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A CIVILIDADE NA CRISE E A GRATIDÃO

A civilidade é mais que educação; é a postura interior. Civilidade não é apenas boas maneiras. É a capacidade de agir com dignidade e gratidão pela oportunidade da vida, mesmo quando o mundo está em crise generalizada. É recusar a lógica do “cada um por si”. É não explorar o medo alheio. É não buscar vantagens às custas da fragilidade do outro. É manter a integridade e serenidade quando tudo ao redor parece instável.

Simbolicamente, o cerne dos cavaleiros do Apocalipse é a balança da justiça que está pendendo para o lado escuro da humanidade, em decorrência de suas próprias escolhas, o que representa o falhar daqueles que se detiveram nas ninharias da vida, em vez de buscar o desenvolvimento do espírito, e nisso foram criadas as condições para o caos que se aproxima. Nesse meio, muitos encontrarão o caminho que eleva, caso se esforcem para isso.

Enquanto não sentirem a vontade de trilhar um novo caminho com uma sintonização voltada para o bem geral e para o aprimoramento moral e espiritual, as dificuldades continuarão crescendo. Como levar avante uma civilidade em tempos de crise, e que não esconda a dureza da realidade? Como direcionar essas informações ao povo em geral?

Vivemos um período em que a humanidade parece ter chegado ao limite de seus próprios caminhos. Pandemias, guerras, instabilidade econômica, crises ambientais e tensões sociais revelam algo que vai além dos fatos: mostram que perdemos a sintonia com aquilo que sustenta a vida em comum.

Durante milênios, avançamos em ciência, tecnologia e poder material, mas abandonamos algo essencial: a capacidade de usufruir com gratidão a existência consciente que nos foi dada, contribuindo para o bem geral do ambiente em que vivemos. Como escreveu Abdruschin, Na Luz da Verdade: “o ser humano desconhece a jubilosa gratidão de usufruir de modo alegre a existência consciente que lhe foi dada, coparticipando na grande Criação para o bem de seu ambiente.”

Essa ausência de gratidão e responsabilidade interior se manifesta hoje em todos os níveis: na política, na economia, nas relações sociais e até na vida íntima das pessoas. O resultado é um mundo que parece sempre à beira do colapso, onde cada crise se soma à anterior e onde a sensação de insegurança se tornou permanente.

Mas não estamos condenados a repetir esse ciclo. A mudança começa no bom querer. Nenhuma reforma política, nenhum plano econômico e nenhuma liderança será suficiente enquanto o ser humano não desejar, de forma sincera, trilhar um novo caminho. Um caminho baseado em liberdade para decidir, responsabilidade pessoal, respeito e consideração ao outro, cooperação, verdade, sobriedade, consciência moral, e compromisso com o bem comum e a continuada busca de melhores condições de vida e aprimoramento da espécie. Sem essa base, qualquer sistema desmorona.

As famílias, escolas e profissionais de saúde têm de formar pilares de equilíbrio. Num tempo de ansiedade coletiva, esses três núcleos precisam caminhar juntos. Necessitamos de famílias que conversem, acolham e orientem; de escolas que ensinem os conteúdos adequados ao bom preparo para a vida, mas também autocontrole, empatia e pensamento crítico; de profissionais de saúde que compreendam o impacto emocional das crises e ajudem a sociedade a não sucumbir ao pânico. Sem essa rede, a população fica vulnerável a discursos de ódio, manipulação e desespero.

As instituições e a economia requerem responsabilidade compartilhada. Governos, empresas, bancos, escolas e cidadãos precisam agir com sobriedade. Não é tempo de oportunismo. É tempo de transparência, prudência, cooperação, respeito aos limites e compromisso com a estabilidade social. A economia não é um jogo de vencedores e perdedores; é o sistema equilibrado que deve sustentar a vida de todos.

Falta um alarme, um chamado à sintonização correta. O mundo não mudará apenas com leis, decretos ou eleições. Ele mudará quando cada pessoa decidir alinhar sua vontade ao bem geral, ao aprimoramento moral e ao respeito pela vida. Essa sintonização não é abstrata. Ela se expressa em cada gesto, cada escolha, cada palavra tudo unido, voltado para o bem geral.

É possível viver com dignidade mesmo em tempos difíceis. É possível reconstruir a confiança e criar uma cultura de paz, responsabilidade e verdade. Mas isso exige que cada um de nós desperte para a grandeza e a responsabilidade de ser humano diante da grandiosa finalidade da vida para nos tornarmos bons feitores do planeta que constroem um futuro cada vez melhor.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

COMO AGIR NO SÉCULO 21?

No início do século 20, o Brasil já estava no regime republicano, com eleições para escolha do presidente e demais integrantes da gestão da nação. No geral, tivemos um período marcado por grandes guerras, lutas sociais e culturais, e uma grande mudança na percepção dos seres humanos sobre o significado da vida. O Brasil passou a contrair mais dívidas externas, e na medida em que ia pagando, mais dívidas foram surgindo. A população era calma. A economia era frágil, voltada para a agricultura de exportação, as pessoas e as famílias viviam influenciadas pela igreja, pelo rádio e, em menor escala, pelos jornais e revistas.

Terminada a primeira grande guerra mundial, a Europa tentava desenvolver um período de reconstrução, enquanto a Alemanha se arrastava diante da dívida de guerra. Nos Estados Unidos estavam se formando as condições para a grande crise de 1929 que abalou a insípida economia global. No Brasil e América do Sul, a situação também se arrastava.

