Posts

A GRANDE ESPERANÇA

O Brasil precisa de esperança, confiança e ação para recuperar o terreno perdido. Os acontecimentos atuais mostram os riscos de depender de uma única fonte de suprimento. Há muitos desequilíbrios para serem sanados, mas requerem força de vontade. Os seres humanos estão abdicando de suas capacitações de examinar, ponderar, refletir de forma intuitiva, o que permite a ampliação e dominação da manipulação agora facilitada pelos novos recursos tecnológicos.

Os homens públicos têm que ser chamados para assumirem suas responsabilidades neste momento crítico mundial, com elevado nível de população despreparada. Sem circulação, a economia não anda; sem produção, a circulação se reduz. O livre mercado não tem como competir com os custos asiáticos. O Estado deve contribuir para que haja oportunidades de progresso para todos. Os artífices queriam um Estado que tivesse arrecadação e pudesse contrair empréstimos. Aí vieram os burocratas e melou tudo. O dinheiro nunca é suficiente, as dívidas crescem e tudo o mais fica por fazer.

Erigiu-se toda uma estruturação para surgir o Estado Laico e Republicano, sem a figura do rei absoluto. No Brasil, isso foi feito por um grupo despreparado em represália a D. Pedro II por este ter eliminado o trabalho escravo e que acabou entregando sua autonomia a banqueiros ingleses. Mas a população deveria ser bem preparada e o Estado não deveria ser o tutor de todos, tributando a tudo e a todos, e fazendo negociatas.

Cada povo, em seu solo e tradições, todos seguindo as leis naturais da Criação. Mas a cobiça dominou e o resto da história mostra Estados endividados, falidos, população despreparada, famílias desestruturada, cidades caóticas. O que os governantes fizeram com o dinheiro? O Estado nacional contemporâneo tem como princípio realizar a soberania política e militar dentro de um determinado território delimitado por fronteiras para proteger seus recursos naturais. As nações que se anteciparam no desenvolvimento industrial buscam suprir suas necessidades de matérias-primas e consumidores, e por isso derrubam ou chutam a escada do desenvolvimento para os demais, como explica o economista sul coreano Ha-Joon Chang no livro Chutando a Escada.

O dinheiro precisa circular para movimentar a economia. A dívida pública subiu de forma vertiginosa. O país deixou que fábricas fechassem e, consequentemente, contribuiu para a perda de empregos. O governo tem déficit e dívida alta, o mesmo ocorre com grande parte da população cuja renda caiu. Fica o dilema: como dar impulso à economia, enquanto a miséria continua aumentando? A casa estava recebendo uma limpeza de desperdícios a começar na cobertura, transferindo o dinheiro economizado para ativar a economia, mas com a invasão do covid-19 a ordem planetária foi manter todo mundo dentro das moradias, grandes ou pequenas.

A saúde é a grande riqueza; sem ela tudo o mais perde o seu valor para o ser humano que depende de seu corpo sadio para cumprir sua tarefa na Terra. O corpo é de uma perfeição espetacular; as condições de hospitalidade do planeta, também. Mas o ser humano não se esforçou para entender a naturalidade e causou danos a si e à natureza.

O mundo se defronta com a grande turbulência. Com mais de sete bilhões de pessoas e inúmeras decisões imediatistas, a situação está beirando ao caos. Veladamente, anuncia-se o fim da possibilidade de dar solução condigna aos problemas criados pelo ser humano. Há risco de que água potável e alimentos não sejam suficientes.

As casas onde se criam as leis dos homens estão desatentas. Há décadas o poder mundial, está concentrado nas finanças. Precisamos de homens sábios e responsáveis no comando, e de seres humanos que se movimentem buscando o bem, sem se deixar dominar pela indolência.

