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PROFECIAS BÍBLICAS E A ECONOMIA

Apesar da redação confusa e pouco inteligível, as profecias do Apocalipse indicam: “choro e ranger de dentes”, ou seja, um período de dificuldades com miséria e sofrimentos. Mas a profecia nada mais é do que a severidade e justiça da Lei da Reciprocidade, da colheita obrigatória de todas as ações praticadas pelos seres humanos, que receberam a Terra como morada transitória para o fortalecimento do espírito e retorno à origem espiritual, mas em vez disso agarraram-se aos pendores da vida material criando as condições para um futuro de dificuldades, um futuro que está se tornando a realidade atual.

As nações acumularam dívidas enormes, como mostram as informações econômico-financeiras colhidas no link MSN.com. São fatos marcantes que dão prognósticos de um futuro apertado de dificuldades e aflições, oportunidade para que os seres humanos busquem a compreensão da finalidade da vida, conhecer a Luz da Verdade, para se libertarem dos conceitos errados que fazem da vida um vale de lágrimas, muito distante do paraíso terrestre que poderiam e deveriam ter construído sobre a Terra.

Vale lembrar que Abdruschin escreveu a Mensagem do Graal, obra que ele ansiava trazer à humanidade para esclarecer a atuação completa da Criação sem lacunas. Nela, os seres humanos reconhecem os caminhos que devem seguir, a fim de alcançarem a paz interior e, com isso, uma atividade alegre já aqui na Terra.

Segundo o site mns.com (https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/de-volta-aos-anos-1970-investidores-globais-se-preparam-para-retorno-da-estagfla%C3%A7%C3%A3o/ar-AA1XQYTg): A guerra afetou duramente os mercados globais de títulos, à medida que os investidores se desfazem de ativos de renda fixa, onde a inflação corrói os retornos futuros. O presidente do Federal Reserve de Chicago, Austan Goolsbee, disse ao Wall Street Journal na sexta-feira que um “ambiente de estagflação tão desconfortável quanto qualquer outro pode estar se aproximando. Os investidores não gostam de estagflação, porque ela prejudica as ações, os títulos que não estão indexados à inflação, e até mesmo o ouro, potencialmente, visto que o metal não gera rendimento. O único porto seguro que realmente se manteve firme desde o início da guerra foi o dólar, que se valorizou em relação a quase todas as outras moedas de mercados desenvolvidos”.

Um dos trechos afirma o seguinte: “Se houver outra guerra prolongada, com os preços do petróleo subindo significativamente, o status de porto seguro dos títulos do governo estará em risco e, com isso, todos os ativos. A alta dos preços do petróleo contribuiu para as recessões nos EUA em 1973, 1980, 1990 e 2008”.

E Rainer Guntermann, estrategista de taxas do Commerzbank, argumentou: “Parece que apenas a queda dos preços do petróleo poderia reverter os temores de aumento das taxas de juros, mesmo com a postura mais cautelosa do BCE também enfatizando os riscos de queda no crescimento”.

A História mostra que, na Roma antiga, o Denário de prata era o dinheiro aceito por todos os lados. Mas com a perda do dinamismo das conquistas militares de riqueza e escravos, Roma passou a entregar moedas com cada vez menos metal precioso, o que foi abalando a credibilidade, gerando o aumento de preços e até recusa em aceitar as moedas desvalorizadas.

Atualmente, como emissor do dólar, os Estados Unidos podem ser tolerantes com o crescimento da dívida porque ela é denominada em sua moeda. O dólar é a moeda global consolidada há mais de 80 anos, amplamente aceita, mas estão surgindo rumores de desdolarização. Se o dólar viesse a ser impactado por outra moeda bem aceita, isso traria severas consequências para os Estados Unidos que perderiam sua poderosa vantagem estratégica. A questão do dólar se constitui na grande contenda monetária da atualidade. Esperemos que os jogadores possam chegar a bom termo, e que a humanidade possa progredir e se aprimorar em paz e harmonia.

A pergunta que se faz é: estará a humanidade evoluída a ponto de, em meio a tantas dívidas e desequilíbrios entre as nações, alcançar uma situação de equilíbrio econômico-financeiro civilizado, com respeito aos indivíduos e à natureza e suas leis universais que, sendo respeitadas, doam aos seres humanos tudo que necessitam para uma sobrevivência condigna?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites https://vidaeaprendizado.com.br/ e https://library.com.br/home/ . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

TRANSFORMAÇÕES UNIVERSAIS

Com a consolidação do dólar como moeda forte e estável perante os Estados-nação, os Estados Unidos se tornaram o país dominante do qual se beneficiaram os poderosos e a sua população em geral. Esse cenário foi fundamental para o estabelecimento de elevado padrão de vida, sustentado pelo poder econômico global do país.

Mas nas engrenagens do tempo, muitos aspectos importantes foram negligenciados e a população se tornou refém das importações, enquanto o Japão tomava a dianteira em setores estratégicos de produção, sendo superado pela China que foi se tornando imbatível na produção e nos custos competitivos. Mas a fatura está chegando para os Estados Unidos e o governo tenta reverter a situação.

A displicência governamental com as finanças públicas representa o grande mal que, por décadas, vem corroendo o poder de compra da moeda das nações. Com a fragilidade da moeda, vem a desconfiança e a fuga para o dólar, promovendo o desmanche do Estado-nação.