E veio a segunda grande guerra mundial. Miséria para todos os lados. Alemanha e Japão vencidos. Inglaterra e Europa arrasadas. E surgia o dólar trazendo novas esperanças e ilusões. Na América Latina, o clima era de quintal dos outros, como até hoje. Argentina fornecia carne; Brasil, café e açúcar. No restante, minérios especiais como prata e cobre. Os poderosos querem as riquezas e mais poder. América Latina e África ainda são quintal dos outros com a colaboração de políticos e suas negociatas.

Com o fim da segunda grande guerra, novas esperanças acendiam nos corações aflitos. As pessoas eram sentimentais, criavam fantasias mentais, mas ainda havia um pequeno vestígio de intuição, ou seja, a voz do espírito, que dava um pouco de leveza. Isso foi até aos anos 1970. Poderia ter havido uma guinada qualitativa da humanidade voltada para a espiritualidade, pois tudo apelava para isso.

Eis que surgiu a televisão com sua força avassaladora sobre as mentes de adultos e crianças, e dependia de todos a direção que seria dada. Em vez de um incentivo ao aprimoramento mental e espiritual, venceu a manipulação. As pessoas queriam lazer, diversão, vida mansa. E tudo isso veio no pacote que incluía desinformação e consumismo. A venda de tudo foi crescendo, até dos cigarros, nocivos para a saúde. As novas gerações iam emburrecendo, o marketing político definia os candidatos vencedores.

No século 21, a humanidade se apresenta apática, sem força de vontade, desanimada, agindo como robô. Mas novas guerras estão se inserindo no cenário, roubando a paz, trazendo inquietação e sofrimentos. A queda moral e espiritual prossegue fazendo da vida na Terra um processo insustentável.

Quem se habilita a reconhecer os estragos promovidos pela própria humanidade? Falta coragem e humildade para que haja o reconhecimento dos erros e a escolha do caminho adequado à espécie humana. Sem esse reconhecimento, não pode haver transformação verdadeira. Reconhecer o erro, assumir responsabilidade e buscar o caminho certo sob a luz da verdade é algo que ultrapassa fronteiras, religiões e posições de poder. As tragédias e sofrimentos são o derradeiro chamado à consciência que qualquer ser humano pode compreender, se estiver disposto a olhar para dentro de si, e então optar conscientemente pelo rumo certo que eleva a própria espécie.

O século 21 está se caracterizando por um intenso avanço tecnológico, inversamente ao declínio moral e espiritual. A inquietação e a ansiedade são o denominador comum, e isso vai deixando os indivíduos estressados, incapazes para realizar reflexões intuitivas nos momentos de folga. Os seres humanos estão sendo arrastados pelo relógio acelerado do tempo, deveriam resistir e fazer pequenas pausas, sempre que puderem, para avaliarem a forma áspera como estão vivendo e perceberem que têm de buscar uma sadia mudança de rumo.

 

OLHE ATENTAMENTE À SUA VOLTA

Afastados da parte invisível da vida, os seres humanos vão em frente meio às cegas, sem perceber tudo o que se passa à sua volta. Pare, olhe atentamente, perceba que tudo está sendo tecido no campo invisível do qual fazemos parte e cuja ligação foi rompida. Escorregar no atoleiro é fácil; difícil é sair. Nesse jogo há muitos interesses, inclusive o de manter o desgaste dos EUA, que vão envolvendo as autoridades. São as consequências de décadas dedicadas ao acúmulo financeiro, deixando tudo o mais em segundo plano, inclusive o aprimoramento da espécie humana que permanece resvalando para os baixios, sem alvos enobrecedores. Quanto mais passa o tempo, mais afunda e mais difícil será retornar a um viver feliz com naturalidade.

As nações estão se voltando para autocracia ostensiva. No passado, pode ser que isso tenha sido maquiado, ocultado, mas sempre houve homens do estilo tirânico que impunham a sua vontade de forma leve ou pesada. Muitas coisas estão no limite do estresse. Até turbina de avião explode com o aumento da pressão. Com a necessidade de tomar decisões rápidas, muitas acabam surgindo de forma abrupta, pois não há tempo para consultas amplas. A IA tem respostas sensatas, mas quem quer ouvi-las?

Tudo gira em torno do dinheiro. As dívidas também representam dinheiro. O Império Romano espalhou moedas de prata que fizeram sucesso. Mas as moedas sempre despertaram guerras, em vez de serem um meio apropriado para o progresso. Os EUA se debatem para manter o dólar. China faz oposição. E as nações, sem condições de produzir, se endividam. O petróleo e os alimentos permanecem como bens vitais. As alternativas da humanidade estão se estreitando, tanto quanto em Ormuz.

No passado, Leonardo Da Vinci não estava adivinhando o futuro de forma mística, mas sim observando a ambição humana e extrapolando as consequências de suas ações. Observando a natureza de forma continuada, acabou percebendo intuitivamente causas e efeitos, a lei da reciprocidade, ou seja, o ser humano colhe o que semeia. Os cientistas posteriores não tinham a visão especial para perceber a vida humana além do mundo material, e não se tornaram os construtores beneficiadores que deveriam ser. Da Vinci via o homem como um elemento que causaria grande desordem no planeta, correndo de “um hemisfério para outro” e desequilibrando os elementos da natureza.

