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UMA ROTA PARA O EQUILÍBRIO

A Terra enfrenta o desequilíbrio geral. O lucro, colocado como a prioridade da vida, fez muitos estragos pelo mundo. Muita coisa está detonada. O ocidente controlou o dinheiro, e apesar da existência de vários grupos grandes, havia uma unidade. No Capitalismo de Estado com poder centralizado foi possível um direcionamento uniforme para alcançar superávit e acumular reservas. O resultado disso é muito dinheiro em caixa aprontando surpresas e instabilidade.

Como se explica o crescimento da China e outros asiáticos? O câmbio favorável, a mão de obra de menor custo, a taxa de juros? Que efeito isso provoca no ocidente? A indústria brasileira vem decaindo desde os anos 1980, evidenciando-se o achatamento da renda per capita que perdeu poder de compra. Qual a solução que poderia promover melhora na renda e nas condições gerais de vida?

O agravamento é evidente, criando desorientação geral. A Terra está em guerra e não se sabe para onde isso vai. Preocupantes são as incertezas quanto ao futuro e a instabilidade geral que estamos enfrentando, o que mexe com a cabeça das pessoas que, sem saber que rumo tomar, caem em dúvidas e no desânimo.

Não se ouve falar em um plano de bom senso para estabilização geral; tudo está em movimentação rápida e desordenada, sem definição. O que a máquina não pode fazer sozinha, ela usa o ser humano, o qual só pode fazer o que a máquina lhe permitir. Sem a participação da alma, o que podemos esperar do futuro?

O salário é fixo, mas os preços aumentam, assim como aumenta a dívida pública, e os governos gastam muito e querem mais dinheiro. A situação artificial dos preços das ações nas bolsas e a eventual ocorrência de calote poderão gerar crise grande. Neste ano teremos o “Superbowl” eleitoral. A escolha do mandatário para o próximo período em muitas nações. No Brasil, falta responsabilidade na gestão financeira pública. Haverá eleição em 5570 municípios, alguns deles com orçamento bilionário, o que representa muita tentação para grupos inescrupulosos.

Como dar boa formação para os eleitores de amanhã? Os jovens pouco leem. Que tipo de leitura está sendo oferecida na escola pública? O Ministério da Educação tem de selecionar livros que falem do enobrecimento do ser humano. Em 1890 surgiu o livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, citado em aula por alguns professores e considerado do tipo naturalista, mas foca no embrutecimento dos instintos sexuais e na forma degradante da luta pela sobrevivência dos personagens. A qualidade dos livros tem decaído ocorrendo o mesmo com os filmes. Algo lamentável. É o nível progredindo na direção inversa, para baixo, penetrando no cérebro dos jovens, arrastando tudo para a imundície.

Os governantes em geral são desmazelados com o dinheiro e as contas. A população em sua grande maioria não tem dinheiro, e o que consegue receber vai tudo embora no atendimento de necessidades essenciais ou supérfluas, refluindo para o centro de controle. Governos, Bancos e Bancos Centrais poderiam dar um rumo adequado para a economia, mas as guerras econômicas não deixam. Será que a eventual mudança de governo nos EUA poderia levar a uma nova rota para restabelecer o equilíbrio entre as nações com convivência pacífica e progresso real?

Falta sabedoria que poderia levar a um novo caminho que possibilitasse o reconhecimento das leis universais da Criação e o surgimento de equilíbrio entre as nações com convivência pacífica, qualidade de vida e evolução; mas a vaidade, orgulho, arrogância e cobiças mantêm o ser humano escravizado. Será que a melhora do mundo só será possível após a chegada do Apocalipse para devastar a obra sem coração?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

INQUIETAÇÃO MUNDIAL

Todos nós precisamos de trabalho, moradia, alimentação e bom preparo para a vida, e para isso devemos nos esforçar. A coisa é simples assim, mas em geral as coisas não acontecem dessa forma porque muitas pessoas criam complicações para que possam ocultar suas cobiças e egoísmo.

A Terra e a natureza eram respeitadas pela humanidade intuitiva como gratidão ao Criador Todo Poderoso e suas leis. O cérebro intelectivo e o raciocínio se desenvolveram, e com isso o homem achou que podia tudo e se tornou destruidor sem alcançar a compreensão do significado e finalidade da vida.

A humanidade se afastou da natureza que nos concede tudo e, querendo dominá-la, já destruiu muitas coisas. Urge colocar o saber sobre a natureza como prioridade em todos os níveis escolares, sua beleza, sua coerência, suas leis lógicas, antes que seja tarde demais. Estamos diante da mudança climática. Frio e calor se revezam. O calor super é explicado com a massa de ar quente. A questão é se, além disso, o sol está enviando mais calor para a Terra.

