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A COLHEITA PLANETÁRIA DO SÉCULO 21

A tarefa das nações deveria possibilitar o consumo dos bens essenciais, promover projetos de moradias, criar oportunidades de empregos para que os indivíduos pudessem ter um viver condigno sem precisar depender dos auxílios do governo. É essencial dar às novas gerações bom preparo para a vida e o trabalho, para que se aprimorem como seres humanos. Isso deveria ser o alvo de todas as nações, mas envolvidos por cobiças de riqueza e poder, os dirigentes não cumprem a tarefa que lhes compete, e a humanidade decai física, moral e espiritualmente, não cumprindo a finalidade da vida.

Assim, a displicência foi tomando conta, deixando de favorecer o aprimoramento da humanidade. O cinema, por exemplo, tem apresentado belas imagens e histórias, mas também a trajetória da decadência da humanidade devido aos vícios e pendores nefastos, tais como o consumo de cigarro, bebidas, drogas, além de sexualidade degenerada. Tudo acolhido pelas massas indolentes. O viver artificial de aparências provoca a sensação de vazio. O ser humano não aproveita bem o tempo concedido, não aproveita adequadamente seu tempo de permanência na Terra.

A escritora Jane Austen, nascida em 16 de dezembro de 1775, em Steventon, Hampshire, Inglaterra, disse que para o casamento funcionar deve haver afinidade entre os cônjuges. Quando há infelicidade do casal e uma vida artificial, a consequência grave se evidencia nos filhos gerados sem amor. A feminilidade tem missão própria na Criação. Mas nada deprecia as mulheres se não vierem a casar ou não tiverem filhos. Há muitos conceitos errados, produzindo sofrimentos e aviltando a criatura feminina, cuja finalidade fundamental é favorecer o aprimoramento da espécie humana. O viver na Terra se apresenta numa das fases mais conturbadas da história, vamos aguardar que disso possa surgir o rumo certo que eleve cada indivíduo à posição que lhe cabe na Criação.

No Brasil, desde 1889 faltam estadistas patriotas, competentes, idôneos. Em 2026 haverá uma nova oportunidade. Precisamos de candidatos adequados, de eleitores que saibam fazer a escolha. Se a oportunidade for perdida, o país corre o risco de se tornar uma sub nação. Não podemos deixar isso acontecer. Alguém falou que viver aqui é perda de tempo. Uma fala infeliz, pois o Brasil é a Terra de Vera Cruz que deveria ser uma verdadeira pátria para os seres humanos em sua passagem pela Terra, mas tudo foi sendo deturpado. Viver atualmente na Terra, apesar do caos existente, é uma graça do Amor Divino que possibilita o reconhecimento da finalidade da vida sob a Luz da Verdade, libertando dos conceitos errados.

As tensões críticas globais tendem a aumentar. Estados Unidos e China reforçam os seus interesses no Brasil e América Latina. Há um mercado promissor e muitos recursos valiosos. Mas 2026 vai assinalar a atuação das leis da natureza, até agora pouco prezadas e compreendidas, as quais poderiam estar atuando pelo bem geral. Mas agora apresentam sua atuação saneadora, a colheita, arrastando para a destruição tudo o que trava o progresso real, impedindo a paz na Terra e a alegria à pessoas de boa vontade.

De janeiro a novembro de 2025, os informativos econômicos informaram que a China alcançou um trilhão de dólares de superavit na balança comercial. Qual é a surpresa? Há mais de 20 anos as nações pararam de produzir, passando a importar de tudo, gerando o desequilíbrio econômico global que agora se tornou claramente visível. A China se aproveitou da situação acumulando reserva significativa. Assim a humanidade displicente vai cavando a própria ruína. Numa economia desequilibrada globalmente, as nações estão impondo tarifas aos produtos importados. Talvez seja um pouco tarde para salvar a indústria nacional.

