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AS TRANSFORMAÇÕES UNIVERSAIS QUE AFETAM A PAZ

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) aprovou projeto proposto pelo governo estadual paulista para a criação de escola cívico-militar. “O Programa Escola Cívico-Militar visa melhorar a qualidade da educação no ensino fundamental, médio e profissional, por meio de um modelo de gestão de excelência nas áreas pedagógica e administrativa, além de atividades cívico-militares.” É uma iniciativa que poderá criar no estudante mais respeito pela escola e pelos professores.

Está surgindo uma tendência nefasta no preparo das novas gerações para a vida e o trabalho porque a educação básica não está apresentando resultados satisfatórios. Os jovens se mostram descontentes, insatisfeitos e, por outro lado, pouco se esforçam; grande parcela tem dificuldade para ler e escrever com clareza. Os professores vivem sob tensão. Se os alunos tivessem recebido educação não haveria essa vergonhosa necessidade de vigiar o comportamento violento nas escolas.

Os jovens estão virando robôs agressivos e mal-educados. Não dá para continuar assim. O sistema de educação básica está doente. É preciso que haja mudanças positivas. As crianças precisam do contato com a natureza e serem orientadas sobre como ela funciona, o que abrirá suas mentes para conhecimentos mais elevados. A natureza é a grande doadora para a humanidade.

No Brasil, há décadas, o fantasma da incompetência vem reduzindo a produção e com ela empregos, renda, consumo, melhora das condições gerais de vida e cidades mais hospitaleiras. A nação precisa de muitas coisas, especialmente a reconstrução do sul requer muitos itens e mão de obra. É preciso entender que está acontecendo uma mudança radical, o que exige ficar atento e buscar novos caminhos que reduzam custos e agilizem a solução sem tanta dependência de importados.

A nação está muito atrasada; o mais grave é o atraso no bom preparo das novas gerações, que estão involuindo. Tudo promove o atraso: a corrupção, o imediatismo político, TV e filmes, o embrutecimento sexual, as drogas. Se isso não for superado, não há nada mais a fazer. Estamos mal no bom preparo para a vida. Neste Brasil, onde nascem 48 bebês por hora de mães com idade inferior a 19 anos, vítimas de abuso sexual, são necessárias ações que façam a esperança renascer.

As massas são movimentadas de cá para lá por astuciosos programas de manipulação, e a indolência individual favorece os manipuladores. Nunca se ouviu falar de um programa de conscientização sobre a finalidade da vida e a origem do ser humano. O planeta Terra se acha sob o impacto das transformações universais; é o mundo manifestando a decepção com o comportamento da humanidade. Essa é a hora de se fazer as pazes e olhar para o Alto com atitude respeitosa. Mas em vez disso, os homens se rivalizam provocando conflitos quando deveriam estar se preparando para enfrentar a tormenta, buscando pôr em prática na Terra a meta de alcançar o aprimoramento da espécie humana, que tem agido de forma irresponsável como nenhuma outra espécie.

Estimativas de crescimento da população indicam 9,7 bilhões para 2050, mas o que está sendo feito para enfrentar esse aumento? A humanidade continua na direção de sempre: produzir para exportar, de preferência onde o custo seja o menor. Os consumidores são atraídos para comprar. Por trás disso há muitos problemas que precisam de solução, pois o declínio da espécie humana está em andamento.

Nem mesmo os mais chegados a Jesus compreenderam a profundidade das palavras do Mestre, por isso ele dizia que o Filho do Homem virá para mais uma vez explicar, aos que procuram, a Criação e a finalidade da vida.

Os hábitos estão mudando. Os consumidores estão limitando seus gastos com refeições fora de casa. Após 2020 tudo foi se modificando, frustrando as expectativas de que tudo voltaria a ser como antes da pandemia. Com os custos subindo e as receitas caindo, muitas coisas foram afetadas criando incertezas quanto ao futuro. As novas gerações vão se comportando de outra maneira, mas têm de procurar o jeito certo para dar espaço ao ser humano completo, com o espírito conduzindo as ações em conformidade com as leis naturais da Criação, e o intelecto planejando e executando essas necessárias ações.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MENTES CADA VEZ MAIS ESTREITAS

O estreitamento mental vem de longe, começou com o cinema, passando pela TV e atingiu o clímax com o streaming. Estudantes têm dificuldades para ler e escrever textos simples. Mentes emburrecidas e embrutecidas podem ter afetado as novas gerações geneticamente, assim como aconteceu com o cérebro do raciocínio e com o cerebelo capacitado a captar as intuições oriundas de uma esfera com mais leveza. O ser humano tem de esforçar para obter a reversão dessa situação anômala.