Os especialistas analisam a situação geral e enxergam problemas graves em todas as áreas. Falam em falta de bom senso dos líderes, em gastos sem disciplina, da displicente emissão de dinheiro e dívida, de caos ambiental, citam a aproximação de forte recessão econômica mundial. Aumentam os rumores de guerra. E quando muitos falam em guerra e caos, como falar em paz? Há bandeiras de todas as cores, mas a bandeira branca é neutra, representa a necessária paz entre os homens de boa vontade.

O lucro é muito importante para as atividades econômicas, mas se tornou meta investir o mínimo para obter o máximo de ganho, e isso tem sido aplicado a tudo porque o ganho se tornou a prioridade máxima da vida. Indivíduos, famílias, empresas e organizações, e o Estado, todos querem o poder e riqueza. E tudo está à venda.

Muitas pessoas possuem grande capacidade de raciocinar, mas o raciocínio é produto do cérebro perecível, incapaz de captar a força espiritual que dá vida ao corpo. Na trajetória do ser humano, cada um tem a liberdade de escolher a estrada. Muitos seguem pela estrada do abismo e caem na inquietação. Poucos se esforçam para achar a estrada certa que explica a Criação e eleva.

As pessoas em geral não se interessam em saber nada sobre o além, de onde vieram e dos efeitos de suas ações. Basta observar os pensamentos. Não faz muito tempo os pensamentos carregavam bondade, generosidade, consideração, produzindo bom humor e serenidade. Havia amizade e confiança. Atualmente, há um tsunami de pensamentos nefastos como ódio, cobiças, luxúria e inveja entre outros, e isso está influenciando os humores, contaminando as pessoas que tenham em si algo dessa espécie.

A educação e o bom preparo para a vida são essenciais. Pouco se reconhece que a busca da evolução é a finalidade da vida. Sem conhecer e respeitar as leis naturais da Criação o ser humano se torna nocivo e destrutivo. Quando se fala leis da Criação, significa as leis que regem o universo inteiro. A palavra universo engloba tudo o que existe. É a unidade que se revela na diversidade.

No século 21 estão surgindo simultaneamente todas as consequências das decisões inadequadas e interesseiras, e percebe-se que vai ficando difícil o retorno a uma situação menos desequilibrada. Inquieta, a humanidade indaga o que é isso, o que está se passando, poderia ser a aproximação da profecia do Apocalipse? Há vários livros que examinam essa questão chegando à conclusão de que estamos numa fase de transformações universais superior à nossa capacidade de compreensão. “O Livro do Juízo Final”, de Roselis von Sass, explica essa situação geral da humanidade e mostra um caminho.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O SUCESSOR

Na primeira e segunda temporada do seriado espanhol “O sucessor” (Vivir sin permiso), da Netflix, José Coronado interpreta Nemo Bandeira, um empresário frio e calculista, em excelente desempenho. É o mesmo ator que viveu Tirso, no seriado “Entrevias”, personagem forte, mas menos tenso. A dublagem é de boa qualidade.

Como grande empresário da Galícia, Nemo fez sua fortuna com o atacado do narcotráfico. Casou-se por interesse com Chon Moliner (Pilar Castro), filha de poderoso empresário, com quem teve os filhos Carlos (Alex Monner), que pretende se casar com Alessandro, e a rebelde Nina (Giulia Charm). Carlos é o que se poderia dizer, uma alma de mulher encarnada num corpo de homem. Nemo também é pai de Lara (Claudia Traisac), moça ajuizada, filha de seu grande amor da juventude.

Nemo recebe a notícia que está com Alzheimer e que seu cérebro deixará de funcionar dentro de algum tempo. Assustado, sempre amparado por Ferro (Luis Zahera), seu fiel escudeiro, quer prolongar esse tempo, mas percebe que terá de se retirar dos negócios e nomear um sucessor. É sintomático que essa doença tenha se alojado no cérebro, por este ser uma importante ferramenta da qual todo ser humano é dotado. Houve tantos abusos que se pode dizer que grande parte da humanidade esteja com alguma enfermidade em seu cérebro.

A história é um retrato nu e cru da vida social e familiar, que prende a atenção, embora apresente umas enroladas com irritantes remendos grosseiros que fogem da lógica. O que as pessoas estão fazendo com a alma, que faz do ser humano um ser humano, que vivifica o corpo e capta a intuição espiritual? A bem dizer, se olharmos para os acontecimentos apresentados nos telejornais veremos imagens de ações terríveis praticadas por seres humanos que jamais se poderia imaginar que pudessem decair tanto.

