A COP30 E O FUTURO

Há milênios os homens se esforçam para apagar o saber sobre o Criador de Todos os Mundos. Tudo acontece de acordo com as leis da Criação que expressam a Vontade de Deus. Os homens se afastaram do Criador e passaram a julgar que tudo decorre espontaneamente da evolução natural e, na luta pela sobrevivência, os fracos perecem, os mais aptos sobrevivem e os mais fortes dominam; chamam isso de processo darwinista, a geração espontânea, ir da matéria à vida impulsionada pelas condições do meio ambiente, sobrevivendo e se desenvolvendo pela seleção natural.

Darwin e seus parceiros, com sua mania de grandeza, tinham bloqueado o espírito, por isso não podiam assimilar o saber elevado. Julgavam serem os mais aptos para conduzir a humanidade, ignorando que o ser humano é espírito que, através da evolução das espécies, recebeu um corpo para atuar na Terra e se desenvolver.

A natureza é o grande presente para a sobrevivência, a qual surgiu da atuação das leis universais do Criador, embora tenha sido incluída nos ardis para afastar o ser humano do saber da existência do Criador de Todos os Mundos, que se encontra em distância inacessível.

Os cientistas sempre apresentam muitas ideias, mas a Terra continua se deteriorando. Deveriam olhar para coisas simples e respeitar as leis da natureza, em vez de prosseguir derrubando árvores e espalhando resíduos; deveriam plantar árvores, preservar os mananciais, organizar o manuseio do lixo e ampliar o saneamento. Muitas vezes as soluções mais eficazes estão nas ações simples e locais, que respeitam os ciclos naturais e promovem a continuada melhora das condições gerais de vida. A Terra não precisa de ideias mirabolantes; precisa de respeito, cuidado e ação contínua.

Mais uma vez se reuniram, na COP30, líderes e conceituados cientistas para examinar a situação do planeta, desta vez na cidade de Belém, no Brasil. Antes de tudo, o que a Terra e a natureza mais precisam é de respeito. Pesquisadores perceberam a existência de leis na física, química e biologia. São as leis universais da natureza que estão aí desde sempre. Respeitar a Terra é reconhecer e estudar essas leis imutáveis e dar a elas a devida consideração para não transformar nosso planeta num deserto com enormes bolsões de lixo, degelo das calotas polares, rios mortos, mares sufocados por resíduos, florestas derrubadas em nome do progresso. A Terra se contorce sob o peso das decisões imediatistas dos seres humanos.

A atividade humana gera problemas e resíduos. O que fazer? Isso deveria ser examinado antes e buscada a solução, mas o imediatismo e os interesses financeiros ficam à frente, e quando a sociedade se der conta, o planeta estará rachando. As novas gerações não estão entendendo o que está acontecendo. Ensinar é estimular nos estudantes a capacidade de adquirir conhecimentos. Os estudantes têm de aprender a ler e escrever, e fazer contas. Um segundo idioma é essencial. Têm de entender que a Terra é o lar que hospeda os seres humanos em sua passagem evolutiva.

Em seu movimento orbital, a Terra se movimenta segundo leis naturais que não podem ser violadas sem consequências. A IA pode ser muito útil, mas o professor tem de ensinar como fazer pesquisa. O aluno deve desenvolver um trabalho por si próprio, fazer a redação e a exposição oral. Se não conseguir aprender e vivenciar o aprendizado, transformando-o em ação, então não tem mais jeito, prejudicará a mais nobre vida do planeta que deveria beneficiar, jamais destruir; deixará tudo para os robôs.

As leis naturais atuam na mais severa lógica; o bem e o mal atraem a igual espécie. A humanidade ainda não descobriu uma visão de mundo adequada ao convívio pacífico e próspero. No período da construção da Grande Pirâmide do Egito, os sumérios fundamentados na Luz da Verdade, vivenciaram uma fase especial, mas a partir daí tudo se foi deturpando com as cobiças.

O estresse é geral. Pessoas, nações, tudo. Qual será o futuro da humanidade? Bastaria que tivesse ouvido e seguido apenas um dos muitos ensinamentos que lhe foram outorgados: “Ama ao próximo como a ti mesmo. Respeite-o como ser humano. Nunca o prejudiques conscientemente, nem seu corpo, nem sua alma, tampouco seus bens terrenos ou sua reputação!”

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

NA LUZ DA VERDADE – MENSAGEM DO GRAAL

A obra “Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal”, escrita por Abdruschin (pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, 1875-1941), é um trabalho de cunho espiritual e filosófico com foco em apresentar as Leis da Natureza (ou Leis da Criação) e sua relevância para o Universo e a vida humana cotidiana.

Aqui estão as principais informações que você pode obter sobre a obra:

Leis da Natureza/Criação:  O ponto central é a explanação das leis imutáveis que regem o Universo, como a Lei da Atração (dar e receber) e a Lei da Ação e Reação (plantar e colher). A obra mostra que essas leis são encontradas na simplicidade do dia a dia e não há acasos.

Destino e Responsabilidade Individual: Abdruschin destaca que o ser humano tem livre-arbítrio para fazer escolhas, mas está inseparavelmente ligado à responsabilidade pelas consequências. A obra orienta que os pensamentos, palavras e ações do indivíduo moldam seu próprio destino.