O planeta Terra é a grande hospedaria, dotada de todos os recursos necessários, destinada à evolução espiritual. Cabe à espécie humana contribuir beneficiando e embelezado, mas os homens querem riqueza e poder. A vida é boa, a natureza é maravilhosa, e os seres humanos o que são? Criaram regulamentos para controlar tudo. Há uma transformação universal em andamento que nos obrigará a seguir as leis naturais da Criação. Em nossa era materialista não há reflexão; não há diálogo com o eu interior; não há intuição; já não há Criatividade, algo que surge do eu interior, a aplicação integral do ser que se manifesta mais fortemente nas artes. Distantes da voz interior, agora muitas pessoas estão puxando conversa com a Inteligência Artificial.

Na economia, apesar de uma dívida próxima a 80% do PIB, o Brasil ainda permanece em grande atraso geral, o que é agravado pelo declínio na educação. O mundo vive o drama da guerra monetária com anseios de partilha no poder do dólar. Os juros do FED mexem com tudo. O efeito colateral da taxa elevada de juros nos EUA é que aumenta a procura por dólares causando perdas nas outras moedas.

O que aconteceria se a moeda da China desvalorizasse 50%? As alíquotas alfandegárias aumentadas se tornariam sem efeito? Quer dizer, um dólar equivaleria em torno de 12 yuans, o que deixaria os produtos chineses mais baratos. A economista Christine Lagarde, atual presidente do BCE, fala que a economia mundial precisa ser reformulada. Aumentam as conversas sobre a adoção do dinheiro digital. Tudo parece lances de um jogo que estamos longe de entender.

Enfim, estamos diante da grande competição entre as nações desenvolvidas do ocidente e a China, que se tornou a fábrica do mundo e quer ampliar seu faturamento. Baixando os preços venderia mais? Pode ser que sim, mas com certeza criaria grandes danos para o esforço de renascimento industrial de algumas nações. Com tantas incertezas os consumidores estão mais disciplinados em seus gastos, mesmo porque com a desvalorização do dinheiro, estão comprando menos por conta da perda de poder aquisitivo.

Na Terra, o estreitamento é geral: crise econômica, alterações climáticas, risco de os alimentos produzidos não serem suficientes, guerras ao vivo nas TVs, juventude sem rumo. Figuradamente, estamos diante da colheita de todas as sementes que a humanidade lançou com seu modo de atuar, mas em festanças comendo e bebendo, se divertindo, logo tudo o que é desagradável é esquecido, sem que se perceba o que está se passando na Criação.

É necessário semear e cultivar as sementes do bem para amenizar a aspereza, para que surja a era do ser humano completo, com o espírito conduzindo as ações em conformidade com as leis da Criação, e o intelecto planejando e executando as necessárias ações.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O PODER SEDUTOR DO DINHEIRO

Dinheiro e Poder, que dupla!

O dinheiro público é muito sedutor, está lá, esperando. No passado, encontravam-se estadistas mais austeros. Pedro II é um exemplo, mas no tempo dele o Brasil não era uma república de bananas. Hoje sabemos se um país é eficiente bastando olhar para suas dívidas. A maioria das nações estão endividadas e sua população enfrenta dificuldades.

Estamos na época das incertezas. Tudo requer cuidado e bom senso, nas contas pessoais e nas das organizações. As contas públicas passaram a exigir o máximo cuidado e prudência, pois os eventos extraordinários estão acontecendo diante de contas detonadas e dívidas aumentadas.

Os governantes improvisam, aumentam a criação de dinheiro, e assim surge a inflação. A taxa de juros dos Estados Unidos, através do dólar, exerce ampla influência nas finanças globais, afetando de forma marcante os países dependentes que necessitam acompanhá-lo para que suas moedas não desvalorizem

Vale lembrar que os Incas viviam bem, não conheciam a pobreza; tinham uma civilização pacífica com os vizinhos e não faziam uso do dinheiro, uma vez que, para eles, o ouro fazia parte das maravilhas da Terra. Esmeravam-se no trabalho que consideravam como parte das suas vidas. A chegada dos europeus, sequiosos por ouro, nos anos 1530, detonou tudo. E ainda hoje, em todo o planeta, os seres humanos se digladiam pelo dinheiro e poder, apesar da sua fragilidade e da brevidade da permanência no corpo terreno.

O Estado-nação deveria ser o território onde um povo poderia se desenvolver por meio do próprio esforço material e espiritual, como fazia a antiga civilização Inca. Mas o Estado-nação se tornou o mercadão onde alguns faturam alto e por isso não querem mudanças, mas o povo caiu na desigual distribuição da renda e perdeu a força de vontade. Aumentar a produção está difícil, por isso o aumento da dívida está causando aumento de impostos e tentativas para cortar despesas. A economia do século 20 não trouxe a esperada melhora nas condições de vida. Os países atrasados estão empobrecendo.