A astúcia de Mario Mendoza (Álex González), ambicioso advogado criado por Nemo e que o ajuda nos negócios lícitos ou não, causa revolta. Mário também pôs a sua alma de lado, sufocando o eu interior, e seu cérebro entrou no modo frio e mecânico como máquina insensível, algo que está transformando a espécie humana, restringindo-a apenas aos aspectos materiais e sociais da vida. Mas isso está acontecendo não só com o Mario da ficção, mas com muitos seres humanos oportunistas que agem com maldade para satisfazer suas cobiças. Na Terra, a aspereza está aumentando. Não há mais dissimulação na imposição da vontade pessoal, seja por meio da força física ou psicológica. Nemo é dominador, mas ao longo de sua vida fez muitos inimigos que querem vingança e tirar proveito da situação.

BOM SENSO INTUITIVO

Os governantes, em geral, são desmazelados com o dinheiro e as contas. Falta responsabilidade na gestão financeira pública. É bom lembrar que neste ano ocorrerão eleições em 5570 municípios, alguns deles com orçamento bilionário; é muita tentação para grupos inescrupulosos. A questão não deveria ser elevar a carga tributária, mas impedir escandalosas negociações que concentram o dinheiro em poucas mãos, que é um problema existente em grande parte das nações. A população precisa de saúde, educação, bom preparo para a vida, oportunidades de trabalho, salários adequados, mas é mais fácil aumentar os impostos e criar auxílios para a população despreparada e sem trabalho condigno.

A população, em sua grande maioria, não tem dinheiro, e o que consegue receber vai tudo embora no atendimento às necessidades essenciais ou supérfluas, refluindo para o centro de controle. Governos, instituições financeiras e Bancos Centrais poderiam dar um rumo adequado para a economia, o que resultaria em melhoras nas condições gerais de vida e no aprimoramento da espécie humana, mas as cobiças não deixam que isso aconteça. As elites mundiais se reúnem em amplos eventos, mas ficam longe do que poderia ser para alcançarmos a paz e a felicidade geral.

Como se explica o crescimento das nações asiáticas? Seria por causa do câmbio, da mão de obra de menor custo, da globalização? Que efeito isso tem provocado no ocidente? A indústria brasileira vem decaindo desde os anos 1980, evidenciando-se o achatamento da renda per capita que perdeu poder de compra. Qual a solução que poderia promover melhora na renda?

Cada nação emite o seu dinheiro, mas não há paridade entre as moedas, dando margem a jogadas. Muitas moedas não têm credibilidade nas transações internacionais por faltar-lhes estabilidade. Estaria em gestação a federação mundial dos Bancos Centrais para dar um jeito nisso?

Assim como a fragilidade das moedas, também as novas gerações estão sendo fragilizadas. Os jovens pouco leem. Que tipo de leitura está sendo oferecida na escola pública? O Ministério da Educação tem de selecionar livros que apresentem o enobrecimento do ser humano.

Em 1890 surgia o livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, citado em aula por alguns professores. Mas essa obra literária avança por um campo obscuro por abordar a miséria humana, e segue num rumo negativo, focalizando a animalização dos personagens e, consequentemente, a ação baseada na desnaturalização dos instintos naturais, tais como os sexuais e os de sobrevivência. Atualmente, não só a qualidade dos livros tem decaído, mas as comunicações em geral, porque mostram selvageria e embrutecimento do ser humano. É o nível progredindo para baixo, penetrando no cérebro dos jovens, arrastando tudo para a violência e imundície.

Os jovens estão perdendo a flexibilidade e a capacidade de raciocinar com lucidez em decorrência do embrutecimento e perda do bom senso intuitivo. As atividades que provocam mecanização do cérebro já mostram suas consequências. Pior do que exercer algum trabalho na infância de forma adequada é o roubo da infância a que as crianças estão sendo submetidas, sendo jogadas em atividades que pertencem à idade adulta, chegando a causar danos irreparáveis. Outra questão é a padronização e a mecanização cerebral em função das atividades ligadas à internet que vai moldando a atuação mecânica, restringindo a visão mais ampla sobre a vida.

Em meio à sua maior crise moral e social, a humanidade se defronta com fortes rumores de conflitos que apontam para uma provável e arrasadora Terceira Guerra Mundial. A humanidade tem de buscar uma mensagem de saber sobre a Criação e suas leis que promovam a recuperação do bom senso intuitivo e a convivência pacífica para sair dos caminhos errados por ela mesma criados.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MUDANÇAS AVASSALADORAS À VISTA

Nas encantadoras praças arborizadas, as pessoas costumavam conversar sobre a vida. No passado, havia o contato face a face, olho no olho, e poucos conflitos que eram resolvidos durante um encontro para um café ou chá. Depois veio o telefone, permitindo sempre uma boa conversa. Esse panorama mudou. Hoje tudo é frio. A maioria prefere deixar uma mensagem e aguardar a resposta, tudo mecânico, nem parecem seres humanos. Estamos no mundo das narrativas, algo inventado com base em meias-verdades que voa para todos os lados para desorientar os incautos que ficam sem saber o porquê das manobras.

