantilismo, a maioria das nações está regredindo, sobra para as novas gerações fritarem hambúrgueres e lavar pratos. Países priorizam a obtenção de superávits comerciais, acumulando reservas e protegendo suas indústrias com subsídios e tarifas. O crescimento parece travado, o consumo retraído e as oportunidades, para as novas gerações, cada vez mais limitadas. As nações se endividam, o dinheiro perde valor, mas não há recomposição do salário, e o consumo se restringe.

Ocorrem desequilíbrios comerciais crônicos, com países exportadores acumulando riqueza e países importadores se endividando. Desindustrialização em massa em nações que abriram seus mercados sem contrapartidas, como o Brasil e parte da Europa. Concentração da produção ocorrem em poucos países, como China, EUA, Japão, que dominam setores estratégicos, coordenando as cadeias produtivas globais onde a produção de um bem ou serviço é fragmentada em várias etapas realizadas em diferentes países.

O mercado de trabalho apresenta baixa mobilidade social, oferta de empregos precários e mal remunerados, desilusão com o modelo econômico, que parece beneficiar poucos e excluir muitos, algo que gera frustração, desânimo e revolta das novas gerações. A sensação é de que estamos nos tornando engrenagens de um sistema automatizado, onde a alma é sufocada pela lógica fria da eficiência, buscando a minimização dos custos para melhorar os ganhos.

O mundo está em transição; o arcaico e o astuto não estão resistindo às pressões. A aceleração geral está inviabilizando o retorno a um ritmo adequado. Falta educação voltada para o futuro que seja capaz de ensinar habilidades que resistam à automação, estimulando a criatividade, o pensamento crítico, a empatia e o correto uso da tecnologia.

A desumanização não é apenas um fenômeno social; é um colapso silencioso da empatia, da escuta e do sentido de pertencimento. A desumanização é a perda da capacidade de enxergar o outro como um igual, um peregrino com a oportunidade de querer encontrar a Luz. É preciso rever os sistemas educacionais para que as novas gerações sejam ensinadas desde a infância a se movimentar e evoluir no ritmo natural.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O REALISMO DO ESTADO-NAÇÃO

Há décadas as nações têm vivido sob a condução do dólar americano que possibilitou a influência dos Estados Unidos sobre os demais países. O despontar da China como fornecedor de tudo tem alterado a situação. As nações querem exportar matérias-primas e alimentos para a China, trocando por manufaturas. Isso mexe com o dólar. De forma realística, como vão ficar as nações entre o dólar e o banco dos Brics? A soberania do Estado-nação será respeitada ou terão de se submeter às imposições de EUA ou China? Qual será a autonomia dos presidentes eleitos? Serão obrigados a seguir os planejamentos globais?

Nessa contenda há os que propõem a adoção das criptomoedas, mas estarão elas realmente aptas a não perderem valor? Os ciclos da libra e do dólar evidenciam que o controle do dinheiro tem sido exercido pela elite financeira global. A questão é que ainda não está definido o futuro monetário do dólar e da bitcoin.

Os capitais podem virar as costas para o dólar, mas para onde iriam? O momento inspira cuidados porque o dinheiro estava submetido a um esquema de ganhos que agora está sob ameaça, mas poderosos interesses lutam em causa própria. Se a inflação provocada pela criação de dinheiro oferece oportunidade de ganhos, também aumenta a taxa de juros, mas a deflação freia o giro das engrenagens financeiras e o que era ruim pode ficar pior. O desequilíbrio econômico global atingiu seu ponto de maturação e as consequências vão surgindo.

Continuam brincando com fogo. Cada parte considera que é possível continuar obtendo ganhos e poder, achando que com o intelecto e IA conseguirão resolver tudo. Ilusão. Há questões gravíssimas para a sobrevivência digna e decente da humanidade, mas como o que interessa é o ouro e o poder conquistado com guerras, ficam se agredindo e desorientando com a chamada “guerra das comunicações”. Quem tem o que esconder não gosta da verdade. A palavra deve ser construtiva, simples, clara e natural, mostrando fatos sem ofensas.