Nunca se criou tanto dinheiro como ultimamente, mas onde ele foi parar? Se o dinheiro não estiver caro, muito dele vai para as Bolsas, dando ganhos fabulosos para muitos daqueles que escolheram essa forma de aplicação do capital. Mas o que são as Bolsas, o que elas têm a ver com concentração e desigualdade na renda?

As classes sociais foram se estruturando umas em cima das outras, quando deveriam estar, naturalmente, lado a lado. A criação do dinheiro imposto pelo Estado favoreceu a concentração, surgindo a separação entre os que têm e o resto, despertando raiva e descontentamento.

Há uma tendência de precarização geral, decorrente da tendência da queda na renda, influenciada pela perda de valor do dinheiro e pela entrada de mercadorias produzidas em regiões em que os custos gerais são mais baixos, inclusive os da mão de obra. A questão é buscar soluções. As novas tarifas fazem aumentar as dificuldades pré-existentes.

Todas essas transformações geraram um amplo desequilíbrio econômico global, afetando a disposição interior dos seres humanos. A decadência se amplia sobre a população de mais de 8 bilhões de almas. O ser humano se desconectou da própria alma passando a viver de forma desumana, e é muito agradável quando conversamos com alguém cuja a alma esteja ativa. No contexto desse novo cenário global, os jovens se revoltam permanecendo inativos, esquecendo que têm de se movimentar para sobreviver e buscar as causas e caminhos naturais para sair do viver rotineiro e vazio.

A caótica situação do planeta Terra tem despertado a atenção da humanidade. Vídeos e artigos estão surgindo sobre essa questão. São textos bem estruturados chamando a atenção para este momento de transformações profundas, alertando para as ocorrências que se avolumam e geram sérias ameaças, unindo antigas profecias a acontecimentos atuais, indicando que nelas há um fundo de verdade que se manifestará no futuro que se aproxima, trazendo as consequências decorrentes da forma displicente de como o ser humano utilizou o tempo concedido.

Estão ocorrendo muitos e variados acontecimentos afetando tudo, mexendo com todos, inquietando, chamando a atenção para o despertar do espírito. Com intuição ativa e raciocínio lúcido, todos devem buscar a correta compreensão do significado da vida e da Criação e suas leis.

A classe política percebe o descontentamento e busca meios que permitam exercer influência sobre a população. O resultado dessas ações vai depender das intenções, das motivações, se realmente desejam o bem da humanidade ou se atuam tendo em vista privilégios e interesses particulares e geoeconômicos.

Distante no passado ficou o tempo em que as pessoas estavam integradas à natureza. Com intuição atuante e lucidez, deveriam ter prosseguido, buscando a correta compreensão do significado da vida e da Criação e suas leis. Atualmente, cada indivíduo está seguindo seu caminho, meio atordoado, sem prestar muita atenção ao que se passa à sua volta. As criaturas humanas percebem um impulso para a busca da verdade, no entanto, pouco se fala sobre a promessa feita por Jesus aos que a procuram. Em Apocalipse 14:14 está mencionada a vinda do Filho do Homem oriundo da Luz da Verdade, simbolicamente, com uma coroa de ouro na cabeça, e uma foice afiada na mão; o Portador do Evangelho Eterno, isto é, o esclarecimento de como atuam as leis da Criação, a Vontade de Deus.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MAL-ESTAR GLOBAL

Há milênios os seres humanos peregrinam pela Terra. Agora é tempo de empregar todos os recursos disponíveis e utilizar a Inteligência Artificial com sabedoria, visando assegurar a saúde, a evolução e impedir a decadência que se amplia sobre a população de mais 8 bilhões de almas. O ser humano se desconectou da alma e criou uma forma de viver desumana. Os jovens se revoltam, mas esquecem que têm de sobreviver, buscar as causas, buscar caminhos naturais.

As questões fundamentais merecem a atenção de todos para possibilitar a continuada melhora das condições gerais de vida. Nestes tempos em que está sendo impulsionada a Inteligência Artificial é preciso voltar as atenções para o funcionamento do cérebro, exposto a uma infinidade de invasões do mal (tentações) que retardam o aprimoramento.

A diplomacia sempre foi dissimulada, ocultando suas reais intenções, mas tudo está mudando. Ainda há uma dissimulação, mas as ações estão evidenciando os objetivos: a luta por riqueza e poder. Enquanto isso, as pessoas continuam permitindo que sejam transformadas em coisas incapazes de exercer o livre querer do coração.

Parece que há uma guerra no ar, diferente das anteriores devido às transformações tecnológicas. A todo momento surgem novos lances inquietantes que logo se tornam conhecidos pelo público. Isso vai minando o cenário, mas o tempo voa e logo são absorvidos pelos novos lances que vão se sobrepondo, se acumulando e gerando algo tenebroso.

A democracia do Estado-Nação tem apresentado situações de desvios do poder democrático. O dinheiro e as riquezas têm desviado a ação política, produzindo desperdícios, ineficiência e atraso.  O regime autocrático tem alcançado resultados devido à maior agilidade para tomar decisões e controlar a população. A cobiça leva ao acolhimento do poder forte autocrático que é arrebatado com as duas mãos, centralizando dinheiro, legislação e judicialização, tudo subordinado aos interesses próprios.