E o dinheiro? No mercado financeiro, as oportunidades para fazer grandes boladas de ganhos se reduzem, pois há medo e a ousadia é perigosa. Compram-se moedas na baixa, e depois que estas valorizam, é realizada a venda, além da busca por novas oportunidades para repetir a jogada. São operações que ficaram com ares de cassino, causando prejuízos para a população.

Figuradamente, descuidaram da galinha que está perdendo a capacidade de botar ovos de ouro. Algum dia isso poderia acontecer, mas está acontecendo agora; a economia mundial poderá sofrer o grande impacto decorrente da grande capacidade de produção concentrada em poucas mãos, o que tende a causar desequilíbrio geral. Sem que os homens produzam bens, a pobreza aumenta.

Há um duelo de gigantes. O grupo do dólar tem muitos trunfos e não vai abandonar o que conquistou sem se defender. A China produz de tudo com baixo custo e causa pânico. Quer ampliar a produção de essenciais aliando preço, juros baixos e sua moeda. Ou seja, a guerra econômica tem nos bastidores o controle do dinheiro mundial e do poder mundial. A humanidade criou a moeda e ela se torna a prioridade, mas o que é o dinheiro?

A população da Terra cresceu de forma suave até o século 19, chegando a dois bilhões de almas encarnadas, mas esse crescimento se acelerou no século seguinte, totalizando seis bilhões no ano 2000. A população do planeta está em nível jamais alcançado, mas sem qualidade humana. Faltou, da parte dos dirigentes mundiais, um plano que impedisse a deterioração das condições gerais de vida e a perda da dignidade. Parece que perderam a sensibilidade para o sofrimento dos outros. A bem dizer, quem se importa com isso? A miséria e a pobreza vão se espalhando pelo mundo.

O preço dos alimentos e dos medicamentos segue aumentando nos mercados e nas farmácias. Nos aeroportos, também. O consumo pode cair. Esperemos que haja mais gente trabalhando e sendo adequadamente remunerada, impedindo o aumento da pobreza pelo mundo. Sem o aprimoramento da espécie humana e sem o reconhecimento das leis universais da Criação, a decadência será o resultado. Os homens levaram o planeta aos limites extremos e não encontram soluções, por isso talvez estejam aumentando os rumores de guerra.

No ano de 2024 também haverá eleições na Grande São Paulo e municípios do entorno. Um superaglomerado, um superorçamento e muito dinheiro o que equivale a um grande mercado com mais de 20 milhões de consumidores. Muito tentador, mas tem faltado gestores voltados para a continuada melhora das condições de vida, sobrando problemas de difícil solução. Falta bom preparo para a vida de grande parte das novas gerações. O que virá agora? Como pode, uma cidade tão pujante como São Paulo ter sido tão mal gerida por grupos interesseiros que dominam a nação? Quem serão os novos mandantes, a quem obedecerão, o que farão? No mundo em desequilíbrio, a paz está seriamente sob ameaça.

O ser humano tem provocado muitas reações adversas da natureza, mas conhecer exatamente o que está se passando exige amplo saber do funcionamento das leis naturais da Criação. Os homens criaram o direito natural restrito e suas próprias leis, esquecendo que a amplitude das leis naturais envolve o funcionamento de todo o universo. Atualmente há algo diferente, de força avassaladora, atingindo o planeta; algo como uma abrupta mudança cósmica em aproximação causando efeitos incontroláveis e que a humanidade, não sabendo se defender, se torna impotente.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

QUAL É O FUTURO DA HUMANIDADE?

No planeta Terra a vida tem sido, em grande parte, moldada por materialistas que examinam a situação, planejam, estabelecem os objetivos e os põem em execução. O que importa é o resultado; alguns imprevistos e desvios são tolerados desde que não embaracem o plano e assim vão ampliando a dominação. Há séculos a situação da humanidade tem sido essa, mas agora há algo novo no ar que impele, de forma cada vez mais veloz, as consequências, impondo que os efeitos mostrem as reais intenções.