Atualmente, o planeta está passando por uma poli crise. A decadência geral da humanidade está sendo fabricada por aqueles que se afastaram da real finalidade da vida e se apegaram, de forma crescente, ao dinheiro e à vaidade como as únicas prioridades da vida. A questão fundamental é que o futuro depende da direção que as novas gerações vão dar à própria vida, e do jeito como está indo, não é nada animador. Os jovens se sentem oprimidos diante da aspereza reinante, não aceitam mais a crença sem análise, algo que ficou complicado tanto na religião como na vida mundana.

O ser humano sente que precisa da lógica e coerência, mas o saber ficou restrito ao imediatismo. Perdeu-se o amplo saber sobre a vida e sua real finalidade. Muitas pessoas fazem o sinal da cruz dizendo “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, no entanto, não sabem exatamente o que estão dizendo. O Espírito Santo é o Filho do Homem, anunciado por Jesus, a atuação da Vontade Divina através das leis da Criação.

Oitenta anos depois da grande guerra, a humanidade se acha próxima do abismo, sente as dores, mas sem se esforçar na procura pela Luz, nada encontrará. A nova guerra tende a espalhar os seus efeitos sobre a economia desequilibrada piorando muitas coisas, agitando a mente, gerando inquietação. Para que haja paz entre os homens de boa vontade é fundamental o reconhecimento da realidade espiritual da vida e, para isso, o ser humano precisa sair do marasmo mental e espiritual e olhar atentamente à sua volta.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

PROFECIAS BÍBLICAS E A ECONOMIA

Apesar da redação confusa e pouco inteligível, as profecias do Apocalipse indicam: “choro e ranger de dentes”, ou seja, um período de dificuldades com miséria e sofrimentos. Mas a profecia nada mais é do que a severidade e justiça da Lei da Reciprocidade, da colheita obrigatória de todas as ações praticadas pelos seres humanos, que receberam a Terra como morada transitória para o fortalecimento do espírito e retorno à origem espiritual, mas em vez disso agarraram-se aos pendores da vida material criando as condições para um futuro de dificuldades, um futuro que está se tornando a realidade atual.

As nações acumularam dívidas enormes, como mostram as informações econômico-financeiras colhidas no link MSN.com. São fatos marcantes que dão prognósticos de um futuro apertado de dificuldades e aflições, oportunidade para que os seres humanos busquem a compreensão da finalidade da vida, conhecer a Luz da Verdade, para se libertarem dos conceitos errados que fazem da vida um vale de lágrimas, muito distante do paraíso terrestre que poderiam e deveriam ter construído sobre a Terra.

Vale lembrar que Abdruschin escreveu a Mensagem do Graal, obra que ele ansiava trazer à humanidade para esclarecer a atuação completa da Criação sem lacunas. Nela, os seres humanos reconhecem os caminhos que devem seguir, a fim de alcançarem a paz interior e, com isso, uma atividade alegre já aqui na Terra.

Segundo o site mns.com (https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/de-volta-aos-anos-1970-investidores-globais-se-preparam-para-retorno-da-estagfla%C3%A7%C3%A3o/ar-AA1XQYTg): A guerra afetou duramente os mercados globais de títulos, à medida que os investidores se desfazem de ativos de renda fixa, onde a inflação corrói os retornos futuros. O presidente do Federal Reserve de Chicago, Austan Goolsbee, disse ao Wall Street Journal na sexta-feira que um “ambiente de estagflação tão desconfortável quanto qualquer outro pode estar se aproximando. Os investidores não gostam de estagflação, porque ela prejudica as ações, os títulos que não estão indexados à inflação, e até mesmo o ouro, potencialmente, visto que o metal não gera rendimento. O único porto seguro que realmente se manteve firme desde o início da guerra foi o dólar, que se valorizou em relação a quase todas as outras moedas de mercados desenvolvidos”.

Um dos trechos afirma o seguinte: “Se houver outra guerra prolongada, com os preços do petróleo subindo significativamente, o status de porto seguro dos títulos do governo estará em risco e, com isso, todos os ativos. A alta dos preços do petróleo contribuiu para as recessões nos EUA em 1973, 1980, 1990 e 2008”.

E Rainer Guntermann, estrategista de taxas do Commerzbank, argumentou: “Parece que apenas a queda dos preços do petróleo poderia reverter os temores de aumento das taxas de juros, mesmo com a postura mais cautelosa do BCE também enfatizando os riscos de queda no crescimento”.

A História mostra que, na Roma antiga, o Denário de prata era o dinheiro aceito por todos os lados. Mas com a perda do dinamismo das conquistas militares de riqueza e escravos, Roma passou a entregar moedas com cada vez menos metal precioso, o que foi abalando a credibilidade, gerando o aumento de preços e até recusa em aceitar as moedas desvalorizadas.

Atualmente, como emissor do dólar, os Estados Unidos podem ser tolerantes com o crescimento da dívida porque ela é denominada em sua moeda. O dólar é a moeda global consolidada há mais de 80 anos, amplamente aceita, mas estão surgindo rumores de desdolarização. Se o dólar viesse a ser impactado por outra moeda bem aceita, isso traria severas consequências para os Estados Unidos que perderiam sua poderosa vantagem estratégica. A questão do dólar se constitui na grande contenda monetária da atualidade. Esperemos que os jogadores possam chegar a bom termo, e que a humanidade possa progredir e se aprimorar em paz e harmonia.