O Brasil adentrou na fase de transição pois corria o risco de perder o status de nação independente. Agora é importante zelar pelo país para que seus recursos naturais sejam utilizados para o progresso e bem geral. Circula uma grande esperança de norte a sul, mas a sociedade tem de se movimentar. O país tem sido menosprezado, pois muito dinheiro foi carreado para o exterior, apesar das nossas grandes necessidades. Nós todos, sob a Luz da Verdade, como forma de gratidão ao Todo-Poderoso Criador, temos de zelar pela maravilhosa Pátria que nos foi concedida na Terra.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

A ERA DAS TREVAS NO SÉCULO 21

A “Idade das Trevas” é uma delimitação temporal da história que apresenta a estagnação cultural e econômica que ocorreram na Europa em decorrência do declínio do Império Romano do Ocidente. Esse período do ano 476 a 1453, também denominado “Idade Média”, com a conquista da cidade de Constantinopla pelos turcos-otomanos, foi dominado culturalmente pela religião. Foi uma época de avanço das trevas e obscuridade em que a original Mensagem de Luz trazida para a humanidade por Jesus foi sendo desfigurada por falhas de memória, alterações e inserções mais condizentes com a vaidade humana. Foi um período que manteve a humanidade estagnada em sua evolução espiritual.

O Renascimento foi um movimento cultural, econômico e político que surgiu na Itália do século 14, se estendendo até ao 17 por toda a Europa. Os renascentistas se colocaram como herdeiros do pensamento e da ciência desenvolvidos por gregos e romanos, dando ênfase ao intelectualismo materialista fazendo renascer a cultura da antiguidade, menos no que tange ao saber sobre os Entes da Natureza, reconhecidos por gregos, romanos e outros povos, embora com outros nomes, e que foram relegados à confusa mitologia.

Para os iluministas do Renascimento, a Idade Média era o tempo da escuridão mental e ignorância. Durante o Renascimento, convencionou-se chamar a Idade Média de Idade das Trevas, mas na verdade a idade das trevas perdura até nossos dias, pois o avanço do intelectualismo se voltou inteiramente para o materialismo sufocando o pouco de espiritualismo que havia restado do passado.

Dois fatores foram progressivamente reduzindo a influência e interesse pela religião: a evolução do dinheiro e a Revolução Industrial, mas podemos dizer que ao lado dessa última teve início a revolução financeira que a tudo afetou. A economia e finança passaram a ser a grande motivação das nações e dos homens do dinheiro, a geoeconomia. A Inglaterra e a França queriam assegurar suprimento de recursos naturais, matérias primas, energia e mercados para as manufaturas, e adentravam pelo sul para constituir colônias. Nesse ínterim, os Estados Unidos iam se fortalecendo e acabaram afirmando que a América era dos americanos através da Doutrina Monroe. A Alemanha entra na conversa, com população disciplinada foi galgando posição na técnica com produtos de boa qualidade e preços competitivos. Com o avanço econômico e da competitividade da Alemanha, a economia ia se complicando chegando aos embates da Primeira Guerra Mundial.

O SÉCULO 20

Os alemães foram sendo conduzidos para o materialismo místico, pondo de lado a clareza das leis da natureza, queimando livros contrários à sua ideologia. A Inglaterra e os Estados Unidos avançaram no controle do dinheiro e das finanças. A Alemanha, se ressentindo disso, tenta buscar outro caminho para evitar depender de capital externo, gerando atritos irreconciliáveis que deram origem ao mais trágico embate, a Segunda Guerra Mundial que se estendeu de 1939 a 1945 com muita destruição e sofrimentos.

No pós-guerra surgiu um alento, a humanidade queria paz e progresso e houve um período de leveza propício para reflexões sobre o sentido da vida, mas prevalecia a cobiça por riqueza e poder. O mundo foi caminhando para o desenvolvimento tecnológico e inovações. Logo ficou evidente que muitos países ficariam para trás na educação, avanço científico e tecnológico passando à condição de dependentes nas finanças e tecnologia, restringindo-se ao fornecimento de alimentos e matérias-primas.

A situação foi caminhando com alguma melhora na qualidade de vida, até surgirem as crises financeiras, o endividamento público e a globalização da produção. O dinheiro se tornou o grande ídolo. As corporações foram produzir na China onde a mão de obra era muito mais em conta, e todos eles estavam satisfeitos com os resultados. Aparentemente não haveria mais razão para guerras, a globalização era a solução preferida. Com preços imbatíveis, a China foi penetrando nos mercados inviabilizando a produção industrial local.