Nesta fase conturbada de guerra monetária e econômica, pouco se fala sobre a evolução da espécie humana. Grande parte da população consegue sobreviver, embora com alimentação nem sempre saudável e nutriente. O uso do celular e outros equipamentos estão afetando a forma de pensar e falar. É fundamental o bom conhecimento do idioma para pensar e falar com clareza. As novas gerações estão se tornando como máquinas insensíveis, agindo de forma rígida, sem flexibilidade.

Na Terra estão reencarnando muitos espíritos que não aproveitaram o tempo para se fortaleceram em outras vidas, numa nova oportunidade para evoluírem dominando o cérebro e conduzindo os pensamentos para atividades construtivas e enobrecedoras. Para sair desse labirinto o caminho é o aprimoramento espiritual.

O ocidente acomodou-se ao transferir fábricas, ampliando o mercado financeiro. As consequências já surgiram. A força de trabalho está ficando com nível inferior no preparo para a vida. Alguns países estão se armando, se fazem isso por certo irão à guerra, e depois, o que acontecerá?

Grandiosa e poderosa é a natureza. Os homens não a compreendem, não a preservam. As consequências estão surgindo. A energia do Sol invade a atmosfera. Pesquisadores falam da forte influência dessa estrela. Será que há algum dinamizador do Sol, tipo asteroide ou cometa, intensificando a atividade solar?

Simbolicamente, o mundo se divide em Céu, Terra, Inferno. No Céu está o reino espiritual de onde se origina o espírito humano. Acima dele, o inalcançável Divinal, a Luz criadora. Abaixo da Terra está o chamado inferno, com seus degraus para o submundo. A Terra é a “estrela” concedida aos seres humanos para o fortalecimento e desenvolvimento de seu espírito que é intermediário e deve, com sua livre vontade, abrir o canal para o Alto e carrear energia espiritual para o mundo material, beneficiando-o. Mas também pode dirigir o canal para baixo, fazendo ponte para que a escória dos baixios possa subir e destruir tudo de bom que contribui para a elevação espiritual do ser humano.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O MUNDO EM CONVULSÃO

Pouco se fala sobre o Reino do Milênio, a esperada época de paz e alegria na Terra, seu significado e quando ocorrerá. O Livro do Apocalipse menciona, de forma passageira, o evento dos mil anos. Na obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, Abdruschin escreve que “o ser humano se esqueceu do essencial. Ele não contou com a condição igualmente prometida, de que antes do reino de paz de mil anos, tudo tem de se tornar novo no Juízo! Esta é a condição básica indispensável para o novo reino. No solo existente até agora ele não pode ser levantado! Antes, tudo o que é velho tem de se tornar novo primeiro!”

Isso significa que não é algo que possa ser erigido pelos homens, nem por aqueles que se julgam donos do planeta. O mundo vive as consequências do querer errado dos seres humanos que, tomando forma, está levando ao descalabro, o que terá de ser sanado pela aumentada força das leis divinas da Criação, desencadeada pelo Filho do Homem, o Espírito Santo, a Vontade de Deus.

Estamos numa fase complicada e agitada. Os homens de Atlântida, os egípcios, os gregos, os romanos, não deixaram o espírito atuar desembaraçadamente, e suas edificações vazias desmoronaram devido à astuta atuação intelectiva, raciocínio frio e sem vida. A sociedade humana, nesta fase de dois mil anos, fundamentou-se em muitos ensinamentos contaminados por mentiras e falsidades, que agora mostram vestígios de oscilação nos alicerces.

As trevas querem impedir o avanço dos seres humanos para que não conheçam a verdade libertadora dos caminhos seguidos pelo querer errado que tem causado muitas desgraças, impedindo o progressivo desenvolvimento espiritual da humanidade. Na escuridão da guerra espiritual, é indispensável buscar a Luz da Verdade, a boia de salvação nesse agitado mar de acontecimentos impactantes que se sucedem velozmente. O colapso geral que se está desenvolvendo decorre da ausência do espírito nas decisões do homem.

Diariamente bilhões de seres humanos dizem: “Seja feita a vossa Vontade, assim na Terra como no Céu”, mas quem realmente conhece a Vontade Divina na Criação? Quem se esforça incansavelmente para reconhecê-la? Pois sem isso o ser humano permanece vazio, incapaz de produzir na Terra as benesses para as quais foi capacitado.

Cada nação deveria fazer fluir a sua economia em progresso, a bem de seu povo. Mas há a geopolítica, a guerra econômica, as cobiças por poder, os falsos estadistas que só pensam em como ganhar a próxima eleição, tudo criando situação de caos, ou seja, o querer errado vai gerando funestas consequências.