A pergunta que se faz é: estará a humanidade evoluída a ponto de, em meio a tantas dívidas e desequilíbrios entre as nações, alcançar uma situação de equilíbrio econômico-financeiro civilizado, com respeito aos indivíduos e à natureza e suas leis universais que, sendo respeitadas, doam aos seres humanos tudo que necessitam para uma sobrevivência condigna?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

GUERRAS DE ÚLTIMA GERAÇÃO

Lembre-se, pensamento é ação. Se você desenvolve pensamentos voltados para o bem, isso irá contribuir para o bem geral. Por isso, não deixe que pensamentos maldosos se aproximem do foco dos pensamentos.

O bom senso sempre está presente em pessoas que têm um mínimo de intuição; é ela que adverte quando a pessoa atravessa a linha protetora das leis naturais universais da Criação. Justamente por isso, muitos homens que querem alcançar seus interesses egocêntricos fogem delas, mas é um engano, nada escapa, a colheita sempre vem.

Em vez de ter como meta o aprimoramento da própria espécie, os homens se tornaram egocêntricos e criaram o maior desequilíbrio geral no planeta, na economia e finanças, na educação e cultura. A falência é moral. A destruição da paz é a consequência.

A humanidade desdenha da atuação da lei universal da reciprocidade. Quem semeia colhe, e isso faz com que todos nós sempre estaremos sujeitos a acontecimentos imprevistos que executam a desdenhada justiça superior. Em meio às crescentes turbulências, aguardemos confiantes a Justiça Divina.

Antes, as guerras eram travadas longe do conhecimento de grande parte das populações. Hoje chegam imagens de combates ao vivo. Isso pesa sobre a psique das pessoas, causando abalos fortes. No planeta com mais de oito bilhões de almas encarnadas, com o poder distribuído entre as nações, porém subordinado aos interesses econômicos globais, é difícil saber qual é o objetivo. Embora muitas coisas possam ser previstas, a realidade não é como um jogo de tabuleiro ou eletrônico onde as jogadas têm um limite. A melhor guerra é aquela que possa ser resolvida antes de ser iniciada, para que a humanidade possa se aprimorar de forma harmoniosa e pacífica.

Fora dos centros de decisão, pouco sabemos. Há quem diga que tudo está sob controle, e o que pode acontecer está previsto e precificado, mas parece que no mundo, onde deveria haver paz e progresso, tudo está fora do lugar, o desequilíbrio é geral. Os homens pensam que são senhores, mas desconhecem as forças que movem os fios do destino. Vamos aguardar com esperança de que tudo que vier será para o bem geral.

O homem egocêntrico é o lobo do homem. No feudalismo, já havia o objetivo de fazer o homem trabalhar e pagar por isso com parte do que produzisse. Com esse princípio, associado às teorias de Darwin, de que o mundo pertence aos mais aptos e fortes, homens que perderam a humildade espiritual, esquecidos de que a vida é um breve lapso de tempo no qual é dado à criatura humana a possibilidade de fortalecer o espírito, tornando-se autoconsciente, fizeram da busca da riqueza e poder a prioridade de sua vida.

Ao longo dos séculos, os egocêntricos buscaram um substituto para o domínio e controle do solo para extrair renda, evoluindo para a criação do dinheiro e seu controle, daí surgindo o rentismo egocêntrico, mais feroz ainda na escravização das massas e na produção de miséria, açambarcando toda riqueza, como se mostra visivelmente no generalizado desequilíbrio econômico-financeiro global, pelo qual a humanidade está passando.

Apesar da interdependência, as nações e os povos estão adentrando numa fase turbulenta. Com o afastamento das leis universais da Criação, por séculos vem sendo gerado um processo de desequilíbrio geral. As nações deveriam ter se preocupado com o progresso harmônico da humanidade. Os desequilíbrios estão provocando nova acomodação pacífica ou belicosa, com mútua consideração ou com uso da força. A miséria e a ignorância têm de ser extirpadas da humanidade, a mais importante espécie sobre o planeta, que não está ocupando a posição que lhe cabe.

O ser humano é espírito que encarna no mundo material por concessão do Amor de Deus, para adquirir autoconsciência e retornar à casa, o Paraíso, no mundo espiritual. Para quem pesquisa o sentido da vida, recomendo o livro Na Luz da Verdade, de Abdruschin, que foi aprisionado pelos nazistas, inimigos da Luz, com amplas explicações sobre Jesus, o Filho de Deus, e a Bíblia.

Abandonando a humildade espiritual, os homens destroem a harmonia e criam tragédias. Quem cobiça poder, inveja quem tem mais poder. Quem tem muito poder, teme que lhe possam tomar o poder. Por isso se digladiam. Falta paz, falta boa vontade. Os homens esquecem a sua origem espiritual e provocam desarmonias onde deveria haver mútua compreensão.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

O CAOS ESTÁ SENDO CRIADO

No passado longínquo, havia o sacerdote rei que agia com justiça, seguindo as leis universais da Criação. A decadência espiritual foi introduzindo tirania, despotismo, cobiças de poder, e a riqueza que envolve várias esferas do poder. Vieram as monarquias, o Estado-nação, o capitalismo de mercado e o capitalismo de Estado, que atualmente está em visível confronto. A democracia republicana estagnou e retrocedeu em vez de evoluir para formas justas e equilibradas de governar. Diante disso, a Terra se encontra caótica com o avanço de tumultos e do direito da força.