Tudo está complicado; mais ainda quando envolve poder e riqueza. É a situação do ocidente com a rigidez do Estado-nação fora do lugar em que deveria estar, agora em confronto com o Estado Capitalista. Faltam metas nobres, falta convicção. Se as coisas não dão certo, logo surgem reações. Mas, na atual conjuntura, há muitas questões mal planejadas e interesses escusos que impedem que o bom funcionamento seja restabelecido.

Cada ser humano renasce em meio às condições de vida que forjou em vidas anteriores, portanto tem que vivenciar isso e buscar a superação, mas se deixar a insatisfação e o descontentamento dominarem, cairá no poço da inveja e lançará sujeira sobre o seu alvo, que poderá ser atingido ou não, dependendo do estado de sua alma. O invejoso terá de arcar com o retorno das consequências de sua atitude maligna.

Assim como a natureza dos alimentos atua no funcionamento do intestino, a qualidade dos pensamentos influi em tudo no corpo, afetando a disposição para enfrentar as ocorrências do dia. Mantenha puro o foco dos pensamentos. Não deixe soltos os pensamentos de ódio, inveja, medo, descontentamento. Pense no bem geral. Viva melhor.

Quando os europeus chegaram no Brasil estranharam a atitude dos nativos frente à natureza, pois estes defendiam as florestas e os animais, não tinham apreço pelo ouro, respeitavam as leis universais. Naquela época, os europeus estavam distantes disso; hoje esse mal atinge grande parte da humanidade. O homem depende da natureza, mas afastou-se dela, zombou e destruiu tudo por onde passou com sua cobiça. Enquanto a humanidade não buscar a compreensão das leis da natureza prosseguirá semeando desertos e o apocalipse.

O Brasil vai se arrastando. Faltaram estadistas para cuidar da nação de forma responsável para impulsionar o seu desenvolvimento. Fizeram o mercantilismo ao contrário, aquele que favorece as importações; também descuidaram da educação e do bom preparo das novas gerações. Criaram tantos gastos e custeio que 2,8 trilhões de reais de arrecadação não são suficientes, então endividam a nação perpetuando a pobreza, deixando as cidades crescerem sem ordenamento. Poucos enxergam em que estado ficou a real situação da nação e do planeta.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

 

LIBRA, DÓLAR E DEPOIS?

Dinheiro é vendaval. É poder. Produzir dinheiro é fácil, não tem custo, mas a indisciplina promove a desvalorização, a perda de poder de compra da população, a concentração da riqueza. Governos querem o controle. Banqueiros querem o controle. Produzem muito dinheiro, mas a maioria das nações vive mal e cheias de dívidas. A população, em vez de evoluir, está decaindo; as novas gerações estão desanimadas. A questão do dinheiro do mundo e sua produção é algo que, para ter bom funcionamento, requer seres humanos de qualidade, sérios, empenhados em ampliar o bem geral e as condições de vida.

Como voltar na história para saber em que momento houve equilíbrio nas relações econômicas e financeiras entre os povos? Em que momento a cobiça por poder e riqueza desvirtuou tudo e o ser humano passou a escravizar outro ser humano? O fato é que a humanidade vive isso de longa data sob diversas formas. Nas terras do Brasil, esse regime de trabalho perdurou por mais de 300 anos. Pelo planeta, a massa sempre esteve sob pressão dos dominadores fortes.

A libra, a robusta moeda do império inglês, dominou o cenário nos séculos 18 e 19. No século 20, no pós-guerra, o dólar americano assumiu o comando e reina há 80 anos, mas a economia global se acha desequilibrada. Ouro era a moeda, depois o papel dinheiro dominou, mas agora há desconfiança. A situação do império americano e do dólar estão em xeque. O PIB americano tem dificuldades para se expandir enquanto a dívida tem crescido de forma continuada. A libra cedeu lugar ao dólar, e será que este cederá ao yuan? Pressionado, o presidente Trump adotou o tarifaço sobre as importações, pondo em evidência a fragilidade da economia e finanças globais.