O SÉCULO 21

Tudo caminhava a contento, a China enriquecia e ia adquirindo a nova tecnologia passando a produzir produtos de qualidade, almejando ter moeda forte. Até que os americanos descontentes elegeram Donald Trump que dizia “América primeiro” e passou a tomar medidas para atender às necessidades do povo americano, contrariando os postulados da globalização.

Veio a guerra comercial e o recrudescimento da geoeconomia. No Brasil, Jair Bolsonaro foi eleito sem o apoio da mídia, surpreendendo a classe política acomodada no poder há décadas. Eis que os chineses são atacados pelo Covid-19, o novo coronavírus, e não divulgam logo a gravidade da doença que ataca o pulmão, e tudo está parando. Cidades inteiras fechando o comércio, parando de produzir, de vender, receber e pagar. A situação é tanto mais grave pelo artificialismo do sistema econômico global que fechou fábricas, desempregou e deixou os papéis da bolsa irem subindo sem consistência, e tudo foi caindo. Bancos Centrais falam em despejo de dinheiro para acalmar os mercados, mas e a produção?

Estaria a humanidade sendo conduzida para o beco sem saída e não está vigiando nem orando? Nem percebendo? Durante décadas, as autoridades assistiram passivamente a proliferação de comunidades com moradias precárias em áreas de alto risco e a população manipulada para fins eleitorais. Um cômodo para toda a família, como falar em isolamento? Os estrategistas precisam buscar soluções para contornarmos as dificuldades na saúde e na economia para impedir o declínio do Brasil e seu povo.

Há décadas vivemos em plena guerra econômica que agora se acirra visando aumento de riqueza e poder. Os países e a população são manipulados diariamente sem perceber. Tudo faz parte do jogo onde os ganhadores são sempre os mesmos enquanto aumenta a precarização geral.

Vivemos os tempos das epidemias e outras catástrofes, mas os seres humanos continuam dominados pela cobiça de poder, deixando a humanidade sujeita a projetos de supressão da liberdade. A era das trevas é hoje com a humanidade conduzida para o superficialismo desde longa data e agora sujeita aos artifícios da guerra de comunicações com múltiplas formas de influenciar as pessoas de modo que elas não se conscientizam da manipulação. A humanidade deveria se voltar para a compreensão do significado da vida e da situação em que deixamos o planeta e o Brasil. Afinal, para que nascemos? A humanidade tem de avançar para além do materialismo e se esforçar para encontrar a Luz da Verdade.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O ESPÍRITO TEM QUE DESPERTAR

Vivemos num mundo acelerado e ansioso que impulsiona o cérebro para pensar sem parar retirando a serenidade e a paciência. As pessoas querem tudo resolvido na hora sem observar a naturalidade. É preciso conservar puro o foco dos pensamentos. Os seres humanos viventes na Terra são dotados de espírito, corpo e a mente, onde se desenvolve a atividade cerebral de pensar e raciocinar. O cérebro absorve as informações que recebe, cria conceitos guardando-os na memória, surge uma personalidade que em geral não se esforça por ouvir o próprio espírito que se torna um estranho naquele corpo dominado pelo cérebro.

No cenário de angústias e tragédias, a vida se torna cada dia mais áspera e entediante porque o espírito está travado, deixou de atuar porque o cérebro tomou conta de tudo, mas o cérebro não dispõe da energia espiritual que deve chegar através da voz do espírito, a intuição, pois quer fazer tudo sozinho e suas criações são pesadas, frias, sem calor humano.

Sob enorme escuridão trevosa que engloba a Terra, a humanidade enfrenta com sofrimentos a consequências de seus atos. A miséria reinante é opressora. Caótica é a confusão geral e incontrolável a agressiva selvageria urbana.

Não basta saber da existência das reencarnações, é preciso saber por que o espírito tem de voltar várias vezes para um corpo terreno. A vida continua. O espírito tem que despertar, buscar a Luz da Verdade, se fortalecer, atuar, beneficiar e enobrecer. A mente tem que ouvir, se aquietar, colaborar.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

KARDEC

O filme Kardec apresenta a vida do educador Hippolyte Léon Denizard Rivail, membro da sociedade científica, que adotou a identificação de Allan Kardec após ter sido despertado para a questão da reencarnação e do significado da vida. Um acontecimento importante para a humanidade subordinada aos dogmas da Igreja. De onde viemos, para onde vamos, qual a finalidade da vida? Indagações feitas por Kardec. Tudo começou quando ele decidiu investigar mais a fundo as chamadas “mesas girantes” que ocorriam em Paris no século 19 e a partir de então deixou o ceticismo de lado para iniciar suas pesquisas a respeito do tema.