Sem a sensibilidade intuitiva, o ser humano vai enrijecendo, agindo de forma mecânica, o que elimina alvos enobrecedores em toda a extensão. Restabelecer a sensibilidade intuitiva, isto é, a do coração, significa recuperar a empatia, e assim os objetivos da boa vontade surgem, unindo e fortalecendo o grupo.

O século 20 assinalou a efetiva separação do ser humano do seu “eu interior”, a sua alma, que com isso perdeu sua essência. O homem acabou sendo dominado pela razão, ou pelo raciocínio. Platão reconhecia que acima do corpo perecível paira a alma imortal. Toda estruturação vai se tornando mecânica, o homem também. É algo dito como governo tecnocrático, que vai desumanizando o ser em vez de aprimorar o eu interior.

O ser humano é espírito que dever ser um mediador para atrair Luz para a Terra, mas vaidoso, achando-se muito especial, quer ser a Luz, e com isso espalha escuridão em vez de atrair Luz para a Criação. A cada retorno do espírito para a matéria, o indivíduo vai ao encontro da moradia e das condições que teceu para si, que podem ser boas ou péssimas, a beleza disso é que pode reconstruir tudo com capricho.

Como chegamos a esta situação caótica? Ao longo dos séculos, o querer dos seres humanos foi sendo tecido por etapas: religiões, jacobinismo, darwinismo, nacionalismo, marxismo, fascismo, nazismo. A guerra fria foi o confronto entre o capitalismo e comunismo. No século 21, surge um novo capítulo, o confronto entre o capitalismo de iniciativa privada, dos Estados Unidos, e o capitalismo de Estado, da China.

No fundo, as ideologias ressaltam o poder do homem mais apto para vencer e dominar, com sua força e sua astúcia intelectiva. Nietzsche se encaixa nessa história, no final do século 19, como o pensador que denunciou os limites do racionalismo idolatrado pelos materialistas, e da frouxa moral vigente, propondo uma ruptura radical com os pseudovalores da modernidade. Ele propôs que o ser humano deve reencontrar sua alma criadora.

Provavelmente Darwin não havia pensado que os homens criariam o Darwinismo Social, uma ideologia do século 19 que aplicou, de forma inadequada, os conceitos de evolução e seleção natural das espécies às sociedades humanas. Queriam crer que a “sobrevivência do mais apto” justificaria desigualdades, o imperialismo, o racismo e a hierarquização de grupos, vendo a extinção de “sociedades inferiores” como parte do progresso natural, e sendo usado para justificar atrocidades como o escravagismo, o colonialismo e o nazismo.

O caótico momento presente resulta da falta de bom preparo das novas gerações para a vida e o trabalho. Sem essa formação, não há futuro condigno, permanecendo a espécie humana vivendo de ilusões e circo, afastada do significado da vida e suas leis naturais. Assim foram sendo construídas as ideologias que estão circulando no século 21, tendendo para estabelecer governo tecnocrático forte.

Nos anos 1930, Abdruschin lançou, na Alemanha, a sua obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, visando recolocar o ser humano diante das leis universais da natureza e da Criação. A obra é um chamado à responsabilidade individual, à verdade interior e à reconexão com o espiritual. Sua obra está disponível em vários idiomas para que os seres humanos possam se libertar dos conceitos errados sobre a vida. Enquanto muitos se perdiam em ideologias e guerras, Abdruschin apontava para a necessidade de, com simplicidade, clareza e naturalidade, sair das sombras e retornar à Luz, ao sentido maior da existência.

Apresentada em linguagem simples, clara e natural, a obra é indicada para todos que estão buscando um profundo entendimento da espiritualidade e da existência humana através da ótica das leis universais da Criação. É realmente uma obra que provoca reflexão profunda.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

O NATAL E AS INCERTEZAS PARA 2026

Na dissertação Natal, da obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, de Abdruschin, o autor explica o estranho comportamento dos adultos diante da festa do Natal. Destaco estas palavras: “Coisas mais sérias! Com essas coisas mais sérias referem-se somente à caça às coisas da Terra, isto é, trabalho do raciocínio! O raciocínio rechaça depressa e para longe as recordações, a fim de não perder a primazia, quando uma vez é dado lugar à intuição! Em todos esses fatos aparentemente tão pequenos reconhecer-se-iam as maiores coisas, se o raciocínio somente desse tempo para isso. Mas ele tem o predomínio e luta por isso com toda a astúcia e malícia. Isto é, não ele propriamente, mas na realidade luta aquilo que se utiliza dele como instrumento e que se esconde atrás dele: as trevas!

Imagine uma situação qualquer em que você tenha de pedir algo importante a uma pessoa, algo que ela poderia ceder sem qualquer dificuldade. Você pede, as palavras entram pelos ouvidos, os olhos veem a forma como a pessoa está pedindo. A intuição percebe que ela está precisando ser atendida, mas nesse momento surgem pensamentos na mente, e num minuto a pessoa pensa: por que tenho de atender; ela que se esforce para conseguir o que precisa. O raciocínio intelectivo, não permite a abnegação, impede que seja feita a boa ação. Assim, em muitas situações, a intuição é ágil, mas logo é travada, o raciocínio quer dominar, não deixa que a intuição se fortaleça e indique o caminho a seguir.

