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NA LUZ DA VERDADE – MENSAGEM DO GRAAL

A obra “Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal”, escrita por Abdruschin (pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, 1875-1941), é um trabalho de cunho espiritual e filosófico com foco em apresentar as Leis da Natureza (ou Leis da Criação) e sua relevância para o Universo e a vida humana cotidiana.

Aqui estão as principais informações que você pode obter sobre a obra:

Leis da Natureza/Criação:  O ponto central é a explanação das leis imutáveis que regem o Universo, como a Lei da Atração (dar e receber) e a Lei da Ação e Reação (plantar e colher). A obra mostra que essas leis são encontradas na simplicidade do dia a dia e não há acasos.

Destino e Responsabilidade Individual: Abdruschin destaca que o ser humano tem livre-arbítrio para fazer escolhas, mas está inseparavelmente ligado à responsabilidade pelas consequências. A obra orienta que os pensamentos, palavras e ações do indivíduo moldam seu próprio destino.

Questões Fundamentais da Existência: São abordados enigmas profundos, buscando respostas para perguntas como:

– Quem somos?

– De onde viemos?

– Para onde vamos?

– Qual a finalidade da vida terrena?

– Por que existe tanto sofrimento na Terra?

Objetividade e Convicção: O livro incentiva o leitor a olhar a realidade com objetividade, a desmistificar dogmas e a transformar a crença em convicção através de análises irrestritas.

Formato: A obra é geralmente publicada em três volumes e consiste em diversas dissertações.

Sobre o Autor e o Livro

Abdruschin é o pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, nascido na Saxônia, Alemanha, em 1875. Ele enfatizava que os leitores deveriam se concentrar nas palavras da Mensagem e não na pessoa do autor.

Natureza da Obra: É apresentada como Mensagem do Graal e é descrita como algo completamente novo, sem conexão com filosofias ou crenças religiosas existentes, buscando esclarecer o Livro da Criação.

História: A primeira edição em alemão foi publicada em 1931. A primeira tradução para o português surgiu em 1934. Em 1938 Abdruschin foi feito prisioneiro da Gestapo e sua obra proibida de circular. Impedido de se encontrar com seus amigos, ele efetuou a revisão de sua obra em prisão domiciliar, reunindo as dissertações escolhidas em três volumes, mas que só puderam ser impressas no pós-guerra. Atualmente, a obra está publicada em vários idioma

Apresentada em linguagem simples, clara e natural, é indicada para aqueles que buscam um profundo entendimento da espiritualidade e da existência humana através da ótica das leis universais da Criação. É realmente uma obra que provoca reflexão profunda.

O vídeo https://www.youtube.com/watch?v=n8kThZj-bRo apresenta a obra e suas principais temáticas.

Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal. Cada Manhã Traz Uma Nova Oportunidade de Decidir. (Essas informações foram obtidas com a colaboração da IA Gemini).

Leia abaixo um trecho de Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, Abdruschin, Dissertação Culto:

“O Filho de Deus deu aos seres humanos, do modo mais simples e mais claro, na sua Palavra, o caminho certo pelo qual deviam conduzir sua existência terrena, correspondente à tecedura da Criação, a fim de, através das leis de Deus que se manifestam no tecer da Criação, serem apoiados auxiliadoramente e elevados às alturas luminosas, para obterem paz e alegria aqui na Terra.

Recompensa e castigo para o ser humano estão no tecer da Criação, que é conduzido de modo constante e imutável pela própria vontade de Deus. Nisso reside também a condenação ou salvação! É inexorável e justo, sempre objetivo, sem arbitrariedades.

Nisso jaz a incomensurável grandeza de Deus, Seu amor, Sua justiça. Isto é, em Sua obra, que Ele legou às criaturas humanas, ao lado de muitos outros seres, como morada e pátria.

É, pois, chegado o tempo de as criaturas humanas terem de alcançar esse saber para chegarem com a mais completa convicção ao reconhecimento da atuação de Deus, que se exprime em Sua obra!

Então todos os seres humanos encontrar-se-ão de modo inabalável aqui na Terra, com a mais jubilosa vontade de trabalhar, com os olhos soerguidos gratamente para Deus, pois o reconhecimento os ligará para sempre através do saber!