Seus estudos científicos tentaram explicar o inexplicável levando-o a concluir que os barulhos nas mesas eram causados por espíritos que tentavam conversar com os vivos. Mais tarde, ele descobriu que existiam também os médiuns, ou seja, pessoas que tinham a capacidade de ver e ouvir os espíritos. Foram os espíritos, inclusive, que disseram ao professor Rivail que em vidas passadas ele tinha sido um druída celta com o nome de Allan Kardec, e por isso passou a usar esse nome.

No filme, a atuação de Leonardo Medeiros no papel de Rivail/Kardec mostra a trajetória de evolução de seu personagem, assim como a presença mais leve de Sandra Corveloni como Amélie Gabrielle Boudet, esposa de Kardec, que dá uma dinâmica interessante ao casal. Ela o ajudou a escrever o “Livro dos Espíritos”, lançado em 18 de abril de 1857, a responder às cartas das pessoas interessadas no assunto e a organizar as pesquisas. O filme exprime bem a época em que a história aconteceu, permitindo ao público entender as dificuldades enfrentadas naquele momento pelos pesquisadores da espiritualidade.

François-Marie Gabriel Delanne, engenheiro francês e um dos primeiros pesquisadores espíritas notórios, sintetizou bem o episódio histórico: “Substituindo a fé cega numa vida futura, pela inquebrantável certeza, resultante de constatações científicas, tal é o inestimável serviço prestado por Allan Kardec à humanidade”. Ou seja, os seres humanos, conscientizados das reencarnações necessárias ao fortalecimento e evolução do espírito, levariam o impulso para, numa próxima encarnação, buscar o saber completo da Criação e suas leis, sem dogmatismos ou misticismos, sob a Luz da Verdade.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

 

PROCURAR E ACHAR O CAMINHO

No recrudescimento das crises ideológicas e religiosas, e em meio à complicada situação financeira mundial, com tendência de redução da atividade econômica e avanço da guerra comercial, rompem-se acordos de não-proliferação de mísseis nucleares. Dois aspectos a serem examinados nesta fase em que o planeta abusado mostra a reação da natureza: o descontentamento com medidas que se opõem à ilimitada abertura das fronteiras para o comércio global e a queda da atividade econômica, por vezes reerguida no passado com conflitos bélicos. O que se passa na cabeça da população e dos mentores das grandes decisões que afetam a humanidade? Qual o alvo?

O mais lamentável na espécie humana é a sua displicência e comodismo. A questão da água é seríssima, assim como o tratamento do lixo e dos dejetos humanos. O ciclo da água é perfeito. Nascentes, rios, solo, florestas, sol, chuvas, tudo interligado, até que o homem passou a interferir arbitrariamente sem observar como a natureza funciona. O resultado está aí na nossa frente: rios mortos e mares poluídos. Nas últimas cinco décadas, a poluição dos mananciais reduziu as reservas hídricas mundiais em um terço.

Neste mundo, que se afastou do humanismo e das leis da Criação, todos os seres humanos têm de prosseguir, ir além, perceber o dom da vida. O problema está na falta de reconhecimento de que, como seres humanos, a educação e o cuidado com os filhos têm de estar em nível superior ao do instinto dos animais para formar uma geração forte que anseia pela evolução espiritual.

Há uma fábula que narra a saga de uma civilização formada por espíritos cujo anseio de se tornarem fortes e conscientes foi atendido pelo Mestre Universal. Receberam uma região com todo o necessário ao progresso pacífico, mas não respeitaram as leis da natureza, nem seguiram a vocação natural do espírito de beneficiar e embelezar a região recebida em paz, e buscar o caminho de volta à sua origem. Assim, com a força de seu raciocínio acorrentado ao materialismo, se apegaram às coisas materiais simbolizadas no bezerro de ouro.