Questões Fundamentais da Existência: São abordados enigmas profundos, buscando respostas para perguntas como:

– Quem somos?

– De onde viemos?

– Para onde vamos?

– Qual a finalidade da vida terrena?

– Por que existe tanto sofrimento na Terra?

Objetividade e Convicção: O livro incentiva o leitor a olhar a realidade com objetividade, a desmistificar dogmas e a transformar a crença em convicção através de análises irrestritas.

Formato: A obra é geralmente publicada em três volumes e consiste em diversas dissertações.

Sobre o Autor e o Livro

Abdruschin é o pseudônimo de Oskar Ernst Bernhardt, nascido na Saxônia, Alemanha, em 1875. Ele enfatizava que os leitores deveriam se concentrar nas palavras da Mensagem e não na pessoa do autor.

Natureza da Obra: É apresentada como Mensagem do Graal e é descrita como algo completamente novo, sem conexão com filosofias ou crenças religiosas existentes, buscando esclarecer o Livro da Criação.

História: A primeira edição em alemão foi publicada em 1931. A primeira tradução para o português surgiu em 1934. Em 1938 Abdruschin foi feito prisioneiro da Gestapo e sua obra proibida de circular. Impedido de se encontrar com seus amigos, ele efetuou a revisão de sua obra em prisão domiciliar, reunindo as dissertações escolhidas em três volumes, mas que só puderam ser impressas no pós-guerra. Atualmente, a obra está publicada em vários idioma

Apresentada em linguagem simples, clara e natural, é indicada para aqueles que buscam um profundo entendimento da espiritualidade e da existência humana através da ótica das leis universais da Criação. É realmente uma obra que provoca reflexão profunda.

O vídeo https://www.youtube.com/watch?v=n8kThZj-bRo apresenta a obra e suas principais temáticas.

Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal. Cada Manhã Traz Uma Nova Oportunidade de Decidir. (Essas informações foram obtidas com a colaboração da IA Gemini).

Leia abaixo um trecho de Na Luz da Verdade Mensagem do Graal, Abdruschin, Dissertação Culto:

“O Filho de Deus deu aos seres humanos, do modo mais simples e mais claro, na sua Palavra, o caminho certo pelo qual deviam conduzir sua existência terrena, correspondente à tecedura da Criação, a fim de, através das leis de Deus que se manifestam no tecer da Criação, serem apoiados auxiliadoramente e elevados às alturas luminosas, para obterem paz e alegria aqui na Terra.

Recompensa e castigo para o ser humano estão no tecer da Criação, que é conduzido de modo constante e imutável pela própria vontade de Deus. Nisso reside também a condenação ou salvação! É inexorável e justo, sempre objetivo, sem arbitrariedades.

Nisso jaz a incomensurável grandeza de Deus, Seu amor, Sua justiça. Isto é, em Sua obra, que Ele legou às criaturas humanas, ao lado de muitos outros seres, como morada e pátria.

É, pois, chegado o tempo de as criaturas humanas terem de alcançar esse saber para chegarem com a mais completa convicção ao reconhecimento da atuação de Deus, que se exprime em Sua obra!

Então todos os seres humanos encontrar-se-ão de modo inabalável aqui na Terra, com a mais jubilosa vontade de trabalhar, com os olhos soerguidos gratamente para Deus, pois o reconhecimento os ligará para sempre através do saber!

Para transmitir aos seres humanos tal saber, que lhes dá uma convicção nítida e compreensível da atuação de Deus, em Sua justiça e em Seu amor, escrevi a obra “Na Luz da Verdade”, que não deixa lacunas, contém resposta a cada pergunta, traz esclarecimentos aos seres humanos de quão maravilhosos são os caminhos na Criação, os quais muitos servidores da Sua vontade mantêm.” Santo, porém, é só Deus!”

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

OS ÍNDICES E O APRIMORAMENTO HUMANO

Após séculos de monarquia, a sociedade deu ao Estado-nação uma estrutura tecnocrática, o qual acabou sendo gerenciado pela política burocrática, mas atualmente muitas nações mostram estagnação e dívidas. Não houve preocupação com o aprimoramento da espécie humana, o que teria, por si, elevado o crescimento e o desenvolvimento econômico de forma compatível com a população, com bom preparo para a vida e o trabalho, mas a realidade revela falta de preparo. No Brasil, cerca de metade da população carece de alfabetização plena.

A dívida das nações é considerada, no jargão econômico, “passivo” para o governo e toda a população, e “ativo” para aplicadores do setor privado. O problema maior não é a dívida em si, mas faltam bem feitorias gerais, e o que aparece é só o passivo. A soma das dívidas soberanas está próxima a 100% do PIB global, enquanto a dívida global atingiu US$ 337,7 trilhões no segundo trimestre 2025. A pergunta é se os EUA e outras nações não devessem tanto, onde estaria todo esse dinheiro? Talvez nem tivesse sido criado.

Governantes estão endividando as nações, criando dinheiro e dívidas, pagando mais juros e precarizando a vida da população que tem a sua renda corroída. O engenhoso sistema financeiro, atualizado ao longo dos séculos, promove acúmulo de riqueza desigual e controle das nações que se endividam. De forma permanente, parte da riqueza produzida vai sendo absorvida pelo sistema, no entanto a questão mais dramática é a desfaçatez de muitos governantes que endividam a nação, sem que isso traga para a população a continuada melhora das condições gerais de vida e o aprimoramento, revelando que dessa forma o sistema tende a fragilizar e destruir a humanidade.