Para onde vai o Brasil? Para onde vão as nações? O que podemos esperar? Tudo depende das intenções, do querer real nem sempre condizente com as aparências, sejam de indivíduos, povos, da humanidade inteira. Autoridades e líderes globais estão sempre tomando decisões e se pronunciando sobre várias questões, mas decisivo é o que se passa no íntimo: qual é a motivação, qual é o objetivo, e é isso que dará o tom aos acontecimentos que mergulham sobre a humanidade.

Muitos analistas avaliam que, após milênios, as condições gerais e econômicas se acham num tempo de “viragem”, isto é, estão ocorrendo transformações que escapam ao controle dos homens e das IAs. A economia, a demografia, a educação e a natureza mostram isso.

Os Estados Unidos passaram a se interessar mais pelo futuro da América Latina.  Parece que vem aí um ciclo das “vacas magras” afetando consumo e empregos? A verdade é que tudo está caro em todos os lugares, e a renda da classe média estagnada. Ou se ajustam, ou perecem. MacDonald´s baixa preços dos sanduíches nos Estados Unidos.

Muito dinheiro tem sido criado, mas para onde ele foi? Por décadas os EUA têm importado de tudo, gerando déficits na balança comercial, tudo com preço menor do que produzir internamente. As novas tarifas encarecem as mercadorias gerando receitas e aumento de preços. Qual será o custo se forem produzidas internamente?

Há um desequilíbrio econômico global. Como as nações poderão ter equilíbrio entre importações e exportações diante dos sistemas econômicos heterogêneos?  Embora China e Índia tenham mão de obra de baixo custo, as tarifas elevadas e a perda de valor do dólar poderão favorecer o colapso econômico porque o grande consumidor vai comprar menos, e a renda baixa não permite um consumo global mais ousado.

Pode-se afirmar que há um mal-estar da humanidade que, ao não reconhecer as leis universais da Criação e respeitá-las para construir um futuro sempre melhor, como era esperado dela, acabou se tornando um fardo pesado para o planeta, atraindo confusão, guerras e catástrofes.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

AS GUERRAS E A PRECARIZAÇÃO GERAL

O ano de 1929 assinalou uma crise de amplitude mundial que veio como consequência e alerta para a humanidade buscar caminhos estáveis. Mas passado um tempo, foi esquecida. Sem correção do rumo, adentramos no século 21, quando o Filho do Homem, prometido por Jesus, desencadeará o julgamento das decisões sobre os seres humanos, previsto por muitas pessoas, porém de forma obscura não despertando maiores atenções, pois o relógio do juízo final se aproxima da hora decisiva.

O cenário econômico e social dos anos 1930 acabou levando à grande conflagração. Crise econômica, desemprego, avanço das ideias comunistas. Apostas e cinema mantinham a população distraída. A Segunda Guerra Mundial, de 1939 a 1945, provocou transformação geral. O imperialismo inglês e francês perderam força, o nazismo foi eliminado, despontou o dólar. Atualmente, também há forte sedução pelas apostas e consumo de mídias sociais de baixo nível. Além disso, há focos e rumores de guerra. O PIB da China está encostando no PIB americano, líder até então, enquanto muitas nações estão em déficits, e a característica dominante é a boataria e as incertezas em meio à ameaça de crescimento da inflação e seus efeitos sobre a economia.

Passados 80 anos da Segunda Grande Guerra, somos levados a crer que há uma Terceira encomendada, mas se em 1939 havia a esperança para buscar algo melhor, em 2025 há muitas incertezas; pessoas de bom senso sabem como as guerras são cruéis, mas os acontecimentos se precipitam e vão empurrando a humanidade para o ponto sem volta, sem saber exatamente o que está buscando. Nesta era de turbulências, a cada dia surgem novas surpresas. As guerras têm custo elevado. A economia vai seguindo como pode, a precarização geral vai aumentando.

O ser humano é espírito dotado de livre resolução e raciocínio, faz seus planos de acordo com o seu querer, lamentavelmente voltado para mesquinhas cobiças. Muitas advertências foram emitidas pela Luz, mas a humanidade não buscou o rumo certo. Acima de tudo paira a atuação das leis universais da Criação, justas, severas, incorruptíveis, trazendo de volta tudo que o ser humano semear. Elas atuam de acordo com o tempo estipulado, mas agora, impulsionadas pela força da Luz, estão acelerando os efeitos, desorganizando os planos. A aceleração vai se tornando perceptível, surpreendendo a humanidade em sua impotência diante da força superior.

A educação infantil foi descuidada. Os olhos das crianças não estão sendo despertados para a vida. Perdem horas nos jogos eletrônicos, vício que rouba energia e disposição para conhecer a vida e o mundo. Fragilizaram o cérebro e a intuição. “Brain rot” é o termo usado na internet para descrever o efeito de conteúdos de baixa qualidade e excesso de mídia em redes sociais, que pode afetar a concentração, memória e raciocínio. Ele pode ser traduzido como “apodrecimento cerebral” ou “deterioração mental”.

Nas tomadas de resoluções, os seres humanos têm de ficar atentos sobre a interferência do ego que arrasta inveja, cobiça, ódio, vaidade, eliminando a pureza da intuição e dos pensamentos que deveriam estar voltados para o bem geral, mas que em vez disso atraem o mal. O ser humano se esforça para fazer algo bem-feito, tem de saber a causa real, se faz por si mesmo, para se engrandecer, aumentar a autoconfiança, ou se quer reconhecimento, algo difícil de esperar daqueles que espremem o limão e jogam a casca fora.