Grande parte da humanidade ainda não compreendeu que o Criador enviou em Jesus uma parte de si, para se encarnar na Terra, escurecida pelos conceitos errados sobre a vida que as trevas facilmente incutiram no cérebro dos seres humanos, para que afundassem espiritualmente e se destruíssem mutuamente. Ele foi enviado para trazer energia da Luz, a Verdade, a libertação espiritual, igualmente incompreendida e manipulada.

Na Terra, todos os seres humanos são peregrinos em busca da Luz para alcançar a alegria de voltar à casa. Os seres humanos criaram as religiões, mas a animosidade surgida eliminou a busca, e com isso deixaram de procurar, por isso não conseguem achar a Luz do Criador para construir a paz e o grande progresso em harmonia que devem alcançar.

Para onde vai o Brasil? O país já vinha sofrendo desde a crise da dívida externa, e a ruptura do plano real representou um forte abalo. A precariedade se esparramou de tal forma que em 20 anos a região metropolitana de São Paulo está irreconhecível. Tendo sido eliminada grande parte dos bons empregos, o governo deu ênfase aos auxílios.

Quem vai abocanhar os seus recursos naturais? Decadência geral, tendência a se tornar sub nação sem lei, sem ordem. Manter a população com pouca cultura e muito entretenimento para que continue desinteressada de tudo que se passa, como o loteamento das riquezas da nação.

O ano 2025 está na reta final. No Brasil, a curva continua em declínio afastando a nação do que foi um dia, e mais ainda do que deveria ser. Em todas as nações, a humanidade está sendo pressionada. A renda vem caindo e com ela o nível de preparo das novas gerações. As incertezas se voltam para o dinheiro, as finanças globais, as dívidas das nações, mas vem aí a Copa 2026 com muita distração.

Atentar para as novas gerações é dever da humanidade, assim como é dever dar a elas bom preparo para a vida e o trabalho, para que se tornem seres humanos de qualidade, independentes, e que contribuam para a continuada melhora das condições de vida na Terra. Quando conseguiremos alcançar um estágio melhor? Faltam planos de continuada melhora das condições gerais de vida e da qualidade de vida.

O ser humano é espírito que deve agir como mediador para atrair Luz para a Terra, mas vaidoso, achando-se muito especial, quer ser a Luz, e com isso espalha escuridão. Afastando-se da alma o ser humano se torna máquina limitada ao tempo espaço, e ao criar a IA deu enorme amplitude à sua capacidade, contudo não vai além da esfera material, do espaço-tempo, mas isso poderá ser suficiente para estagnar a trajetória natural da espécie humana cuja essência é espiritual.

Mas vale lembrar que o Natal é a irradiação do Amor Divino, que desce à Terra para a alegria dos seres humanos! Conhecereis a Luz da Verdade e ela vos libertará. Veja mais em: https://youtu.be/8a2IN6zpUic

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

NATAL, A LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

Natal, o grandioso dia em que o Filho de Deus veio ao mundo para libertar o espírito humano do aprisionamento aos conceitos errados, provenientes das trevas que arrastavam a humanidade para o abismo. Mas, para isso, cada ser humano tem de lutar pela liberdade do espírito através da sintonização correta nas leis universais que mantém a Criação, e que foram formadas pela Vontade do Criador.

Atentar para as novas gerações é dever da humanidade, assim como é dever dar a elas bom preparo para a vida e o trabalho, para que se tornem seres humanos de qualidade, independentes, e que contribuam para a continuada melhora das condições de vida na Terra. O ser humano é espírito que dever ser mediador para atrair Luz para a Terra, mas vaidoso, achando-se muito especial, quer ser a Luz e, com isso, espalha escuridão.

A Terra é uma especial estrela criada para possibilitar o desenvolvimento da espécie humana. Os pais são responsáveis para dar às crianças bom preparo para que se tornem seres humanos de valor, adultos fortes com propósitos de vida. Infelizmente há muita influência trevosa que quer arrastar os jovens para a inutilidade.

Afastado da alma, cada indivíduo se torna máquina limitada ao tempo espaço, e ao criar a IA, deu enorme amplitude à sua capacidade; contudo, não vai além da matéria, do espaço-tempo, mas isso poderá ser suficiente para estagnar a sua trajetória natural, cuja essência é espiritual.

As nações se desorganizam. O Estado de Direito submerge. A insegurança vai tomando conta. As guerras continuam fazendo vítimas, enlouquecendo os jovens que vão para os campos de batalha. Na política entre as nações, nada sai de graça. Sempre há negociação e troca de algo nos acordos. O que está acontecendo no Brasil e outras nações é o resultado de governança que deixou de cumprir o seu dever de promover o consumo dos bens essenciais, assegurar trabalho para que as pessoas não dependam do auxílio do governo, e dar às novas gerações bom preparo para a vida e o trabalho. Sem isso, as nações se tornam presas fáceis dos lobos internacionais.

As tensões críticas globais tendem a aumentar. Na questão do relacionamento dos Estados Unidos com o Brasil, prevalece a disputa visível entre China e EUA, pois esse último quer assegurar o domínio do dólar na economia global. Estados Unidos e China dão força aos seus interesses no Brasil e na América Latina. Há um mercado promissor e muitos recursos valiosos a serem captados.