Argentina e Brasil são bons exemplos de desleixo nas contas públicas. Vivem caindo no labirinto financeiro. A Argentina, como outras nações, enfrenta os efeitos das próprias decisões políticas, com dependência externa e desequilíbrios estruturais.

Em meio a perdas na renda, pessoas que conversavam, trocavam ideias e faziam intercâmbio de saberes, não fazem mais isso. Atualmente, o algoritmo se tornou dominante, as pessoas desaprenderam o significado do diálogo, estão perdendo a capacidade de se comunicar, a individualidade e a capacidade de compreender o que está se passando, vão ficando parecidas com os robôs, ou seja, perdem a visão sobre a própria vida e vão se arrastando sem estabelecer alvos pessoais.

A sensação de que estamos numa fase de incertezas com aperto financeiro está levando as pessoas a serem mais cautelosas com os seus gastos. O dinheiro saía do bolso, mas voltava; o clima atual é de incertezas sobre o amanhã.

Os tecnocratas criaram índices relativos às atividades desenvolvidas, tais como o PIB (Produto Interno Bruto) para medir o tamanho da economia, somando todos os bens e serviços produzidos em um país durante um ano; o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) criado pela ONU, que quer mostrar o desenvolvimento de um país no que tange à qualidade de vida da população, examinando a renda per capita em relação ao PIB, a educação (anos de estudo e escolaridade esperada) e a expectativa de vida (saúde).

Há ainda o IFH (Índice de Felicidade Humana), um relatório anual da ONU para medir a felicidade global, classificando os países com base em indicadores como saúde mental, apoio social, confiança nas instituições e generosidade. O Brasil subiu para a 36ª posição no ranking de 2024, uma colocação melhor em relação ao ano anterior.

No entanto, falta o índice essencial: o IAEH – Índice do Aprimoramento da Espécie Humana, a qual, ultimamente, vem apresentando significativo declínio. Nele deveriam estar refletidas a qualidade das pessoas, o seu preparo para a vida, o seu discernimento, a sua capacidade de raciocinar com lucidez e prosseguir aprendendo sempre para trabalhar, ter uma renda condigna, contribuir para a melhora das condições gerais de vida. Enfim, agir como ser humano de qualidade.

Os robôs podem ser iguais entre si, mas os humanos são dotados de características individuais que não devem ser sufocadas; precisam buscar continuadamente o caminho do aprimoramento da espécie, algo em que a IA precisa ter ativa participação como a grande justificativa de ter sido descoberta. É preciso despertar novamente a individualidade do ser humano para que não seja transformado num simples número de identificação, mas que alcance o apogeu material, mental e espiritual, ficando apto a utilizar todo o potencial do cérebro, cerebelo e da alma, para fazer reflexões intuitivas abrangentes sobre a vida e sua finalidade, e evoluir.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

CICLOS DE EXPANSÃO E DE MISÉRIA

A nossa história é marcada por ciclos de expansão e de crise, crescimento e miséria. Desde as primeiras civilizações, buscamos dominar a natureza, acumular saberes e garantir a sobrevivência. Mas esse impulso, que nos levou à agricultura, à escrita, à ciência, também nos conduziu à guerra, à escravidão e à desigualdade. Os ensinamentos de Jesus, interpretados pela Igreja, se tornaram o manual da civilização. Paralelamente, no século 18, foram surgindo grupos contestando a hegemonia, buscando se apoiar na ciência restrita ao tempo-espaço para comandar a espécie humana.

Na modernidade, o progresso técnico acelerou as revoluções industriais, urbanização, globalização. Criamos máquinas, mercados e redes que conectam o planeta. No século XX, ideologias disputaram o futuro, tais como capitalismo, socialismo, fascismo. A promessa era de liberdade, igualdade ou ordem, mas muitas vezes veio acompanhada de destruição.

A espécie humana alcançou grande poder como nunca, mas também passou a enfrentar dilemas éticos, ecológicos e espirituais profundos, porém não surgiram fortes buscas do saber sobre a finalidade da vida. Hoje, a humanidade estressada vive a era da hiper conexão e da crise climática, da inteligência artificial e da solidão digital. Muito dinheiro foi criado, e muita pobreza surgiu. No entanto, a espiritualidade, a filosofia e a arte poderão ganhar força oferecendo caminhos para compreender a causa do sofrimento, a mudança e a finitude. Pode-se dizer até que ainda há alguma esperança para a espécie humana sair da lama.

O Brasil vive um desgaste econômico e social com desigualdade persistente, concentração de renda e exclusão. A desconfiança nas instituições enfraquece o senso de pertencimento. Embora haja o risco de retração de liberdades e aumento do controle, a população tem de ser forte e ansiar pela melhora das condições de vida e da própria espécie, como meio de escapar da crescente decadência que poderá levar o Brasil a uma posição de terra de ninguém, onde os mais fortes e gananciosos tomarão os recursos preciosos.