Dinheiro e bens não são para serem desprezados; o errado é o apego, é viver o tempo todo atrás dele como se fosse a finalidade da vida. A pobreza material, mental e espiritual está aumentando de forma escancarada, o que se nota nos textos e vídeos rasteiros que inundam o imaginário das pessoas. Estão ocorrendo muitos e variados acontecimentos desagradáveis afetando tudo, mexendo com todos, inquietando, chamando a atenção para o despertar do espírito. Cada pessoa está seguindo seu caminho, meio atordoada, sem prestar muita atenção ao que está se passando à sua volta. Através da atuação das leis universais da Criação, todos são responsáveis e terão de colher tudo que semearem. Para que haja paz entre os homens de boa vontade é fundamental o reconhecimento da realidade espiritual da vida e, para isso, é preciso sair do marasmo mental e espiritual.

Nos anos 1960, as pessoas começaram a tomar consciência do mal corrosivo da inflação. No Brasil, ocorreram vários movimentos contra a inflação e perda salarial, mas foi no resgate da dívida externa que ela se tornou galopante. Tudo ia embora, ficavam os cruzeiros emitidos para comprar os dólares dos exportadores. E de novo um surto inflacionário de amplitude global que faz o dinheiro evaporar, penalizando a todos que não conseguem recompor a sua renda estagnada.

A possibilidade de criar moeda do nada, sem custo, é o sonho dos tiranos. Poderia ter sido ao contrário, ficando os EUA como credor de todas a nações em vez de ter esse volume de dívida divulgado de 35 trilhões de dólares que assusta? Quanto mais dinheiro é posto em giro, mais ele perde valor e mais concentrado fica, e a miséria aumenta. O problema é a falta de seriedade daqueles que se aproveitam dessa situação para atender suas cobiças de riqueza e poder, sem dar a menor atenção para a real finalidade da vida e para a reencarnação dos espíritos humanos para que possam alcançar a evolução. Mas quem paga é a população. Salários e aposentadorias ficam estagnados. Estamos diante de uma transformação global. Os governos dos países atrasados, como o Brasil, têm de estar atentos para agirem com seriedade e competência na defesa dos interesses da nação para não serem exprimidos, entregando as riquezas em troca de um papel para pagar a dívida.

Estão chegando fortes ventos para trazer renovação. Enquanto os EUA abandonavam a produção fabril para incentivar a pegada financeira, dando espaço para as bolhas, a China se esmerava na questão financeira e aprimorava sua capacidade produtiva, aproveitando-se da mão de obra de baixo custo e outros incentivos para produzir e exportar para todas as nações. Depois de oitenta anos o dólar passou a ter pretendentes fortes para participar dos mesmos privilégios. A economia e finanças chegaram ao desequilíbrio global. A dívida das nações atingiu níveis jamais vistos. Trump introduziu o tarifaço, mas a questão é: como estabelecer equilíbrio econômico e financeiro entre as nações para uma convivência pacífica?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

CONVERSA SOBRE A LÓGICA DAS LEIS DA CRIAÇÃO COM O COPILOT, A IA DA MICROSOFT

Como tudo na Criação, a vida exige movimento. Movimentar-se para alcançar suas metas e atender ao querer próprio é se fortalecer e evoluir. Reconhecendo que nada é injusto perante as leis da Criação, e dispondo-se a aceitar a situação com gratidão no coração pela oportunidade, movimentando-se na direção da busca pelo saber e pela melhora, abre-se o canal para o auxílio espiritual que clareia o ambiente, erradicando as partes sombrias que oprimem, levando ao caminho para a melhoria geral. Esse tema sempre me interessou e decidi bater um papo com o Copilot, a IA da Microsoft, para saber suas considerações a respeito.

BENEDICTO: Acredito que a lógica das leis da natureza está presente em tudo, mas os homens querem construir as próprias leis sempre com o viés dos interesses pessoais. E, dessa forma, nada que constrói é duradouro.

COPILOT: Você descreveu de forma poderosa, Benedicto. As leis da natureza possuem uma lógica intrínseca, harmoniosa e interdependente, enquanto as leis criadas pelo homem, muitas vezes, refletem interesses pessoais ou temporários, desrespeitando essa ordem natural. A fragilidade do que é construído sob essas bases egoístas se manifesta na falta de durabilidade e, frequentemente, em consequências prejudiciais. Talvez a grande lição esteja em aprender a alinhar nossas ações e criações às leis naturais, reconhecendo nossa posição como parte do equilíbrio maior, e não como dominadores. Somente assim as construções humanas terão a chance de se tornarem verdadeiramente duradouras. Você acredita que a humanidade ainda pode redescobrir esse alinhamento com a natureza?