O caos está montado. O ser humano é espírito que dever ser mediador para atrair Luz para a Terra, mas vaidoso, achando-se muito especial, quer ser a Luz, e com isso espalha escuridão. A IA amplia a nossa capacidade, contudo, nada além da matéria, e isso poderá alterar a trajetória natural da humanidade cuja essência é espiritual. Afastando-nos da alma, nos tornamos máquina limitada ao tempo espaço e perdemos a visão ampla da vida.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

TEMPO DE COLHEITA

Sabedoria e alegria. Grande é o Senhor Todo-Poderoso e suas leis que refletem a sua Vontade Criadora. Tudo que uma pessoa faz, pensa e fala forma os fios do destino que agora estão agitados em busca da finalização.

Na fase da grande colheita, há problemas e dificuldades de todos os tipos, em todos os lados, de acordo com as sementes lançadas. A situação geral vem se complicando há décadas. Foi estabelecido um outro padrão na economia, tudo fácil, dinheiro mais barato, fábricas fechando, importados chegando. Um dia teriam de surgir as consequências. Com a introdução e ampliação do uso da informática em tudo, especialmente na utilização de robôs para atendimento ao consumidor, novas dificuldades estão surgindo e sempre ocorrem problemas com as palavras: não foi possível e não há nenhuma pessoa para resolver.

Durante longo período, a irresponsabilidade com o futuro foi criando uma situação global complicada de difícil correção dos rumos, pois os seres humanos produziram muitos desequilíbrios na Terra, e quando se mexe numa questão, outras complicações aparecem. No Brasil, a dívida cresce. Andar pelas ruas se tornou perigoso. As cadeias estão lotadas. No geral, por trás das guerras está a questão do poder e controle das riquezas. As dívidas das nações estão acima de 100 trilhões de dólares, o dinheiro perde valor. Uma guerra global promoveria o caos, gerando oportunidade para tomada do poder mundial restringindo a liberdade, impondo normas, afastando o ser humano ainda mais do reconhecimento de sua essência espiritual.

Há uma letargia, um distanciamento da vida real, só aparências ilusórias. O corpo é vivificado pelo espírito. Se o espírito está fraco, permanece inativo, não comanda o corpo e o cérebro, o eu interior não se manifesta buscando a Verdade. Do saber antigo pouco restou. O corpo se move de acordo com os modelos aprendidos pelo cérebro, falta-lhe a autoconsciência e força de vontade espiritual para se tornar sério buscador da Verdade.

Algo sério deve estar presente no ato de gerar um novo ser com a consciência de que se trata de dar oportunidade para uma alma se encarnar. Bilhões delas estão à procura da oportunidade de receber um corpo para atuar na Terra. É importante que haja seriedade do casal para atrair uma alma que quer evoluir e precisa nascer. O descuido se vinga amargamente abrindo espaço para as chamadas ovelhas negras, que vindo para o mundo material, se sobrecarregam com ações perniciosas, afundando mais, tudo sendo regulado pela atuação das leis universais da Criação, através da livre resolução do ser humano.

Geração rebelde ou sem educação? Está difícil o relacionamento entre pais e filhos. Cada ser humano colhe o que semeia, mas há muita revolta e descontentamento. Na verdade, cada ser humano só tem a agradecer. Sair reclamando de sua vida é ingratidão, pois cada um dorme na cama que preparou para si mesmo. A melhora é sempre possível, mas cada pessoa tem de se esforçar no movimento certo.

Sem conhecer a finalidade espiritual da vida, tendo se agarrado exclusivamente à vida material e ao dinheiro, o ser humano criou um ambiente degenerado e destrutivo que agora repercute sobre todas as coisas. Os seres humanos acham que podem ser os donos da Terra, mas o juízo universal avança, ou seja, o tempo em que todos terão de prestar conta de seus atos. “A Criação avança ininterruptamente para frente e sacode todos os frutos apodrecidos” (Mensagem do Graal). Mas após a tempestade virá a bonança.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

PARA ONDE VAI O BRASIL?