Com seu baixo propósito, foram semeando o caos, a desordem e a violência. Ao ver isso, o Mestre os deserdou, os advertiu e os encaminhou para uma região distante, sem acesso, onde permaneceriam juntos, todos os de má índole, até que reconhecessem sua baixeza para poderem se elevar. Teriam de procurar a Luz da Verdade para reencontrar o caminho perdido. O Mestre, então, cedeu aquela região a outros espíritos, mas eis que uma parte desses também foi decaindo e o fizeram de forma tão ignóbil que acabaram abrindo uma passagem para a região dos deserdados, que vendo essa oportunidade, correram em massa ao local que habitaram outrora.

Não tardou para se instalar o caos geral, desta feita mais violentamente ainda, causando danos até aos de boa vontade e de nobres propósitos. O Mestre, então, percebeu que tinha de organizar uma campanha de limpeza do ambiente para extirpar definitivamente os de má índole, pois não mereciam mais o presente ofertado. Assim é a lei da vida: os perturbadores têm de ser separados daqueles que querem evoluir em paz e com vontade direcionada para o bem geral.

No Brasil, a situação já estava difícil, mas com a sucessão do PSDB pelo PT ficou ainda pior. Hoje penamos a miséria aumentada com máquinas paradas, desemprego e uma dívida absurdamente elevada. Sempre houve obstáculos para a produção de manufaturas, mas mesmo assim, conseguíamos exportar vários itens. Nesse ínterim, o parque industrial, que engatinhava, perdeu o vigor.

Precisamos de mudanças que permitam aumentar a produção, os empregos e sua qualidade para intensificar a atividade econômica do Brasil. O capital humano é de suma importância, mas cada indivíduo tem de se compenetrar de sua responsabilidade e receber bom preparo para vida, tornando-se eterno aprendiz.

Há uma suposição de que as redes sociais provocaram reações, mas a causa é outra. Os brasileiros estão tomando consciência de que o país vem sendo conduzido para o abismo na educação, nas finanças, na desindustrialização e falta de empregos. Apesar dos recursos naturais disponíveis, a precarização geral avança. É um “basta” o reflexo do anseio pelo retorno à seriedade e melhora geral.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

A VOZ QUE NÃO QUER CALAR

Quando o ser humano encarnou na Terra, para que a semente espiritual pudesse se tornar o autêntico ser humano, tudo já estava pronto sem que ele tivesse contribuído em nada; mas, com o correr do tempo, foi deixando de seguir cuidadosamente as leis da Criação com humildade perante o Senhor de Todos os Mundos, acarretando o surgimento da aspereza, miséria, brigas e guerras, inveja, cobiça de poder e ódio, e foi paulatinamente perdendo a condição de ser humano que ouve a própria consciência, o verdadeiro eu, passando a forjar a caótica situação atual, em vez de, beneficiando tudo, erigir na Terra uma cópia do paraíso celeste.

Vamos olhar para as criaturas que queriam ser os donos do mundo, julgando-se superiores a tudo o mais. São pessoas cujo espírito está adormecido e dominado pela própria vontade intelectiva que só enxergam o mundo material visando alegrias e prazeres terrenos, incluindo-se nisso o desfrute do poder como recompensa pela sua astúcia, e por isso querem que todos se curvem sob a sua vontade. O ser humano deveria preservar a humildade espiritual para manter a percepção mais ampla da vida, ouvindo o íntimo e a sua consciência intuitiva que o admoesta sempre que suas ações se contrapõem às leis do Criador. A livre resolução não poderia acorrentar o próprio espírito ao corpo terreno perecível, pois a vida vai além do mundo material onde o viver se tornou luta renhida pela sobrevivência.

A escuridão era tanta, o viver dos seres humanos era tal que restavam poucos vestígios da generosidade e bondade na face da Terra, a não ser da parte de uns poucos que ansiavam pela vinda do Messias. Se não ocorresse uma intervenção do Criador restabelecendo a Luz da Verdade na Terra, a humanidade teria decaído tanto que se autodestruiria antes do término do prazo para o julgamento de seus atos e de como aproveitou o tempo concedido para desenvolver os talentos espirituais.