Para transmitir aos seres humanos tal saber, que lhes dá uma convicção nítida e compreensível da atuação de Deus, em Sua justiça e em Seu amor, escrevi a obra “Na Luz da Verdade”, que não deixa lacunas, contém resposta a cada pergunta, traz esclarecimentos aos seres humanos de quão maravilhosos são os caminhos na Criação, os quais muitos servidores da Sua vontade mantêm.” Santo, porém, é só Deus!”

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

A ENCRUZILHADA

“O livre-arbítrio! É algo diante do que até mesmo seres humanos eminentes se detêm pensativamente, porque havendo responsabilidade, segundo as leis da justiça, também deve haver incondicionalmente uma possibilidade de livre resolução.” – Abdruschin, Na Luz da Verdade

Diante de uma encruzilhada, que oferece várias direções, ficamos parados. Parados e pensativos: Qual caminho percorrer? O próximo passo nos levará a certas paisagens, experiências e também às consequências decorrentes do percurso escolhido.

A imagem da encruzilhada é comumente usada como metáfora para um ponto crítico na vida, um cruzamento de caminhos em que é preciso tomar uma decisão. É um encontro com o desconhecido, e esse senhor nos intimida. Mas uma encruzilhada pode também simbolizar esperança, uma nova possibilidade de escolher um caminho bom. “Que suas escolhas reflitam suas esperanças, não seus medos”, dizia o estadista Nelson Mandela.

Diante dos diferentes caminhos, muitos se questionam: O que nos impulsiona a enveredar por uma rota específica? Existe o livre-arbítrio? Qual a sua relevância, se consideradas variáveis como a genética, o destino, o carma e, ainda, os experimentos da neurociência? Pressionado adicionalmente pelo materialismo, pelas artimanhas de todo tipo de marketing e pelas avançadas tecnologias que pretendem determinar impulsos de compra e opiniões, o livre-arbítrio parece bem tolhido no tempo presente.

Podemos tomar como premissa que uma parte das questões que nos afetam no presente já tenha sido determinada por nossa livre vontade em épocas passadas e agora consiste em destino ou carma. Podemos assumir também que somos influenciáveis em muitos aspectos.

Mas, por baixo das camadas materiais, há algo que pulsa no âmago de cada ser humano. Um anseio que, por vezes, brota antes da consciência e pode ir, inclusive, contra sua própria racionalidade. Em situações inusitadas ou exigentes, podemos reagir de formas diferentes daquelas que imaginávamos e chegamos a ficar surpresos com nossa própria maneira de ser. Somos indivíduos.

Talvez só seja possível admitir a existência do livre-arbítrio ao constatar que o ser humano é algo mais do que matéria: “O livre-arbítrio, que sozinho atua tão incisivamente na verdadeira vida, de modo que se estende para longe no mundo do Além, que imprime seu cunho à alma, sendo capaz de moldá-la, é de espécie totalmente diferente. Muito maior para ser tão terrenal. Por isso não está em nenhuma ligação com o corpo terreno de matéria grosseira, portanto, nem com o cérebro. Encontra-se exclusivamente no próprio espírito, na alma do ser humano”, escreve Abdruschin em Na Luz da Verdade.

Atualmente, escutar o livre-arbítrio não é processo instantâneo e nem fácil. Um tanto sufocado por conta de uma longa história de cultivos materiais em detrimento de aprofundado trabalho interior, o arbítrio talvez não esteja tão livre quanto seria desejado. Mas isso não significa que absolutamente tudo seja predeterminado e que somos apenas previsíveis fazedores de coisas.

Questionar-se sobre o alcance do próprio livre-arbítrio é o começo para instigar a forma individual e particular de se expressar e de fazer escolhas. O que nos limita? Correntes criadas por nós mesmos e outras que nos amarram aos outros? Carência e necessidade de aprovação? Imersão demasiada em grupos e na família, causando quase uma dissolução do “eu”? A soberania que ofertamos a um prazer cotidiano até que ele cresça senhor de nós?

Exercer a livre decisão é resgatar uma parcela de liberdade e de responsabilidade para si, cultivando a autonomia. Para tanto é preciso religar as conexões com a voz que vem de dentro. Escutar a voz da alma e libertar o que oprime, oferecendo voo às asas. Cada um como ser único, singular, capaz de frutificar em cada nova encruzilhada que a vida puder ofertar.