Os pais não foram atentos achando que os filhos teriam uma vida fácil com boa escola e trabalho, mas deu tudo errado. Falta boa educação e preparo para a vida. Os empregos perderam qualidade e quantidade. Há um desalento. Muitos jovens se perguntam por que nasceram, não cuidam do corpo, menos ainda do espírito. Os traficantes se aproveitam e aumentam o faturamento à custa da fragilização das novas gerações, comprometendo o futuro.

Por que a humanidade está se desumanizando? Saiu do natural, perdeu a clareza e o discernimento, não sabe mais o que é a vida e sua finalidade. O pensar não pode ser mecânico; tem de ser flexível, claro, com discernimento. Qual é o futuro da humanidade que ouviu e viu, mas não quis aceitar que o Criador é um só. Muitos profetas foram enviados para explicar e advertir; uma grande pirâmide foi construída para deixar uma mensagem para alertar aqueles que saíam do caminho da elevação. Tudo deveria ter formado uma única doutrina, pois as leis da Criação são universais. Hoje há rumores de guerra. Aumenta a produção de armas. Os partidos querem o poder. Falta humildade espiritual.

Como se sabe, a Grande Pirâmide de Gizé e a Esfinge fazem parte de uma enigmática profecia em pedra, que faz alusão aos tempos difíceis pelos quais o povo da Terra está passando. Neste mundo áspero, sem amor, sem generosidade, nem paz de espírito, a política deveria ser a atividade da boa governança visando a continuada melhora das condições de vida e do aprimoramento, mas ligada ao poder se tornou o domínio, e como tal virou guerra devido à cobiça pelo poder e a riqueza que vem junto. As eleições bem demonstram isso.

Em meio a tantas arbitrariedades e conflitos pergunta-se qual é o futuro do ser humano? Essa é uma questão que sempre deve estar presente quando se trata dos rumos da humanidade que sofreu com reis déspotas, e mais ainda com tiranos eleitos. A maior parte deles nunca se ocupou com o aprimoramento da população. Os poderes econômico e político juntam as mãos para conduzir a sociedade ao caos. Cada indivíduo está sendo transformado em complemento das máquinas, nivelado sem vontade, sem discernimento, já não tem mais futuro.

Como alcançar a paz? Vivemos a lei do porrete mais forte. Como enfrentar a situação de conflitos que nos ameaçam? Há muitas recomendações, mas em todas falta o essencial; falta o conhecimento do significado e finalidade da vida, e sem isso tudo o mais será paliativo. A população do planeta calculada em oito bilhões de seres humanos está em nível jamais alcançado, mas sem qualidade. A indolência leva ao emburrecimento programado, à perda do bom senso, ao enfraquecimento da força de vontade. Um povo entorpecido, sem força para seguir o verdadeiro sentido da vida para evoluir pacificamente, chegará ao extremo de desperdiçar o tempo de vida na Terra.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

VIVER DESEQUILIBRADO

Na Criação, somos todos peregrinos com a oportunidade de evoluir. Os homens criaram o dinheiro e a civilização do dinheiro, sem ele nada se faz. O dinheiro tornou-se o motivador de todas as ações, inclusive as criminosas, de indivíduos e Estados, e das discórdias também. Apesar de toda a riqueza estar nos recursos naturais, onde falta dinheiro, sobra miséria.

A concentração continuada do dinheiro criou alguns mecanismos de distribuição, mas isso não resolve a questão da miséria humana, enraizada na baixa cultura, que nada acrescenta, e na falta de preparo para a vida, pois a concentração e as disparidades na renda são próprias do capitalismo, o que impõe a necessidade de criar mecanismos para manter o equilíbrio.

As nações se dividem entre as que produzem e controlam os bens e o dinheiro, as extratoras de matérias-primas e consumidoras de bens, e as rodeadas de muita pobreza. O consumo dos recursos naturais está no limite da capacidade do planeta. O sistema continua seguindo a rota do abismo. Mudar essa situação não é fácil, pois foram sendo incorporados muitos artificialismos para aumentar os ganhos.

O caminho pensado para mudanças é o da imposição de normas reguladoras que reduzam a utilização dos recursos naturais; isso já está acontecendo. Em sua mania de grandeza, os tiranos querem subjugar povos e territórios. Reduzem-se empregos, renda, consumo. As dívidas dos Estado-nação seguem aumentando, reduzindo sua autonomia. A movimentação do dinheiro passa a ser controlada até nos centavos.

As quantidades de produtos diminuem. Preços sobem. As escolas nivelam por baixo. Atividades lúdicas são criadas para manter a população ocupada. Castelos de areia foram construídos, mas não estão resistindo aos vendavais que se aproximam trazendo a grande colheita para os indivíduos. Em algumas nações, multidões vão às ruas para exigir soluções. É triste a realidade histórica da humanidade que precisa se manter em guerra para evitar mais guerras, aumentando a miséria. Bilhões de dólares são queimados nesses conflitos e mesmo sofrendo muito, a espécie humana não busca o lugar que lhe cabe, e vai decaindo.