Insatisfação e emburrecimento são fatores que rebaixam a espécie humana. O apagão mental tende a aumentar. Alguém tem de ensinar alguma coisa sobre trabalho, sobre fazer coisas bem-feitas a esses jovens que ficam horas engatados no celular e pouco aprendem em casa e na escola. As dificuldades, a pressa, a ansiedade, o tempo curto suprime uma parte do bom senso. É uma questão muito séria que tem de colocar os gestores públicos à frente das dificuldades sem ficarem voltados prioritariamente para a conquista do poder.

Estamos vivendo tempos cruciais. As pessoas em geral têm de prestar muita atenção à sua voz interior e jamais agir sob impulso fora do controle. Não há tempo a perder, na nova era não haverá espaço para o querer errado em oposição às leis da Criação; tudo terá de se tornar novo, pois o querer errado não poderá ultrapassar a barreira do Reino do Milênio.

As castas dominantes, com seu poder e outros meios, submeteram as demais à submissão, gerando medo e ódio. A convulsão geral vai dando seus sinais. Insatisfação e revolta se espalham pelo mundo num ritual místico-religioso e comunista-terrorista, visando detonar a imperfeita estrutura social, acarretando destruição e caos, pois não aceitaram as leis básicas da vida que regem a Criação. Assim como não acolheram a genuína doutrina de Cristo, tampouco esperam pelo Filho do Homem, prometido por Jesus, para concluir a missão de esclarecimento sobre a Criação e suas leis divinas, desencadear o Juízo Final da humanidade e promover fortalecimento espiritual dos que procuram sinceramente.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MUNDO DE MENTIRAS

O ser humano se afastou daquilo que devia ser e criou um mundo de mentiras. Em geral o viver passou a ser artificial. Os indivíduos agem como se estivessem interpretando um papel. Não há reflexão, vão falando o que lhes vem à mente de forma confusa. Não pensam além da satisfação das necessidades do corpo e da diversão. Na infância, todos têm uma instintiva percepção simples da vida, mas ao se tornarem adultos ficam embotados, seguindo numa rotina automática. A infância é simples e natural, mas os adultos se permitem agir como lobos, atacando tudo que se interponha às suas cobiças e vaidades.

Quanto mais religiões foram sendo criadas, mais o ser humano foi se afastando do mundo natural, da vida real, e vai seguindo como perturbador que não age como deveria. No século 21, a humanidade espiritualmente adormecida se acha sem rumo, e a sustentabilidade está no limite, assim como a economia e a natureza.

A alma foi deixada de lado, o cérebro entrou no ritmo frio e mecânico das máquinas programadas, restringindo a espécie humana apenas aos aspectos materiais e sociais da vida. Houve tantos abusos e pressões que se pode dizer que grande parte esteja com alguma deficiência em seu cérebro. Na Terra, a aspereza está aumentando. Não há mais dissimulação. As pessoas estão sendo submetidas às imposições feitas por meio da força física ou psicológica.

A humanidade não entendeu por que se tornou necessária a encarnação do Filho; sem isso, já teria se autodestruído. Também não compreendeu e não conservou intactas as palavras severas de amor que Ele ancorou na Terra com o próprio sangue. Dois mil anos depois a situação é muito pior, pois a decadência atingiu tudo. Muitos dos assassinos estão de novo na Terra para colherem o que semearam.

O Poderoso Criador dá ao espírito humano a necessária oportunidade de nascer no mundo material para evoluir. Todos os corpos humanos são gerados da mesma forma e, “no meio da gravidez, é feita a ligação do espírito ao pequeno corpo, e o próprio sangue começa a circular” (O Mistério do Sangue, Mensagem do Graal). Enquanto a humanidade afundava, com guerras de conquistas, escravização e afastamento da Luz Primordial, veio Jesus para restabelecer a união perdida. Dois mil anos se passaram e pouco sabemos do porquê e como Jesus nasceu, mas tudo seguiu as leis naturais da Criação, e tudo foi sendo esquecido ou deturpado.

Desde 1945 o dólar se tornou a moeda mundial. Existem várias moedas que flutuam sem paridades fixas, submissas ao dólar que expressa a maioria das operações econômicas e financeiras. As contas sempre foram o ponto crítico que manteve o Brasil se arrastando com dívidas internas e externas.

Com tantas riquezas naturais, faltaram estadistas. O endividamento externo começou na Independência e foi prosseguindo. Na virada para a República, novo festival de dívidas. A atual reserva em dólares mal cobre a dívida externa. Vai daí que o dólar está oscilando mais. Um bilhão em swaps cambiais do BC colocados para inibir a volatilidade; quem subscreveu? Proteção contra desvalorização, ou especulação?