Há um único Criador, mas os seres humanos criaram religiões que separam os homens em vez de uni-los em torno dos corretos propósitos de vida. Será muito difícil que os humanos, habituados ao dogmatismo há séculos, entendam o significado da encarnação do Verbo. Teriam que examinar objetivamente os fatos e refletir intuitivamente com o próprio espírito que, acomodado, não analisa nada na ilusão cerebrina de tudo saber. A Luz da Verdade desceu para a humanidade afastada da Luz, mas tem sido recusada no passar dos séculos pela sua mania de saber melhor e por não procurar entender por que se encontra conscientemente na bela Criação.

Nos anos 1930, Abdruschin se ocupava em relatar a trajetória espiritual da humanidade desde os primórdios da Criação e suas leis até os dias atuais. Como Jesus, também se defrontou com muitos obstáculos, principalmente daqueles que queriam calar a sua voz esclarecedora como já tinha ocorrido com o Enviado de Deus. Abdruschin se defrontou com todo tipo de vilezas tendo sido preso, suas propriedades foram confiscadas, e o impediram de falar em público e publicar os seus escritos. Em 1939, eclodiu a Segunda Guerra Mundial, a maior tragédia produzida pelos seres humanos. Abdruschin faleceu em 1941 em prisão domiciliar.

Tudo parecia perdido, mas no pós-guerra sua esposa Maria e seus amigos conseguiram liberação para editar e divulgar a obra para as pessoas saudosas da Luz que procuram incansavelmente conhecer a verdade e se libertarem. O livro Na Luz da Verdade Mensagem do Graal conduz ao reconhecimento da nossa responsabilidade sobre nossas resoluções e ações, pensamentos, palavras e na formação do destino.

“Escrevi a Mensagem do Graal, que eu ansiava trazer à humanidade. Essa Mensagem contém o saber da atuação completa da Criação, sem lacunas. Nela os seres humanos reconhecem os caminhos que devem seguir, a fim de alcançarem a paz interior e com isso uma atividade alegre já aqui na Terra. Meu alvo é de espécie espiritual. Não trago uma nova religião, não quero fundar uma nova igreja, tampouco uma seita qualquer, mas sim dou, com toda a simplicidade, um quadro nítido da atuação automática da Criação que encerra a Vontade de Deus e onde o ser humano pode reconhecer claramente os caminhos que são bons para ele”. (Abdruschin)

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Hotel Transamerica Berrini, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

O QUE É A MENSAGEM DO GRAAL

“Escrevi a Mensagem do Graal, que eu ansiava trazer à humanidade. Essa Mensagem contém o saber da atuação completa da Criação, sem lacunas. Nela os seres humanos reconhecem os caminhos que devem seguir, a fim de alcançarem a paz interior e com isso uma atividade alegre já aqui na Terra. Meu alvo é de espécie espiritual. Não trago uma nova religião, não quero fundar uma nova igreja, tampouco uma seita qualquer, mas sim dou, com toda a simplicidade, um quadro nítido da atuação automática da Criação que encerra a Vontade de Deus e onde o ser humano pode reconhecer claramente os caminhos que são bons para ele”. (Abdruschin)

Na Luz da Verdade Mensagem do Graal conduz à percepção de que podemos participar ativamente tanto de acontecimentos próximos quanto distantes que ocorrem em nosso planeta, no presente e no futuro, contribuindo, dessa forma, para a evolução do Universo. Passamos, a partir disso, a compreender a importância dos pensamentos, das palavras e das ações na formação do destino.

MELHORAR O PIB E OS EMPREGOS

Grande parte dos problemas do Brasil refere-se ao descontrole das contas internas e externas, da falta de dar atenção ao que é prioritário e aos horrorosos desvios da corrupção, campeã mundial que por aqui se instalou, gerando uma permanente situação de dívidas crescentes. Muitos economistas do planeta condenam o crescimento das dívidas soberanas dos Estados, contraídas por seus governantes que não organizam orçamentos equilibrados e administração sadia do dinheiro público, sempre necessitando tomar empréstimos para cobrir déficits fiscais, ficando depois algemados.

A criação de dinheiro não tem trégua, seja pelos BCs administrados pelo governo ou não, seja pelo empréstimo bancário sobre os depósitos em proporções superiores ao capital próprio. Mas há outro aspecto da dívida pública. Se os governos não estivessem absorvendo liquidez através de empréstimos e essa massa de dinheiro estivesse solta no mercado, o que poderia acontecer na economia?