Os conteúdos de baixa qualidade e o consumo excessivo de mídia, especialmente em redes sociais, afetam a concentração, a memória e o raciocínio. Vagando a esmo em seus desejos e pensamentos voláteis, os seres humanos não estabelecem um rumo. Seguimos dando trombadas, falta-nos a decisão fundamental de colocar o aprimoramento da nossa espécie como principal meta, afastando-nos da precarização geral da vida. Sem isso, tudo o mais não passa de mero paliativo. O erro e a mentira dominam. Tudo fora do eixo. Aproxima-se a era da grande colheita, a grande tribulação. Só a Luz da Verdade poderá restaurar o equilíbrio geral.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

AS CONSEQUÊNCIAS ESTÃO CHEGANDO

Não é o fim, pois a história é contínua, mas o homem gosta de criar teorias. Para onde vai o Brasil? Para onde vão as nações? Depois de tantas décadas de abusivas interferências financeiras, a humanidade criou um mundo no qual os povos fracos ficam mais fracos, e as elites no poder olham para isso como se fosse algo sem importância.

Com inteligência e o dólar, os EUA assumiram o comando. Poderiam ter ido além, aprimorando a espécie humana. A cobiça por riquezas e poder reduziu as dimensões da humanidade. O sucesso econômico da China tem levado analistas a acharem que a solução é a centralização do poder com mãos de ferro. Quando o ser humano alcançar a evolução espiritual, tudo será mais simples, todos respeitarão as leis universais da Criação, haverá paz e progresso real.

A produção e veiculação de pornografia é o suicídio da sociedade. Meninos e meninas são incentivados para a atividade sexual antes de estarem prontos, o que lhes acarreta distúrbios e crises emocionais, trazendo como resultado o enfraquecimento pessoal e da nação. É uma situação difícil. Os pais foram contaminados por essa onda promíscua destrutiva. Nas cenas dos filmes também há muita exposição desses temas. Na China, isso não é permitido. Por que o ocidente se tornou o centro dessa produção degenerativa? EUA, França e Reino Unido querem acabar com essa situação, meio tarde demais.

O ser humano é espírito e, por natureza, isso deveria colocá-lo na senda do bem, mas com a liberdade que lhe é inerente, sempre está escolhendo algo, de forma consciente ou não, podendo optar pelo mal. Dessa forma, será responsabilizado e colherá as consequências, nesta vida ou em outra. O pensar cerebral pode ser manipulado de fora; a intuição espiritual não. A semente espiritual encarna na Terra para se fortalecer, desenvolver, evoluir, enfim, se tornar o verdadeiro ser humano, mas em muitas situações se mostra desumano por não ter dado ouvidos à manifestação do espírito.

Os acontecimentos com potencial de fazer estragos estão se sucedendo por todos os lados. As pessoas perguntam: por que isso está acontecendo? Será que não prezam a paz e criam situações para promover conflitos? Quem se beneficia com isso? O fato é que uma desordem geral está rondando pela Terra.

A falta de metas adequadas gerou o labirinto e a civilização áspera na qual estamos. A saída dos erros e falsos conceitos requer humildade e reconexão com as Leis da Criação, até hoje pouco estudadas; no entanto, através delas, os seres humanos podem colher harmonia e evolução, ou agir contra elas o que sempre atrairá miséria e destruição. Uma nova civilização depende dos propósitos e metas a serem perseguidos. Sem as metas condizentes com a natureza espiritual da espécie humana, a civilização se tornou áspera, desequilibrada e alienada de seu propósito maior.

Estamos diante das pesadas consequências das sementes lançadas pelas nossas ações que trazem o retorno de tudo e o impacto pode nos levar a uma busca por compreensão. Para as consequências serem boas e agradáveis devem ter a ver com a qualidade das ações e do querer íntimo, voltados para o bem.

De repente, os seres humanos estão percebendo que não estão conseguindo realizar o que querem. Isso vai minando o ambiente, gerando ansiedade e inquietação, e essa irritação vai transparecendo em escala global. Trata-se de um momento crítico. Cada um deve buscar serenidade e entender que ele mesmo deu origem a esta fase perigosa de insatisfação e descontentamento. O modernismo tem afastado a humanidade de sua finalidade principal, a qual se deixou levar pelo imediatismo sem se preocupar como o futuro, criando teorias vazias, distantes da realidade. Há muitos atrativos e falsos ensinamentos que nos afastam de um futuro melhor.

Abdruschin adverte na Mensagem do Graal: “Nisso não há exceção alguma na Criação inteira, nem para uma alma humana! Tem de submeter-se às leis da Criação, se seus efeitos devam ser benéficos para ela! E essa simples evidência até agora a criatura humana deixou totalmente de lado, da maneira a mais leviana.” Somente quando cada indivíduo fizer da busca da Luz da Verdade a prioridade da vida, é que poderá sair do labirinto de sofrimentos em nova construção, e alcançar a libertação do atual fardo pesado.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

BRASIL: IMPASSES E AMEAÇAS PARA 2026

O ambiente está repleto de notícias manipuladas para desinformar e desviar as atenções do público sobre o que é falso ou verdadeiro, assemelhando-se a nuvens escuras de mentiras e artimanhas. Há muitas inverdades para distrair as pessoas que pouco tempo dispõem para se inteirar dos fatos essenciais. Brasil, o grande país do futuro, ficou preso ao passado porque maus gestores vão entregando tudo, contanto que possam desfrutar dos prazeres e encher os bolsos.