O século 21 se apresenta forte e severo, diferente de todos os anteriores. Paira a ideia de desmanche geral, pois muitas coisas estão emperrando ao mesmo tempo. No meio da confusão, a alma agitada se sente perdida. A humanidade está domesticada e sem rumo. Estamos num ano eleitoral em muitas nações; quatro bilhões de eleitores definirão seus governantes. Há candidatos acomodados com a situação atual e os insatisfeitos propondo mudanças.

Os conquistadores pilharam as riquezas e fizeram escravos. A miséria na América Latina e na África empurrou para fora milhões de pessoas. A bem dizer, toda a tragédia da humanidade decorre da cobiça por riqueza e poder, e devido à ausência de aspirações nobres e elevadas. Aumenta o consumo de drogas. O que leva as pessoas a usarem substâncias prejudiciais que provocam a morte? São aquelas que se afastaram do significado e finalidade da vida e do viver consciente, simples e natural. Os indivíduos vagam pela vida sem rumo, vão jogando fora o tempo concedido, o vazio de suas vidas se torna um tormento que os levam a se refugiar nas drogas, em vez de buscar fortalecimento, evolução e desenvolvimento.

O Brasil perdeu fábricas e empregos. Atrasou na tecnologia, falhou na educação e preparo das novas gerações para a vida. Estagnou na infraestrutura, a dívida cresceu. A violência urbana aumentou. O que se poderia fazer para equilibrar a situação antes que aumentem a insatisfação e a violência?

A humanidade se robotiza e age mecanicamente, seguindo regras, sem ouvir a intuição sobre o que é o certo. É preciso reagir e escapar desse processo que enfraquece a alma e a força do querer próprio. Perdemos o rumo e nos afastamos daquilo que era esperado de nós, e agora precisamos urgentemente recuperar o rumo certo antes que seja tarde demais.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O FIM DO FUTURO

Como se forma o futuro dos povos? Como esperar que seja possível construir um futuro de paz e progresso se atualmente observa-se que poucas pessoas conservaram a sensibilidade da alma e não querem ouvir a voz interior da consciência? O querer tem vacilado diante dos vendavais das cobiças e da desconfiança. Uma população despreparada dá ouvidos a promessas irrealizáveis e se nega a entender as causas do sofrimento e miséria que avançam pelo mundo. O cérebro foi afastado do eu interior para, na indolência, acolher promessas irrealizáveis, pois cada ser humano colhe o que semeia com suas ações, e todos têm de se esforçar através do movimento certo.

Fim do futuro significa que o querer da humanidade não tem mais repercussão sobre o futuro já delineado por ela através dos séculos, tendo agora de seguir pelos canais abertos por suas resoluções. A fruta está na árvore, ainda meio verde. Quando ficará madura? Na hora certa será colhida. Estão delineadas as crises econômicas e sociais, o desequilíbrio geral nas relações entre indivíduos e povos, os conflitos, os confrontos, as inquietações, assim como a oportunidade para quem quer respostas. Quem as procurar com afinco e sinceridade achará essa promessa, ou seja, só a encontrará quem realmente procurar.

Desde o tempo da Grande Pirâmide do Egito foi dado à humanidade informações sobre a vinda do Juiz Universal e das consequências do desvio por caminhos errados em oposição ao desenvolvimento espiritual. Lamentavelmente, muitas das placas deixadas com a inscrição das palavras esclarecedoras foram destruídas sem que o seu conteúdo pudesse ser divulgado.

Muitos profetas como Moisés, Isaías, Buda, Zoroastro e Lao Tse vieram para advertir. Cada um deu explicações ao modo de compreensão de sua época, no entanto, com as interpretações erradas formou-se uma confusão sem que fosse percebido que tudo fazia parte do mesmo acontecimento: a vinda do Filho do Homem. Isaías anunciou a vinda de Emanuel. Na Pérsia, Zoroastro dizia ser um servo de Ahuramazda, o Criador Todo Poderoso, um anunciador do Saoshyant, aquele que trará esclarecimentos e paz. Um oráculo romano, provavelmente oriundo dos livros Sibilinos, dizia “Deus enviará um rei que livrará toda a Terra de toda guerra em obediência aos nobres mandamentos da Criação”. E, segundo João 15:26 – “Enfim, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de Verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim”.