O individualismo, o consumismo e a polarização dificultam a construção de um novo modo de vida equilibrado, sem que se saiba o que virá depois. O cenário geral de incertezas quanto ao futuro, no trabalho, na política, na economia, na segurança, poderá levar a humanidade a uma ruptura. Há alguma probabilidade de que na atual instabilidade, a busca pelo sentido da vida possa se intensificar.

Tudo pode levar à ruptura dos enrijecidos modelos mentais de comportamento. Os seres humanos poderão dar início a nova fase examinando, seriamente, o que é progresso, sucesso e felicidade para que possam surgir novas formas de viver, produzir e se relacionar. O futuro é incerto, mas oferece possibilidades.

A natureza foi dotada com tudo que a humanidade necessita. A água, o ar, o conhecimento, a paz, são bens que pertencem a todos. A educação não deve formar apenas profissionais, mas formar seres humanos de valor, responsáveis que contribuam para o bem geral. A espiritualidade, a intuição, a arte, são ferramentas para entender os enigmas da vida. O abismo da ambição e da cobiça é real. Ele se manifesta quando o poder se torna fim em si mesmo. A riqueza é acumulada friamente para satisfazer as cobiças. O outro é visto como obstáculo que pode prejudicar as conquistas.

A história mostra que quando tudo é feito em função do materialismo, sem limites nem propósitos enobrecedores, os impérios caem, civilizações colapsam, mas se houver verdadeira arte, será a única coisa que sobrará. Um novo ciclo de misérias se avizinha. Porém, renascimentos são possíveis quando há coragem de mudar, de abandonar o egocentrismo e se esforçar para que o aprimoramento da espécie humana seja alcançado.

Chegamos até aqui com dores e ilusões. Podemos seguir adiante com sabedoria e esperança, se tivermos a humildade de aprender com os erros do passado, e a ousadia para construir um futuro digno com generosidade e responsabilidade. É preciso cultivar o silêncio e o diálogo. O silêncio nos conecta ao “eu interior”. O diálogo nos conecta ao outro para a equilibrada permuta de saberes. Crescer com sabedoria é mais do que acumular riqueza ou tecnologia. É cultivar discernimento, misericórdia, paz e visão de longo prazo. A Terra é finita. Os recursos são limitados. A ambição sem freios leva à exaustão. Saber parar, cuidar, compartilhar, buscar a Luz da Verdade, isso é sabedoria.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

RESET PARA UM NOVO SISTEMA

As estatísticas do Harvard Graduate School of Education, que aborda a falta de propósito e significado na vida dos jovens adultos, apresentam inquietante situação, demonstrando uma crise de saúde mental e de sentido na vida; 58% dizem não ter “significado ou propósito” na vida e 50% sentem que prejudica sua saúde mental “não saber o que fazer da vida”. Para 45% dos entrevistados, a sensação é de que o mundo está desmoronando, afirmando que “as coisas estão caindo aos pedaços”.

Há anos essa questão vem se arrastando e se agravando. O que os seres humanos pensam sobre a vida? Não sabem por que e para que nasceram, e relevam essas questões ao plano secundário. As autoridades da educação têm de olhar para isso, mas parecem estar anestesiados para os problemas fundamentais, o que significa um descuido fatal. As novas gerações representam o futuro, e o seu bom preparo para a vida e o trabalho não pode ser negligenciado, pois isso é fundamental para a continuada melhora da qualidade de vida.

O que cada indivíduo pensa da vida? Por que e para que nascemos? O ser humano é espírito. Sua tarefa é se fortalecer, adquirir autoconsciência, dar sua contribuição para a melhora geral, retornar à Casa. Reencarnar várias vezes para se libertar dos erros e evoluir. O saber ancestral ficou perdido em meio às ninharias da vida. Estamos na fase da grande colheita de tudo que foi feito. Trata-se de algo como se fosse o último chamado. Quem viver verá.

A política tarifária e o controle das importações/exportações são, de fato, um dos principais fatores que explicam o grande desequilíbrio econômico entre as nações. A tributação, ou a falta dela, sobre importações, não é apenas um detalhe fiscal; é uma poderosa ferramenta de política industrial que, quando usada estrategicamente, constrói e protege economias desenvolvidas e, quando negligenciada, pode perpetuar o atraso das nações fracas e o desequilíbrio econômico global.

A balança comercial revela a existência de desequilíbrio econômico global forte e resistente à implantação de mudanças, mas se nada for feito, as nações cairão na precarização geral, a humanidade terá falhado na tarefa de alcançar uma economia equilibrada. Falta conscientização e preparo. Escolas e mídia poderiam desenvolver esclarecimentos, transformando o debate econômico em algo acessível para que as novas gerações percebam que temos de sair dos caminhos errados para alcançar a paz e o progresso real.

Na forma como a economia global foi estruturada nas últimas décadas, parece que não há como introduzir mudanças. Embora haja muitos fabricantes, tudo tende a funcionar como poderosos monopólios, seja na oferta de componentes e produtos, seja na nova forma como as compras para consumo se fazem pelos poucos canais tecnológicos existentes, ou na obtenção de crédito, enquanto a gestão do Estado-nação ameaça naufragar em suas dívidas.