A complexidade da economia está no trato do dinheiro. Qual é a semelhança entre elevar a taxa de juros ou criar tarifas sobre importações? O fato é que ambas as ações podem reduzir o consumo, influenciando a inflação, mas enquanto a elevação da taxa de juros cria encargos sobre a dívida, as tarifas carreiam dinheiro para o governo. Além disso há os inúmeros aspectos econômicos referentes à produção, empregos e preços.

O problema é que por longo período a economia global ficou ancorada nas importações baratas de tudo pelos EUA, que pagam com dólares, algo que criou dependência e fragilizou indústria e tecnologia. Charles de Gaulle, ex-presidente da França, queria ouro, sem depender da moeda de outra nação.

Em meio às decisões econômicas podem surgir mudanças bruscas. No Brasil, o regime militar, por exemplo, investiu fortemente em infraestrutura e crescimento, mas ao final da década de 1970 o país mergulhou numa crise de endividamento externo. Os juros internacionais, que chegaram a 20% ao ano, criaram uma dívida impagável e o esforço de resgate nos anos seguintes gerou hiperinflação, perda de renda e estagnação.

Hoje, em 2025, o país vive um ciclo de incertezas como a maioria das nações. Apesar de avanços em algumas áreas e de uma aparência de normalidade, os fundamentos da economia permanecem frágeis. Faltam alvos visando o bem geral. A dívida pública cresceu, o investimento está baixo, as novas gerações têm pouco preparo para a vida, e a dependência de exportações de commodities mantém o Brasil vulnerável às oscilações do mercado externo, especialmente em relação à China, como seu principal parceiro comercial.

A dependência tecnológica, eletrônica e digital é crescente, pois isso não recebeu a devida atenção dos chefes de Estado, e a nação continuou sendo puxada por carroças. A corrente ocidental controlava tudo. E surgiu a corrente oriental. Quase tudo está inadequado para a nação. Polarização? É luta pelo poder. O grande país do futuro ficou preso ao passado.

No plano interno, a estagnação econômica começa a mostrar seus efeitos. Os serviços públicos estão sobrecarregados, a violência urbana cresce em várias regiões, e o desemprego estrutural afeta principalmente os jovens. Tudo isso ocorre num ambiente de intensa polarização política, onde o debate racional perde espaço para narrativas simplificadas, paixões ideológicas e desinformação.

O Brasil e sua maravilhosa floresta amazônica requerem que os homens reconheçam e respeitem as leis universais da natureza em seus projetos para não atrair ruína. Houve um tempo no qual as pessoas aqui nascidas tinham esperança de um futuro melhor, percebiam o que acontecia, participavam. Atualmente, tudo mudou; o viver está difícil, as ruas e estradas estreitas estão lotadas de automóveis, ônibus e caminhões. O estresse é geral. O que era empatia virou algoritmo.  O que era consideração, agora é indiferença.

Com a aproximação das eleições de 2026, o país poderá repetir os erros do passado: a busca por salvadores da pátria, o apelo ao populismo e o desprezo pelas instituições democráticas. Sem reformas estruturais e uma liderança com visão de longo prazo, o Brasil não sairá da estagnação e atraso.

O ocidente do norte se serviu do ocidente do sul. A crescente influência chinesa na América Latina, com investimentos em infraestrutura, energia e tecnologia, coloca o Brasil diante de um impasse: manter uma posição neutra no cenário global ou alinhar-se claramente a um dos polos de poder. Essa decisão poderá influenciar profundamente o futuro da economia, da diplomacia e da soberania da nação.

Há incertezas sobre o futuro. Os sinais são claros: ou a nação encara suas fragilidades de frente e começa a se reconstruir com seriedade e autonomia, dando bom preparo para as novas gerações, ou seguirá oscilando nas mãos de gestores interesseiros, enquanto grande parte da população indolente permanece alheia à gravidade do momento.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

LIBRA, DÓLAR E DEPOIS?

Dinheiro é vendaval. É poder. Produzir dinheiro é fácil, não tem custo, mas a indisciplina promove a desvalorização, a perda de poder de compra da população, a concentração da riqueza. Governos querem o controle. Banqueiros querem o controle. Produzem muito dinheiro, mas a maioria das nações vive mal e cheias de dívidas. A população, em vez de evoluir, está decaindo; as novas gerações estão desanimadas. A questão do dinheiro do mundo e sua produção é algo que, para ter bom funcionamento, requer seres humanos de qualidade, sérios, empenhados em ampliar o bem geral e as condições de vida.

Como voltar na história para saber em que momento houve equilíbrio nas relações econômicas e financeiras entre os povos? Em que momento a cobiça por poder e riqueza desvirtuou tudo e o ser humano passou a escravizar outro ser humano? O fato é que a humanidade vive isso de longa data sob diversas formas. Nas terras do Brasil, esse regime de trabalho perdurou por mais de 300 anos. Pelo planeta, a massa sempre esteve sob pressão dos dominadores fortes.