O ano de 2026 vai ser marcante, assinalando a atuação das leis da natureza, até agora pouco prezadas e compreendidas, as quais, através do querer dos seres humanos, poderiam estar atuando pelo bem geral, mas agora apresentam sua atuação saneadora, arrastando para a destruição tudo que trava o progresso real, impedindo que haja paz na Terra e alegria entre os indivíduos de boa vontade.

A força motriz da história está no querer dos seres humanos que movem o atuar das leis da Criação, as quais tecem os fios do destino, trazendo de volta a colheita das ações de cada pessoa, podendo elevar ou afundar a humanidade como consequência.

Na conturbada década de 1930, Abdruschin lançou na Alemanha a sua obra Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, visando recolocar o ser humano diante das leis universais da natureza e da Criação. A obra é um chamado à responsabilidade individual, à verdade interior e à reconexão com o espiritual. Em sua linguagem simples, clara e natural, é indicada para aqueles que buscam o entendimento da espiritualidade e da existência humana através da ótica das leis universais da Criação. Uma obra que provoca a necessária reflexão intuitiva.

Na Terra, todos os seres humanos são peregrinos em busca da Luz para poderem voltar à casa. Após Jesus ter feito o grande sacrifício de trazer a verdade sobre a Criação, para libertar o espírito humano das trevas, foram criadas várias religiões, mas a animosidade surgida eliminou a busca, e a humanidade deixou de procurar, por isso não consegue mais achar a Luz do Criador para construir, em paz e harmonia, o grande progresso que pode e deve alcançar.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

NA LUZ DA VERDADE – MENSAGEM DO GRAAL

A obra “Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal”, escrita por Abdruschin (pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, 1875-1941), é um trabalho de cunho espiritual e filosófico com foco em apresentar as Leis da Natureza (ou Leis da Criação) e sua relevância para o Universo e a vida humana cotidiana.

Aqui estão as principais informações que você pode obter sobre a obra:

Leis da Natureza/Criação:  O ponto central é a explanação das leis imutáveis que regem o Universo, como a Lei da Atração (dar e receber) e a Lei da Ação e Reação (plantar e colher). A obra mostra que essas leis são encontradas na simplicidade do dia a dia e não há acasos.

Destino e Responsabilidade Individual: Abdruschin destaca que o ser humano tem livre-arbítrio para fazer escolhas, mas está inseparavelmente ligado à responsabilidade pelas consequências. A obra orienta que os pensamentos, palavras e ações do indivíduo moldam seu próprio destino.

Questões Fundamentais da Existência: São abordados enigmas profundos, buscando respostas para perguntas como:

– Quem somos?

– De onde viemos?

– Para onde vamos?

– Qual a finalidade da vida terrena?

– Por que existe tanto sofrimento na Terra?

Objetividade e Convicção: O livro incentiva o leitor a olhar a realidade com objetividade, a desmistificar dogmas e a transformar a crença em convicção através de análises irrestritas.

Formato: A obra é geralmente publicada em três volumes e consiste em diversas dissertações.

Sobre o Autor e o Livro

Abdruschin é o pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, nascido na Saxônia, Alemanha, em 1875. Ele enfatizava que os leitores deveriam se concentrar nas palavras da Mensagem e não na pessoa do autor.

Natureza da Obra: É apresentada como Mensagem do Graal e é descrita como algo completamente novo, sem conexão com filosofias ou crenças religiosas existentes, buscando esclarecer o Livro da Criação.

História: A primeira edição em alemão foi publicada em 1931. A primeira tradução para o português surgiu em 1934. Em 1938 Abdruschin foi feito prisioneiro da Gestapo e sua obra proibida de circular. Impedido de se encontrar com seus amigos, ele efetuou a revisão de sua obra em prisão domiciliar, reunindo as dissertações escolhidas em três volumes, mas que só puderam ser impressas no pós-guerra. Atualmente, a obra está publicada em vários idioma

Apresentada em linguagem simples, clara e natural, é indicada para aqueles que buscam um profundo entendimento da espiritualidade e da existência humana através da ótica das leis universais da Criação. É realmente uma obra que provoca reflexão profunda.

O vídeo https://www.youtube.com/watch?v=n8kThZj-bRo apresenta a obra e suas principais temáticas.

Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal. Cada Manhã Traz Uma Nova Oportunidade de Decidir. (Essas informações foram obtidas com a colaboração da IA Gemini).

Leia abaixo um trecho de Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, Abdruschin, Dissertação Culto:

“O Filho de Deus deu aos seres humanos, do modo mais simples e mais claro, na sua Palavra, o caminho certo pelo qual deviam conduzir sua existência terrena, correspondente à tecedura da Criação, a fim de, através das leis de Deus que se manifestam no tecer da Criação, serem apoiados auxiliadoramente e elevados às alturas luminosas, para obterem paz e alegria aqui na Terra.

Recompensa e castigo para o ser humano estão no tecer da Criação, que é conduzido de modo constante e imutável pela própria vontade de Deus. Nisso reside também a condenação ou salvação! É inexorável e justo, sempre objetivo, sem arbitrariedades.

Nisso jaz a incomensurável grandeza de Deus, Seu amor, Sua justiça. Isto é, em Sua obra, que Ele legou às criaturas humanas, ao lado de muitos outros seres, como morada e pátria.

É, pois, chegado o tempo de as criaturas humanas terem de alcançar esse saber para chegarem com a mais completa convicção ao reconhecimento da atuação de Deus, que se exprime em Sua obra!