Os discípulos também não entenderam tudo que Jesus explicou, e restaram só fragmentos. Daí decorreu a interpretação incorreta sobre o Filho do Homem, prometido por Jesus, para mais uma vez trazer para a humanidade o esclarecimento da Criação e encerrar o tempo concedido ao espírito humano para o desenvolvimento. Jesus sempre se referia a outra pessoa quando mencionava o Filho do Homem. Pedro acertou ao dizer “tu és Cristo, o Filho de Deus”, quer dizer o Filho do Homem é uma outra pessoa.

O ser humano é espírito-alma que precisa de vivências na Terra para se fortalecer. No corpo, no mundo material, o espírito foi bloqueado, deixou de atuar, não evoluiu apesar de ter ressuscitado na carne várias vezes. O vazio existencial o faz procurar, mas teria de se abrir para a Luz da Verdade trazida por Jesus Cristo, porém o real significado foi sendo perdido nos séculos. Abdruschin rescreveu os ensinamentos de Jesus na linguagem de século 20, mas para entender há que se ler com a alma.

Se os seres humanos não se empenharem com seriedade, visando construir um mundo decente, digno da própria espécie, a decadência e embrutecimento será inevitável, e o caos tomará conta da Terra. Acontecimentos brutais nos pegam de surpresa, desanimando e entristecendo. O dia do ajuste final, ou seja, o fim do futuro e início de uma nova era não está distante. A Justiça Divina, a paz e o respeito às leis da Criação serão impostas pelo Filho do Homem para o bem dos espiritualmente humildes.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O DEVER DAS NAÇÕES

A economia mundial se transformou a partir dos anos 1980 devido ao ingresso da Ásia na industrialização com a integração de elevado contingente de mão de obra de menor custo, enquanto o Brasil patinava na crise da dívida externa. Através de câmbio favorável, a China passou a exportar de tudo com baixo custo e se transformou na grande fábrica mundial.

A superprodução na China não foi prevista nem por Marx. Algo inesperado que em poucos anos gerou o maior reboliço na indústria. Isso porque aquele país se aplicou intensamente em produzir de tudo, aproveitando a disponibilidade de mão de obra farta de baixo custo. Desenvolvidos, os canais comerciais entregam bens com preços menores. Os efeitos disso causaram impactos para as nações, especialmente no que se refere a empregos e salários, o que contribuiu para reduzir a renda e a qualidade de vida.

No Brasil, com o plano real, o dólar ficou barato e os importados com preços menores que os bens fabricados internamente. Os governos deixaram a economia seguir, aproveitando os preços menores para combater a inflação; mas com o descuido das contas públicas, a inflação retornou, mesmo com baixa nos empregos. Nas cidades, há mais violência e crimes.

Qual é o dever das nações? O que a globalização trouxe de bom para as nações em geral? O Brasil perdeu fábricas, atrasou o desenvolvimento tecnológico, descuidou da segurança pública, falhou na educação e preparo das novas gerações para a vida, estagnou na infraestrutura, aumentou a dívida. Dizer que o endividamento decorre do déficit da previdência pública é camuflar décadas de má gestão. Afinal, a quem pertence o Brasil e seus recursos naturais?

A economia mundial tomou rumos extravagantes. Os ativos financeiros se tornaram um campo de poderoso jogo que diariamente movimenta bilhões apartados da economia real onde se produz, gerando empregos, comércio e consumo. Some-se a isso a forma displicente como os governos tratam a administração pública e a finança. A qualidade de vida e o aprimoramento da população há tempos deixaram de ser a prioridade, prevalecendo a luta pelo poder interno e externo com guerras econômicas e armadas.

Na discussão da inflação, influi a criação de dinheiro e o aumento da procura. Tivemos ambos os fatores atuando em conjunto. Na inatividade gerada pela pandemia, governos criaram dinheiro para oferecer auxílio emergencial para a população. De repente os consumidores tiveram um extra nas mãos que foi direcionado para o consumo. No cenário conturbado, houve aumento da procura e seus efeitos ainda estão atuando. A tapioca derivada da mandioca custava no início da crise R$4,10 o quilo. Hoje custa R$7,99. Um processo difícil de ajustar.

As engrenagens que movimentam a engenharia econômica se referem à população e sua preocupação com o abastecimento, com o dinheiro que tem para gastar, e com a flutuação da inflação. Freadas no movimento derrubam empregos. Ao lado disso há a grande engrenagem das finanças: Bolsas, câmbio e juros, e criação de dinheiro, que provocam reações nas engrenagens. Quando a situação fica crítica os governantes são pressionados a segurar o castelo para que não caia por terra, seja criando mais dinheiro, ou cortando juros, ou desvalorizando a moeda. Quais são os riscos decorrentes desse cenário?