No filme de 2008, O dia em que a Terra parou, Keanu Reeves interpreta Klaatu, um ser ficcional que afirma: “este planeta está morrendo, a espécie humana o está matando. Eu vim salvar a Terra. Não podemos arriscar. Se a Terra morrer, vocês morrem. Se vocês morrerem, a Terra sobreviverá.” São palavras pesadas que poucos compreenderam, mas que bem poderão ser aproveitadas por seres humanos mal-intencionados. Em verdade, a espécie humana está sujeita à lei da reciprocidade, a colheita de todas as suas resoluções. Os que se esforçam sinceramente para se tornarem novos sobreviverão.

Falta o alvo da busca do bem geral com a participação consciente de todos. Tudo está áspero, não há amenização. Estamos numa embrulhada mundial confusa; quem sabe o que realmente está acontecendo, quem está puxando os cordéis? Há pretendentes que torcem para o fim do dólar para poderem ter o mesmo privilégio. Com tantas elevadas dívidas soberanas encabeçadas pelos EUA, não seria algo oportuno uma nova grande guerra?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

Imprensa e inquietação

A palavra imprensa tem origem na prensa, máquina usada para imprimir jornais. Inicialmente significou o jornal impresso em papel, transmitindo informações gerais ao público, mas hoje representa algo mais amplo, abrangendo diversos meios de comunicação, como jornais, revistas, rádio, cinema, televisão e internet. A palavra mídia é a adaptação do vocábulo “media”, derivado de “médium”. Podemos dizer que mídia significa o mesmo que imprensa, ou seja, é mais do que o ambiente por onde uma mensagem é transmitida, pois influencia comportamentos e percepções. É aí que está a questão principal.

A humanidade está sendo impactada pelo tipo de mensagem que a mídia distribui pelo planeta e, no presente, os conteúdos são desanimadores, mostrando o esgarçado tecido social no século 21. Enfim, estamos na era em que tudo que esteve oculto por longo período agora é mostrado abertamente para aqueles que têm olhos para ver. As aparências têm sido um manto vistoso cujas dobras escondem segredos. Os abusos de poder se esparramam pelo mundo. Tudo aquilo que era imaginado secretamente por mentes sem regras morais surge como realidade concreta. E por que está sendo dessa forma?

No início do século 20, Inglaterra e França, habituadas com seu poder senhorial, impunham ao mundo a sua cultura e seus produtos. De repente a Alemanha entra firme no mercado com produtos de boa qualidade e preços menores, atraindo a preferência do público. Surgiram as rusgas comerciais e não demorou para que elas se transformassem na Primeira Grande Guerra Mundial (1914 a 1918). Encerrada a guerra, as nações não conseguiram estabelecer com firmeza a paz e o progresso. Veio a crise de 1929 e a economia mundial hibernou, sendo sacudida pelo estrondo de um novo conflito que seria a Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945) envolvendo a Alemanha, Japão e Itália contra o resto do mundo. Foi aí que se projetou a nação americana, que deu o golpe fulminante e, com a Europa devastada, o dólar se tornou o impulsionador da reconstrução.

Os Estados Unidos se tornaram a nação dominante, o dólar se tornou a moeda reserva, mas o planeta não alcançou um progresso equitativo entre os povos, ficando a maior parte do bolo com o ocidente do norte. O comunismo que pretendia acabar com a pobreza decretando o confisco geral dos bens, deu em nada, surgindo a esquerda socialista que vai lançando seus tentáculos visando ampliar sua influência pelo mundo.

A partir dos anos 1980, o leste asiático, encabeçado pela China, foi surgindo com produtos baratos, o que resultou em superávits na sua balança comercial, dando início à volumosa reserva em dólares. Com produtos simples, a China foi subindo os degraus tecnológicos e seus produtos passaram a se rivalizar com os do Ocidente. Acentuam-se as rusgas comerciais, aumenta o protecionismo. A dívida americana e os embargos financeiros, criados na guerra entre Rússia e Ucrânia, despertam receios quanto à segurança do dólar como moeda de reserva.