Então todos os seres humanos encontrar-se-ão de modo inabalável aqui na Terra, com a mais jubilosa vontade de trabalhar, com os olhos soerguidos gratamente para Deus, pois o reconhecimento os ligará para sempre através do saber!

Para transmitir aos seres humanos tal saber, que lhes dá uma convicção nítida e compreensível da atuação de Deus, em Sua justiça e em Seu amor, escrevi a obra “Na Luz da Verdade”, que não deixa lacunas, contém resposta a cada pergunta, traz esclarecimentos aos seres humanos de quão maravilhosos são os caminhos na Criação, os quais muitos servidores da Sua vontade mantêm.” Santo, porém, é só Deus!”

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

A 80ª ASSEMBLEIA GERAL DA ONU EM 2025

Muitas pessoas pressentem algo especial no Brasil onde, naturalmente, deveriam respeitar as leis da Criação, a vontade de Deus. Até na Organização das Nações Unidas (ONU) o reconhecimento disso deu à nossa nação uma posição de destaque. Mas o povo do Brasil também tem de reconhecer isso amplamente.

Vale lembrar que a ONU foi criada em 1945, após o horror da Segunda Guerra Mundial, com o propósito de evitar novos conflitos globais, promover os direitos humanos e fomentar o desenvolvimento e a busca pela justiça universal. Passados 80 anos, o mundo ainda enfrenta guerras, fome, desigualdade e degradação ambiental. Bilhões foram investidos, mas os resultados são ambíguos: avanços em saúde e educação coexistem com crises humanitárias e colapsos éticos. A própria estrutura da ONU, com seus vetos e interesses geopolíticos, pode muitas vezes ser influenciada pela geoeconomia global.

A abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU foi realizada em 23 de setembro de 2025, num momento em que permanecem as preocupações com a guerra na Ucrânia, conflitos no Oriente Médio, imigração descontrolada, políticos populistas que cativam os eleitores com promessas irrealizáveis, e a introdução de tarifas pelos Estados Unidos. Pela ordem falaram: António Guterres – Secretário-Geral da ONU; Annalena Baerbock – Presidente da Assembleia Geral; Luiz Inácio Lula da Silva – Presidente do Brasil; Donald Trump – Presidente dos Estados Unidos, além de representantes de outros países, como Indonésia, Turquia, Peru, Jordânia, Coreia do Sul, entre outros.

Guterres apresentou um panorama global dos desafios enfrentados pela humanidade, como guerras, mudanças climáticas e desigualdade, enquanto Annalena deu as boas-vindas aos representantes dos 193 países membros, comentando sobre o papel preponderante da ONU na busca pela paz e progresso.

A fala de Lula foi bem estruturada, a de Trump também, mas nela havia mais emoção. Uma guerra nuclear seria o fim. A ONU consumiu muito dinheiro, mas urge examinar em que nível a humanidade está, em comparação com o período entre a primeira e segunda guerra, se evoluiu ou retrocedeu. Criminalidade e narcotráfico estão se aproximando, inclusive infiltrando agentes no poder.

Os líderes discutem sobre a necessidade de evitar a guerra mediante pacotes financeiros para armas nucleares e intimidação, e eliminação da fome. A solução mais profunda está em algo que tem de fazer parte da pauta da ONU: educação para o espírito, ou seja, ensinar valores universais desde a infância e a reconexão com o propósito da vida. Cada indivíduo tem de assumir a responsabilidade por seus atos, visando sempre o bem e a melhora das condições gerais de vida como guardião da natureza que nos envolve. O verdadeiro progresso da humanidade requer a evolução espiritual, ética e moral.

A saúde é a grande riqueza. Ao lado dela é fundamental que a humanidade, a principal espécie no planeta, busque o aprimoramento, permanecendo voltada para o bem, para que a beleza, a harmonia e a paz sejam restabelecidas na Terra.

A indolência espiritual gera caos atraindo os males que afligem a humanidade tais como: cobiças, vaidade e sede de poder, que têm sido motores de guerras, exploração e destruição. Para satisfazer a própria cobiça por riqueza e poder, os seres humanos não vacilam em causar danos aos seus semelhantes.

A humanidade, ao ignorar a Lei da Criação da justiça e amor, de não causar danos ao próximo para benefício próprio, afastou-se da harmonia natural. O caos atual não é apenas político ou econômico, mas existencial: uma crise de sentido, de valores, de conexão com o que é essencial.

Na Luz da Verdade Mensagem, do Graal, escrito por Abdruschin, não é um livro de religião, porém mostra, de forma severa, como os seres humanos se desviaram da jornada que deles era esperada, mas acostumados com palavras acomodatícias, agora têm de se esforçar para reconhecer e se afastar da beira do abismo que criaram, buscando reconhecer as profundas verdades eternas.

Na Luz da Verdade é um chamado ao eu interior, à vivência das Leis da Criação, à coragem de romper com a comodidade e buscar lucidez sobre o significado da vida e as leis que a regem. Que esse chamado ecoe não só nas tribunas da ONU, mas nos corações de todos que ainda buscam sentido. Os líderes devem estar imbuídos de sua alta responsabilidade porque as suas ações influem no destino da humanidade.

Obs.: Escrito com base em pesquisa com COPILOT, a IA da Microsoft.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br