O artifício de baixar o preço do dólar para controlar o custo de vida é um caminho perigoso que sempre tem gerado desastres financeiros, mas também é uma situação nefasta contida no pacote do sistema monetário global. Trata-se de um expediente que atesta a inadequação da gestão da finança pública e seu descontrole de gastos acima das receitas. Enfim, na história econômica da América Latina ainda estão para surgir governantes aptos e dispostos a pôr a casa em ordem.

Estamos diante do resultado caótico das decisões imediatistas do passado as quais não deram origem a uma construção destinada a ser duradoura. Em meio ao caos que se avizinha na economia e finanças globais, fala-se que um novo sistema está em gestação, com direito a IA e algoritmos. Questões fundamentais vão sendo encaradas de forma cínica. Um misto de frieza e hipocrisia diplomática. O cinismo decorre do predomínio do racional sobre o coração intuitivo.

O ser humano não se adaptou às leis naturais, não se tornou humano de fato, mas quis impor a sua vontade egocêntrica, e por isso está perdendo a sua humanidade. O anunciado reset poderá revelar o auge da frieza, a dolorosa destruição geral que terá de ceder lugar a uma nova construção surgida no silêncio, com nobreza por dar o devido respeito às leis da Criação.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

TRIBUTAÇÃO: É MELHOR IMPORTAR OU FABRICAR?

A imprensa informa que diariamente entram nos Estados Unidos um bilhão de dólares de mercadorias importadas da China. Em outras nações também há um expressivo volume de importações. A balança comercial revela a existência de desequilíbrio econômico global forte e será difícil obter mudanças. Se nada for feito, as nações cairão na precarização geral, a humanidade terá falhado na tarefa de alcançar uma economia equilibrada. Falta conscientização e preparo. Escolas e mídia poderiam desenvolver esclarecimentos, transformando o debate econômico em algo acessível para que as novas gerações percebam que devemos sair dos caminhos errados.

Em 1900, Georg Simmel, sociólogo e filósofo alemão, publicou o livro Filosofia do Dinheiro, avaliando que na economia monetária os indivíduos tenderiam a colocar os seus interesses financeiros acima dos objetivos da nação e da sociedade e que o dinheiro tenderia a formar uma aristocracia dos ricos. De fato, o poder do dinheiro atiça as cobiças geopolíticas de dominação e controle. O trabalho se tornaria mercadoria, e o dinheiro, o fundamento do sistema econômico. Popularmente se diz que dinheiro na mão é vendaval. Mas, na realidade, em tudo na vida o problema está no ser humano, no seu ego, vaidade e cobiças, não no dinheiro ou nos sistemas.

Se uma empresa produz em seu país bens para consumo fica sujeita à carga tributária. Se importar o mesmo produto feito em outra nação, em geral não pagará impostos, então a nação que importa fica sem a arrecadação? Como se resolve isso? A nação importadora pode ficar sem arrecadação se a importação não for tributada de forma equivalente ao produto nacional. Isso está correto e é exatamente por isso que a maioria dos países aplica impostos e tarifas sobre produtos importados.

O principal instrumento para garantir a arrecadação na entrada de um produto estrangeiro é o Imposto de Importação que incide sobre o valor da mercadoria no momento da sua entrada no país através do desembaraço aduaneiro. Além do Imposto de Importação, outros tributos internos, que incidiriam sobre o produto nacional, também são cobrados no processo de importação para garantir a isonomia tributária e a arrecadação.

A tributação do produto importado torna-o mais caro. Isso compensa, em parte, os custos operacionais, como a alta carga tributária interna que a indústria nacional tem de arcar. Também desestimula a importação de produtos que já são fabricados internamente, incentivando o consumo do produto nacional e, consequentemente, protegendo empregos e a cadeia produtiva doméstica.

Se o importado não for taxado na entrada, fica difícil para a produção interna competir. Se um produto importado entrar num país sem nenhuma taxação ou com uma alíquota muito baixa, a produção interna enfrentará grande dificuldade, especialmente se o país de origem tiver custos de produção muito menores seja por mão de obra, matéria-prima ou subsídios governamentais.

Sem tarifas de importação ou com tarifas muito baixas, os produtores estrangeiros que exportam e já possuem custos de produção mais baixos, seja por eficiência, subsídios ou salários menores, teriam uma vantagem de preço significativa e duradoura, embora os consumidores pagariam menos. Esse é o benefício imediato e mais visível do livre comércio, ou baixas tarifas. Os consumidores, de fato, se beneficiam de uma maior variedade de produtos a preços mais competitivos. Se a moeda estiver mais valorizada do que na origem exportadora, o benefício será ainda maior.

As consequências negativas para a economia da nação podem ser graves e nem sempre são óbvias para o público em geral, tais como: desindustrialização e perda de empregos, uma vez que as indústrias nacionais, incapazes de competir com os preços mais baixos dos importados, podem ser forçadas a fechar as portas, eliminando empregos e destruindo toda uma cadeia produtiva; vulnerabilidade econômica e segurança nacional, pois uma nação que depende excessivamente de produtos importados (inclusive itens essenciais como medicamentos, alimentos ou componentes eletrônicos) torna-se vulnerável às crises externas; dependência tecnológica, porque a destruição da indústria local pode significar o fim da pesquisa e desenvolvimento (P&D) e da inovação no país. A nação passa a depender de tecnologias de outras nações.