Apesar da matança nas guerras, permanece a falta de bom senso; estamos diante de um cenário semelhante ao que deu origem à Primeira e Segunda Guerra, com a diferença de que há uma crise climática, população calculada em 8 bilhões de almas encarnadas sem bom preparo para a vida que estão se distanciando das religiões, e risco de escassez de alimentos. Diariamente a imprensa coloca essas questões em pauta de forma inquietante. A humanidade se mostra exausta diante de um viver áspero e acelerado, sem espaço para propósitos enobrecedores, e que vai reduzindo a esperança de dias melhores. O que querem os líderes? O que vai acontecer? Uma terceira guerra poderá trazer a maior destruição e derrame de sangue já produzidos pelo ser humano na face da Terra, mas como evitar essa catástrofe se falta boa vontade?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

INGOVERNÁVEL

Ingovernável (1e 2) é um seriado exibido pela Netflix que apresenta um drama em torno de riqueza, poder e política. A trama mostra pessoas que adestraram a mente para que nada passasse para a sensibilidade da alma, e com isso tornaram-se frias, sem coração, e assim foram perdendo a sua essência. Sentindo-se poderosas e imbatíveis, usam o dinheiro para facilmente neutralizar os oponentes enquanto a sua arrogância aumenta. Elas dizem que usam de violência para eliminar os oponentes e poderem implantar a paz do comando único. Com raras exceções, esses são os personagens da classe alta.

Por outro lado, na classe menos favorecida, encontram-se personagens cujas dificuldades da vida fizeram com que fossem perdendo a esperança; indolentes, se submetem ao poder dominante, mas no íntimo alimentam ódio e revolta. Em ambas as classes não enxergamos aspirações mais elevadas.

O seriado focaliza um mundo de falsidades e aparências obcecado por riqueza e poder. Ao seu modo, em ambos os lados, estão os vícios, as imoralidades, a arrogância, embora na classe alta haja um tipo de maldade oculta, enquanto na outra classe os personagens agem de forma mais simples.

Entre as manobras e golpes há as exacerbadas atividades sexuais, mas também se descortinam os meandros do poder: jogadas mentirosas, armadilhas, o uso da mídia para manipular a população, o esforço para controlar o processo eleitoral. “Me verás”, diz a canção tema com destaque para a luta pela sobrevivência em que o viver se transformou. “Me verás a la luz del día, cuando el mundo esté de rodillas, lucharé hasta el final de mi último día”. (Me verás à luz do dia, quando o mundo estiver de joelhos, lutarei até ao final de meu último dia).

Apesar do realismo e da violência cruel, o enredo segura o interesse, levando os espectadores a quererem saber o que vai acontecer com Emília, com a eleição e tudo o mais, embora o esquema de misturar cenas do passado com o presente possa confundir o espectador. Um triste retrato do viver tecido com mentiras e falsidades, saiu do natural e que, sem propósitos enobrecedores, se tornou ingovernável, com todos contra todos.

Há os que querem mudanças, algo condizente com a espécie humana, mas, desanimados, veem o quanto são frágeis diante das trevas incentivando o mal, atacando as pessoas que querem o bem. Para se tornarem vencedores eles precisam fortalecer o bom querer, a coragem e a perseverança, e buscarem incansavelmente a Luz da Verdade para alcançarem a paz e alegria.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

COMO LIDAR COM A DURA REALIDADE

Se olharmos para os acontecimentos apresentados nos telejornais veremos imagens de ações terríveis praticadas por pessoas que jamais se poderia imaginar que fossem capazes de decair tanto. Isso acontece porque a alma foi deixada de lado e, em consequência, o cérebro entrou no ritmo frio e mecânico das máquinas programadas, o que está transformando a espécie humana, restringindo-a apenas aos aspectos materiais e sociais da vida. Houve tantos abusos que se pode dizer que grande parte sofre de alguma enfermidade em seu cérebro.

O que a humanidade está fazendo com a alma que vivifica o corpo e capta a intuição espiritual? A aspereza está aumentando. Não há mais dissimulação na prática de imposições por meio da força física ou psicológica. Tudo começa a se embaralhar. Coisas inadmissíveis estão acontecendo. A humanidade decaiu abaixo do nível de dois milênios atrás. Os homens julgam-se fortes e donos de tudo, querem impor a sua vontade pessoal sem se importarem com o que é certo e justo. O Ocidente produz armas com dinheiro criado do nada e dívidas. As armas são usadas nas guerras. Quem tira proveito disso? Quem paga a conta?

Não se quer reconhecer que a busca da evolução é a real finalidade da vida. Sem conhecer e respeitar as leis naturais da Criação, o ser humano se torna nocivo e destrutivo. Quando se fala leis da Criação, significa as leis que regem o universo. A palavra universo engloba tudo o que existe. É a unidade que se revela na diversidade.

As intrincadas engrenagens da produção, empregos, comércio, dinheiro, juros estão emperrando. O dinheiro dita o poder. As finanças fazem movimentação independente da economia que produz bens e paga salários. Há na Terra permanente instabilidade. As crises promovem reequilíbrio provisório, até que surja nova crise. Ninguém sabe exatamente o que quer da vida. Flutua no ar uma confusa sensação de desmanche, enquanto seguimos caminhando sem o adequado rumo que possibilite a real evolução.