A libra, a robusta moeda do império inglês, dominou o cenário nos séculos 18 e 19. No século 20, no pós-guerra, o dólar americano assumiu o comando e reina há 80 anos, mas a economia global se acha desequilibrada. Ouro era a moeda, depois o papel dinheiro dominou, mas agora há desconfiança. A situação do império americano e do dólar estão em xeque. O PIB americano tem dificuldades para se expandir enquanto a dívida tem crescido de forma continuada. A libra cedeu lugar ao dólar, e será que este cederá ao yuan? Pressionado, o presidente Trump adotou o tarifaço sobre as importações, pondo em evidência a fragilidade da economia e finanças globais.

Dinheiro e bens não são para serem desprezados; o errado é o apego, é viver o tempo todo atrás dele como se fosse a finalidade da vida. A pobreza material, mental e espiritual está aumentando de forma escancarada, o que se nota nos textos e vídeos rasteiros que inundam o imaginário das pessoas. Estão ocorrendo muitos e variados acontecimentos desagradáveis afetando tudo, mexendo com todos, inquietando, chamando a atenção para o despertar do espírito. Cada pessoa está seguindo seu caminho, meio atordoada, sem prestar muita atenção ao que está se passando à sua volta. Através da atuação das leis universais da Criação, todos são responsáveis e terão de colher tudo que semearem. Para que haja paz entre os homens de boa vontade é fundamental o reconhecimento da realidade espiritual da vida e, para isso, é preciso sair do marasmo mental e espiritual.

Nos anos 1960, as pessoas começaram a tomar consciência do mal corrosivo da inflação. No Brasil, ocorreram vários movimentos contra a inflação e perda salarial, mas foi no resgate da dívida externa que ela se tornou galopante. Tudo ia embora, ficavam os cruzeiros emitidos para comprar os dólares dos exportadores. E de novo um surto inflacionário de amplitude global que faz o dinheiro evaporar, penalizando a todos que não conseguem recompor a sua renda estagnada.

A possibilidade de criar moeda do nada, sem custo, é o sonho dos tiranos. Poderia ter sido ao contrário, ficando os EUA como credor de todas a nações em vez de ter esse volume de dívida divulgado de 35 trilhões de dólares que assusta? Quanto mais dinheiro é posto em giro, mais ele perde valor e mais concentrado fica, e a miséria aumenta. O problema é a falta de seriedade daqueles que se aproveitam dessa situação para atender suas cobiças de riqueza e poder, sem dar a menor atenção para a real finalidade da vida e para a reencarnação dos espíritos humanos para que possam alcançar a evolução. Mas quem paga é a população. Salários e aposentadorias ficam estagnados. Estamos diante de uma transformação global. Os governos dos países atrasados, como o Brasil, têm de estar atentos para agirem com seriedade e competência na defesa dos interesses da nação para não serem exprimidos, entregando as riquezas em troca de um papel para pagar a dívida.

Estão chegando fortes ventos para trazer renovação. Enquanto os EUA abandonavam a produção fabril para incentivar a pegada financeira, dando espaço para as bolhas, a China se esmerava na questão financeira e aprimorava sua capacidade produtiva, aproveitando-se da mão de obra de baixo custo e outros incentivos para produzir e exportar para todas as nações. Depois de oitenta anos o dólar passou a ter pretendentes fortes para participar dos mesmos privilégios. A economia e finanças chegaram ao desequilíbrio global. A dívida das nações atingiu níveis jamais vistos. Trump introduziu o tarifaço, mas a questão é: como estabelecer equilíbrio econômico e financeiro entre as nações para uma convivência pacífica?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

AS TARIFAS E A GRANDE RUPTURA

Tudo é simples, mas os seres humanos complicam. As universidades têm a missão de entender o mundo e as leis universais do Criador que o regem, e contribuir para a formação de seres humanos valorosos, com discernimento e bom senso, aptos a beneficiar e construir um mundo melhor. Isso não tem nada a ver com religião. Com o surgimento do capitalismo de Estado, voltado para a produção de manufaturas para exportação, criou-se um impasse no mundo capitalista até agora atrelado à propriedade e livre iniciativa, com a proeminência de grandes corporações.

Olhar para o futuro assusta. As nações estão se esvaziando, perdendo a base e se tornando dependentes pela má gestão. Faltam estadistas sábios. As novas gerações estão sem rumo. Falta bom preparo. O consumo de drogas se espalha entre a população e está se tornando um grande problema para as nações.

O dinheiro se tornou a motivação e o poder. A China não emite dólares, mas acumulou poderosa reserva financeira. A humanidade criou muitas ilusões, ficou meio perdida, e não consegue encontrar o caminho do progresso pacífico e da elevação que é necessária para não retrogradar ao nível instintivo sem alma, que já está visível. As engrenagens do dinheiro não têm sido bem compreendidas pelos governantes; se abrem a guarda, não tardam a se tornarem reféns do dinheiro e das dívidas, com a exigências de mais juros e outras iniciativas. Enquanto isso o dinheiro global vai se concentrando e ficando escasso. Não se sabe a quantas andam as reservas da China, mas estima-se que são de grande porte e estão bem controladas pelo Partido Comunista.

No Brasil, a displicência com a gestão do dinheiro público, que deveria estar voltada para construir um futuro sólido, levou ao grande sufoco financeiro que começa nas prefeituras, onde não está dando para fazer nem o essencial, e tudo está piorando. Mas ninguém quer reconhecer isso, enquanto quem pode vai tirando proveito.