Publicado originalmente em O Vagalume, Literatura do Graal
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A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E A ALMA

Benedicto Ismael Camargo Dutra*

O ser humano perdeu a visão do significado e propósito da vida; enveredou pela vida material como se fosse única, esquecendo-se da alma que precisa e deve atuar beneficiadoramente com a colaboração do cérebro que quer dominar e impor a sua vontade. Para que a verdadeira inteligência emocional possa atuar, a alma e o cérebro têm de trabalhar em conjunto, com a alma guiando e o cérebro executando.

Os jovens têm muitas qualidades, mas no século 21 as novas gerações estão sendo direcionadas para agir como as máquinas de inteligência artificial sem alma, reduzindo a si mesmo e a sua dimensão humana. O cérebro não controlado pelo eu interior nega-se a ser o instrumento a serviço do querer da alma consciente, que hoje se encontra algemada e precisa ser despertada para atuação consciente.

O grande problema no relacionamento humano está no cérebro que não quer trabalhar em conjunto com a alma. Pessoas que se alegram espontaneamente ao se encontrarem, se beneficiam mutuamente, pois a sua alegria provêm da alma e por isso possuem energia real. O cérebro sem alma se torna dominante devido à sua restrição egoística presa ao tempo-espaço, agindo com astúcia para acobertar a sua cobiça e desconfiança. Em sua ansiedade crescente, nada o satisfaz plenamente, o que impede a serenidade.

A força dos pensamentos e das palavras tem de ser utilizada para o bem. A esperança deve se fundamentar sobre propósitos benéficos. A adolescência é a fase mais importante da vida, pois nela se define o preparo para o futuro do indivíduo e da coletividade. Mas não está sendo tratada adequadamente pela sociedade. Os indivíduos têm de ser fortes e independentes, e bem preparados para a vida para agir de forma construtiva pela melhora das condições. O escritor Abdruschin explica no livro A Mensagem do Graal, O ser humano e seu livre arbítrio: a importância dessa fase quando o espírito é ligado à força sexual para atuar na matéria. Nesses anos melancólicos e sonhadores nos quais a juventude pressente a dor do mundo e um poderoso impulso natural para cima, para o que é ideal, belo e puro. Mas na atual situação esses valores estão sendo empurrados para o que é baixo.

A lógica da natureza é perfeita, mas o homem não deve se sobrepor a ela. Para compreender isso, e obter melhores resultados, tem de dar espaço para a alma para entender as leis da natureza e adaptar-se a elas com humildade para construir e beneficiar. É preciso entender as leis da vida, adaptar-se a elas, perceber como tudo na natureza funciona com lógica impecável. Isso tudo deveria motivar as crianças a adquirir saber.

Falta compreensão do significado da vida. Faltam propósitos. Aumenta a sensação do vazio provocada de inúmeras formas. A espécie humana está perdendo a consciência de sua missão de compreender o funcionamento das leis da vida e fortalecer o espírito, beneficiando a Criação. Os mais atingidos são os jovens, que pouco aprendem com os pais, com a escola e com a mídia sobre a vida, vivendo de forma artificial. Não sabem por que nasceram nem que são seres humanos cuja tarefa é alcançar a evolução e autoaprimoramento.

A humanidade tem agido com displicência a respeito do significado da própria vida, pois sua tarefa seria buscar a compreensão da lógica que reside na Criação e suas leis, e se amparar nelas para agir de forma construtiva. O momento exige um esforço redobrado para manter vivos os propósitos e valores humanos, não permitindo que entrem em colapso e arrastem os seres humanos para o abismo da decadência e destruição. É preciso esforço para compreender exatamente as até hoje incompreendidas palavras que Jesus de Nazaré pronunciou quando pendia na cruz. “Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!”

A humanidade necessita de livros escritos com alma, que clarifiquem o espírito com simplicidade e naturalidade, promovendo bom senso e iniciativa própria, impedindo o apagão espiritual e mental, pondo em relevo a essência da inteligência humana.

* Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel e é associado ao Rotary Club de São Paulo. É articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, “O segredo de Darwin”; “2012…e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens” e “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”. E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7