Diante do medo, alguns agentes fazem reservas que se acumulam. Nações constituíram reservas produzindo mercadorias destinadas à exportação, manipulando o câmbio, empregando mão de obra de baixo custo, subsidiando. Dependendo da taxa de juros, muitos pegam financiamentos para especular. Em vez de ser direcionada para a melhora das condições gerais de vida, a massa de liquidez flui como rio atrás de ganhos, criando bolhas, mas se algo travar o retorno do dinheiro, logo aparece o pânico.

No Brasil, a dificuldade tem sido a balança de pagamentos externos que interfere na taxa de juros. No geral, a tendência para juros mais altos rebaixa as Bolsas. Se os juros baixam, a Bolsa sobe. Se os juros sobem, sobrecarregam a dívida, o dólar baixa, assim como a Bolsa. Analistas admitem que uma baixa poderá ocorrer. Nessa gangorra há os que perdem e os que ganham, mas a época é de alarmismo, gerando medo e ódio.

A humanidade não construiu um sistema econômico equilibrado porque os que participam da produção da riqueza são pouco reconhecidos e o resultado é a concentração da riqueza e aumento da miséria, gerando nos homens a sensação de que tudo podem. A miséria está aumentando. Há muitos oportunistas que agem com maldade para satisfazer suas cobiças. O mundo inquieto começa a sentir medo e o medo gera ódio. A humanidade está perdendo a sua essência, a sua intuição. O monstruoso espetáculo da matança de pessoas por seus semelhantes gira pelo mundo.

O Brasil e sua população precisam de forte união para alcançar a educação que dê às novas gerações bom preparo para um viver condigno com a nossa espécie. É isso ou a ruína. A situação é simples, pois as eternas leis universais estão promovendo com severidade e justiça a grande colheita da humanidade. “Procurai e achareis” a onipotência do Criador.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

UMA ROTA PARA O EQUILÍBRIO

A Terra enfrenta o desequilíbrio geral. O lucro, colocado como a prioridade da vida, fez muitos estragos pelo mundo. Muita coisa está detonada. O ocidente controlou o dinheiro, e apesar da existência de vários grupos grandes, havia uma unidade. No Capitalismo de Estado com poder centralizado foi possível um direcionamento uniforme para alcançar superávit e acumular reservas. O resultado disso é muito dinheiro em caixa aprontando surpresas e instabilidade.

Como se explica o crescimento da China e outros asiáticos? O câmbio favorável, a mão de obra de menor custo, a taxa de juros? Que efeito isso provoca no ocidente? A indústria brasileira vem decaindo desde os anos 1980, evidenciando-se o achatamento da renda per capita que perdeu poder de compra. Qual a solução que poderia promover melhora na renda e nas condições gerais de vida?

O agravamento é evidente, criando desorientação geral. A Terra está em guerra e não se sabe para onde isso vai. Preocupantes são as incertezas quanto ao futuro e a instabilidade geral que estamos enfrentando, o que mexe com a cabeça das pessoas que, sem saber que rumo tomar, caem em dúvidas e no desânimo.

Não se ouve falar em um plano de bom senso para estabilização geral; tudo está em movimentação rápida e desordenada, sem definição. O que a máquina não pode fazer sozinha, ela usa o ser humano, o qual só pode fazer o que a máquina lhe permitir. Sem a participação da alma, o que podemos esperar do futuro?

O salário é fixo, mas os preços aumentam, assim como aumenta a dívida pública, e os governos gastam muito e querem mais dinheiro. A situação artificial dos preços das ações nas bolsas e a eventual ocorrência de calote poderão gerar crise grande. Neste ano teremos o “Superbowl” eleitoral. A escolha do mandatário para o próximo período em muitas nações. No Brasil, falta responsabilidade na gestão financeira pública. Haverá eleição em 5570 municípios, alguns deles com orçamento bilionário, o que representa muita tentação para grupos inescrupulosos.

Como dar boa formação para os eleitores de amanhã? Os jovens pouco leem. Que tipo de leitura está sendo oferecida na escola pública? O Ministério da Educação tem de selecionar livros que falem do enobrecimento do ser humano. Em 1890 surgiu o livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, citado em aula por alguns professores e considerado do tipo naturalista, mas foca no embrutecimento dos instintos sexuais e na forma degradante da luta pela sobrevivência dos personagens. A qualidade dos livros tem decaído ocorrendo o mesmo com os filmes. Algo lamentável. É o nível progredindo na direção inversa, para baixo, penetrando no cérebro dos jovens, arrastando tudo para a imundície.