O ocidente já não é mais o mesmo. Durante séculos não conseguiu eliminar a pobreza e estabelecer melhor participação na riqueza produzida. Muitas indústrias ao redor do mundo estão empregando cada vez menos, devido a diversos fatores, como e relocalização, a automação, a globalização, a busca por maior produtividade, e redução dos custos. A indústria de transformação, em particular, tem visto uma redução na sua participação no emprego total. As transformações vão acelerando, mas não são criadas alternativas.

No passado, havia o confronto do Capitalismo com o Comunismo. Agora o Capitalismo de Mercado está sendo confrontado pelo Capitalismo de Estado, dois modos de conduzir a produção e o comércio. Se a China conseguiu tirar milhões da pobreza, daria para aplicar o método chinês exportador de manufaturas em outras regiões? Na Terra falta um projeto que estabeleça o equilíbrio econômico global. A questão fundamental é que os seres humanos estão sendo conduzidos para o trabalho e o consumo, tanto no ocidente quanto no oriente, sem espaço para se ocuparem com a real finalidade da vida.

A introdução das novas tarifas americanas estão criando uma ruptura no sistema econômico global, em funcionamento desde o pós-guerra mundial. O que se depreende é que chegou a hora do reconhecimento que ninguém queria admitir, de que estavam tirando proveito dos preços baixos das mercadorias importadas, enquanto iam transferindo empregos e dinheiro, abandonando a expertise fabril. Com isso, as nações foram fragilizadas, desequilibrando a economia global.

Os dirigentes poderiam ter buscado integração econômica das nações, sem que o ganho de uns resultasse em perdas para outros. O desequilíbrio econômico global está evidente. Há um centro financeiro, um centro fabril e o resto, mas o sistema está oscilando. A crise que se aproxima reúne vários fatores adversos resultantes da displicência de como a humanidade movimentou o dinheiro. A grande colheita se aproxima e toda desfaçatez resultante das cobiças vai apresentar a conta. Como a humanidade agirá? Buscará uma solução pacífica e equilibrada ou vai medir forças como tem feito em outras crises?

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

O GRANDE PODER DO DINHEIRO

Após a primeira guerra mundial, a classe trabalhadora queria um tratamento melhor. Surgiram planos grandiosos de bem-estar social que superaram as receitas dos estados-nação. Mas a economia é rígida; sem produção e lucros não há o que distribuir. Quando a produção e os ganhos se avolumaram, a riqueza foi se concentrando. Preocupado com o equilíbrio das contas e com os trabalhadores, John Maynard Keynes, economista britânico e membro do Partido Liberal do Reino Unido, cujas ideias mudaram a prática da macroeconomia, foi derrotado. Criou-se o dólar, mas as nações atrasadas se endividavam, e a população assumia o passivo. Uma nova economia terá de surgir, com trabalho e, quem trabalhar, deverá ter condições de se alimentar e viver condignamente.

Com a evolução do dinheiro e as aspirações de acumulação do capital e poder, a riqueza e a produção foram se concentrando, mas poderia ter sido buscado o equilíbrio para evitar a destruição ambiental e o crescimento da miséria. Poderiam ter distribuído ações preferenciais aos trabalhadores que participariam dos dividendos; em vez disso, passaram a imprimir dinheiro para atender às obrigações sociais e acalmar a insatisfação. Mas surgiu a inflação e, no final, o dinheiro seguiu concentrado, gerando dívidas e juros elevados.

Evidentemente, a crença cega jamais poderia ter conduzido a humanidade ao nível de evolução que deve alcançar. Por outro lado, o raciocínio, por mais lógico que seja, sem a reflexão intuitiva, se circunscreve ao ambiente material, espaço e tempo. Com a evolução do dinheiro, a religião não atendia às aspirações da acumulação do capital, e aqui o raciocínio se impôs com toda frieza. Sem equilíbrio, a humanidade poderá seguir na direção do abismo da autodestruição.

O economista Celso Furtado estudou a fundo a história econômica do Brasil, entendendo que é necessário ter dinheiro para investir na produção para tirar a economia do ciclo vicioso de dependência da demanda externa do agro, mas o sonho não se realizou. Grande parte do bolo da produção nacional está sendo repassada ao governo e, com a reforma tributária em andamento, vai aumentar. Quanto mais dinheiro entra, mais dinheiro desaparece sem que atenda ao essencial. Com Pix ou sem ele o cerco vai chegar para a classe média, mas os vultosos volumes de dinheiro acabarão achando os meios de permanecer no anonimato.

Em seu discurso de posse, o presidente norte-americano Donald Trump falou que quer dar um basta nas atividades que estão extraindo as forças da nação americana promovendo o declínio; apesar do poder do dólar, que ele quer manter forte, quer também integridade e união da população para a construção de um futuro melhor. Um plano ousado que visa ampliar a produção e a disposição dos americanos. Trump pretende taxar os importados em vez de taxar o que os trabalhadores produzem.

O erro das nações tem sido buscar riquezas em outras nações através da força e escravidão. Cada nação deve ter líderes sérios e competentes para cuidar de si mesma, de seu povo, de suas riquezas, manter equilíbrio nas relações com outras nações, e acima de tudo não descuidar do bom preparo para a vida das novas gerações. Quando o Estado- nação é açambarcado pela tirania logo chega a miséria.