Além disso deve-se considerar o déficit na balança comercial, já que aumentar muito as importações sem aumentar as exportações pode levar a déficits comerciais crônicos, o que pode pressionar a moeda nacional e gerar instabilidade financeira. A política tarifária e o controle das importações/exportações são, de fato, alguns dos principais fatores que explicam o grande desequilíbrio econômico entre as nações. A tributação, ou a falta dela, sobre importações não é apenas um detalhe fiscal; é uma poderosa ferramenta de política industrial que, quando usada estrategicamente, constrói e protege economias desenvolvidas e, quando negligenciada, pode perpetuar o atraso das nações fracas e o desequilíbrio econômico global.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

ACONTECIMENTOS ATUAIS PREOCUPAM E AMEDRONTAM

Indicar culpados é a fórmula para não indagar das causas. A Terra é um planeta rico, mas há muita miséria. O problema não está no capitalismo, mas nos conceitos sobre a vida, riqueza e poder. Os movimentos das massas seguem o padrão da opinião pública. Como se forma a opinião de que é fácil ficar rico? Alguns creem que basta ousadia e acompanhar o movimento dos preços que estão crescendo em função do aumento de dinheiro em circulação, mas não há subida de preços de ativos que sempre dure, e como afirmam as instituições das finanças globais: de repente pode cair, e aí, o que fazer?

As nações passaram a criar dinheiro e dívidas, e importar bens em vez de produzir. Nesse meio há os que lidam com os papéis financeiros produzindo ganhos para si mesmos. O ritmo das operações está ficando cada vez mais acelerado visando aproveitar oportunidades de ganhos. O que poderá acontecer nas estradas financeiras? Talvez o mesmo que ocorre nas rodovias apertadas, onde caminhões pesados e automóveis vão acelerando de forma pouco responsável, enquanto a segurança vai diminuindo. Nas estradas de São Paulo estão acontecendo muitos desastres que ceifam vidas e perturbam o andamento normal das atividades.

O abuso com bebidas vem de longe, tendo causado muitos danos ao corpo humano, às famílias e às pessoas em geral. O menos danoso é alguma bebida que acompanha os alimentos, tipo aperitivo antes, e vinho durante a refeição. Porém, o aumento das pressões na luta pela sobrevivência provoca o aumento do consumo de bebidas alcoólicas. Os custos se elevam. Surgem ideias alternativas, precarizando os produtos. Qual é a segurança da qualidade dos vinhos e de tantas bebidas em milhares de marcas?

A humanidade atravessa um período dos mais críticos em sua história. No pós-guerra o dólar foi introduzido na finança global como o meio de promover o progresso e o aprimoramento. Dinheiro e poder requerem a máxima idoneidade e transparência, senão se tornam manipulação para domínio. Criar dinheiro do nada, uma oportunidade irresistível. A inadequação do sistema foi gerando desequilíbrios nas nações mal geridas, com a finança pública em déficits permanentes, agravado pelas manobras de políticos sem a necessária preocupação para promover um melhor futuro para a população. As nações vão se dobrando diante do peso das dívidas.

A desenfreada criação de moeda por governos irresponsáveis estraga o dinheiro que há décadas vem sofrendo perda de valor. Produzir dinheiro é fácil, mas os preços vão às nuvens, e a nação perde a capacidade de produzir bens. Tragédias poderão surgir. Novo sistema monetário poderá ser implantado, introduzindo mais controle e menos liberdade.

Há tantas coisas acontecendo que o cidadão comum não tem a mínima ideia; são volumosos movimentos de dinheiro e transferências de propriedades que visam atrair dinheiro e poder, restando esperar que os dirigentes tenham idoneidade e responsabilidade para que as condições gerais de vida da população possam melhorar ao invés de piorar cada vez mais.

Outra questão importante se refere ao aprofundamento do conhecimento sobre o significado e as consequências das transformações provocadas pelas novas ferramentas digitais, que estão eliminando os empregos e as empresas que não estão aptas a competir com os gigantes da tecnologia. Trata-se de uma revolução tecnológica que está atingindo tudo, tornando o ser humano um objeto obsoleto. Como resolver essa questão de sobrevivência num planeta com mais de 8 bilhões de almas encarnadas que precisam de trabalho, moradia e tudo mais?

O futuro da humanidade depende do bom preparo das novas gerações para a vida e o trabalho, e do continuado autoaprimoramento, mas nas escolas não se ouve falar da importância das leis da Criação. Não se ouve falar que o viver atualmente exige alguma atividade que gere renda, e que o dinheiro ganho deve ser bem utilizado.

A humanidade deveria estar unida e coesa no saber das leis da Criação, originadas da Vontade de Deus, e sua atuação justa e eternamente imutável, para o bem daqueles que as respeitam. Reconhecer e respeitar as leis da Criação é seguir a Vontade do Criador, para aprimorar as condições gerais de vida e embelezar a Terra.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

MANIFESTO PELO DESPERTAR DA HUMANIDADE

Diante da aceleração desordenada dos acontecimentos imprevistos, da rigidez das decisões e da fragilidade das lideranças, este manifesto está sendo erguido como um sopro da Luz da Verdade para a libertação de milênios de enganos sobre a vida, um chamado ao despertar da indolência espiritual que está rebaixando o ser humano, implantando tristeza e miséria sobre a Terra, de forma opressora. Um chamado urgente para sensibilizar os corações adormecidos.