Falta no mundo a compreensão do significado da vida. Geração, nascimento, infância, vida adulta, velhice, afinal para quê? O rumo certo seria o de cada pessoa se tornar uma beneficiadora da Criação, mas acabou sendo uma perturbadora. A Terra foi dotada dos recursos necessários, mas a ganância produziu desequilíbrios.

Os jovens estão emburrecendo porque abandonaram a leitura, e não há estímulos para ler bons livros. Pessoas que leem e escrevem de forma adequada estão em falta. Pessoas com raciocínio lúcido se tornaram uma raridade. Quão distante a humanidade se encontra de onde deveria estar? Os problemas se acumulam por séculos.

A querida cidade de São Paulo, polo de recepção da Luz, completou 470 anos, atraindo pessoas de todas as regiões. Em meio a tantos problemas, o mais grave foi o relaxamento quanto ao bom preparo das novas gerações e compreensão da vida, para que pudessem estar à altura dos desafios, encontrando soluções para o progresso integral de seu povo.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

EMERGIR DO CAOS

A história do Brasil não é nada edificante. O descuido com o bom preparo da população vem desde 1889 quando a República não deu atenção à mão de obra liberada das fazendas. No período entre as guerras mundiais houve estagnação geral. Riscos gerais estão aumentando. Ao lado das transferências governamentais para amenizar a penúria é preciso mais gente empregada e produzindo. Em meio às forças poderosas que estão afetando a vida, as novas gerações e a população em geral deveriam estar sendo direcionadas para atividades produtivas. Não podemos continuar seguindo a esmo para não sermos surpreendidos por um abismo grande nesse caminho.

As nações devem manter relações amistosas entre si, mas cada povo tem de visar a sua autonomia. A história econômica tem muitos exemplos de conivência na exploração de recursos naturais e mercados consumidores. No pós-guerra, a invasão cultural foi moldando as novas gerações. A dívida externa travou a fabricação. O plano real criou o dinheiro forte, mas a custa de juros altos, e o dólar barato dizimou as fábricas. Capitalismo de Mercado e o de Estado se confrontam. É uma perigosa encruzilhada.

O mundo está entrando numa fase de violência, insegurança e caos. Era esperado que a humanidade se integrasse no processo evolutivo da Criação buscando a Luz, semeando o bem, mas com o predomínio das cobiças, o mal se alastrou tecendo os fios do destino da humanidade. A previsão do que iria acontecer veio em forma de profecia conhecida em geral como Apocalipse de João.

Mentiras existem desde que o ser humano foi se afastando de sua essência passando a engendrar teorias e versões dos fatos. Qual é a verdade sobre Jesus, enviado pelo Criador, respeitando todas as leis naturais da Criação? Qual é a verdade sobre a finalidade da vida? Não serão as modernas máquinas inteligentes que responderão. A miscelânia de informações já causa cansaço mental, afastando o ser humano do que é natural, isto é, de se orientar pelas leis da vida. Todo indivíduo tem a capacidade de perceber quando algo foge da verdade, a menos que a tenha embotado; aí passa a agir como um robô.

Aumentam os gastos públicos, mas o atraso geral continua e piora. As cidades incham, a infraestrutura encolhe. Querem arrecadar, mas a produção se reduz. No século passado, as famílias queriam bens duráveis. Eram fabricados componentes, eletrodomésticos e outros bens. Atualmente, fábricas foram fechadas. Em Manaus criou-se uma linha de montagem cara. Agora muita coisa vem de fora com baixa tributação. As empresas varejistas estão apreensivas com a concorrência favorecida pelo sistema de compras isentas pela internet. A solução tem sido transferência de renda pelo governo em substituição ao trabalho, mas isso requer dinheiro; se faltar, aumenta-se a dívida. Até onde vão esticar a corda? Quando começar o aperto, a finança desaba, a nação afunda.

No século 21, tudo foi parar no oposto do que era desejado. População grande com preparo pequeno. Crise climática. Países endividados. Guerras. E os empregos? Prognósticos preocupantes. A humanidade e seus gurus terão a capacidade de reconhecer o que foi feito errado causando esse momento em que as esperanças se reduzem, aumentando as crises emocionais?

O trabalho faz parte da vida. A automatização e o crescente uso do computador fizeram do trabalho uma rotina fechada, rígida. Nesse ambiente, o homem não é nada, não pode interferir tendo de se subordinar ao que a máquina foi programada. Daí surge o desencanto e a robotização. Se somar com a perda do emprego, junta-se o ruim com o perverso. Uma nova sabedoria é o que a humanidade mais necessita para emergir do caos.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br