Os governantes em geral são desmazelados com o dinheiro e as contas. A população em sua grande maioria não tem dinheiro, e o que consegue receber vai tudo embora no atendimento de necessidades essenciais ou supérfluas, refluindo para o centro de controle. Governos, Bancos e Bancos Centrais poderiam dar um rumo adequado para a economia, mas as guerras econômicas não deixam. Será que a eventual mudança de governo nos EUA poderia levar a uma nova rota para restabelecer o equilíbrio entre as nações com convivência pacífica e progresso real?

Falta sabedoria que poderia levar a um novo caminho que possibilitasse o reconhecimento das leis universais da Criação e o surgimento de equilíbrio entre as nações com convivência pacífica, qualidade de vida e evolução; mas a vaidade, orgulho, arrogância e cobiças mantêm o ser humano escravizado. Será que a melhora do mundo só será possível após a chegada do Apocalipse para devastar a obra sem coração?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

DESUMANIZAÇÃO GERAL

As condições gerais de vida apertam. A humanidade vem, há longo tempo, agindo de forma individualista. A Inglaterra, a rainha dos mares, dominou tudo por um bom período. Vieram franceses, alemães e americanos. Os povos poderiam ter encontrado uma forma salutar de convivência sem prejudicarem-se mutuamente, algo que fica cada vez mais difícil, mas pouco se preocupam que algo trágico possa acontecer.

As nações não podem deixar a produção no abandono. No Brasil, chutaram a escada de proteção, fizeram grande abertura, baixaram artificialmente o preço do dólar, tendo como resultado o fechamento de muitas fábricas e hoje quase não produz mais nada. Os importados chegam com preço menor, mas aniquilam os empregos, fecham as oportunidades de avanço tecnológico, aumentam a dependência. O que o pessoal vai fazer? Lavar pratos nos botecos?

Atacado pelos inimigos, o Brasil foi desviado da rota de ser pátria de Luz, paz e progresso. Diante de forte luta pelo poder, o país do carnaval mantém o povo distraído. O Brasil é rico em recursos naturais. É importante mercado consumidor. A riqueza verdadeira está na natureza. O que se diz por aí é que há o grupo que controla o dinheiro. Há o grupo que fortaleceu a China. Pode ser até que ambos sejam um só. Há o grupo ocidental, dito conservador, que envolve dinheiro, poder, religião, e o ramo árabe muçulmano. Dos bastidores, todos eles manipulam seus interesses. Nesse meio há de tudo, muitas coisas para confundir, mas falta a verdade.

Tudo é importante: mão de obra, subsídio, matéria-prima. Produzir para consumo interno ou externo? Há fatores muito importantes e fundamentais para a produção que têm de ser profundamente examinados nas análises: juros, câmbio, preparo da mão de obra, formação de monopólio. A economia mundial sofreu profunda transformação a partir dos anos 1980 devido ao ingresso da Ásia na industrialização com a integração de elevado contingente de mão de obra de menor custo, câmbio favorável e incentivos.

Antigos professores de contabilidade diziam que as contas devem estar bem balanceadas; o passivo líquido não pode superar o patrimônio líquido. Quando os papas do Estado inventam criar dinheiro do nada, lançando dívida para manter a economia rodando, isso poderá agradar a interesseiros e a trabalhadores, mas o fato é que se o dinheiro for consumido sem produzir retorno, a conta não vai fechar. Chegará o dia em que o rombo insustentável que isso causa vai aparecer. As verbas para as atividades essenciais do Estado poderão sofrer um corte drástico.

O que se diz agora é que a Inteligência Artificial criará um índice de produtividade, sem a participação do homem, jamais alcançado, quer dizer não haverá empregos. A proposta é que haja a distribuição de uma pensão para a população em geral.

A Terra se acha na Babilônia global. Significa confusão se expandindo para todos os lados. Confundir é a ordem geral. Tudo que se diz de um lado é contradito do outro. Desordem geral. Tudo sendo lançado sobre a população com o poderoso esguicho da Internet. Televisão, celular, notebook, tudo canalizado para bater diretamente no cérebro sem filtro dos desavisados. Saia dessa. Pense menos. Cultive a serenidade, fortaleça o eu interior.

Por que a humanidade está se desumanizando? Porque saiu do natural, perdeu a clareza e o discernimento, não sabe mais o que é a vida e sua finalidade. A cultura dos povos antigos tinha por base a natureza e a espiritualidade. Depois entrou o misticismo e cultos trevosos com sacrifícios de animais e de seres humanos. Atualmente, os homens querem dominar a natureza sem estudar as suas leis universais. A espiritualidade foi abandonada pela cultura materialista que não quer aceitar que a vida continua. Natureza e espiritualidade são os saberes aptos a retirar os seres humanos da depressão, levando-os a respeitar a vida e evoluir, e não atentar contra ela.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br