Vivemos tempos em que o dinheiro se move cegamente como se a prioridade da vida fosse a corrida do ouro, enquanto as consciências se acomodam. Com a falta de equilíbrio financeiro, as nações se debatem em déficits, dívidas avassaladoras e desconfianças. A tecnologia avança, mas o espírito dorme. Os caminhos escolhidos em oposição às Leis da Criação conduzem aos abismos. A humanidade, em sua pressa, esqueceu o essencial: a finalidade e o sentido da vida, a beleza do existir, a dignidade do ser.

Com seu ego e vaidade, os seres humanos erigiram uma obra que tende a cair em escombros. Muitos acontecimentos imprevistos estão chamando a atenção, indicando que se aproxima o tempo no qual os seres humanos serão julgados por suas ações praticadas ao longo das suas reencarnações.

Os seres humanos têm de atentar, com humildade, para os últimos chamados da Luz que estão chegando através dos rugidos da natureza, como os derradeiros apelos à coerência lógica, à inspiração, à reconstrução do indivíduo que se afastou da essência espiritual, para que possa surgir uma nova humanidade na qual a economia sirva à vida, a política sirva à justiça, e a cultura sirva à elevação do espírito, em alegre gratidão ao Criador Todo Poderoso, doador da vida. E tudo isso temos de fazer rapidamente, despertar o espírito com todo empenho porque ainda somos humanos. Porque ainda há Luz ao nosso redor e ainda é possível alcançá-la, porque ainda resta um pouco de tempo. A humanidade adentrou em tempos sombrios, só a Luz da Verdade tem poder para eliminar a escuridão.

É hora de parar, olhar e intuir que urge escapar:

– Da rotina paralisante que esvazia os dias.

– Da precarização da vida em nome de uma eficiência sem alma.

– Da política do medo, da omissão e da indiferença.

– Da economia que deve ter por alvo a melhora das condições de vida.

Os Alvos a serem conquistados:

– Que o viver tenha sentido e coragem para buscar as causas do atraso da humanidade.

– Que a verdade seja a luz que indica o caminho.

– Que o espírito humano seja capaz de se elevar acima da mesquinhez e da apatia.

– Que a transformação comece no íntimo de cada indivíduo consciente e autoconsciente.

A Convocação a todos, em prol da busca da Luz da Verdade:

– Aos sábios, para novamente ousarem sonhar com lucidez e com a intuição.

– Aos líderes, para servirem com humildade e visão, sempre visando o bem.

– Aos jovens, para que não se conformem com o vazio em que a existência humana foi jogada.

– Aos povos, para se reconectarem com a Terra e a natureza, com o sagrado e com a Luz da Verdade do Espírito Santo para construírem na Terra um viver laborioso, em harmonia, semelhante ao do paraíso.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

 

AS CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE LÍDERES

Poucos seres humanos se dedicam a examinar de que forma estão vivendo. Neste período de dois milênios tem predominado a cobiça e a busca da satisfação a qualquer custo, seja no feudalismo, na revolução industrial, no capitalismo, no comunismo. A essência espiritual e a individualidade têm sido achatadas como coisas. Cabia aos líderes políticos, econômicos e religiosos estarem imbuídos de sua alta responsabilidade porque as suas ações influenciam o destino da humanidade, tanto que hoje o caos e a pobreza estão espalhados pelo planeta Terra.

Todos sentem a necessidade de que haja liderança honesta e responsável, que defina metas alcançáveis e incentive a jornada do desenvolvimento. A percepção de egocentrismo da parte dos líderes repele a colaboração espontânea. O surgimento de interpretações dúbias sempre causa danos. Os canais de comunicação devem estar abertos com transparência. O que estamos fazendo? Para onde estamos indo? O que se deve fazer hoje e o que deixar para amanhã? Para alcançar resultado satisfatório, o importante é a unidade da vontade de todos no esforço para buscar os objetivos estabelecidos em comum.

A humanidade, a não ser no campo tecnológico, não demonstra estar mais evoluída em comparação com o período entre a Primeira e Segunda Guerra Mundial. A sexualidade se apresenta embrutecida. Criminalidade e narcotráfico estão se aproximando, inclusive infiltrando agentes no poder. A indolência espiritual gera caos atraindo os males que afligem a humanidade. O viver passa a ser uma farsa, uma grande mentira. Cobiças, vaidade e sede de poder têm sido motores de guerras, exploração e destruição. A humanidade tem dado pouca atenção ao ensinamento básico de Jesus, o Amor de Deus: “amar o próximo como a si mesmo e não causar danos a ele para satisfazer a própria cobiça.”

Para satisfazer a própria cobiça por riqueza e poder, os seres humanos não vacilam em causar danos aos seus semelhantes. A caótica situação do planeta Terra tem despertado a atenção. Vídeos e artigos estão surgindo sobre essa questão. São textos bem estruturados chamando a atenção para este momento de transformações profundas, alertando para as ocorrências que se avolumam gerando sérias ameaças, unindo antigas profecias a acontecimentos atuais, indicando que nelas há um fundo de verdade que se manifestará no futuro que se aproxima, trazendo as consequências decorrentes da forma displicente de como o ser humano utilizou o tempo que lhe foi concedido para evoluir.