Ao longo da história econômica percebe-se a importância da economia aberta e privatizada, mas como o capitalismo baseado nesses moldes poderá se colocar diante do capitalismo de economia estatizada, com planejamento centralizado e produção em larga escala para exportar com preços imbatíveis? Grande geoeconomia! Sem depender de outros países, a China construiu sua independência financeira e avançou na tecnologia. Como preparar as novas gerações, produzir, dar trabalho, renda e consumo e gerar divisas para pagar as importações?

É preciso conhecer os problemas que mantiveram a educação em declínio no Brasil e que a partir de agora haja empenho na restauração desde a escola infantil onde as crianças deveriam aprender a observar como a natureza funciona. Os jovens precisam conhecer a natureza e seus mecanismos; as disciplinas de física e química estão ligadas a isso. Também é importante conhecer a história real e os desvios da humanidade em sua trajetória ascendente que deveria levar ao aprimoramento. Encher a cabeça com ideologias e teorias, em nada vai ajudar os jovens a se tornarem fortes para ajudar a si mesmos e ao país.

O futuro do Brasil e da humanidade depende da boa educação infantil e do bom preparo das novas gerações para a vida! Precisamos de uma campanha forte para introduzir o estudo da natureza no ensino básico, o que dará aos jovens a capacidade de pensar com clareza, escolher, comparar, ter criatividade, raciocinar com lucidez, divergir e, sobretudo, aprender.

O Brasil está atravessando uma fase de apagão mental e espiritual porque as pessoas, em geral, não se preocupam com seus próprios pensamentos e, com isso, agem de forma confusa e sem clareza na solução dos problemas. Isso é alarmante, ainda mais se considerarmos que não tem havido a preocupação de ensinar às novas gerações como raciocinar com lucidez.

Nas gerações anteriores, o cerebelo, embora enfraquecido, atuava com mais presença enviando as intuições do espírito (também conhecido como alma ou coração) para o cérebro, onde se formam os pensamentos. Com o passar do tempo, o coração foi emudecendo, colocando a metafisica (o interesse de ir além do mundo material para encontrar respostas sobre a vida e as leis que a regem) de lado, prevalecendo a frieza do intelecto restrito ao mundo material, e com isso as inovações tecnológicas foram se afastando do coração, ficando o indivíduo mais sujeito a influências externas via cérebro.

É preciso força de vontade e análise intuitiva feita com simplicidade, clareza e naturalidade para combater e impedir a influência externa nociva que, cada vez mais, encontra aberta a porta do cérebro sem a barreira da intuição – o eu interior.

O país jogou fora dinheiro por décadas. Políticas econômicas inadequadas, corrupção, obras inúteis, obras inacabadas, juros elevados de até 25%. Está tudo no limite. O que poderia ter demanda reduzida em modo restritivo? Energia elétrica, combustíveis, remédios, comida? Gastos públicos supérfluos?

O Brasil precisa entrar no rumo certo. Chega do imediatismo secular que tem caracterizado a administração pública. O gasto do dinheiro público deve promover o progresso real. Os países têm sido geridos com desvios e desequilíbrio geral, nas contas internas, nas contas externas e na balança comercial. Apagão mental, perda do bom senso. Durante décadas temos sido expostos ao pior negativismo. A questão do trabalho informal é preocupante em virtude das condições precárias em que vivem as pessoas com renda baixa e incerta e pouco preparo para a vida.

Agora enfrentamos a estagnação econômica que avança pelo mundo, e fica mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas sérios e melhor preparo das novas gerações para conduzir o Brasil ao lugar que lhe cabe. No entanto, o presente é consequência de ações passadas e sem mudança do querer para o bem, a colheita é irrevogável. Durante décadas temos sido expostos ao pior negativismo e a governantes entreguistas perdulários. Basta de críticas destrutivas; precisamos de união visando a construção de um país em que a vida seja digna.

Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br. E-mail: bicdutra@library.com.br