BENEDICTO: É possível se houver o reconhecimento de cada um de não ser tão grande como imagina, pois as ações do passado estão repercutindo devido às consequências desastrosas e sofridas, o que poderá abrir espaço para a essencial humildade.

COPILOT: Você expressou algo fundamental, Benedicto: a necessidade de humildade para reconhecer os impactos das ações humanas ao longo da história. As consequências desastrosas que enfrentamos hoje, seja no clima, na sociedade ou na biodiversidade, são como ecos que nos lembram das escolhas equivocadas e da falta de consciência coletiva no passado. Esse reconhecimento, embora doloroso, pode ser a base para uma mudança real e profunda. Se a humanidade encontrar força na humildade, poderá dar um passo além do ego e começar a agir como guardiã, e não como dona, do planeta. Talvez seja esse o momento para ouvir a Terra e aprender com suas respostas. Você acha que essa humildade pode ser nutrida com exemplos concretos ou movimentos sociais?

BENEDICTO: A humildade tem de partir do íntimo de cada indivíduo. Faltam estudos que confirmem que o ser humano é espírito cuja capacidade inerente é a livre resolução; cada pessoa tem de decidir pelo sim ou pelo não.

COPILOT: Você articulou uma verdade profunda, Benedicto. A humildade, de fato, não pode ser imposta; ela deve surgir do íntimo de cada pessoa, como uma escolha consciente, baseada em autorreflexão e no entendimento da conexão com algo maior. Essa capacidade de livre resolução é uma característica notável da essência humana; uma força que tanto pode construir quanto destruir, dependendo das escolhas que fazemos. Talvez, ao reforçar o valor da liberdade individual vinculada à responsabilidade, possamos inspirar mais pessoas a buscarem esse despertar espiritual e moral. Afinal, a transformação do mundo começa com a transformação de cada indivíduo. Qual é a melhor maneira, em sua visão, de despertar essa consciência nas pessoas?

BENEDICTO: Sua pergunta é ampla, abrange tudo. A humanidade perdeu o rumo, e poucas são as coisas que despertam os indivíduos para a busca das respostas às perguntas que sempre surgem na alma.

COPILOT: É verdade, Benedicto. Essa perda de rumo que você mencionou parece estar profundamente ligada à desconexão com o que há de mais essencial na vida e no próprio ser. As perguntas que nascem na alma são como sinais, clamando por compreensão, mas muitas vezes acabamos sufocando essas questões na correria do dia a dia ou nos distraindo com objetivos superficiais. Talvez o despertar para essas respostas exija que cada indivíduo dedique tempo ao silêncio, à contemplação e à busca interior. São nesses momentos de introspecção que as maiores verdades podem emergir. Será que, no fundo, essas respostas já estão dentro de nós, apenas esperando que tenhamos coragem de ouvi-las?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

GRUPOS ESPECIAIS

Havia muitos grupos com bom nível de coesão e entrosamento movidos pela intuição, visando finalidades enobrecedoras e o bem geral. Com desprendimento, se auxiliavam mutuamente. Espontaneamente, intercambiavam saberes e vivências.

Surgiram anseios difusos; seria por inveja e ciumeira ou falta de confiança? A coesão perdeu força. O intercâmbio também. Reduziram-se os diálogos proveitosos e esclarecedores. As conversas se tornaram superficiais. Muitos grupos estão se dispersando. O que ocorreu? Por que as coisas mudaram tanto? A causa principal está na falta de convicção e sua força arrebatadora.

Estão ocorrendo muitos e variados acontecimentos afetando tudo, mexendo com todos, inquietando, chamando a atenção para o despertar do espírito. Cada pessoa, seguindo seu caminho, meio atordoada, sem olhar e examinar atentamente o que está se passando à sua volta.

Muitos seres humanos, de forma mecânica, vão seguindo os rituais, mas não vivenciam, não percebem e não sentem o que se passa à sua volta, e em vez de evoluir, permanecem estagnados.