É nas finanças que mora o perigo. Há muitos interesses em jogo quando se trata de dinheiro. É preciso naturalidade e seriedade nesta época mais difícil que todas as outras. O mundo se defronta com o embate econômico em múltiplas variáveis: dinheiro, crédito, câmbio, especulação e disputa pela conservação e aumento de poder.

A Ásia incorporou grande contingente de mão obra barata para a produção de bens em larga escala e avança na automação da produção com custos inferiores ao Ocidente o que está causando traumas na renda e no consumo. O que vão fazer os habitantes do Brasil e outras regiões, se não têm como enfrentar a competição? A possibilidade de avanços na automação da produção ainda está longe de nosso alcance. Então, se não for encontrada solução, o país será deixado na rota do caos?

O futuro do Brasil e da humanidade está se complicando porque, em geral, poucos assumem sua responsabilidade com o futuro. De longa data falta verdade e, habilmente, as reais intenções têm sido acobertadas. Estamos no século em que tudo se acelera e nada fica oculto. É preciso enfrentar a realidade, mas também incentivar a sincera vontade de renovar tudo que esteja em desacordo com as leis naturais da Criação, pois o que estiver em oposição a elas perderá a base de sustentação, devendo ruir naturalmente. O Brasil tem de deixar de ser como criança mimada para entrar na fase adulta das realizações construtivas e benéficas.

Qual será o futuro do Brasil? Como puderam deixar que a precarização dominasse na educação, saúde, moradias inadequadas em agrupamentos sem esgoto e água, mas com TV de baixo nível? Dívida bola de neve com juros anuais equivalentes a cem bilhões de dólares anuais. Fragilização da indústria com política cambial desastrosa. Abandono das praças cheias de lixo. Bueiros que lançam esgoto nas ruas. Odor exalado por urbanos. O que fizeram com o maravilhoso Brasil?

Vivemos um momento decisivo. Nas décadas que nos separam da proclamação da república em 1889 pouca coisa vimos em prol do país e sua população. O Brasil tem sido descuidado em seu desenvolvimento. Não é à toa que o PIB vem caindo e o desemprego aumentando. Em vez de produzir estamos combatendo a inflação com dólar barato e juros elevados, conservando empregos nos países exportadores.

A época é difícil. Serão quatro anos de restauração do Brasil, mas há que se estar atento com o que poderá vir por aí em 2022. Temos de destacar que os jovens precisam de bom preparo para a vida, seriedade, raciocínio lúcido e propósitos enobrecedores da espécie humana porque eles representam o futuro. Precisamos que os governos Federal, Estadual e Municipal e o povo se unam para o bem do Brasil. Precisamos de conexão de Internet de boa qualidade e baixo custo para que a população possa se inteirar do que se passa realmente.

Estamos diante da oportunidade de Renascimento do Brasil que necessita de uma geração forte, que pense com clareza sob a Luz da Verdade, livre dos sofismas marxistas que se fundamentam no ateísmo; de pessoas que se esforcem para a conquista de alvos elevados para fazer do Brasil um bom lugar para se viver, transformando-o num lar de criaturas que evoluem de forma humana.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

A MENSAGEM DO GRAAL, O GRANDE AUXÍLIO

No passado, a religião, a busca do elevado, era o centro da vida, pois se sabia da existência do espírito. Hoje, bilhões de pessoas estão imersas em fantasias, perseguindo ilusões e obedecendo a leis criadas pela imaginação de homens afastados das leis da Criação. O raciocínio se interpôs ao espírito, e não se percebe mais sons dele provenientes. A alma pouco ou nada participa das ações.

No mundo áspero, dominado por homens subjugados pelo raciocínio limitado à matéria, ao tempo-espaço, os seres humanos intuitivos que ainda pressentem a existência do espírito não têm muitas oportunidades de se manifestar, vão sendo podados por aqueles que se tornaram mestres na arte de se imporem para satisfazer seus desejos, pouco se importando se com isso estejam semeando ruína.