Estão falando por aí que há muita gente pronta para invadir Ucrânia, Irã, Taiwan, Venezuela e Europa. Conflitos menores e médios são uma constante. É necessário buscar a paz verdadeira. As mídias têm agitado a questão de forma intensa. Tem muita gente falando que em 2025 haverá um estouro. E em 2026, outro ainda maior. O que dizem é muita coisa, vai envolver tudo. Por que não dizem que a paz é possível se houver mudança de sintonia?

Desde a era do feudalismo, os seres humanos não têm se empenhado na construção de um mundo pacífico, justo e de real progresso, com liberdade e individualidade. Antes disso estava ainda pior com o comércio de pessoas escravizadas. Os homens não se sensibilizaram com as palavras do Messias. Veio a Revolução Industrial, o Capitalismo, o Comunismo, o Capitalismo de Estado, agora surge o Tecnofeudalismo, entendido como a concentração do poder global através da tecnologia sem alma.

É tempo de nos tornarmos autênticos seres humanos, semeando boa vontade, harmonia e paz. Tempo de buscar a Luz da Verdade das Leis da Criação. Tempo de contemplar os acontecimentos. As leis da Criação seguem imperturbáveis em sua atuação imutável, tecendo o carma dos indivíduos, dos povos, das nações, enfim, da humanidade. As ações voltadas para o bem trazem o bom retorno, enquanto as maléficas atraem desgraças. Nada poderá se opor, a menos que os indivíduos modifiquem a sua vontade buscando a pureza no pensar e o bem em seus atos.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL OU INTELIGÊNCIA ESPECIAL?

Artificial, pode-se dizer, é algo que não é natural. Mas, e a Inteligência Artificial (IA)? Ela foi criada pelo homem, mas não é como uma flor artificial inerte, apesar de sua beleza. Muito se fala sobre a IA, seus prós e contras, pois essa ferramenta tecnológica vai buscar as informações na internet e cria um conjunto especial de palavras e frases que fazem sentido.

Propus a seguinte questão para o Copilot da Microsoft: “Vemos tantos especialistas caminhando sem clareza, deixando de lado o essencial. Acho que seria mais adequado chamar a IA de IE – Inteligência Especial. É imperioso que em sua origem seja integrada aos objetivos prioritários da humanidade: sobrevivência, aprimoramento da espécie humana, e continuada melhora das condições gerais de vida”.

A resposta veio de forma instantânea, apresentando interessantíssimas ideias nas quais fiz alguns ajustes e complementos. Segundo o Copilot, a ideia de renomear a IA como Inteligência Especial (IE) é mais do que semântica: é um chamado ético. Porque se essa tecnologia é realmente especial, ela deve servir a propósitos igualmente especiais. A IE seria como aliada da humanidade, ou seja, daqueles que se empenham no aprimoramento da espécie.

Sobre a sobrevivência, o argumento do Copilot é de que a IE pode ajudar a prever e mitigar desastres naturais, pandemias, crises climáticas, recomendar hábitos sadios, alimentação adequada, lazer proveitoso. Pode otimizar o uso de recursos, reduzir desperdícios e promover sustentabilidade e apontar substâncias nocivas para que não causem danos como o metanol adicionado às bebidas.

No que se refere ao aprimoramento da espécie humana, a IE pode ser entendida não no sentido transumanista de super-homens cibernéticos, mas no sentido profundo: ampliar o conhecimento, a empatia, a cooperação, contribuir para o desenvolvimento de verdadeiros seres humanos, aptos a construir e beneficiar. A IE pode democratizar o acesso à educação, à saúde, à cultura, elevando o potencial de cada pessoa, ou seja, pode contribuir para a formação de verdadeiros seres humanos para a vida e o trabalho.

E com relação à melhoria contínua das condições de vida, a IE pode automatizar o que é penoso, liberar tempo para o que é criativo, incentivar o lazer junto à natureza e fortalecer a reflexão intuitiva. E, o mais importante: levar a descobrir como atuam as leis universais da Criação porque permitirá a concepção de oportunidades para o desenvolvimento individual com liberdade e criatividade, de forma a identificar injustiças, propor soluções mais justas e eficazes, além de fortalecer a qualidade de vida.

Mas isso exige escolhas conscientes, tais como: governança ética, pois sem isso a IE pode ser usada para vigilância, manipulação e exclusão; acompanhamento do equilíbrio nas contas entre receitas e gastos públicos, dando sinal de alarme ao se aproximar do déficit; a busca do equilíbrio nas relações econômicas com outras nações; transparência e inclusão – os algoritmos devem ser compreensíveis e acessíveis a todos.  A IE não deve ser um fim em si, mas um meio para alcançar um mundo mais digno.

Finalizando, o Copilot concordou com a minha conclusão: muitos especialistas avançam em alvos menores, que não promovem a evolução, porque esqueceram que, ao lado do progresso técnico, deve ser buscado o aprimoramento espiritual. A IE pode e deve contribuir para esse nobre objetivo, ou seja, iluminar esse caminho para que a humanidade não se afaste da sua essência.

*Benedicto Ismael Camargo Dutra, graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP. Coordena os sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br/home . E-mail: bicdutra@library.com.br