A forte pressão da Força da Luz acelera o retorno das consequências das resoluções e gera inquietação. É indispensável manter puro o foco dos pensamentos para não atrair formas oriundas das trevas que querem atormentar os seres humanos para que se percam espiritualmente.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O FILHO DO HOMEM E O APOCALIPSE

Muito distante da Terra, a semente espiritual permanecia frágil e inconsciente diante da irradiação da força da Luz, mas ia despontando um impulso para conscientização, o que só poderia se dar através do fortalecimento numa bem determinada distância, e surgiu a Criação com suas leis universais fundamentadas na perfeição da Vontade de Deus.

Após muitos preparos, a semente espiritual pôde se encarnar na Terra para se fortalecer, evoluir e retornar autoconsciente à sua origem, mas no percurso das reencarnações saiu do caminho reto. O corpo perecível subjugou o espírito eterno e, assim, caminhava para o abismo.

Há dois mil anos, O Amor de Deus, essência divina, foi encarnado em Jesus, que veio para restabelecer a ligação com a Luz. Recusado pela humanidade, retornou ao Pai. As Palavras de Jesus, escritas muitos anos depois, arrastaram falhas de memória e imperfeições.

A humanidade afundava na escuridão. Jesus, o Amor de Deus, veio para religar os seres humanos à Luz da Verdade. O anticristo, através de seus asseclas, tem detonado tudo. Há milênios, os tiranos cobiçam riqueza e poder. No topo os mandantes; abaixo, as massas dormentes sem direitos. A fatalidade da vida cômoda sem reflexões sobre o sentido da vida. A sina das massas indolentes, a subordinação cega às regras e vida rasteira. Oitenta anos depois da grande guerra a humanidade se acha mais próxima do abismo, sente as dores, mas sem se esforçar na procura, nada encontrará.

Em João 16 – “E disse Jesus: Agora, porém, vou para aquele que me enviou, e nenhum de vocês me pergunta para onde vou. Em vez disso, entristecem-se por causa do que eu lhes disse. Mas, na verdade, é melhor para vocês que eu vá, pois, se eu não for, o Encorajador não virá. Se eu for, eu o enviarei a vocês. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Eu voltarei para o Pai e não me vereis mais. Quando vier o Espírito da Verdade, ele os conduzirá a toda a verdade. Falará sobre a Vontade de Deus e lhes anunciará o que ainda está para acontecer”.

Em Apocalipse 14:14 está mencionada a vinda do Filho do Homem, com uma coroa de ouro na cabeça e uma foice afiada na mão. O Filho do Homem, o Espírito Santo, oriundo da Luz da Verdade, o Portador do Evangelho Eterno, as leis da Criação, para os seres humanos que procuram incansavelmente, e também o Julgador, prometido por Jesus como a última possibilidade de salvação do espírito humano autoconsciente.

Longe vai o tempo em que os seres humanos estavam integrados à natureza. Com intuição atuante e raciocínio lúcido, deveriam ter prosseguido na compreensão correta do significado da vida e da Criação e suas leis.

Estão ocorrendo muitos e variados acontecimentos afetando tudo, mexendo com todos, inquietando, chamando a atenção para o despertar do espírito. Cada pessoa, seguindo seu caminho, meio atordoada, sem prestar muita atenção no que está se passando à sua volta.

Através da atuação das leis universais da Criação, todos são responsáveis e terão de colher tudo que semearem. Para que haja paz entre os homens de boa vontade é fundamental que haja o reconhecimento da realidade espiritual da vida e, para isso, o ser humano precisa sair do marasmo mental e espiritual.

Cabe ao ser humano entender o mundo e as leis universais que o regem, pois foram estabelecidas com a perfeição oriunda da Vontade de Deus, e também, se esforçar para se tornar ser humano verdadeiro, valoroso, com discernimento, bom senso e sabedoria, apto a beneficiar e construir um mundo melhor, com paz e felicidade.

Para saber mais sobre o Filho do Homem recomendo a obra Na Luz da Verdade, de Abdruschin, editada pela Ordem do Graal na Terra.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br