A Vida é o grande presente que cada um pediu ao Criador. O espírito é o verdadeiro eu do ser humano. Desalentado, o mundo assiste ao suicídio de jovens. O mais sagrado dever do ser humano consiste em progredir no reconhecimento de Deus. Cada religião acabou se transformando e nada mais é do que uma forma rígida de conteúdo inerte que está afastando muitas pessoas.

As novas gerações precisam ser motivadas para compreender a finalidade da vida e aprimorar-se, e para conhecer a Criação de modo certo em todos os seus efeitos. Depois de Moisés. Depois de Jesus de Nazaré. Depois de Maomé, a humanidade recebeu a Mensagem do Graal Na Luz da Verdade que nos chega para dar a interpretação completa do atuar das leis da Criação, na forma mais compreensível para esta época. Na realidade, são exatamente as mesmas que Cristo já trouxe outrora, na forma adequada de então, quando a humanidade estava prestes a afundar na escuridão trevosa.

A Mensagem do Graal reúne todo o saber sobre a Criação como se fosse uma Universidade Espiritual. Quando a Mensagem do Graal for compreendida e vivida, logo será reconhecida como o Grande Auxílio para a humanidade.

No século atual, as pessoas se movem por si, sem aliciamento nem imposições, basta difundir, dar exemplo pondo em prática os ensinamentos da Mensagem do Graal que já estará sendo forjada a plataforma espiritual, no visível e no invisível, o grande archote da Luz da Verdade no conturbado cenário planetário.

A contribuição dos estudiosos para o esclarecimento da Verdade: estudar, vivenciar e difundir os ensinamentos da Mensagem. Ajudar as pessoas que estiverem buscando, indicando o caminho para o reconhecimento das leis da Criação. Quem se movimentar naturalmente receberá auxílio. Essa é a responsabilidade daqueles que reconheceram os elevados princípios contidos na obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, o grande auxílio para a elevação da humanidade! Quem procurar sinceramente vai achar e reconhecer.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7

PAULO – APÓSTOLO DE CRISTO

Embora restrito aos calabouços da prisão e ao refúgio dos cristãos, o cenário do filme Paulo – Apóstolo de Cristo é bem realista dando a ideia do que era a Roma antiga. Mas o Paulo apresentado está com idade avançada, acusado e preso injustamente, se apega à imagem de um Criador indulgente que induz a ideias erradas sobre as leis da Criação claramente expostas por Jesus tomando a natureza como base.

Pelas conversas podemos concluir que Paulo reconhecia a existência de várias reencarnações do ser humano. Dizia que esta vida é como um punhado de água tirada do grande mar e que aos poucos vai escapando de volta. Isto é, cada existência terrena é um pequeno trecho da grande estrada da vida na direção da autoconscientização e do fortalecimento do espírito, até alcançar a vida eterna no paraíso, o reino espiritual, ou se perder nos abismos do mundo material.

O mundo ficou sobrecarregado com indolentes acomodados, que não procuram mais pelo significado da vida, e perturbadores da paz, que nada fazem para merecê-la, seja nas atrocidades da Segunda Guerra e tantas outras que perduram até nossos dias. O inferno é o lugar onde poderão derramar sangue de seus semelhantes à vontade. Os homens colhem o que semeiam. Muito tempo foi desperdiçado com mentiras, falsidade e coisas de pouco valor para a vida real. Só a força da Luz da Verdade pode insuflar a verdadeira vida.

Paulo disse: “não quero ser lembrado como pessoa igual a Jesus, pois é ele o Messias, o grande Mestre”. Isto é, Paulo não queria que surgisse um culto à sua pessoa, no entanto, o cristianismo deveria ter colocado no topo da doutrina a Verdade sobre o significado da vida trazida por Jesus, não a pessoa dele; o culto pessoal acarretou vários erros que se mantiveram ao longo do tempo, como por exemplo, a vinda do Filho do Homem, que Mateus, sem atentar para o significado das palavras, relatou como sendo a volta de Jesus, pois o Mestre Jesus sempre aludia a outra pessoa: “mas quando vier o Filho do Homem,também como eu enviado por Deus, trará a Justiça e a Luz da Verdade para impor paz na Terra e alegria de viver aos homens de boa vontade”.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel, é articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. É autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens”; “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin – Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7