O dinheiro tem sido usado como meio de dominação. Quem possui muito dinheiro se julga poderoso. Quem cria e controla o dinheiro tem o poder. Quando os seres humanos compreenderem o real significado da vida e viverem respeitando as leis da Criação, teremos a pacífica evolução espiritual, o verdadeiro Amor conduzindo o modo de viver. Uma diretriz acima das ciências criadas pelo homem, deve ser o alvo comum para levar ao aprimoramento. Muitas coisas são feitas para rebaixar o ser humano e mantê-lo sob domínio.

O planeta não pode continuar seguindo a rota das guerras e do caos geral e financeiro. Basta de imediatismo. A educação, a conscientização e o desenvolvimento de uma visão de longo prazo são essenciais para a sobrevivência e prosperidade. A falta desses elementos pode, de fato, colocar em risco nosso futuro. Estamos numa fase na qual pouco respeito é dado à lei do equilíbrio. Mas com o descontentamento gerado pela falta de equilíbrio e bom senso, surge desânimo e desinteresse pela vida. Estar atento ao que se passa é um meio de se sentir vivo, participante, atuando e resolvendo problemas, galgando melhoras gerais.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

O PODER SEDUTOR DO DINHEIRO

Dinheiro e Poder, que dupla!

O dinheiro público é muito sedutor, está lá, esperando. No passado, encontravam-se estadistas mais austeros. Pedro II é um exemplo, mas no tempo dele o Brasil não era uma república de bananas. Hoje sabemos se um país é eficiente bastando olhar para suas dívidas. A maioria das nações estão endividadas e sua população enfrenta dificuldades.

Estamos na época das incertezas. Tudo requer cuidado e bom senso, nas contas pessoais e nas das organizações. As contas públicas passaram a exigir o máximo cuidado e prudência, pois os eventos extraordinários estão acontecendo diante de contas detonadas e dívidas aumentadas.

Os governantes improvisam, aumentam a criação de dinheiro, e assim surge a inflação. A taxa de juros dos Estados Unidos, através do dólar, exerce ampla influência nas finanças globais, afetando de forma marcante os países dependentes que necessitam acompanhá-lo para que suas moedas não desvalorizem

Vale lembrar que os Incas viviam bem, não conheciam a pobreza; tinham uma civilização pacífica com os vizinhos e não faziam uso do dinheiro, uma vez que, para eles, o ouro fazia parte das maravilhas da Terra. Esmeravam-se no trabalho que consideravam como parte das suas vidas. A chegada dos europeus, sequiosos por ouro, nos anos 1530, detonou tudo. E ainda hoje, em todo o planeta, os seres humanos se digladiam pelo dinheiro e poder, apesar da sua fragilidade e da brevidade da permanência no corpo terreno.

O Estado-nação deveria ser o território onde um povo poderia se desenvolver por meio do próprio esforço material e espiritual, como fazia a antiga civilização Inca. Mas o Estado-nação se tornou o mercadão onde alguns faturam alto e por isso não querem mudanças, mas o povo caiu na desigual distribuição da renda e perdeu a força de vontade. Aumentar a produção está difícil, por isso o aumento da dívida está causando aumento de impostos e tentativas para cortar despesas. A economia do século 20 não trouxe a esperada melhora nas condições de vida. Os países atrasados estão empobrecendo.

Nesta fase conturbada de guerra monetária e econômica, pouco se fala sobre a evolução da espécie humana. Grande parte da população consegue sobreviver, embora com alimentação nem sempre saudável e nutriente. O uso do celular e outros equipamentos estão afetando a forma de pensar e falar. É fundamental o bom conhecimento do idioma para pensar e falar com clareza. As novas gerações estão se tornando como máquinas insensíveis, agindo de forma rígida, sem flexibilidade.

Na Terra estão reencarnando muitos espíritos que não aproveitaram o tempo para se fortaleceram em outras vidas, numa nova oportunidade para evoluírem dominando o cérebro e conduzindo os pensamentos para atividades construtivas e enobrecedoras. Para sair desse labirinto o caminho é o aprimoramento espiritual.

O ocidente acomodou-se ao transferir fábricas, ampliando o mercado financeiro. As consequências já surgiram. A força de trabalho está ficando com nível inferior no preparo para a vida. Alguns países estão se armando, se fazem isso por certo irão à guerra, e depois, o que acontecerá?

Grandiosa e poderosa é a natureza. Os homens não a compreendem, não a preservam. As consequências estão surgindo. A energia do Sol invade a atmosfera. Pesquisadores falam da forte influência dessa estrela. Será que há algum dinamizador do Sol, tipo asteroide ou cometa, intensificando a atividade solar?

Simbolicamente, o mundo se divide em Céu, Terra, Inferno. No Céu está o reino espiritual de onde se origina o espírito humano. Acima dele, o inalcançável Divinal, a Luz criadora. Abaixo da Terra está o chamado inferno, com seus degraus para o submundo. A Terra é a “estrela” concedida aos seres humanos para o fortalecimento e desenvolvimento de seu espírito que é intermediário e deve, com sua livre vontade, abrir o canal para o Alto e carrear energia espiritual para o mundo material, beneficiando-o. Mas também pode dirigir o canal para baixo, fazendo ponte para que a escória dos baixios possa subir e destruir tudo de bom que contribui para a elevação espiritual do ser humano.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br